11 de out. de 2007

A SAÚDE EM CASA.

Bom dia!

O Brasil é o país do mundo que mais cresce na questão tecnológica, conforme divulgaram amplamente diversos meios durante esta semana. A entrada de estações domésticas na rede mundial, bem como a informatização estão na ordem do dia em discussões das cúpulas empresariais, ou outras desenvolvidas numa mesa de boteco (com certeza bem mais aprazível e menos tensa!).
Olhando a questão sob o aspecto da mudança cultural, ou mesmo da inclusão digital, só alegria e otimismo! Sob o prisma da saúde um novo desafio: por que não conseguimos viabilizar a ida do nosso sistema assistencial até o usuário, ao invés de continuarmos com o conceito de vinculação exclusivamente sob o aspecto físico ou geográfico?
Em grandes capitais, como o Rio de Janeiro, quantas ações não podem ser desenvolvidas, com foco em saúde e resultados sanitários e econômicos (bom para todas as partes), sem que se faça necessário o comparecimento ou deslocamento físico dos pacientes?
Levemos a Saúde para a casa dos nossos clientes (e as suas famílias), ao invés de insistirmos (apenas) nas atividades presenciais. Onde estas forem absolutamente necessárias, procuremos usar todos os recursos e informações que a inclusão digital propicia.
Novos desafios, novas fórmulas. O que deve ser rígido é o princípio, nunca a ferramenta de gestão!

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