Bom Dia!
Como é difícil a busca pela realização profissional. Sempre que almejamos o sucesso em nossas carreiras, seguindo uma trilha de honestidade e competência técnica, deparamo-nos com todo tipo de desafios que se possa imaginar. Assim, superar culturas derrotistas, mover grupos acomodados, estabelecer prioridades que estejam relacionadas com os objetivos estratégicos de nossas organizações, imediatamente saltam aos nossos olhos quando falamos acerca de dificuldades.
Mas existe outra perspectiva que tem crescido bastante em nosso país: a necessidade de deslocamento para longe da família. A crescente desigualdade dentre os mercados de saúde, e o afastamento de antigos pólos médicos que caminhavam juntos até meados da década de 90, está causando uma excessiva concentração de gestores na região Sudeste, especialmente em São Paulo.
Afastados de todos os que colaboram para a sustentação de sua vida privada, mais e mais gestores são jogados num mercado que lhes consome toda a atenção e todas as forças físicas. Não é fácil manter o equilíbrio. Não é fácil estar sozinho após uma árdua jornada de dificuldades e problemas a serem superados. O gestor não pode deixar de lado sua vida pessoal, sua família, suas crenças. E esta pressão gera uma situação que beira o insuportável.
O pior de tudo é que as empresas, quase sempre, não estão atentas para estes valores imateriais, intrínsecos aos gestores vitoriosos e que não podem ser supridos por mimos, salários ou outras coisas materiais da espécie. As empresas até falam de seus funcionários como se fossem seres humanos, mas negam solenemente esta condição aos seus gestores estratégicos. Vale a pena notar que a “empresa” é uma ficção, pois ela se materializa a partir das opções e decisões que são estabelecidas pelos dirigentes estratégicos.
Como estabelecer metas para melhoria de clima organizacional se as organizações estão transformando, ou pelo menos avaliando como autômatos seus principais gestores?
Um homem não é preenchido por bens materiais, por mais valiosos ou modernos que sejam. Um profissional não pode ser completo se possui lacunas em sua vida pessoal que não consegue preencher. Uma empresa que não entende ser, seus funcionários e executivos, homens profissionais, não conseguirá satisfazê-los, fidelizá-los e torná-los honestamente vinculados aos seus valores e objetivos estratégicos.
GESTÃO DE PROCESSOS, DE PESSOAS, DE RECURSOS. POLÍTICA E ÉTICA NA SAÚDE E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DE TODOS OS QUE TRILHAM, OU DESEJAM PERCORRER O DESAFIANTE CAMINHO DA ADMINISTRAÇÃO.
30 de mai. de 2009
24 de mai. de 2009
ENTRE O CORAÇÃO E A JUSTIÇA
Boa Noite!
Parece que existe uma contradição se quisermos avaliar, para um gestor, por onde ele deve se guiar: pelo coração ou pela justiça. Os mais apressados correrão para afirmar que nada pode ser feito sem o coração, e a justiça é decorrente disto. Os mais radicais afirmarão que a aplicação da justiça cega, igualitária e equitativa é o único caminho para se alcançar a paz de coração!
E ambos estão, ao seu modo, parcialmente certos.
De fato, a gestão moderna deve pressupor uma liderança legítima, galgada na competência técnica pessoal e exercida especialmente a partir dos exemplos e testemunhos coerentes, dados prioritariamente nos momentos mais difíceis vivenciadas pelo grupo liderado. Neste aspecto da questão, entendendo-se que apenas um líder real, por sua competência própria será capaz de equilibrar as corretas exigências de resultados que alcançam todas as organizações com a dedicação e sensibilidade em relação a sua equipe que disto precisa para se desenvolver.
Mas a falsa idéia de que agir com o coração é evitar as decisões polêmicas, ou minimizar reprimendas que podem educar seus liderados, ou retardar processos para se obter a utópica unanimidade, chegam a beirar a hipocrisia.
As equipes não se motivam em trabalhar com gestores vacilantes. Ou com aqueles que em nome de um “bom relacionamento”, silenciam-se ou se omitem perante injustiças, más indicações, não aproveitamento de talentos, ou equívocos da espécie. Nossos funcionários podem não ter, ainda, a maturidade profissional que os tornem aptos a exercer uma função gerencial, mas certamente não são criaturas obtusas, retardadas ou tão covardes quanto os (covardes) gestores imaginam.
Equipes desejam ser lideradas rumo à vitória, não ao caos, ao nada, à derrota. Elas reconhecem o líder, e seguem-no como exemplo de dedicação e qualidade profissional. Os covardes confundem o silêncio que resulta da desmotivação de cada talento que está sendo desperdiçado com a aceitação de seu trabalho feito com o “coração”.
A Justiça produz um ambiente agradável para trabalhar. A pieguice afasta os bons funcionários e permite a formação de um grupo covarde, ou desmotivado, ou incompetente. Seja gestor o tempo todo, sendo justo todo o tempo.
Parece que existe uma contradição se quisermos avaliar, para um gestor, por onde ele deve se guiar: pelo coração ou pela justiça. Os mais apressados correrão para afirmar que nada pode ser feito sem o coração, e a justiça é decorrente disto. Os mais radicais afirmarão que a aplicação da justiça cega, igualitária e equitativa é o único caminho para se alcançar a paz de coração!
E ambos estão, ao seu modo, parcialmente certos.
De fato, a gestão moderna deve pressupor uma liderança legítima, galgada na competência técnica pessoal e exercida especialmente a partir dos exemplos e testemunhos coerentes, dados prioritariamente nos momentos mais difíceis vivenciadas pelo grupo liderado. Neste aspecto da questão, entendendo-se que apenas um líder real, por sua competência própria será capaz de equilibrar as corretas exigências de resultados que alcançam todas as organizações com a dedicação e sensibilidade em relação a sua equipe que disto precisa para se desenvolver.
Mas a falsa idéia de que agir com o coração é evitar as decisões polêmicas, ou minimizar reprimendas que podem educar seus liderados, ou retardar processos para se obter a utópica unanimidade, chegam a beirar a hipocrisia.
As equipes não se motivam em trabalhar com gestores vacilantes. Ou com aqueles que em nome de um “bom relacionamento”, silenciam-se ou se omitem perante injustiças, más indicações, não aproveitamento de talentos, ou equívocos da espécie. Nossos funcionários podem não ter, ainda, a maturidade profissional que os tornem aptos a exercer uma função gerencial, mas certamente não são criaturas obtusas, retardadas ou tão covardes quanto os (covardes) gestores imaginam.
Equipes desejam ser lideradas rumo à vitória, não ao caos, ao nada, à derrota. Elas reconhecem o líder, e seguem-no como exemplo de dedicação e qualidade profissional. Os covardes confundem o silêncio que resulta da desmotivação de cada talento que está sendo desperdiçado com a aceitação de seu trabalho feito com o “coração”.
A Justiça produz um ambiente agradável para trabalhar. A pieguice afasta os bons funcionários e permite a formação de um grupo covarde, ou desmotivado, ou incompetente. Seja gestor o tempo todo, sendo justo todo o tempo.
21 de mai. de 2009
REFLEXÕES SOBRE A VIDA
Boa Noite!
O que significa a vida para diversas pessoas que, em seus campos de atuação, se manifestaram sobre sua importância, a necessidade de defendê-la e aspectos sobre os quais devemos pensar:
"A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta desde o momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos seus direitos de pessoa, entre os quais está o direito inviolável de tudo ser inocente à vida."
( Papa João Paulo II )
"Se nos afastamos de Deus, quem nos garante que um dia um poder humano não reivindique de novo o direito de decidir que vida humana vale e qual não vale?"
( Papa João Paulo II )
"Se a vida não tem preço, nós comportamo-nos sempre como se alguma coisa ultrapassasse, em valor, a vida humana... Mas o quê?"
( Antoine de Saint-Exupéry )
"Mais vale salvar um vida humana do que erigir um pagode de sete andares. "
(Provérbio chinês)
O que significa a vida para diversas pessoas que, em seus campos de atuação, se manifestaram sobre sua importância, a necessidade de defendê-la e aspectos sobre os quais devemos pensar:
"A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta desde o momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos seus direitos de pessoa, entre os quais está o direito inviolável de tudo ser inocente à vida."
( Papa João Paulo II )
"Se nos afastamos de Deus, quem nos garante que um dia um poder humano não reivindique de novo o direito de decidir que vida humana vale e qual não vale?"
( Papa João Paulo II )
"Se a vida não tem preço, nós comportamo-nos sempre como se alguma coisa ultrapassasse, em valor, a vida humana... Mas o quê?"
( Antoine de Saint-Exupéry )
"Mais vale salvar um vida humana do que erigir um pagode de sete andares. "
(Provérbio chinês)
20 de mai. de 2009
O LIMITE DA INSANIDADE
Boa Noite!
Os defensores do aborto costumam usar em suas pobres alegações e teses, que ele (o ato abortivo) seria o maior exemplo da liberdade e do direito de escolha das mulheres. Assim, pretendem ser reconhecidos como respeitadores dos direitos femininos, cavaleiros do respeito ao próximo e corajosos oponentes de perigosos e seculares organismos que se opõem (sic) a estes "grandes avanços".
Seja qual for a nossa opinião individual acerca do aborto, que reitero se configurar num delito contra a vida de indefesos e silenciosos seres humanos em minha opinião era de se esperar que tais pessoas tivessem uma atitude de respeito perante as opiniões alheias.
Mais ainda: se defendem um segmento que sempre foi tratado como minoria, sem direito às manifestações respeitosas e democráticas, os defensores do aborto deveriam lutar para que todas as demais categorias sociais pudessem expressar livremente seus pensamentos. Não é isto que pregam aos brados, em especial perante as câmeras de televisão?
Mas não se pode respeitar a verdade quando se prega a mentira.
Não se respeita o direito de outrem, quando se elimina vidas humanas que não podem ser ouvidas.
Não se defendem as mulheres quando se agridem os idosos.
Estou me reportando ao vídeo que está sendo veiculado desde 15.05.2009 na internet (endereço: https://webmail.cassi.com.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.youtube.com/watch?v=iiz4tfjSuPc) e que mostra a cruel, desumana e violenta prisão do Padre Norman Weslin, nos Estados Unidos, pela polícia do "cara" Obama, em virtude do crime que descreverei a seguir.
O Padre Weslin, com mais de 80 anos, resolveu protestar em frente á Universidade Notre Dame, nos EUA, contra o discurso em favor do aborto a ser proferido pelo “cara de lá”. Ele tomou uma cruz de madeira e saiu, andando pela calçada, sem atrapalhar o trânsito, recitando orações e cantando hinos religiosos. Estava acompanhado de amigos e fiéis que também rezavam. Não insultou ninguém. Não acusou e nem difamou ninguém. Simplesmente tentou exercer o seu direito de cidadão americano.
O sacerdote acreditou em algo que não existe: a democracia entre os que defendem o aborto.
Ele foi preso por quatro policiais, algemado e recolhido a um camburão com seus direitos lidos. Ele parecia, em diversos momentos não entender porque tantos policiais, jovens e fortes, enviados contra um idoso cidadão americano. Acontece, Padre, que ao falar contra o “cara de lá”, o senhor ousou desafiar a moda atual. A grande figura da mídia moderna. E, ao fazê-lo, o senhor tornou-se um cidadão do mundo. Daí a necessidade de sua prisão.
Quem sabe se a perda da sua liberdade não seja uma ferramenta permitida por Deus para que corações acorrentados pela mentira, falsidade e perversidade do aborto (e outras mentiras atuais), adquiram a luz que os libertará desta treva contemporânea?
Quem sabe a sua humilhação não alcance os insensíveis, os omissos, os cristãos mornos que se deixam enganar para não confrontarem as falsas ideologias que pululam nossas sociedades?
Quem sabe seja Deus que responderá, diretamente ao seu coração, a triste pergunta que pensei ouvir de seus lábios, no momento da prisão: “Por que prender um velho padre que protesta contra o assassinato de crianças?”
O aborto não é um direito, pois ninguém tem o direito de assassinar inocentes. Mas o aborto não deveria ser uma bandeira da Igreja Católica, e sim o legítimo movimento de todos os que defendem a dignidade humana.
Os defensores do aborto costumam usar em suas pobres alegações e teses, que ele (o ato abortivo) seria o maior exemplo da liberdade e do direito de escolha das mulheres. Assim, pretendem ser reconhecidos como respeitadores dos direitos femininos, cavaleiros do respeito ao próximo e corajosos oponentes de perigosos e seculares organismos que se opõem (sic) a estes "grandes avanços".
Seja qual for a nossa opinião individual acerca do aborto, que reitero se configurar num delito contra a vida de indefesos e silenciosos seres humanos em minha opinião era de se esperar que tais pessoas tivessem uma atitude de respeito perante as opiniões alheias.
Mais ainda: se defendem um segmento que sempre foi tratado como minoria, sem direito às manifestações respeitosas e democráticas, os defensores do aborto deveriam lutar para que todas as demais categorias sociais pudessem expressar livremente seus pensamentos. Não é isto que pregam aos brados, em especial perante as câmeras de televisão?
Mas não se pode respeitar a verdade quando se prega a mentira.
Não se respeita o direito de outrem, quando se elimina vidas humanas que não podem ser ouvidas.
Não se defendem as mulheres quando se agridem os idosos.
Estou me reportando ao vídeo que está sendo veiculado desde 15.05.2009 na internet (endereço: https://webmail.cassi.com.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.youtube.com/watch?v=iiz4tfjSuPc) e que mostra a cruel, desumana e violenta prisão do Padre Norman Weslin, nos Estados Unidos, pela polícia do "cara" Obama, em virtude do crime que descreverei a seguir.
O Padre Weslin, com mais de 80 anos, resolveu protestar em frente á Universidade Notre Dame, nos EUA, contra o discurso em favor do aborto a ser proferido pelo “cara de lá”. Ele tomou uma cruz de madeira e saiu, andando pela calçada, sem atrapalhar o trânsito, recitando orações e cantando hinos religiosos. Estava acompanhado de amigos e fiéis que também rezavam. Não insultou ninguém. Não acusou e nem difamou ninguém. Simplesmente tentou exercer o seu direito de cidadão americano.
O sacerdote acreditou em algo que não existe: a democracia entre os que defendem o aborto.
Ele foi preso por quatro policiais, algemado e recolhido a um camburão com seus direitos lidos. Ele parecia, em diversos momentos não entender porque tantos policiais, jovens e fortes, enviados contra um idoso cidadão americano. Acontece, Padre, que ao falar contra o “cara de lá”, o senhor ousou desafiar a moda atual. A grande figura da mídia moderna. E, ao fazê-lo, o senhor tornou-se um cidadão do mundo. Daí a necessidade de sua prisão.
Quem sabe se a perda da sua liberdade não seja uma ferramenta permitida por Deus para que corações acorrentados pela mentira, falsidade e perversidade do aborto (e outras mentiras atuais), adquiram a luz que os libertará desta treva contemporânea?
Quem sabe a sua humilhação não alcance os insensíveis, os omissos, os cristãos mornos que se deixam enganar para não confrontarem as falsas ideologias que pululam nossas sociedades?
Quem sabe seja Deus que responderá, diretamente ao seu coração, a triste pergunta que pensei ouvir de seus lábios, no momento da prisão: “Por que prender um velho padre que protesta contra o assassinato de crianças?”
O aborto não é um direito, pois ninguém tem o direito de assassinar inocentes. Mas o aborto não deveria ser uma bandeira da Igreja Católica, e sim o legítimo movimento de todos os que defendem a dignidade humana.
19 de mai. de 2009
A SOLITÁRIA ROTINA DA DECISÃO
Boa Noite!
Talvez este seja o maior dos paradoxos gerenciais: aquele que é responsável por formar e capacitar equipes, promover um trabalho convergente e com sentido estratégico para todas as equipes que atuam na empresa, ser efetivamente um líder que exerce a liderança, não deixa de ser, nas decisões mais complexas e delicadas... Um ser solitário!
O Gestor verdadeiro escuta e valoriza as opiniões, pareceres e viveres de cada um dos seus técnicos. Leva-lhes em conta os estudos e análises, pondera sobre suas reflexões, escuta seus temores e sugestões de minimização dos riscos inerentes a cada processo e resultados esperados.
Mas existem decisões e decisões. Algumas dizem respeito aos objetivos estratégicos de suas corporações, os resultados esperados e, assim, possuem importância ímpar para a sobrevivência das organizações. Os gestores sabem que delas não devem fugir, nem adiá-las, equívoco na maioria das vezes letal.
Porém, há outro campo delicado no qual as deliberações sempre produzem feridas, mesmo quando inevitáveis, justas e necessárias: os recursos humanos. Como negar que as medidas de correção, repreensão ou mesmo de punição, ainda que determinantes para a criação de um estado geral de justiça no trabalho doem de forma profunda em todos nós.
É quase improvável que não pensemos na decepção individual de cada um daqueles a quem necessitamos corrigir ou punir, as quebras de expectativas, os sofrimentos que devem passar. Mas, como evitar a situação? Como podemos esquecer, líderes que desejam exercer a liderança, de que a omissão quanto a um significa, sempre, a coletivização da punição não dada, por aqueles outros tantos que não a merecem?
O que pode ser pior do que os olhares de decepção de toda a equipe, quando seu gestor prefere a covardia da não decisão, expondo-os de forma geral perante clientes e financiadores, ao invés de assumir sua dura, mas indelegável atribuição de separar o joio do trigo?
A decisão faz parte da rotina gerencial. Decidir sobre aqueles que não querem ouvir, que resistem às mudanças e, especialmente, que com sua presença inibem o desenvolvimento de novos talentos, é função essencial da gerência. Solitária e difícil, devo concordar e acrescentar, mas própria de quem deseja ser líder, dar testemunho de sua coerência e seguir com sua equipe rumo à vitória!
Talvez este seja o maior dos paradoxos gerenciais: aquele que é responsável por formar e capacitar equipes, promover um trabalho convergente e com sentido estratégico para todas as equipes que atuam na empresa, ser efetivamente um líder que exerce a liderança, não deixa de ser, nas decisões mais complexas e delicadas... Um ser solitário!
O Gestor verdadeiro escuta e valoriza as opiniões, pareceres e viveres de cada um dos seus técnicos. Leva-lhes em conta os estudos e análises, pondera sobre suas reflexões, escuta seus temores e sugestões de minimização dos riscos inerentes a cada processo e resultados esperados.
Mas existem decisões e decisões. Algumas dizem respeito aos objetivos estratégicos de suas corporações, os resultados esperados e, assim, possuem importância ímpar para a sobrevivência das organizações. Os gestores sabem que delas não devem fugir, nem adiá-las, equívoco na maioria das vezes letal.
Porém, há outro campo delicado no qual as deliberações sempre produzem feridas, mesmo quando inevitáveis, justas e necessárias: os recursos humanos. Como negar que as medidas de correção, repreensão ou mesmo de punição, ainda que determinantes para a criação de um estado geral de justiça no trabalho doem de forma profunda em todos nós.
É quase improvável que não pensemos na decepção individual de cada um daqueles a quem necessitamos corrigir ou punir, as quebras de expectativas, os sofrimentos que devem passar. Mas, como evitar a situação? Como podemos esquecer, líderes que desejam exercer a liderança, de que a omissão quanto a um significa, sempre, a coletivização da punição não dada, por aqueles outros tantos que não a merecem?
O que pode ser pior do que os olhares de decepção de toda a equipe, quando seu gestor prefere a covardia da não decisão, expondo-os de forma geral perante clientes e financiadores, ao invés de assumir sua dura, mas indelegável atribuição de separar o joio do trigo?
A decisão faz parte da rotina gerencial. Decidir sobre aqueles que não querem ouvir, que resistem às mudanças e, especialmente, que com sua presença inibem o desenvolvimento de novos talentos, é função essencial da gerência. Solitária e difícil, devo concordar e acrescentar, mas própria de quem deseja ser líder, dar testemunho de sua coerência e seguir com sua equipe rumo à vitória!
17 de mai. de 2009
O EFEITO PILATOS
Bom Dia!
Estão em moda as grandes produções artísticas, em especial no cinema, sem quaisquer compromissos com a história, ou ao menos a ética de se apresentar aos jovens fatos que historiadores sérios já corroboraram. É o tipo que se pretende desenvolver doravante em Hollywood: muitos efeitos, produção visual esmerada, fotografia e demais itens técnicos de primeira, para deixar para trás as inúmeras imperfeições na narrativa, sob os mais diversos aspectos.
Também esta péssima tendência parece ter assolado a Agência Nacional de Saúde Suplementar: grandes efeitos pirotécnicos, para um quase nada de ações estruturais e que voltem o mercado de saúde suplementar para um efetivo modelo de atenção primária em saúde.
Eis o último degrau:
“No dia 12 de maio, a Presidência da República promulgou a Lei nº. 11.935, cujo conteúdo altera o Artigo nº. 35C da Lei nº. 9.656/98, legislação que regula o setor de saúde suplementar no Brasil. A nova lei determina a obrigatoriedade da cobertura por parte das operadoras a procedimentos de planejamento familiar, entre os quais muitos já têm obrigatoriedade prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde abril de 2008. Segundo a legislação nacional de planejamento familiar (Lei nº. 9.263/96), o planejamento familiar compreende a concepção e a contracepção. "(...) conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole pela mulher, pelo homem ou pelo casal" (art. 2º). Estão compreendidos, portanto, exames, procedimentos cirúrgicos, consultas, ações de educação e orientação, entre outros. Apesar de muitos procedimentos contraceptivos como vasectomia, laqueadura tubária e colocação do dispositivo intrauterino (DIU) já constarem do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS desde o dia 2 de abril de 2008, a ANS não considerava a simples existência desses procedimentos como ações de Planejamento Familiar. Afinal, de acordo com a Lei nº. 9.263, o conceito de planejamento familiar engloba ações integradas, inclusive referentes a educação em saúde e aconselhamento. Agora, uma ação muito mais integral fará parte desta cobertura obrigatória.”
(Fonte: www.ans.gov.br)
Ou seja, a ANS pretende resolver o problema da má distribuição de renda, da falta de uma política efetiva de inserção social, da redução dos postos de emprego, da falta de acesso dos mais pobres às políticas de saúde, através da... esterilização, abortos e similares! Não podendo implantar o que sempre defendeu uma política real de promoção e prevenção, a ANS ao invés de jogar a toalha prefere... Lavar as mãos do destino destas populações!
É o efeito Pilatos: o preposto e governador militar romano, perante a inquestionável presença e ensinamento de Cristo não quis rever sua postura, aceitar suas falhas e recomeçar sua vida. Preferiu questionar a Jesus: “O que é a verdade?” A nossa ANS sofre do mesmo mal, perante a verdade absoluta prefere os caminhos que agradam a mídia, ä indústria farmacêutica, enfim, a todos que não são, necessariamente, os seus principais clientes.
Estão em moda as grandes produções artísticas, em especial no cinema, sem quaisquer compromissos com a história, ou ao menos a ética de se apresentar aos jovens fatos que historiadores sérios já corroboraram. É o tipo que se pretende desenvolver doravante em Hollywood: muitos efeitos, produção visual esmerada, fotografia e demais itens técnicos de primeira, para deixar para trás as inúmeras imperfeições na narrativa, sob os mais diversos aspectos.
Também esta péssima tendência parece ter assolado a Agência Nacional de Saúde Suplementar: grandes efeitos pirotécnicos, para um quase nada de ações estruturais e que voltem o mercado de saúde suplementar para um efetivo modelo de atenção primária em saúde.
Eis o último degrau:
“No dia 12 de maio, a Presidência da República promulgou a Lei nº. 11.935, cujo conteúdo altera o Artigo nº. 35C da Lei nº. 9.656/98, legislação que regula o setor de saúde suplementar no Brasil. A nova lei determina a obrigatoriedade da cobertura por parte das operadoras a procedimentos de planejamento familiar, entre os quais muitos já têm obrigatoriedade prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde abril de 2008. Segundo a legislação nacional de planejamento familiar (Lei nº. 9.263/96), o planejamento familiar compreende a concepção e a contracepção. "(...) conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole pela mulher, pelo homem ou pelo casal" (art. 2º). Estão compreendidos, portanto, exames, procedimentos cirúrgicos, consultas, ações de educação e orientação, entre outros. Apesar de muitos procedimentos contraceptivos como vasectomia, laqueadura tubária e colocação do dispositivo intrauterino (DIU) já constarem do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS desde o dia 2 de abril de 2008, a ANS não considerava a simples existência desses procedimentos como ações de Planejamento Familiar. Afinal, de acordo com a Lei nº. 9.263, o conceito de planejamento familiar engloba ações integradas, inclusive referentes a educação em saúde e aconselhamento. Agora, uma ação muito mais integral fará parte desta cobertura obrigatória.”
(Fonte: www.ans.gov.br)
Ou seja, a ANS pretende resolver o problema da má distribuição de renda, da falta de uma política efetiva de inserção social, da redução dos postos de emprego, da falta de acesso dos mais pobres às políticas de saúde, através da... esterilização, abortos e similares! Não podendo implantar o que sempre defendeu uma política real de promoção e prevenção, a ANS ao invés de jogar a toalha prefere... Lavar as mãos do destino destas populações!
É o efeito Pilatos: o preposto e governador militar romano, perante a inquestionável presença e ensinamento de Cristo não quis rever sua postura, aceitar suas falhas e recomeçar sua vida. Preferiu questionar a Jesus: “O que é a verdade?” A nossa ANS sofre do mesmo mal, perante a verdade absoluta prefere os caminhos que agradam a mídia, ä indústria farmacêutica, enfim, a todos que não são, necessariamente, os seus principais clientes.
16 de mai. de 2009
O OUTRO CARA!
Bom Dia!
Nestes tempos de gripe, que por vezes nos afasta de atividades que tanto prezamos, acabamos por ouvir mais noticiários do que necessitamos. E aí, não se tem como fugir, por exemplo, da enorme expectativa que está causando o anúncio (não oficial) de que o Mr. Obama estará anunciando seu "pacote de Saúde" agora em Junho ou Julho.
O Sistema de Saúde americano está falido, segundo palavras do próprio Michel Porter (Repensando a Saúde), e não conseguirá sair desta situação se não gerar um produto que agregue valor ao cliente, na percepção deste último. Por isso, remodelar o sistema passou a ser quase que uma obsessão estatal desde o governo Clinton, e até mesmo o desastrado reinado do Bush Filho.
Obama incluiu esta questão, durante sua vitoriosa campanha, e ela passou a ser uma das centenas de promessas que fez ao povo americano, e que gerou uma expectativa tão grande a ponto de termos hoje um site para acompanhá-las. Porém, as opiniões dos articulistas sobre as possíveis alterantivas trazidas pelo candidato é que preocupam.
O Plano para a Saúde do Mr. Obama estaria sendo desenvolvido sob a lógica que ele tem adotado até agora: populismo, jogo para a platéia e poucas mudanças estruturais e de conteúdo que sirvam de base a uma melhoria futura da sociedade americana e mundial. Foi assim com a pesquisa de células-tronco, ou o descarte de embriões humanos, da mesma forma quando agradou a poderosa indústria farmacêutica com as camisinhas, e a prisão de Guantanamo que deixou de existir no discurso, mas continua no mundo real.
Obama fala de incluir um maior número de americanos, em troca da redução de médicos generalistas, ou seja, ampliando-se a oferta de especialistas, e com a redução de coberturas que hoje podem ser autorizadas caso-a-caso ainda que por pessoas não inclusas no sistema.
As medidas certamente darão um certo fôlego financeiro ao sistema e a (falsa) impressão de que a crise passou. Isto pode até garantir ao primeiro presidente negro americano a inédita reeleição de um negor num dos países mais racistas do mundo. Mas, será que ele se ilude de que resolve a causa do problema?
O presidente americano parece ser genuinamente um homem simpático e carismático. Mas comete um grande erro administrativo: quer recuperar a auto-estima dos americanos com medidas populistas, que "agradem" aos incautos. Restringir a presença e importância do médico generalista, que até agora foi mal usado e que teve seu papel distorcido no sistema de saúde dos EUA não é definitivamente a solução do problema.
Obama está optando por empurrar com a barriga a discussão central: não há como assegurar a longevidade de um sistema se a base disto tudo repousa num modelo de saúde superado e sem resultados (o famoso MANAGED CARE).
Esta oportunidade, de reformar com alta popularidade e credibilidade, pode não voltar a acontecer ao Obama. E oportunidades não se repõem com gracejos ou trocas de afagos com outros "caras". Obama envereda por um caminho sem volta: o populismo a todo custo. Ainda dá tempo de voltar, mas, será que ele quer?
Nestes tempos de gripe, que por vezes nos afasta de atividades que tanto prezamos, acabamos por ouvir mais noticiários do que necessitamos. E aí, não se tem como fugir, por exemplo, da enorme expectativa que está causando o anúncio (não oficial) de que o Mr. Obama estará anunciando seu "pacote de Saúde" agora em Junho ou Julho.
O Sistema de Saúde americano está falido, segundo palavras do próprio Michel Porter (Repensando a Saúde), e não conseguirá sair desta situação se não gerar um produto que agregue valor ao cliente, na percepção deste último. Por isso, remodelar o sistema passou a ser quase que uma obsessão estatal desde o governo Clinton, e até mesmo o desastrado reinado do Bush Filho.
Obama incluiu esta questão, durante sua vitoriosa campanha, e ela passou a ser uma das centenas de promessas que fez ao povo americano, e que gerou uma expectativa tão grande a ponto de termos hoje um site para acompanhá-las. Porém, as opiniões dos articulistas sobre as possíveis alterantivas trazidas pelo candidato é que preocupam.
O Plano para a Saúde do Mr. Obama estaria sendo desenvolvido sob a lógica que ele tem adotado até agora: populismo, jogo para a platéia e poucas mudanças estruturais e de conteúdo que sirvam de base a uma melhoria futura da sociedade americana e mundial. Foi assim com a pesquisa de células-tronco, ou o descarte de embriões humanos, da mesma forma quando agradou a poderosa indústria farmacêutica com as camisinhas, e a prisão de Guantanamo que deixou de existir no discurso, mas continua no mundo real.
Obama fala de incluir um maior número de americanos, em troca da redução de médicos generalistas, ou seja, ampliando-se a oferta de especialistas, e com a redução de coberturas que hoje podem ser autorizadas caso-a-caso ainda que por pessoas não inclusas no sistema.
As medidas certamente darão um certo fôlego financeiro ao sistema e a (falsa) impressão de que a crise passou. Isto pode até garantir ao primeiro presidente negro americano a inédita reeleição de um negor num dos países mais racistas do mundo. Mas, será que ele se ilude de que resolve a causa do problema?
O presidente americano parece ser genuinamente um homem simpático e carismático. Mas comete um grande erro administrativo: quer recuperar a auto-estima dos americanos com medidas populistas, que "agradem" aos incautos. Restringir a presença e importância do médico generalista, que até agora foi mal usado e que teve seu papel distorcido no sistema de saúde dos EUA não é definitivamente a solução do problema.
Obama está optando por empurrar com a barriga a discussão central: não há como assegurar a longevidade de um sistema se a base disto tudo repousa num modelo de saúde superado e sem resultados (o famoso MANAGED CARE).
Esta oportunidade, de reformar com alta popularidade e credibilidade, pode não voltar a acontecer ao Obama. E oportunidades não se repõem com gracejos ou trocas de afagos com outros "caras". Obama envereda por um caminho sem volta: o populismo a todo custo. Ainda dá tempo de voltar, mas, será que ele quer?
13 de mai. de 2009
UM NOVO RISCO OCUPACIONAL
Boa Noite!
Diversas mudanças têm sofrido os ambientes de trabalho, sejam elas decorrentes dos avanços da medicina ocupacional, sejam resultantes de interações nem sempre saudáveis havidas entre empregadores e empregados. As alterações no mobiliário já estão bastante estudadas pela ergonomia e buscam propiciar alterações que tornem menos agressivas as longas jornadas de trabalho a que se submetem os trabalhadores brasileiros.
Mas existem alterações necessárias e ainda solenemente ignoradas pelos que dirigem as organizações. Falo daquelas mudanças que deveriam resultar de um dos mais perigosos e novos agravos aos trabalhadores: a frustração profissional.
Quando aceitamos ou somos aprovados em um processo seletivo para uma empresa, em geral criamos uma grande (e perigosa) imagem abstrata da futura organização, que nos impulsiona de forma imperceptível a uma expectativa grande e, infelizmente na maioria das vezes, infundada.
O choque com a realidade do lugar onde começamos a trabalhar só não é maior do que a triste constatação de que aquela equipe alegra e aparentemente unidade com que somos recebidos nos primeiros dias, ou é contratada fora, ou simplesmente não existe.
Esta frustração causa estragos profundos, nos lugares mais longínquos de nossos cérebros e está na causa, quase sempre, de determinados comportamentos que não se explicam à luz dos conhecimentos técnicos e de mercado que estes indivíduos apresentam.
Aquele que poderia ser um grande e comprometido técnico, um gestor quase que completo ou um profissional indispensável a uma equipe vencedora, transforma-se silenciosamente num arrastador de correntes: reclama, não tem velocidade, baixa energia, um número na multidão e não um agregador à equipe.
Infelizmente os técnicos em saúde ocupacional continuam preocupados com seus discursos que os tornam quase iguais às lideranças sindicais, e que invariavelmente não resultam em melhorias para os funcionários. Mensuram danos físicos, que nem sempre possuem o nexo causal necessário para se condenar uma estrutura ou empresa, enquanto esquecem dos danos não físicos que se tornam futuros castigos para o resto das vidas daqueles que lhes permitem crescer em seus íntimos.
Talvez seja o momento mais que oportuno para nós esquecermos um pouco das bandeiras sindicalistas e cuidar mais da frustração que as organizações causam em novos empregados, podando-lhes, mais do que uma satisfação no emprego, uma carreira vitoriosa e brilhante no mercado em que teve oportunidade de exercê-la.
Diversas mudanças têm sofrido os ambientes de trabalho, sejam elas decorrentes dos avanços da medicina ocupacional, sejam resultantes de interações nem sempre saudáveis havidas entre empregadores e empregados. As alterações no mobiliário já estão bastante estudadas pela ergonomia e buscam propiciar alterações que tornem menos agressivas as longas jornadas de trabalho a que se submetem os trabalhadores brasileiros.
Mas existem alterações necessárias e ainda solenemente ignoradas pelos que dirigem as organizações. Falo daquelas mudanças que deveriam resultar de um dos mais perigosos e novos agravos aos trabalhadores: a frustração profissional.
Quando aceitamos ou somos aprovados em um processo seletivo para uma empresa, em geral criamos uma grande (e perigosa) imagem abstrata da futura organização, que nos impulsiona de forma imperceptível a uma expectativa grande e, infelizmente na maioria das vezes, infundada.
O choque com a realidade do lugar onde começamos a trabalhar só não é maior do que a triste constatação de que aquela equipe alegra e aparentemente unidade com que somos recebidos nos primeiros dias, ou é contratada fora, ou simplesmente não existe.
Esta frustração causa estragos profundos, nos lugares mais longínquos de nossos cérebros e está na causa, quase sempre, de determinados comportamentos que não se explicam à luz dos conhecimentos técnicos e de mercado que estes indivíduos apresentam.
Aquele que poderia ser um grande e comprometido técnico, um gestor quase que completo ou um profissional indispensável a uma equipe vencedora, transforma-se silenciosamente num arrastador de correntes: reclama, não tem velocidade, baixa energia, um número na multidão e não um agregador à equipe.
Infelizmente os técnicos em saúde ocupacional continuam preocupados com seus discursos que os tornam quase iguais às lideranças sindicais, e que invariavelmente não resultam em melhorias para os funcionários. Mensuram danos físicos, que nem sempre possuem o nexo causal necessário para se condenar uma estrutura ou empresa, enquanto esquecem dos danos não físicos que se tornam futuros castigos para o resto das vidas daqueles que lhes permitem crescer em seus íntimos.
Talvez seja o momento mais que oportuno para nós esquecermos um pouco das bandeiras sindicalistas e cuidar mais da frustração que as organizações causam em novos empregados, podando-lhes, mais do que uma satisfação no emprego, uma carreira vitoriosa e brilhante no mercado em que teve oportunidade de exercê-la.
9 de mai. de 2009
ABORTO: FERRAMENTA ESTRATÉGICA DA EUGENIA
Bom Dia!
A Eugenia é um termo que significa o estudo de todos os fatores e "agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente" (Wikipédia). Criado em 1883 pelo britânico Francis Galton, está intimamente associado à questão da melhoria genética da raça. Vocês recordam de algo? Tipo, melhoria da raça superiora, ariana, nazista?
Estão corretos. A Eugenia defendia que o Estado teria condições de usar todos os mecanismos legais existentes para evitar a "queda da qualidade racial".
Ora, os mecanismos legais vigentes decorrem do Direito Positivo, que por sua vez, numa ditadura, dependem do ditador (caso do nazismo). Mas numa sociedade consumista e hedionda como aquela em que vivemos, pode ser veladamente apresentada com outras desculpas pela mídia.
Hitler, e seus sequazes, usaram a busca de melhoria da raça para perseguir, massacrar e assassinar o povo judeu em toda a Europa, num volume de extermínio que alcançou, infelizmente o triste recorde mundial de 6 milhões de vítimas. A mídia, em nossos dias, apresenta de forma subliminar aos jovens que tudo aquilo que pode ser descartado para "benefício" de outros, ajuda a melhorar a vida de cada um (sic).
E aí surgem: o uso de fetos, falsamente denominados de embriões, com o fim de "auxiliar a melhoria de vida de outros". Note-se que estes outros são aqueles que podem "pagar" pelos produtos oriundos deste novo extermínio, e, assim, integrantes de uma "elite racial".
A raça no século XXI não é determinada pela família, ou pela nacionalidade. A raça é decorrente daquilo que se podde pagar ou comprar. Quem não pode comprar, quem não tem dinheiro, é sub-raça, está ajudando a empobrecer a "elite racial".
Outra ferramenta é o ABORTO.
O feto indesejado traz empobrecimento racial. O estupro causa uma "mistura" de sangue puro, ou superior, com outro inferior, advindo de alguém que não merece a vida (criminoso). Portanto, "eliminar" o feto é assegurar a superioridade da raça. Óbvio que, para manter a raça superiora, deve-se pagar os custos deste criminoso ato e a continuidade do tratamento depois.
Perçebam que o aborto é um instrumento de eugenia. Portanto, defendê-lo significa aceitar, explícita ou silenciosamente, a teoria nazista da "Lebensunwertes Leben", ou seja, existem "vidas indignas de serem vividas". Claro que, como diz o Cardeal Dom Eugênio Sales, todos os que defendem o aborto estão vivos. Pois às vítimas, de todos os extermínios, não lhes é reconhecido o direito de falar ou se defenderem.
A Eugenia é um termo que significa o estudo de todos os fatores e "agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente" (Wikipédia). Criado em 1883 pelo britânico Francis Galton, está intimamente associado à questão da melhoria genética da raça. Vocês recordam de algo? Tipo, melhoria da raça superiora, ariana, nazista?
Estão corretos. A Eugenia defendia que o Estado teria condições de usar todos os mecanismos legais existentes para evitar a "queda da qualidade racial".
Ora, os mecanismos legais vigentes decorrem do Direito Positivo, que por sua vez, numa ditadura, dependem do ditador (caso do nazismo). Mas numa sociedade consumista e hedionda como aquela em que vivemos, pode ser veladamente apresentada com outras desculpas pela mídia.
Hitler, e seus sequazes, usaram a busca de melhoria da raça para perseguir, massacrar e assassinar o povo judeu em toda a Europa, num volume de extermínio que alcançou, infelizmente o triste recorde mundial de 6 milhões de vítimas. A mídia, em nossos dias, apresenta de forma subliminar aos jovens que tudo aquilo que pode ser descartado para "benefício" de outros, ajuda a melhorar a vida de cada um (sic).
E aí surgem: o uso de fetos, falsamente denominados de embriões, com o fim de "auxiliar a melhoria de vida de outros". Note-se que estes outros são aqueles que podem "pagar" pelos produtos oriundos deste novo extermínio, e, assim, integrantes de uma "elite racial".
A raça no século XXI não é determinada pela família, ou pela nacionalidade. A raça é decorrente daquilo que se podde pagar ou comprar. Quem não pode comprar, quem não tem dinheiro, é sub-raça, está ajudando a empobrecer a "elite racial".
Outra ferramenta é o ABORTO.
O feto indesejado traz empobrecimento racial. O estupro causa uma "mistura" de sangue puro, ou superior, com outro inferior, advindo de alguém que não merece a vida (criminoso). Portanto, "eliminar" o feto é assegurar a superioridade da raça. Óbvio que, para manter a raça superiora, deve-se pagar os custos deste criminoso ato e a continuidade do tratamento depois.
Perçebam que o aborto é um instrumento de eugenia. Portanto, defendê-lo significa aceitar, explícita ou silenciosamente, a teoria nazista da "Lebensunwertes Leben", ou seja, existem "vidas indignas de serem vividas". Claro que, como diz o Cardeal Dom Eugênio Sales, todos os que defendem o aborto estão vivos. Pois às vítimas, de todos os extermínios, não lhes é reconhecido o direito de falar ou se defenderem.
6 de mai. de 2009
PARA QUE CLIENTES?
Boa Noite!
Quer saber o que não fazer com seus clientes? Quer saber como fidelizá-los e torná-los seus defensores? Quer saber como fazê-los sentirem-se pessoas respeitadas e felizes?
Simples. Simples?
Basta olhar atentamente para as operadoras de telefonia. Veja bem como elas tratam seus clientes. O nível de acesso que permite aos seus incontáveis 0800, a rapidez com que atendem os pedidos de socorro, o tempo médio que deixa seus clientes esperando escutando aquelas músicas ridículas e a mensagem que “em breve você será atendido”.
Fique bem atento à forma como atendem em suas lojas, a maneira gentil e educada com que decidem sobre os pedidos de compra, as exigências ridículas de documentação que fazem e o longo, interminável tempo que deixam os clientes esperando.
Olhe bem para tudo isto... E faça tudo ao contrário!
Cliente não é mobiliário, que você encosta em qualquer lugar, pelo tempo que bem entender e deixa-o ali pelo tempo que quiser.
Cliente não é eletrodoméstico, que você compra para servi-lo, trata-o bastante mal, não observa as instruções para conservá-lo, deixa-o largado em qualquer canto e ainda reclama quando é velho.
Cliente não é pneu de carro, que é tão importante e essencial para que se mova de um lugar para outro, mas que em geral é esquecido até que, furado, trava qualquer evolução.
Cliente não é uma coisa, com a qual se brinca e se maltrata, por ser inanimada, não poder se manifestar.
Pensar em clientes é reconhecer-lhes a importância, os direitos e a necessidade de satisfazê-los todo o tempo, o tempo todo.
Ter foco no cliente é fazer de sua satisfação uma doce e sadia obsessão empresarial.
Lembre-se:
FOCO NO CLIENTE eleva empresas, amplia mercados, profissionaliza equipes...
FOGO NO CLIENTE, parece só mudar uma letra, mas é fazer tudo igual às operadoras de telefonia: provocar nos seus usuários a doce recordação dos aparelhos de Telex!
Quer saber o que não fazer com seus clientes? Quer saber como fidelizá-los e torná-los seus defensores? Quer saber como fazê-los sentirem-se pessoas respeitadas e felizes?
Simples. Simples?
Basta olhar atentamente para as operadoras de telefonia. Veja bem como elas tratam seus clientes. O nível de acesso que permite aos seus incontáveis 0800, a rapidez com que atendem os pedidos de socorro, o tempo médio que deixa seus clientes esperando escutando aquelas músicas ridículas e a mensagem que “em breve você será atendido”.
Fique bem atento à forma como atendem em suas lojas, a maneira gentil e educada com que decidem sobre os pedidos de compra, as exigências ridículas de documentação que fazem e o longo, interminável tempo que deixam os clientes esperando.
Olhe bem para tudo isto... E faça tudo ao contrário!
Cliente não é mobiliário, que você encosta em qualquer lugar, pelo tempo que bem entender e deixa-o ali pelo tempo que quiser.
Cliente não é eletrodoméstico, que você compra para servi-lo, trata-o bastante mal, não observa as instruções para conservá-lo, deixa-o largado em qualquer canto e ainda reclama quando é velho.
Cliente não é pneu de carro, que é tão importante e essencial para que se mova de um lugar para outro, mas que em geral é esquecido até que, furado, trava qualquer evolução.
Cliente não é uma coisa, com a qual se brinca e se maltrata, por ser inanimada, não poder se manifestar.
Pensar em clientes é reconhecer-lhes a importância, os direitos e a necessidade de satisfazê-los todo o tempo, o tempo todo.
Ter foco no cliente é fazer de sua satisfação uma doce e sadia obsessão empresarial.
Lembre-se:
FOCO NO CLIENTE eleva empresas, amplia mercados, profissionaliza equipes...
FOGO NO CLIENTE, parece só mudar uma letra, mas é fazer tudo igual às operadoras de telefonia: provocar nos seus usuários a doce recordação dos aparelhos de Telex!
5 de mai. de 2009
VERDADES SOBRE O ABORTO - Parte Final
Boa Noite!
Continua o depoimento do Dr. Nathanson, após ter se arrependido dos mais de 5.000 abortos praticados:
"Consegui modificar tudo aquilo e transformá-la em uma clínica modelo em seu gênero, e como Chefe de Departamento, tenho que confessar que 60.000 abortos foram praticados sob minhas ordens e uns 5.000 foram feitos pessoalmente por mim.
Lembro que numa festa que organizamos algumas esposas dos médicos me contaram que seus maridos sofriam pesadelos durante a noite e, gritando, falavam de sangue e de corpos de crianças cortados. Outros bebiam demasiadamente e alguns usavam drogas. Alguns deles tiveram que ser visitados por psiquiatras. Muitas enfermeiras se tornaram alcoólatras e outras abandonaram a clínica chorando. Foi para mim uma experiência sem precedentes.
Em setembro de 1972 apresentei minha demissão porque já havia conseguido meu objetivo, que era colocar a clínica em funcionamento. Naquela época, digo sinceramente, não deixei a clínica porque estivesse contra o aborto; deixei-a porque tinha outros compromissos a cumprir. Fui nomeado Diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas de Nova York, onde iniciei a criação do serviço de Fetologia. Estudando o feto, no interior do útero materno, pude comprovar que é um ser humano com todas suas características a quem deve ser outorgado todos os privilégios e vantagens que desfruta qualquer cidadão na sociedade ocidental.
Do estudo do feto vivo no interior do útero tirei esta conclusão
Talvez alguém pense que antes de meus estudos devia saber, como médico, e além disso como ginecologista, que o ser concebido era um ser humano. Evidentemente sabia disso, mas não o havia comprovado, eu mesmo, cientificamente. As novas tecnologias nos ajudam a conhecer com maior exatidão sua natureza humana e não considerá-lo como um simples pedaço de carne. Hoje, com técnicas modernas, pode-se tratar no interior do útero muitas doenças, inclusive fazer mais de 50 tipos de cirurgias. Foram esses argumentos científicos que mudaram meu modo de pensar. O fato é que: se o ser concebido é um paciente que pode ser submetido a um tratamento, então é uma pessoa e, se é uma pessoa, tem o direito à vida e a que nós procuremos conservá-la.
Gostaria de fazer um breve comentário ao Projeto de Lei sobre aborto apresentado na Espanha (Nota: esse projeto de lei já foi aprovado). É a mesma que está em vigor no Canadá, ou seja, em casos de estupro, sub-normalidade e nos casos de risco à saúde da mãe.
O estupro é sem dúvida uma situação muito dolorosa. Afortunadamente poucos estupros são seguidos de gravidez. Mas mesmo nesse caso, o estupro, que é um terrível ato de violência, não pode ser seguido de outro não menos terrível como é a destruição de um ser vivo. Portanto tratar de apagar uma horrível violência com outra também horrível não parece lógico; é simplesmente um absurdo, e na realidade o que faz é aumentar o trauma da mulher ao destruir uma vida inocente. Porque essa vida tem um valor em si mesmo ainda que tenha sido criada em circunstâncias terríveis, circunstâncias que nunca poderiam justificar sua destruição. Posso assegurar-lhes que muitos dos que estamos aqui fomos concebidos em circunstâncias que não foram as ideais, talvez sem amor, sem calor humano, porém isso não nos modifica em absoluto nem nos estigmatiza. Portanto, recorrer ao aborto em caso de estupro é algo ilógico e desumano.
Vou me referir à saúde da mãe. Sempre disse que defenderia o aborto se a saúde física da mulher estivesse em perigo imediato de morte caso continuasse sua gravidez. Mas hoje, com os avanços da medicina, esse caso praticamente não existe. Portanto o argumento é enganoso, porque simplesmente não é certo.
Finalmente vou considerar o caso do feto defeituoso. Esse é um assunto muito delicado porque significa que aspiramos uma sociedade formada por pessoas fisicamente perfeitas, e sem medo de me equivocar posso assegurar que nesta sala não há uma única pessoa que seja fisicamente perfeita. É perigosíssimo aceitar esse princípio porque desembocaria num holocausto.
Posso assegurar-lhes que inclusive as crianças mongólicas são queridas. Vou contar-lhes uma história. Quando estive na Nova Zelândia com minha esposa, um dia almoçamos com sir William Lilley, que é um dos fetologistas mais importante do mundo e nos contou que tivera quatro filhos que já eram maiores, e ao ficar o casal sozinho adotaram uma criança mongólica, disse-me que esse filho adotivo lhes havia proporcionado mais alegria que qualquer um dos outros quatro filhos. Posso assegurar-lhes que se esse tipo de lei for aprovada na Espanha se abusará dela e será utilizada para justificar o aborto em todos os casos.
Isso foi o que ocorreu no Canadá. Os médicos, simplesmente colocam uma etiqueta nos pedidos de aborto e todo mundo acha graça deles e da lei. Penso que quando se permite o aborto, permite-se um ato de violência mortal, um ato deliberado de destruição e, portanto um crime. Posso assegurar-lhes que se a Espanha seguir o caminho do aborto, os três Selos do Apocalipse que são a delinqüência violenta, a droga e a eutanásia não tardarão de aparecer em seguida, como está se sucedendo na América. Quero terminar com estas palavras: Como cientista, não é que eu acredite, mas é que sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser inviolável.
Considere que não professo nenhuma religião, penso que existe uma Divindade que nos ordena por fim neste triste, inexplicável e vergonhoso crime contra a humanidade. Se não saímos vitoriosos e omitimos nossa completa dedicação a esta causa tão importante, a História nunca nos perdoará."
(Traduzido pela Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família - PROVIDAFAMÍLIA do folheto "Yo practiqué cinco mil abortos" publicado por Vida Humana Internacional, 45 S.W. 71st Ave., Miami, Flórida 33144 - USA Tel: (305) 260-0560; FAX : (305) 260-0595; E-mail: latinos@vidahumana.org)
Continua o depoimento do Dr. Nathanson, após ter se arrependido dos mais de 5.000 abortos praticados:
"Consegui modificar tudo aquilo e transformá-la em uma clínica modelo em seu gênero, e como Chefe de Departamento, tenho que confessar que 60.000 abortos foram praticados sob minhas ordens e uns 5.000 foram feitos pessoalmente por mim.
Lembro que numa festa que organizamos algumas esposas dos médicos me contaram que seus maridos sofriam pesadelos durante a noite e, gritando, falavam de sangue e de corpos de crianças cortados. Outros bebiam demasiadamente e alguns usavam drogas. Alguns deles tiveram que ser visitados por psiquiatras. Muitas enfermeiras se tornaram alcoólatras e outras abandonaram a clínica chorando. Foi para mim uma experiência sem precedentes.
Em setembro de 1972 apresentei minha demissão porque já havia conseguido meu objetivo, que era colocar a clínica em funcionamento. Naquela época, digo sinceramente, não deixei a clínica porque estivesse contra o aborto; deixei-a porque tinha outros compromissos a cumprir. Fui nomeado Diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas de Nova York, onde iniciei a criação do serviço de Fetologia. Estudando o feto, no interior do útero materno, pude comprovar que é um ser humano com todas suas características a quem deve ser outorgado todos os privilégios e vantagens que desfruta qualquer cidadão na sociedade ocidental.
Do estudo do feto vivo no interior do útero tirei esta conclusão
Talvez alguém pense que antes de meus estudos devia saber, como médico, e além disso como ginecologista, que o ser concebido era um ser humano. Evidentemente sabia disso, mas não o havia comprovado, eu mesmo, cientificamente. As novas tecnologias nos ajudam a conhecer com maior exatidão sua natureza humana e não considerá-lo como um simples pedaço de carne. Hoje, com técnicas modernas, pode-se tratar no interior do útero muitas doenças, inclusive fazer mais de 50 tipos de cirurgias. Foram esses argumentos científicos que mudaram meu modo de pensar. O fato é que: se o ser concebido é um paciente que pode ser submetido a um tratamento, então é uma pessoa e, se é uma pessoa, tem o direito à vida e a que nós procuremos conservá-la.
Gostaria de fazer um breve comentário ao Projeto de Lei sobre aborto apresentado na Espanha (Nota: esse projeto de lei já foi aprovado). É a mesma que está em vigor no Canadá, ou seja, em casos de estupro, sub-normalidade e nos casos de risco à saúde da mãe.
O estupro é sem dúvida uma situação muito dolorosa. Afortunadamente poucos estupros são seguidos de gravidez. Mas mesmo nesse caso, o estupro, que é um terrível ato de violência, não pode ser seguido de outro não menos terrível como é a destruição de um ser vivo. Portanto tratar de apagar uma horrível violência com outra também horrível não parece lógico; é simplesmente um absurdo, e na realidade o que faz é aumentar o trauma da mulher ao destruir uma vida inocente. Porque essa vida tem um valor em si mesmo ainda que tenha sido criada em circunstâncias terríveis, circunstâncias que nunca poderiam justificar sua destruição. Posso assegurar-lhes que muitos dos que estamos aqui fomos concebidos em circunstâncias que não foram as ideais, talvez sem amor, sem calor humano, porém isso não nos modifica em absoluto nem nos estigmatiza. Portanto, recorrer ao aborto em caso de estupro é algo ilógico e desumano.
Vou me referir à saúde da mãe. Sempre disse que defenderia o aborto se a saúde física da mulher estivesse em perigo imediato de morte caso continuasse sua gravidez. Mas hoje, com os avanços da medicina, esse caso praticamente não existe. Portanto o argumento é enganoso, porque simplesmente não é certo.
Finalmente vou considerar o caso do feto defeituoso. Esse é um assunto muito delicado porque significa que aspiramos uma sociedade formada por pessoas fisicamente perfeitas, e sem medo de me equivocar posso assegurar que nesta sala não há uma única pessoa que seja fisicamente perfeita. É perigosíssimo aceitar esse princípio porque desembocaria num holocausto.
Posso assegurar-lhes que inclusive as crianças mongólicas são queridas. Vou contar-lhes uma história. Quando estive na Nova Zelândia com minha esposa, um dia almoçamos com sir William Lilley, que é um dos fetologistas mais importante do mundo e nos contou que tivera quatro filhos que já eram maiores, e ao ficar o casal sozinho adotaram uma criança mongólica, disse-me que esse filho adotivo lhes havia proporcionado mais alegria que qualquer um dos outros quatro filhos. Posso assegurar-lhes que se esse tipo de lei for aprovada na Espanha se abusará dela e será utilizada para justificar o aborto em todos os casos.
Isso foi o que ocorreu no Canadá. Os médicos, simplesmente colocam uma etiqueta nos pedidos de aborto e todo mundo acha graça deles e da lei. Penso que quando se permite o aborto, permite-se um ato de violência mortal, um ato deliberado de destruição e, portanto um crime. Posso assegurar-lhes que se a Espanha seguir o caminho do aborto, os três Selos do Apocalipse que são a delinqüência violenta, a droga e a eutanásia não tardarão de aparecer em seguida, como está se sucedendo na América. Quero terminar com estas palavras: Como cientista, não é que eu acredite, mas é que sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser inviolável.
Considere que não professo nenhuma religião, penso que existe uma Divindade que nos ordena por fim neste triste, inexplicável e vergonhoso crime contra a humanidade. Se não saímos vitoriosos e omitimos nossa completa dedicação a esta causa tão importante, a História nunca nos perdoará."
(Traduzido pela Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família - PROVIDAFAMÍLIA do folheto "Yo practiqué cinco mil abortos" publicado por Vida Humana Internacional, 45 S.W. 71st Ave., Miami, Flórida 33144 - USA Tel: (305) 260-0560; FAX : (305) 260-0595; E-mail: latinos@vidahumana.org)
3 de mai. de 2009
VERDADES SOBRE O ABORTO - Parte I
Boa Noite!
Tantas são as mentiras contadas acerca do aborto, esta prática agressiva e criminosa contra as mulheres, que resolvi, na abertura desta semana que culminará com a comemoração do dia das mães em nosso país, trazer um depoimento escrito pelo ex-Dr. Aborto, o americano Benjamin Nathanson. Autor de milhares de abortos, antes de cair em si da monstruosidade que praticava, ele aborda e desmascara uma série de táticas usadas lá fora e também aqui.
Eis a íntegra do artigo para vocês:
Dr. Bernard Nathanson: Eu fiz cinco mil abortos
Escrito por Dr. Bernard N. Nathanson em 13 de fevereiro de 2008
Este texto é de uma conferência proferida pelo Dr. Bernard N. Nathanson no "Colégio Médico de Madrid", publicada pela revista FUERZA NUEVA, de onde se transcreveu. O testemunho é sumamente valioso tendo em conta a personalidade do autor, um dos mais importantes defensores do aborto em seu país (EE.UU.)
É importante que vocês se dêem conta que fui um dos fundadores da organização mais importante que "vendia" aborto ao povo norte-americano. Havia mais outros dois membros: o Sr. Lawrence Lader e uma senhorita que pertencia ao movimento feminista. Em 1968, quando organizamos o movimento calcula-se que menos de 1% era partidário da liberação do aborto, ou seja, de 100 pessoas, 99 estavam contra e nosso orçamento era de 7.500 dólares anuais enquanto em 1982 já se aproximava de um milhão de dólares.
Vou explicar-lhes como estabelecemos o plano para convencer essas 199 milhões de pessoas em um país de 200 milhões para que o aborto fosse aceito. As táticas que vou explicar são seguras e, além disso, são as mesmas que se estabeleceram em outros países e também as que se utilizam na Espanha e nas demais nações.
Serviram-nos de base duas grandes mentiras: a falsificação de estatísticas e pesquisas que dizíamos haver feito e a escolha de uma vítima que afirmasse que o mal do aborto não se aprovaria na América do Norte. Essa vítima foi a Igreja Católica, ou melhor, dizendo, sua hierarquia de bispos e cardeais. Quando mais tarde os pró-abortistas usavam os mesmos "slogans" e argumentos que eu havia preparado em 1968, ria muito porque eu havia sido um de seus inventores e sabia muito bem que eram mentiras.
Falsificação das estatísticas
É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade. Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda. É importantíssimo que vocês se preocupem com os meios de comunicações sociais porque, segundo explicam os fatos, assim se infiltrarão as idéias entre a população. Se na Espanha esses meios não estão dispostos a dizer a verdade, vocês se encontram na mesma situação que criamos nos EE. UU.em 1968/69, quando contávamos através desses meios todas as mentiras que acabo de mencionar.
Outra prática eram nossas próprias invenções. Dizíamos, por exemplo, que havíamos feito uma pesquisa e que 25 por cento da população era a favor do aborto e três meses mais tarde dizíamos que eram 50 por cento, e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda, formar parte da maioria para que não dissessem que eram "atrasados", se uniam aos "avançados". Mais tarde fizemos pesquisas de verdade e pudemos comprovar que pouco a pouco iam aparecendo os resultados que havíamos inventado; por isso sejam muito cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto. Porque apesar de serem inventadas têm a virtude de convencer inclusive os magistrados e legisladores, pois eles como quaisquer outras pessoas lêem jornais, ouvem rádio e sempre fica alguma coisa em sua mente.
A Hierarquia Católica eleita como vítima
Uma das táticas mais eficazes que utilizamos naquela época foi o que chamamos de "etiqueta católica". Isso é importante para vocês, porque seu país é majoritariamente católico.
Em 1966 a guerra do Vietnam não era muito aceita pela população. A Igreja Católica a aprovava nos Estados Unidos. Então escolhemos como vítima a Igreja Católica e tratamos de relacioná-la com outros movimentos reacionários, inclusive no movimento anti-abortista. Sabíamos que não era bem assim, mas com esses enganos pusemos todos os jovens e as Igrejas Protestantes, que sempre olhava com receio a Igreja Católica, contra ela. Conseguimos inculcar a idéia nas pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os "maus". Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos, progressistas, liberais e mais esclarecidos. Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema do tipo confessional. Eu não pertenço a nenhuma religião e em compensação estou lhes falando contra o aborto.
Também quero dizer-lhes que hoje nos Estados Unidos a direção e liderança do movimento anti-abortista passou da Igreja Católica para as Igrejas Protestantes. Há também outras igrejas que se opõem como as Ortodoxas, Orientais, a Igreja de Cristo, os Batistas Americanos, Igrejas Luteranas Metodistas da África, todo o Islã, o judaísmo Ortodoxo, os Mórmons, as Assembléias de Deus e os Presbiterianos.
Outra tática que empregamos contra a Igreja Católica foi acusar seus sacerdotes, quando tomavam parte nos debates públicos contra o aborto, de meter-se em política e de que isso era anticonstitucional. O público acreditou facilmente apesar da falácia do argumento ser c
Dirigi a partir de 1971 a maior clínica de aborto do mundo. Foi o Centro de Saúde Sexual (CRANCH), situado ao leste de Nova York. Tinha 10 salas de cirurgia e 35 médicos sob minhas ordens. Realizávamos 120 abortos diários, incluindo domingos e feriados e somente no dia de Natal não trabalhávamos. Quando assumi a clínica estava tudo sujo e nas piores condições sanitárias. Os médicos não lavavam as mãos entre um aborto e outro e alguns eram feitos por enfermeiras ou simples auxiliares.
(Continua)
Tantas são as mentiras contadas acerca do aborto, esta prática agressiva e criminosa contra as mulheres, que resolvi, na abertura desta semana que culminará com a comemoração do dia das mães em nosso país, trazer um depoimento escrito pelo ex-Dr. Aborto, o americano Benjamin Nathanson. Autor de milhares de abortos, antes de cair em si da monstruosidade que praticava, ele aborda e desmascara uma série de táticas usadas lá fora e também aqui.
Eis a íntegra do artigo para vocês:
Dr. Bernard Nathanson: Eu fiz cinco mil abortos
Escrito por Dr. Bernard N. Nathanson em 13 de fevereiro de 2008
Este texto é de uma conferência proferida pelo Dr. Bernard N. Nathanson no "Colégio Médico de Madrid", publicada pela revista FUERZA NUEVA, de onde se transcreveu. O testemunho é sumamente valioso tendo em conta a personalidade do autor, um dos mais importantes defensores do aborto em seu país (EE.UU.)
É importante que vocês se dêem conta que fui um dos fundadores da organização mais importante que "vendia" aborto ao povo norte-americano. Havia mais outros dois membros: o Sr. Lawrence Lader e uma senhorita que pertencia ao movimento feminista. Em 1968, quando organizamos o movimento calcula-se que menos de 1% era partidário da liberação do aborto, ou seja, de 100 pessoas, 99 estavam contra e nosso orçamento era de 7.500 dólares anuais enquanto em 1982 já se aproximava de um milhão de dólares.
Vou explicar-lhes como estabelecemos o plano para convencer essas 199 milhões de pessoas em um país de 200 milhões para que o aborto fosse aceito. As táticas que vou explicar são seguras e, além disso, são as mesmas que se estabeleceram em outros países e também as que se utilizam na Espanha e nas demais nações.
Serviram-nos de base duas grandes mentiras: a falsificação de estatísticas e pesquisas que dizíamos haver feito e a escolha de uma vítima que afirmasse que o mal do aborto não se aprovaria na América do Norte. Essa vítima foi a Igreja Católica, ou melhor, dizendo, sua hierarquia de bispos e cardeais. Quando mais tarde os pró-abortistas usavam os mesmos "slogans" e argumentos que eu havia preparado em 1968, ria muito porque eu havia sido um de seus inventores e sabia muito bem que eram mentiras.
Falsificação das estatísticas
É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade. Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda. É importantíssimo que vocês se preocupem com os meios de comunicações sociais porque, segundo explicam os fatos, assim se infiltrarão as idéias entre a população. Se na Espanha esses meios não estão dispostos a dizer a verdade, vocês se encontram na mesma situação que criamos nos EE. UU.em 1968/69, quando contávamos através desses meios todas as mentiras que acabo de mencionar.
Outra prática eram nossas próprias invenções. Dizíamos, por exemplo, que havíamos feito uma pesquisa e que 25 por cento da população era a favor do aborto e três meses mais tarde dizíamos que eram 50 por cento, e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda, formar parte da maioria para que não dissessem que eram "atrasados", se uniam aos "avançados". Mais tarde fizemos pesquisas de verdade e pudemos comprovar que pouco a pouco iam aparecendo os resultados que havíamos inventado; por isso sejam muito cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto. Porque apesar de serem inventadas têm a virtude de convencer inclusive os magistrados e legisladores, pois eles como quaisquer outras pessoas lêem jornais, ouvem rádio e sempre fica alguma coisa em sua mente.
A Hierarquia Católica eleita como vítima
Uma das táticas mais eficazes que utilizamos naquela época foi o que chamamos de "etiqueta católica". Isso é importante para vocês, porque seu país é majoritariamente católico.
Em 1966 a guerra do Vietnam não era muito aceita pela população. A Igreja Católica a aprovava nos Estados Unidos. Então escolhemos como vítima a Igreja Católica e tratamos de relacioná-la com outros movimentos reacionários, inclusive no movimento anti-abortista. Sabíamos que não era bem assim, mas com esses enganos pusemos todos os jovens e as Igrejas Protestantes, que sempre olhava com receio a Igreja Católica, contra ela. Conseguimos inculcar a idéia nas pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os "maus". Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos, progressistas, liberais e mais esclarecidos. Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema do tipo confessional. Eu não pertenço a nenhuma religião e em compensação estou lhes falando contra o aborto.
Também quero dizer-lhes que hoje nos Estados Unidos a direção e liderança do movimento anti-abortista passou da Igreja Católica para as Igrejas Protestantes. Há também outras igrejas que se opõem como as Ortodoxas, Orientais, a Igreja de Cristo, os Batistas Americanos, Igrejas Luteranas Metodistas da África, todo o Islã, o judaísmo Ortodoxo, os Mórmons, as Assembléias de Deus e os Presbiterianos.
Outra tática que empregamos contra a Igreja Católica foi acusar seus sacerdotes, quando tomavam parte nos debates públicos contra o aborto, de meter-se em política e de que isso era anticonstitucional. O público acreditou facilmente apesar da falácia do argumento ser c
Dirigi a partir de 1971 a maior clínica de aborto do mundo. Foi o Centro de Saúde Sexual (CRANCH), situado ao leste de Nova York. Tinha 10 salas de cirurgia e 35 médicos sob minhas ordens. Realizávamos 120 abortos diários, incluindo domingos e feriados e somente no dia de Natal não trabalhávamos. Quando assumi a clínica estava tudo sujo e nas piores condições sanitárias. Os médicos não lavavam as mãos entre um aborto e outro e alguns eram feitos por enfermeiras ou simples auxiliares.
(Continua)
1 de mai. de 2009
A MARCHA DO ABSURDO
Boa Noite!
Nosso país é abundante em diversos aspectos: nas suas belezas naturais; na coragem de seu povo; na vontade da grande maioria de todos os trabalhadores de viver do seu salário, de maneira digna e justa; na carga horária que necessita fazer para superar o descalabro do Imposto de Renda e demais companheiros tributários. Mas, infelizmente, também sobram no Brasil os insanos!
Os defensores da legalização das drogas estão projetando para este final de semana, aproveitando-se da presença de enormes quantidades de pessoas nas praias das principais capitais brasileiras, uma "Marcha em Favor da Maconha". Pasmem vocês, mas eles querem formar uma idéia subliminar em toda a população, com ênfase nos mais jovens de que a maconha é uma droga igual a outra porcaria chamada Tabaco, e por isso "merecedora" da legalidade.
Além de ser hipócrita, pois busca igualar um forte entorpecente com uma das drogas lícitas que existem, apesar de sabedores das diferenças que possuem, este movimento beira a insanidade total quando pretende ocupar as ruas para "protestar" contra a não legalidade.
Fazer da Maconha algo legal é colocar definitivamente a juventude brasileira no caminho mais curto da autodestruição.
Concordar com isto é abrir a porta que falta para o livre e aberto comércio das drogas em nosso país. Fico pensando em como o tráfico estará participando desta marcha... Ou vocês acham que os traficantes estão passivos, distantes disto? Ou vocês acham que o comércio ilegal, a denominada pirataria, é diferente do comércio de maconha e demais drogas?
Chega de omissões. Chega de silêncios. Chega de sermos passivas testemunhas do silencioso assassinato de nossos jovens. Abramos nossos e-mails, divulguemos nossos textos, criemos uma grande e solidário corrente pró-vida e contra a morte! E saudemos as ações do poder judiciário em São Paulo e MInas Gerais que já vetaram esta marcha do absurdo!
Nosso país é abundante em diversos aspectos: nas suas belezas naturais; na coragem de seu povo; na vontade da grande maioria de todos os trabalhadores de viver do seu salário, de maneira digna e justa; na carga horária que necessita fazer para superar o descalabro do Imposto de Renda e demais companheiros tributários. Mas, infelizmente, também sobram no Brasil os insanos!
Os defensores da legalização das drogas estão projetando para este final de semana, aproveitando-se da presença de enormes quantidades de pessoas nas praias das principais capitais brasileiras, uma "Marcha em Favor da Maconha". Pasmem vocês, mas eles querem formar uma idéia subliminar em toda a população, com ênfase nos mais jovens de que a maconha é uma droga igual a outra porcaria chamada Tabaco, e por isso "merecedora" da legalidade.
Além de ser hipócrita, pois busca igualar um forte entorpecente com uma das drogas lícitas que existem, apesar de sabedores das diferenças que possuem, este movimento beira a insanidade total quando pretende ocupar as ruas para "protestar" contra a não legalidade.
Fazer da Maconha algo legal é colocar definitivamente a juventude brasileira no caminho mais curto da autodestruição.
Concordar com isto é abrir a porta que falta para o livre e aberto comércio das drogas em nosso país. Fico pensando em como o tráfico estará participando desta marcha... Ou vocês acham que os traficantes estão passivos, distantes disto? Ou vocês acham que o comércio ilegal, a denominada pirataria, é diferente do comércio de maconha e demais drogas?
Chega de omissões. Chega de silêncios. Chega de sermos passivas testemunhas do silencioso assassinato de nossos jovens. Abramos nossos e-mails, divulguemos nossos textos, criemos uma grande e solidário corrente pró-vida e contra a morte! E saudemos as ações do poder judiciário em São Paulo e MInas Gerais que já vetaram esta marcha do absurdo!
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