Dessa vez os defensores do aborto não poderão atribuir as notícias aos que se opõem a este método aniquilatório da vida humana, nem tampouco associar os resultados aos ditames desta ou daquela Igreja Cristã. Isto porque a pesquisa de que abordaremos hoje foi realizada entre 500 mulheres pela Universidade de Otago, na Nova Zelândia (fundada em 1869 é a mais antiga naquele país: http://www.otago.ac.nz/), e focou na questão das situações vivenciadas por ela, no estado pós-abortivo, em relação à Saúde Mental.
Estudando os problemas mentais que possam derivar da gravidez, os pesquisadores identificaram que 30% das mulheres que se submetem ao aborto desenvolvem ansiedade e/ou dependência química como agravos prevalentes.
Ou seja, ao optarem por interromper voluntariamente uma gravidez que julgam não desejarem, estas mulheres estão decidindo contra si mesmas. Elas voluntariamente se submetem a um grande sofrimento mental, pois não é possível a nenhum ser humano racional vislumbrar outra coisa no aborto que seja diferente de um assassinato consentido.
Existem outras opiniões e avaliações de pesquisadores, acerca destas constatações científicas que desmascaram as controvertidas hipóteses psiquiátricas e psicológicas que se levantavam favoráveis ao aborto e que podem ser achadas nos sites da BBC do Brasil e da Editora Cleófas.
O que eu gostaria de destacar é a questão do sofrimento mental. Exatamente sua prevenção e a certeza de que seria evitado pelo aborto é que são constantemente levantados como bandeiras pelos seus defensores, em especial aqueles que se dizem “especialistas” da saúde mental. Se a mulher não fizer o aborto, alegam, o seu grau de sofrimento será tamanho que resultará num problema de saúde.
Ora, a prevalência das doenças mentais em todas as populações do mundo, inclusive as que não podem realizar abortos em si próprios, como os homens, é algo que preocupa há décadas todos os estudiosos e está, quase sempre, associadas às pressões das empresas por resultados, o alto consumismo, além do individualismo que isola o ser humano dos seus pares e transforma-o num verdadeiro refém de uma ânsia desenfreada pelo sucesso material.
Agora, uma incidência de 30% de casos comprovados, numa população que já cometeu o aborto é um dado irrefutável de que o maior sofrimento mental imposto à mulher é, exatamente, praticar o aborto! Às mulheres foi reservado o dom de GERAR a vida, PROTEGÊ-LA em seu próprio ventre e ALIMENTÁ-LA enquanto desprotegida. Isto é natural.
A sociedade egoísta e materialista tenta vender para elas uma idéia de que o aborto, que é DESTRUIÇÃO de uma vida, de forma VIL e sem chance de DEFESA é algo natural e “moderno”. Mas as consciências e o senso de responsabilidade para com a vida estão incutidas no mais íntimo das mulheres e isto lhes causa, com absoluta certeza, um dano quase que irreversível, pois não é de uma ferida corporal que falamos, e sim uma imensa e incurável ferida na alma. O Aborto é um crime sórdido, travestido de uma modernidade que não consegue ser provada e, a partir deste estudo, desmascarado quanto à suposta proteção ao sofrimento mental que se alegava possuir.