Boa Tarde!
Com a aprovação da nova legislação dob Prisão Preventiva, que colocará nas ruas, imediatamente após sua prisão em flagrante, autores de furtos, portadores de armas e similares, num grave e irreversível atentado à Segurança dos Homens e Mulheres de Bem, dá-nos vontade de analisarmos a segurança sob o aspecto político e oportunista de nossos legisladores e governantes.
Mas retomemos o lado profissional. A Segurança deve oferecer ao cidadão duas coisas básicas, dentre outras: primeiro a garantia de sua livre locomoção, o direito de ir e vir, de onde quiser e para onde lhe for permitido. Em segundo lugar, com a certeza da proteção e a visualização dela, a segurança pública deve criar na população uma sensação de defesa, de bem-estar quanto à intervenção do Estado, de certeza de ser o cidadão, tratado e respeitado como cidadão brasileiro.
Usei todos os verbos no presente, porque penso que está na hora de nos rebelarmos contra o condicional (deveria fazer...). O que é direito de cidadania sempre estará e deverá ser usado no presente. Se pagamos impostos agora, devemos ter segurança agora e não no futuro, no terceiro, quarto ou quinto mandato de quem quer que seja!
Ora, se a segurança não atua efetivamente passamos a ter dois graves problemas. Diretamente falando, a insegurança custa aos cofres públicos (ou seja, aos nossos bolsos), mais de R$ 4 bilhões por ano, segundo o Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). É a quarta maior causa de MORTES entre os homens (adultos e crianças) no país, e a sétima dentre as mulheres. A ineficiência do Estado e a irresponsabilidade como os governantes tratam nossas estruturas de proteção (leia-se: as polícias), termina por custar muito mais caro ao próprio Estado. Além da miopia gerencial existe uma certa perversidade: o gasto com segurança é imediato e gera custos fixos, enquanto a violência surge etapa a etapa e só se torna preocupante quando é objeto de reportagem no horário nobre da TV. Logo, podemos acreditar que existe um certo... esquecimento das autoridades quanto a esta questão.
Outro lado do problema não é visível, mas nem por isso menos perigoso: o estado de insegurança. As pessoas começam por mudar seus hábitos, sempre num sentido restritivo, tornando-se reféns do próprio (e justificado) medo. Este é o primeiro passo rumo ao desequilíbrio físico e emocional. O sofrimento pelo que se tem é difícil, mas o sofrimento pelo que se teme é, por diversas vezes, muito mais cruel. Do ponto de vista de sistema de saúde isto quer dizer mais adoecimento, incomum e pouco visível, o que irá gerar aumento de consumo sem a respectiva melhoria da qualidade de vida. Ou seja, gasta-se mais, resolve-se menos. Sofre o paciente, seu círculo familiar e o padece o sistema.
A Segurança Pública é tão importante para o equilíbrio da sociedade e, especialmente, para a estabilidade do Sistema Público de Saúde que por vezes penso se o Ministério da Defesa não deveria ser unificado ao da Saúde! Exagero à parte, esta questão mereceria uma melhor (e maior) agenda do nosso Ministro de Saúde, pelo menos numa proporção maior do que muitos dos temas ao qual dedica tanto debate!
GESTÃO DE PROCESSOS, DE PESSOAS, DE RECURSOS. POLÍTICA E ÉTICA NA SAÚDE E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DE TODOS OS QUE TRILHAM, OU DESEJAM PERCORRER O DESAFIANTE CAMINHO DA ADMINISTRAÇÃO.
29 de jun. de 2011
28 de jun. de 2011
SEMPRE PODE FICAR PIOR
Boa Tarde!
Já se disse, com muita propriedade, que a arrogância está na chama que alimenta a injustiça. Devo acrescentar a certeza de que a impunidade gera a violência. Depois de domingo passado, com a lamentável passeata gay em São Paulo, afirmo que o discurso de não discriminação está gerando neste país a mais violenta discriminação contra os heterossexuais e aqueles que são religiosos.
Ladeados por todos os tipos de aberrações que se cometem ao ar livre em plena Avenida Paulista, os organizadores da passeata e os simpatizantes, promoveram um ataque gratuito e lamentável aos católicos. Sinplesmente reproduziram fotos de todos os santos de maior devoção em nosso país, substituindo os ícones por fotos de modelos nús ou seminús nas posições que os santos são retratados.
Um ataque insidioso, vil e absolutamente descabido. Recebeu do Arcebispo de São Paulo uma reprimenda fraterna, porém firme e deve receber de todos os que professam algum credo de verdade neste país a mais absoluta condenação. A mídia como sempre ignorou e está tentando mostrar a 'alegria' que dominou (na opinião dela) o evento.
Quando se ataca a religião, ataca-se o ser humano em seu direito mais fundamental: o de se expressar mediante os termos de sua Fé. E sem esta Fé o ser humano em nada difere do animal irracional, quando se trata do respeito aos semelhantes, à vida e a defesa da democracia.
Alguém que crê é alguém que procura ser melhor a cada dia, jamais negando suas fraquezas e limitações, mas combatendo-as num caminho de mudança de vida que chamamos de conversão.
A Igreja Católica e muitas denominações cristãs, em especial aquelas do Século XVI, tem se manifestado de maneira firma na defesa da Família, que além de célula base da sociedade é a garantidora de sua perpetuidade. Se a sociedade e os tribunais querem ser 'modernos' e negar esta questão é um problema que só as democracias enfrentam, mas que vale a pena tê-los num Estado Democrático de Direito.
Mas a Democracia pressupõe respeito aos credos e religiões. O Governo desrespeita e é permissivo com os abusos tais quais os cometidos na malfadada passeata.
São estas atitudes, afrontadoras e desrespeitosas que estão mudando a sociedade brasileira. E fazendo com que pessoas que defendem o respeito aos direitos comecem a se afastar de movimentos que, cada dia mais, parecem-se de defesa à libertinagem geral e não aos direitos individuais.
Os organizadores devem desculpas à Igreja Católica e aos seus fiéis. Mas principalmente devem repensar os caminhos por onde enveredaram e onde tudo isto os levará. Ainda dá tempo.
Já se disse, com muita propriedade, que a arrogância está na chama que alimenta a injustiça. Devo acrescentar a certeza de que a impunidade gera a violência. Depois de domingo passado, com a lamentável passeata gay em São Paulo, afirmo que o discurso de não discriminação está gerando neste país a mais violenta discriminação contra os heterossexuais e aqueles que são religiosos.
Ladeados por todos os tipos de aberrações que se cometem ao ar livre em plena Avenida Paulista, os organizadores da passeata e os simpatizantes, promoveram um ataque gratuito e lamentável aos católicos. Sinplesmente reproduziram fotos de todos os santos de maior devoção em nosso país, substituindo os ícones por fotos de modelos nús ou seminús nas posições que os santos são retratados.
Um ataque insidioso, vil e absolutamente descabido. Recebeu do Arcebispo de São Paulo uma reprimenda fraterna, porém firme e deve receber de todos os que professam algum credo de verdade neste país a mais absoluta condenação. A mídia como sempre ignorou e está tentando mostrar a 'alegria' que dominou (na opinião dela) o evento.
Quando se ataca a religião, ataca-se o ser humano em seu direito mais fundamental: o de se expressar mediante os termos de sua Fé. E sem esta Fé o ser humano em nada difere do animal irracional, quando se trata do respeito aos semelhantes, à vida e a defesa da democracia.
Alguém que crê é alguém que procura ser melhor a cada dia, jamais negando suas fraquezas e limitações, mas combatendo-as num caminho de mudança de vida que chamamos de conversão.
A Igreja Católica e muitas denominações cristãs, em especial aquelas do Século XVI, tem se manifestado de maneira firma na defesa da Família, que além de célula base da sociedade é a garantidora de sua perpetuidade. Se a sociedade e os tribunais querem ser 'modernos' e negar esta questão é um problema que só as democracias enfrentam, mas que vale a pena tê-los num Estado Democrático de Direito.
Mas a Democracia pressupõe respeito aos credos e religiões. O Governo desrespeita e é permissivo com os abusos tais quais os cometidos na malfadada passeata.
São estas atitudes, afrontadoras e desrespeitosas que estão mudando a sociedade brasileira. E fazendo com que pessoas que defendem o respeito aos direitos comecem a se afastar de movimentos que, cada dia mais, parecem-se de defesa à libertinagem geral e não aos direitos individuais.
Os organizadores devem desculpas à Igreja Católica e aos seus fiéis. Mas principalmente devem repensar os caminhos por onde enveredaram e onde tudo isto os levará. Ainda dá tempo.
24 de jun. de 2011
SEM LIMITES PARA A INSANIDADE
Bom Dia!
No próximo domingo acontecerá em São Paulo a edição anual da 'Parada Gay'. Tomando um táxi na capital paulista escutei de um motorista o que ele pretende fazer, em momento que a mídia apresenta como excelente para o comércio e os profissionais autônomos, como o taxista é. Dizia ele que irá para longe da cidade: "Prefiro ficar sem ganhar do que me sujeitar ao que acontece nas ruas e nos carros". Segundo ele, além dos incontáveis exemplos de bestialidade que são protagonizados em nome de uma pseudo liberdade, os participantes fazem questão de praticar sexo (de todos os tipos e formas) ao ar livre, drogam-se à exaustão e invadem os táxis continuando tais práticas, quando não agridem moral e fisicamente os profissionais da direção.
São as exceções, dirão os defensores desta avacalhação explícita. Infelizmente não parece ser assim. Com o passar dos anos, percebe-se que cada vez mais as instruções são para que as famílias e demais moradores que habitam na região da Paulista abandonem seus lares, exilem-se, se não pretendem tornarem-se reféns enquanto durar o festival de bandalheira ao céu aberto.
A Prefeitura é conivente, o Estado é conivente e a mídia. Ah, a mídia...
Para não dizer que não fez nada pelos cidadãos a Prefeitura baixou uma 'recomendação' de que os integrantes da parada procurassem vestir roupas mais contidas, decentes no jargão popular. As primeiras entrevistas já mostram que os gays e seus sequazes irão adotar postura oposta. Vão botar prá quebrar!
É lamentável que algo que deveria combater a discriminação esteja conseguindo um efeito contrário. Alguns que eram silenciosos defensores da não discriminação estão se tornando ruidosos opositores.
Onde isto tudo irá parar?
No próximo domingo acontecerá em São Paulo a edição anual da 'Parada Gay'. Tomando um táxi na capital paulista escutei de um motorista o que ele pretende fazer, em momento que a mídia apresenta como excelente para o comércio e os profissionais autônomos, como o taxista é. Dizia ele que irá para longe da cidade: "Prefiro ficar sem ganhar do que me sujeitar ao que acontece nas ruas e nos carros". Segundo ele, além dos incontáveis exemplos de bestialidade que são protagonizados em nome de uma pseudo liberdade, os participantes fazem questão de praticar sexo (de todos os tipos e formas) ao ar livre, drogam-se à exaustão e invadem os táxis continuando tais práticas, quando não agridem moral e fisicamente os profissionais da direção.
São as exceções, dirão os defensores desta avacalhação explícita. Infelizmente não parece ser assim. Com o passar dos anos, percebe-se que cada vez mais as instruções são para que as famílias e demais moradores que habitam na região da Paulista abandonem seus lares, exilem-se, se não pretendem tornarem-se reféns enquanto durar o festival de bandalheira ao céu aberto.
A Prefeitura é conivente, o Estado é conivente e a mídia. Ah, a mídia...
Para não dizer que não fez nada pelos cidadãos a Prefeitura baixou uma 'recomendação' de que os integrantes da parada procurassem vestir roupas mais contidas, decentes no jargão popular. As primeiras entrevistas já mostram que os gays e seus sequazes irão adotar postura oposta. Vão botar prá quebrar!
É lamentável que algo que deveria combater a discriminação esteja conseguindo um efeito contrário. Alguns que eram silenciosos defensores da não discriminação estão se tornando ruidosos opositores.
Onde isto tudo irá parar?
22 de jun. de 2011
O CENTRALIZADOR E O SACO DE BATATINHAS
Boa Noite!
Discute-se muito no mundo corporativo a questão da centralização administrativa e operacional. Solução moderna, defenderão alguns ao observarem os crescentes custos administrativos que roubam preciosos recursos às organizações, em especial nos conturbados dias que atravessamos. Retrocesso! Bradarão outros em nome de uma construção coletiva de resultados que somente se dá pela participação mais efetiva dos diversos níveis empresariais, pois comprometimento não se alcança por decreto, nem por intimidação.
Afinal, quem está com a razão?
Escutei, dia desses, de um jovem e talentoso sacerdote católico (Padre Eric), uma historinha que permite, além de outras reflexões mais pessoais, construirmos um pensamento acerca desta questão corporativa:
“Uma jovem senhora, prestes a embarcar num vôo, resolveu comprar uma saquinho de deliciosas batatas fritas, de que tanto gostava, guardando-o dentro de uma de suas sacolas de mão. Após ter enfrentado um tumultuado embarque, ao chegar na aeronave sentou-se e resolveu relaxar, de preferência usufruindo de sua guloseima. Para seu espanto, viu o pacote de batatinhas aberto e depositado na mesa do gorducho senhor da cadeira vizinha. ‘Que ousadia’, pensou, ‘ter aberto minha bolsa e meu pacote de batatinhas!’ Encarando-o com rosto de poucos amigos, enfiou a mão no saco e retirou uma batatinha. O Senhor olhou-a um tanto surpreso, porém nada disse e, calmamente, retirou também uma batatinha. Enfurecida e silenciosamente a jovem senhora repetiu o gesto, seguida sempre pelo cavalheiro, até que, no pacote, só restou uma batatinha. ‘Só faltava agora ele querer comer a última!’, fuzilou em seu pensamento. Educadamente o cavalheiro apontou-lhe a última, num gesto educado, que ela rapidamente tratou de engolir, resmungando de forma irritada e audível. Ainda zangada, coletou rapidamente suas coisas no desembarque e sem demora tomou o primeiro taxi que apareceu. Ao chegar perto de casa, abriu sua sacola para pagar o taxi e, qual não foi sua surpresa, percebeu que o pacote de batatinhas que havia comprado lá repousava, intacto! Havia comido o pacote de batatinhas do vizinho!”
Ou seja, a arrogância, o individualismo e a forma egoísta de ver e avaliar o mundo ao seu redor não lhe permitiram perceber que se apossara e disputara algo que não lhe pertencia! E ainda tratando mal a quem lhe serviu, sem falar na grosseria e falta de educação!
E assim, de uma forma geral, são os defensores da centralização. Tornam-se arrogantes em seu poder, prepotentes no trato de seus subordinados e com pouca visão sistêmica para perceber os melhores caminhos para os processos dos quais é responsável. Não é à toa que, na maioria das vezes, os resultados das centralizações são pífios, ou mesmo piores do que o estado anterior. E aí, claro, a culpa torna-se mais importante do que a solução!
A centralização é uma opção estratégica que requer alta concentração de saberes técnicos e competência gerencial no órgão centralizador. Portanto, não é importante a discussão se ela é certa ou errada, e sim, se existe ou não este requisito essencial e intrínseco à decisão de se centralizar. Ela pode existir, se efetivada de maneira profissional e sempre atrelada à resultados efetivos e mensuráveis. Deve ser conduzida por técnicos habilitados e experientes, sob pena de tornar-se um mero instrumento de um poder cego e amador e que, como no caso do saco de batatinhas, só levará a organização à decepção e frustração futuras!
Discute-se muito no mundo corporativo a questão da centralização administrativa e operacional. Solução moderna, defenderão alguns ao observarem os crescentes custos administrativos que roubam preciosos recursos às organizações, em especial nos conturbados dias que atravessamos. Retrocesso! Bradarão outros em nome de uma construção coletiva de resultados que somente se dá pela participação mais efetiva dos diversos níveis empresariais, pois comprometimento não se alcança por decreto, nem por intimidação.
Afinal, quem está com a razão?
Escutei, dia desses, de um jovem e talentoso sacerdote católico (Padre Eric), uma historinha que permite, além de outras reflexões mais pessoais, construirmos um pensamento acerca desta questão corporativa:
“Uma jovem senhora, prestes a embarcar num vôo, resolveu comprar uma saquinho de deliciosas batatas fritas, de que tanto gostava, guardando-o dentro de uma de suas sacolas de mão. Após ter enfrentado um tumultuado embarque, ao chegar na aeronave sentou-se e resolveu relaxar, de preferência usufruindo de sua guloseima. Para seu espanto, viu o pacote de batatinhas aberto e depositado na mesa do gorducho senhor da cadeira vizinha. ‘Que ousadia’, pensou, ‘ter aberto minha bolsa e meu pacote de batatinhas!’ Encarando-o com rosto de poucos amigos, enfiou a mão no saco e retirou uma batatinha. O Senhor olhou-a um tanto surpreso, porém nada disse e, calmamente, retirou também uma batatinha. Enfurecida e silenciosamente a jovem senhora repetiu o gesto, seguida sempre pelo cavalheiro, até que, no pacote, só restou uma batatinha. ‘Só faltava agora ele querer comer a última!’, fuzilou em seu pensamento. Educadamente o cavalheiro apontou-lhe a última, num gesto educado, que ela rapidamente tratou de engolir, resmungando de forma irritada e audível. Ainda zangada, coletou rapidamente suas coisas no desembarque e sem demora tomou o primeiro taxi que apareceu. Ao chegar perto de casa, abriu sua sacola para pagar o taxi e, qual não foi sua surpresa, percebeu que o pacote de batatinhas que havia comprado lá repousava, intacto! Havia comido o pacote de batatinhas do vizinho!”
Ou seja, a arrogância, o individualismo e a forma egoísta de ver e avaliar o mundo ao seu redor não lhe permitiram perceber que se apossara e disputara algo que não lhe pertencia! E ainda tratando mal a quem lhe serviu, sem falar na grosseria e falta de educação!
E assim, de uma forma geral, são os defensores da centralização. Tornam-se arrogantes em seu poder, prepotentes no trato de seus subordinados e com pouca visão sistêmica para perceber os melhores caminhos para os processos dos quais é responsável. Não é à toa que, na maioria das vezes, os resultados das centralizações são pífios, ou mesmo piores do que o estado anterior. E aí, claro, a culpa torna-se mais importante do que a solução!
A centralização é uma opção estratégica que requer alta concentração de saberes técnicos e competência gerencial no órgão centralizador. Portanto, não é importante a discussão se ela é certa ou errada, e sim, se existe ou não este requisito essencial e intrínseco à decisão de se centralizar. Ela pode existir, se efetivada de maneira profissional e sempre atrelada à resultados efetivos e mensuráveis. Deve ser conduzida por técnicos habilitados e experientes, sob pena de tornar-se um mero instrumento de um poder cego e amador e que, como no caso do saco de batatinhas, só levará a organização à decepção e frustração futuras!
21 de jun. de 2011
FELIZ É QUEM ESQUECE O QUE NÃO PODE MAIS SER MUDADO
Boa Tarde!
Não é fácil convivermos com as injustiças. Especialmente quando a cada dia parece que se torna regra sua prática, enquanto o reconhecimento, a gratidão, à feitura do que é justo se tem dado uma conotação de excepcionalidade.
Com certeza é muito mais difícil ser a vítima, o alvo de tais injustiças. Pode-se erroneamente atribuir a uma tendência humana respondê-las com o ódio. Como se fosse através dele que os injustiçados alcançassem sua ‘paz interior’, reencontrassem o ‘sentido de suas vidas’, de novo retomassem a ‘esperança de viver’. Mas não é assim.
O ódio é o único dos sentimentos humanos que destrói aquele que odeia, não a pessoa odiada. Odiar torna-se sinônimo de paralisação, de contenção da capacidade criativa de cada ser humano em dar a volta por cima, especialmente nos momentos mais difíceis de sua existência. Odiar é deixar que a nossa covardia mais latente alce à superfície do nosso ser e, uma vez ali instalada, passe a servir de desculpa para todas as nossas fugas, todos os nossos medos de nos depararmos e enfrentarmos a realidade tal qual ela é.
Certamente o mundo não é como nossos ideais de crianças um dia o projetaram. Mas ele é, certamente, muito melhor do que nós o julgamos quando nos vemos como vítimas de uma série de injustiças e não conseguimos enxergar uma forma de nos ‘vingarmos’. Até parece que os autores das injustiças nunca vão se deparar com suas consciências, com seus remorsos. E quando os encontrarem, desgraçadamente, deles jamais se libertarão. O remorso é como um furúnculo que nunca sara, doendo todo o tempo, machucando em todas as posições e fazendo com que estas pessoas jamais alcancem a paz completa por conta das injustiças que cometeram.
Odiar é tornar-se igual ao que pratica a injustiça, apenas situando-se em campos distintos me com efeitos diversos: o injusto precisa combater sua consciência, pois a razão pesa-lhe e sempre adverte-lhe do mal que está plantando e semeando; aquele que odeia precisa combater sua razão que lhe berra constantemente acerca de sua vida e da continuidade que ela precisa ter, apesar de.
Na hora das injustiças, as vítimas sempre poderão contar com seus amigos, com a imensa força e poder da oração, e principalmente da presença sempre constante do nosso Deus, soprando-nos ventos que nossa insensibilidade só nos permite sentir como brisas.
Já os iníquos, que em geral somente sentem remorsos quando perdem seus quinhões de poder nesta vida, restar-lhes-á um imenso e solitário vazio difícil de ser preenchido até porque, na imensa maioria das vezes, estarão mais solitários do que sempre foram.
“Glücklich ist, wer vergisst, was nicht mehr zu ändern ist.”
(Feliz é aquele que esquece o que não pode mais ser mudado)
Não é fácil convivermos com as injustiças. Especialmente quando a cada dia parece que se torna regra sua prática, enquanto o reconhecimento, a gratidão, à feitura do que é justo se tem dado uma conotação de excepcionalidade.
Com certeza é muito mais difícil ser a vítima, o alvo de tais injustiças. Pode-se erroneamente atribuir a uma tendência humana respondê-las com o ódio. Como se fosse através dele que os injustiçados alcançassem sua ‘paz interior’, reencontrassem o ‘sentido de suas vidas’, de novo retomassem a ‘esperança de viver’. Mas não é assim.
O ódio é o único dos sentimentos humanos que destrói aquele que odeia, não a pessoa odiada. Odiar torna-se sinônimo de paralisação, de contenção da capacidade criativa de cada ser humano em dar a volta por cima, especialmente nos momentos mais difíceis de sua existência. Odiar é deixar que a nossa covardia mais latente alce à superfície do nosso ser e, uma vez ali instalada, passe a servir de desculpa para todas as nossas fugas, todos os nossos medos de nos depararmos e enfrentarmos a realidade tal qual ela é.
Certamente o mundo não é como nossos ideais de crianças um dia o projetaram. Mas ele é, certamente, muito melhor do que nós o julgamos quando nos vemos como vítimas de uma série de injustiças e não conseguimos enxergar uma forma de nos ‘vingarmos’. Até parece que os autores das injustiças nunca vão se deparar com suas consciências, com seus remorsos. E quando os encontrarem, desgraçadamente, deles jamais se libertarão. O remorso é como um furúnculo que nunca sara, doendo todo o tempo, machucando em todas as posições e fazendo com que estas pessoas jamais alcancem a paz completa por conta das injustiças que cometeram.
Odiar é tornar-se igual ao que pratica a injustiça, apenas situando-se em campos distintos me com efeitos diversos: o injusto precisa combater sua consciência, pois a razão pesa-lhe e sempre adverte-lhe do mal que está plantando e semeando; aquele que odeia precisa combater sua razão que lhe berra constantemente acerca de sua vida e da continuidade que ela precisa ter, apesar de.
Na hora das injustiças, as vítimas sempre poderão contar com seus amigos, com a imensa força e poder da oração, e principalmente da presença sempre constante do nosso Deus, soprando-nos ventos que nossa insensibilidade só nos permite sentir como brisas.
Já os iníquos, que em geral somente sentem remorsos quando perdem seus quinhões de poder nesta vida, restar-lhes-á um imenso e solitário vazio difícil de ser preenchido até porque, na imensa maioria das vezes, estarão mais solitários do que sempre foram.
“Glücklich ist, wer vergisst, was nicht mehr zu ändern ist.”
(Feliz é aquele que esquece o que não pode mais ser mudado)
17 de jun. de 2011
VIVER PARA O FUTURO
Bom Dia!
É quase impossível livrarmo-nos de nossas recordações. Penso que por mais rodado e experiente seja o profissional, algumas de suas etapas de caminhada marcam de maneira tão específica que grudam em nossa memória e parecem voltar nos instantes em que menos esperamos. Lembranças ficam e são boas se nos fazem retomar o curso de nossa caminhada profissional. Elas não podem ser associadas a um nostalgismo que aprisiona e leva-nos de volta ao passado.
Os bons momentos são como bálsamos para os momentos mais duros de nossa vida profissional. Devem servir de tônicos fortificantes, não de fatores depressivos.
Os bons amigos, os colegas que nos são referências, as equipes que nos causam ainda que de longe admiração e saudades devem ser lembrados como vitórias e honras que guarda-se no mais recôndido lugar de nosso coração.
As lembranças aparecem assim. Sem aviso, sem preparação, sem se anunciar. Elas provocam lágrimas, por vezes externas, outras tantas internas, mas jamais de maneira que nos deixem tristes.
Lembranças são para serem vividas como momentos que registramos em nossa memória para que deles nunca nos apartemos. Assim, curtamos as boas lembranças. As más, deixemo-las esquecidas e apagadas de nossa razão.
É quase impossível livrarmo-nos de nossas recordações. Penso que por mais rodado e experiente seja o profissional, algumas de suas etapas de caminhada marcam de maneira tão específica que grudam em nossa memória e parecem voltar nos instantes em que menos esperamos. Lembranças ficam e são boas se nos fazem retomar o curso de nossa caminhada profissional. Elas não podem ser associadas a um nostalgismo que aprisiona e leva-nos de volta ao passado.
Os bons momentos são como bálsamos para os momentos mais duros de nossa vida profissional. Devem servir de tônicos fortificantes, não de fatores depressivos.
Os bons amigos, os colegas que nos são referências, as equipes que nos causam ainda que de longe admiração e saudades devem ser lembrados como vitórias e honras que guarda-se no mais recôndido lugar de nosso coração.
As lembranças aparecem assim. Sem aviso, sem preparação, sem se anunciar. Elas provocam lágrimas, por vezes externas, outras tantas internas, mas jamais de maneira que nos deixem tristes.
Lembranças são para serem vividas como momentos que registramos em nossa memória para que deles nunca nos apartemos. Assim, curtamos as boas lembranças. As más, deixemo-las esquecidas e apagadas de nossa razão.
15 de jun. de 2011
A ETERNA QUESTÃO
Boa Noite!
Mais uma vez retomo a questão central deste problema, que tanto se multiplica em nosso país, também no setor saúde: o FOGO no cliente, ao invés do FOCO no cliente. As regras são criadas para atender aos ditames internos desta ou daquela diretoria, em geral às que não lidam com clientes. E aí vem um setor encarregado de escrevê-las e aparece o “dedinho” do burrocrata de plantão (é burro+burocracia).
O cliente não é o centro da preocupação destas empresas, é o ALVO.
Como se pode imaginar uma empresa criarproblemas ao cliente que irá consumir os produtos que ela necessita vender para obter ganhos?
Costumo dizer que nossos clientes são verdadeiros anjos. Porque os enxotamos de nossas empresas e pontos de atendimento, prometemos e não cumprimos, fazemos tudo o que se pode imaginar para ele ir embora... e ele volta para nos dar mais uma chance! Tudo bem, devo corrigir-me, ALGUNS voltam, não todos.
O acesso às empresas, aos serviços, faz parte do conjunto MÍNIMO de requisitos que devo oferecer para tentar fidelizar minha clientela. Instalações decentes, estacionamento protegido, cortesia e educação não são diferenciais, nem mesmo fazem com que o cliente sinta-se acolhido. Estes itens fazem parte da expectativa mínima que o mercado criou nos seus usuários ao longo das últimas duas décadas.
Sentir-se contemplado e satisfeito quanto ao valor agregado é o diferencial do momento.
Empresas que tornam seus atendimentos meras rotinas burocráticas ou esquemas que são belos nos papéis e fluxos, mas distantes do que acontece no mundo real, são empresas candidatas ao fracasso!
Ter um bom atendimento não causa percepção diferenciada.
SER uma empresa de atendimento diferenciado quanto ao valor que se agrega ao seu produto é, ao menos por enquanto, o grande caminho para se ter sucesso no mercado.
Mais uma vez retomo a questão central deste problema, que tanto se multiplica em nosso país, também no setor saúde: o FOGO no cliente, ao invés do FOCO no cliente. As regras são criadas para atender aos ditames internos desta ou daquela diretoria, em geral às que não lidam com clientes. E aí vem um setor encarregado de escrevê-las e aparece o “dedinho” do burrocrata de plantão (é burro+burocracia).
O cliente não é o centro da preocupação destas empresas, é o ALVO.
Como se pode imaginar uma empresa criarproblemas ao cliente que irá consumir os produtos que ela necessita vender para obter ganhos?
Costumo dizer que nossos clientes são verdadeiros anjos. Porque os enxotamos de nossas empresas e pontos de atendimento, prometemos e não cumprimos, fazemos tudo o que se pode imaginar para ele ir embora... e ele volta para nos dar mais uma chance! Tudo bem, devo corrigir-me, ALGUNS voltam, não todos.
O acesso às empresas, aos serviços, faz parte do conjunto MÍNIMO de requisitos que devo oferecer para tentar fidelizar minha clientela. Instalações decentes, estacionamento protegido, cortesia e educação não são diferenciais, nem mesmo fazem com que o cliente sinta-se acolhido. Estes itens fazem parte da expectativa mínima que o mercado criou nos seus usuários ao longo das últimas duas décadas.
Sentir-se contemplado e satisfeito quanto ao valor agregado é o diferencial do momento.
Empresas que tornam seus atendimentos meras rotinas burocráticas ou esquemas que são belos nos papéis e fluxos, mas distantes do que acontece no mundo real, são empresas candidatas ao fracasso!
Ter um bom atendimento não causa percepção diferenciada.
SER uma empresa de atendimento diferenciado quanto ao valor que se agrega ao seu produto é, ao menos por enquanto, o grande caminho para se ter sucesso no mercado.
14 de jun. de 2011
FALTA TRANSPARÊNCIA
Boa Tarde!
A transparência está em falta. E não quero individualizar este ou aquele setor. Ela simplesmente esvaiu-se dos mercados, sumiu da esfera política, está perdida em alguma pasta de outros poderes públicos. O duro é que a juventude parece considerá-la anacrônica, coisa de velhos.
É um tal de levar vantagem, de se conseguir 'arrancar' dinheiro de outrem, ou da empresa para a qual você foi contratado para dar resultado e só deu vexame, ou mesmo do desafortunado vizinho que, sem querer, produziu-lhe a 'chance' de se dar bem. Desde quando se dar bem na vida é locupletar-se do alheio? Quando é que se inoculou no pensamento dos jovens que as cadeias e prisões são os lugares onde 'residem' as pessoas mais felizes? E existe lugar onde se reúnam mais pessoas 'espertas' do que detenção?
Mesmo assim, dia após dia, somos surpreendidos com a falta de caráter, a mentira deslavada, a falsidade forjada com o intuito de se obter ressarcimento por 'danos morais'.
O negócio é tão sério que o poder judiciário de alguns Estados da Federação começaram a acender luzes amarelas para tais pedidos, examinando-os com maior acurácia e zelo, evitando a formação de uma nova modalidade criminosa: o bandido que afere vantagem por sentença.
Mas afora a questão prática e lega, fica a triste constatação do imenso vazio moral que está sendo produzido em nosso país, na Europa e em todo o mundo. Parece que as pessoas incorporaram possuir duas faces: a do bem, destinada a sua família e aos seus entes queridos; e a do mal, destinada ao resto do mundo.
Não existe esta dualidade, pois ninguém pode ser ora bom, ora mau. Existe sim, uma velada hipocrisia mais atenta às formas e aparências do que ao conteúdo que forma pessoas, cidadãos e profissionais.
Por isso, o produto em falta - transparência - não é fácil de ser reposto. Ou se acostuma a mantê-lo e torná-lo uma característica própria de cada ser, ou quando se perceber sua importância já se estará totalmente enrolado no cruel fio da hipocrisia.
A transparência está em falta. E não quero individualizar este ou aquele setor. Ela simplesmente esvaiu-se dos mercados, sumiu da esfera política, está perdida em alguma pasta de outros poderes públicos. O duro é que a juventude parece considerá-la anacrônica, coisa de velhos.
É um tal de levar vantagem, de se conseguir 'arrancar' dinheiro de outrem, ou da empresa para a qual você foi contratado para dar resultado e só deu vexame, ou mesmo do desafortunado vizinho que, sem querer, produziu-lhe a 'chance' de se dar bem. Desde quando se dar bem na vida é locupletar-se do alheio? Quando é que se inoculou no pensamento dos jovens que as cadeias e prisões são os lugares onde 'residem' as pessoas mais felizes? E existe lugar onde se reúnam mais pessoas 'espertas' do que detenção?
Mesmo assim, dia após dia, somos surpreendidos com a falta de caráter, a mentira deslavada, a falsidade forjada com o intuito de se obter ressarcimento por 'danos morais'.
O negócio é tão sério que o poder judiciário de alguns Estados da Federação começaram a acender luzes amarelas para tais pedidos, examinando-os com maior acurácia e zelo, evitando a formação de uma nova modalidade criminosa: o bandido que afere vantagem por sentença.
Mas afora a questão prática e lega, fica a triste constatação do imenso vazio moral que está sendo produzido em nosso país, na Europa e em todo o mundo. Parece que as pessoas incorporaram possuir duas faces: a do bem, destinada a sua família e aos seus entes queridos; e a do mal, destinada ao resto do mundo.
Não existe esta dualidade, pois ninguém pode ser ora bom, ora mau. Existe sim, uma velada hipocrisia mais atenta às formas e aparências do que ao conteúdo que forma pessoas, cidadãos e profissionais.
Por isso, o produto em falta - transparência - não é fácil de ser reposto. Ou se acostuma a mantê-lo e torná-lo uma característica própria de cada ser, ou quando se perceber sua importância já se estará totalmente enrolado no cruel fio da hipocrisia.
10 de jun. de 2011
EU NÃO SOU ELE
Boa Tarde!
Cesare Battisti é um homem de bem. Ao menos no Brasil, ninguém mais poderá constetar esta questão. Mais ainda, ele pode ser comparado a um herói de esquerda, que vítima de um complô contra as liberdades individuais, impetrou-lhe uma pena de prisão perpétua e lhe quer preso no seu país de origem, a Itália.
Cesare Battisti é um ex-terrorrista das BRIGATTI ROSSI, grupo paramilitar de esquerda que, num país DEMOCRÁTICO e com todas as INSTITUIÇÕES CIVIS funcionando democraticamente, deseja instalar uma ditadura de esquerda, liderada pelas "massas".
Massas é o termo usado pelos 'esquerdistas' para designar a população que é vítima de seus ataques, que jamais terá lugar no poder e que será subjugada com mão de ferro para trab alhar, ganhar pouco e sustentar a corte de ineptos e corruptos que sempre proliferam em ditaduras, especialmente nas de esquerda.
Nada disso importou para o Governo brasileiro. Nem as mortes, nem os atentados contra a democracia, nem os apelos dos cidadãos italianos e do seu governo DEMOCRATICAMENTE ELEITO.
Lula concedeu o asilo ao negar a extradição. É consequência direta e decorrente. Não nos cabe julgar as questões de foro íntimo, mas cabe-nos rechaçar o relativismo dominante. Se o nosso Governo pensou no bem individual do terrorista condenado, quem pensou nos direitos individuais dos familiares de TODAS AS SUAS VÍTIMAS FATAIS?
Quem vai consolar os parentes do soldado que ele executou friamente, após subjugado, com três tiros na cabeça?
Onde está a humanidade para as suas vítimas, alvos fáceis num país que, repito, gozava à época da TOTALIDADE dos direitos democráticos?
Mas, sempre pode ficar pior.
Com a liberdade autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, ele agora é um homem livre, portanto, um homem de bem. Ele é um herói, perseguido por carniceiros que ousam querer fazer valer a Lei que defende um Estado democrático de Direto. Ele é um homem que quer curtir a vida, as praias brasileiras e sua namorada carioca.
Ele é um homem que o Estado Brasileiro protege, o Governo brasileiro acolhe e a Justiça deste País põe em absoluta e plena liberdade.
Eu sou apenas um trabalhador.
Cesare Battisti é um homem de bem. Ao menos no Brasil, ninguém mais poderá constetar esta questão. Mais ainda, ele pode ser comparado a um herói de esquerda, que vítima de um complô contra as liberdades individuais, impetrou-lhe uma pena de prisão perpétua e lhe quer preso no seu país de origem, a Itália.
Cesare Battisti é um ex-terrorrista das BRIGATTI ROSSI, grupo paramilitar de esquerda que, num país DEMOCRÁTICO e com todas as INSTITUIÇÕES CIVIS funcionando democraticamente, deseja instalar uma ditadura de esquerda, liderada pelas "massas".
Massas é o termo usado pelos 'esquerdistas' para designar a população que é vítima de seus ataques, que jamais terá lugar no poder e que será subjugada com mão de ferro para trab alhar, ganhar pouco e sustentar a corte de ineptos e corruptos que sempre proliferam em ditaduras, especialmente nas de esquerda.
Nada disso importou para o Governo brasileiro. Nem as mortes, nem os atentados contra a democracia, nem os apelos dos cidadãos italianos e do seu governo DEMOCRATICAMENTE ELEITO.
Lula concedeu o asilo ao negar a extradição. É consequência direta e decorrente. Não nos cabe julgar as questões de foro íntimo, mas cabe-nos rechaçar o relativismo dominante. Se o nosso Governo pensou no bem individual do terrorista condenado, quem pensou nos direitos individuais dos familiares de TODAS AS SUAS VÍTIMAS FATAIS?
Quem vai consolar os parentes do soldado que ele executou friamente, após subjugado, com três tiros na cabeça?
Onde está a humanidade para as suas vítimas, alvos fáceis num país que, repito, gozava à época da TOTALIDADE dos direitos democráticos?
Mas, sempre pode ficar pior.
Com a liberdade autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, ele agora é um homem livre, portanto, um homem de bem. Ele é um herói, perseguido por carniceiros que ousam querer fazer valer a Lei que defende um Estado democrático de Direto. Ele é um homem que quer curtir a vida, as praias brasileiras e sua namorada carioca.
Ele é um homem que o Estado Brasileiro protege, o Governo brasileiro acolhe e a Justiça deste País põe em absoluta e plena liberdade.
Eu sou apenas um trabalhador.
9 de jun. de 2011
O TEMPO
Bom Dia!
"Um homem que se curva não endireita os outros."
(Aristóteles)
Não é o peso da idade que nos curva. Ainda que o tempo, em especial se transcorrido sem os cuidados que nossa saúde requer, cobre democraticamente seu preço a todos os seres humanos, não é ele que nos faz ceder.
A espinha dorsal de nossa postura é o caráter. E quanto temos a aprender com os mais velhos! Como eles nos dão lições de prioridades, gestão do tempo, fraternidade e, especialmente, humanidade.
Os idosos não deveriam ser motivo de chacotas, piadinhas ou quaisquer tipos de escárnios. Eles são referências que desejam dar, gratuita e carinhosamente, seus longos aprendizados para que não soframos o que eles já sofreram, não desperdicemos nossos momentos mais preciosos com coisas miúdas e pequenas, não joguemos fora este produto valioso e insubstituível chamado – TEMPO.
"É somente através do trabalho da comunidade que nos vamos conseguir realizar alguma coisa, somente o trabalho conjunto e o respeito ao trabalho que vai nos levar aquilo que nos queremos. Uma melhor qualidade de vida. E nos queremos o melhor. É ou não é? "
(Gonzaguinha)
Devemos fazer com que nossos idosos sintam-se come eles verdadeiramente são: úteis. Se já não podem correr na mesma velocidade de um jovem, ou ser um atleta como um dia já foram, possuem a perspicácia e antecipação que somente o decorrer dos anos propicia a alguém. A juventude possui o voluntarismo, mas a velhice domina a sabedoria. Será que nós, gestores e condutores de equipes, lembramo-nos de verdade de tudo isto?
Talvez devêssemos lembrar de que, se almejamos um futuro, nele estaremos no mesmo lugar, ainda que não necessariamente na mesma sapiência e dignidade, daqueles a quem hoje, muitas vezes, olvidamos em todos os nossos tipos de trabalho.
"O tempo consome as coisas, e tudo envelhece com o tempo."
(Aristóteles)
"Um homem que se curva não endireita os outros."
(Aristóteles)
Não é o peso da idade que nos curva. Ainda que o tempo, em especial se transcorrido sem os cuidados que nossa saúde requer, cobre democraticamente seu preço a todos os seres humanos, não é ele que nos faz ceder.
A espinha dorsal de nossa postura é o caráter. E quanto temos a aprender com os mais velhos! Como eles nos dão lições de prioridades, gestão do tempo, fraternidade e, especialmente, humanidade.
Os idosos não deveriam ser motivo de chacotas, piadinhas ou quaisquer tipos de escárnios. Eles são referências que desejam dar, gratuita e carinhosamente, seus longos aprendizados para que não soframos o que eles já sofreram, não desperdicemos nossos momentos mais preciosos com coisas miúdas e pequenas, não joguemos fora este produto valioso e insubstituível chamado – TEMPO.
"É somente através do trabalho da comunidade que nos vamos conseguir realizar alguma coisa, somente o trabalho conjunto e o respeito ao trabalho que vai nos levar aquilo que nos queremos. Uma melhor qualidade de vida. E nos queremos o melhor. É ou não é? "
(Gonzaguinha)
Devemos fazer com que nossos idosos sintam-se come eles verdadeiramente são: úteis. Se já não podem correr na mesma velocidade de um jovem, ou ser um atleta como um dia já foram, possuem a perspicácia e antecipação que somente o decorrer dos anos propicia a alguém. A juventude possui o voluntarismo, mas a velhice domina a sabedoria. Será que nós, gestores e condutores de equipes, lembramo-nos de verdade de tudo isto?
Talvez devêssemos lembrar de que, se almejamos um futuro, nele estaremos no mesmo lugar, ainda que não necessariamente na mesma sapiência e dignidade, daqueles a quem hoje, muitas vezes, olvidamos em todos os nossos tipos de trabalho.
"O tempo consome as coisas, e tudo envelhece com o tempo."
(Aristóteles)
7 de jun. de 2011
AONDE QUEREMOS CHEGAR?
Boa Tarde!
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos entre 2001 e 2009 acerca de RISCOS DE SAÚDE, e divulgada na segunda feira (dia 06.06) traz dados alarmantes, mas que não deveriam causar surpresas aos que seriamente debatem o tema da homossexualidade no nosso país. Eis algumas das conclusões:
1. Os Riscos foram distribuídos em DEZ categorias para análise, de forma a observar desde aqueles de menor até os que, na visão dos pesquisadores, expõem seus praticantes aos mais sérios riscos de morte e/ou agravos irreversíveis e crônicos.
2. Das dez categorias estudadas nos nove anos que durou o trabalho, em SETE delas o público de MAIOR RISCO foi aquele que se declarou homossexual, quer masculino, quer feminino.
3. O comportamento apresentado pelos pesquisados, que incluíam desde jovens até adultos em fase laboral, demonstra que os homossexuais sentem-se mais 'livres', por assim dizer, para ações de maior risco à saúde física e mental.
4. O grupo de homossexuais foi aquele no qual mais se constatou dependências químicas (álcool e todo tipo de drogas), maior número de tentativas de suicídio e o que mais demonstra tendências a comportamentos agressivos e mesmo à violência física.
5. Os pesquisadores concluem que, segundo a opinião deles, tais fatores são causados pela "discriminação e o estigma existente na sociedade contra os homossexuais".
Os fatos constatados não me surpreendem, mas as conclusões, sim. Parece-me no mínimo forçado acreditar que os jovens assumem comportamentos suicidas porque querem 'protestar' contra o estigma. Isto até pode ser verdade para um ou outro caso isolado, mas certamente não espelha a causa destes comportamentos irresponsáveis.
A causa está na mensagem agressiva, massiva e constante que TODA a imprensa, e agora para minha triste supresa, a Academia, tem incutado nos jovens nestes últimos vinte anos: o liberou geral.
Para a imprensa não se combate a injustiça, seja ela praticada contra quem for, com o rigorismo legal e a punibilidade. Combate-se com o TUDO PODE. Em especial se este comportamento é aquele que se 'espera' dos que se declaram homossexuais.
A Mídia está criando uma nova categoria de cidadãos: aqueles que não são homofóbicos, mas não aguentam mais o tudo pode para os que são homossexuais. Não existe direito construido sobre a opressão. Em especial se esta opressão é dirigida contr a AMPLA MAIORIA da sociedade.
Os homossexuais tem o direito de serem respeitados em suas opções sexuais (o que não significa que concordemos com ela), pois trata-se de foro íntimo, de liberdade de escolha fazê-lo. Eles também tem todo o direito de serem respeitados nos seus trabalhos, pois é a competência e não a opção sexual que determina o crescimento profissional (o que não significa que não tenham de respeitar a cultura da organização na qual estão inseridos e os seus demais colegas de trabalho).
Mas está demais a ânsia de querer agradá-los a qualquer custo, assumindo posições oportunistas, como aquelas do nosso Ministério da Educação (?), ou produzindo conclusões tão estapafúrdias como estas de acadêmicos americanos.
Chega de enrolação! Os direitos constitucionais estão postos e legitimados. Vamos cumpri-los. Não se precisa de mais leis, especialmente estas malucas que estão na pauta do Congresso e contra qual todos devemos nos manifestar. Precisamos ter coragem de dizer NÃO aos nossos filhos, sobrinhos, netos e amigos. Estabelecendo limites poderemos salvar os jovens desta maluquice de comportamento que a imprensa insiste em atribuir à liberdade de expressão. Ou será que a imprensa considera a morte destes jovens a 'máxima liberdade de expressão'?
Chegamos a este nível?
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos entre 2001 e 2009 acerca de RISCOS DE SAÚDE, e divulgada na segunda feira (dia 06.06) traz dados alarmantes, mas que não deveriam causar surpresas aos que seriamente debatem o tema da homossexualidade no nosso país. Eis algumas das conclusões:
1. Os Riscos foram distribuídos em DEZ categorias para análise, de forma a observar desde aqueles de menor até os que, na visão dos pesquisadores, expõem seus praticantes aos mais sérios riscos de morte e/ou agravos irreversíveis e crônicos.
2. Das dez categorias estudadas nos nove anos que durou o trabalho, em SETE delas o público de MAIOR RISCO foi aquele que se declarou homossexual, quer masculino, quer feminino.
3. O comportamento apresentado pelos pesquisados, que incluíam desde jovens até adultos em fase laboral, demonstra que os homossexuais sentem-se mais 'livres', por assim dizer, para ações de maior risco à saúde física e mental.
4. O grupo de homossexuais foi aquele no qual mais se constatou dependências químicas (álcool e todo tipo de drogas), maior número de tentativas de suicídio e o que mais demonstra tendências a comportamentos agressivos e mesmo à violência física.
5. Os pesquisadores concluem que, segundo a opinião deles, tais fatores são causados pela "discriminação e o estigma existente na sociedade contra os homossexuais".
Os fatos constatados não me surpreendem, mas as conclusões, sim. Parece-me no mínimo forçado acreditar que os jovens assumem comportamentos suicidas porque querem 'protestar' contra o estigma. Isto até pode ser verdade para um ou outro caso isolado, mas certamente não espelha a causa destes comportamentos irresponsáveis.
A causa está na mensagem agressiva, massiva e constante que TODA a imprensa, e agora para minha triste supresa, a Academia, tem incutado nos jovens nestes últimos vinte anos: o liberou geral.
Para a imprensa não se combate a injustiça, seja ela praticada contra quem for, com o rigorismo legal e a punibilidade. Combate-se com o TUDO PODE. Em especial se este comportamento é aquele que se 'espera' dos que se declaram homossexuais.
A Mídia está criando uma nova categoria de cidadãos: aqueles que não são homofóbicos, mas não aguentam mais o tudo pode para os que são homossexuais. Não existe direito construido sobre a opressão. Em especial se esta opressão é dirigida contr a AMPLA MAIORIA da sociedade.
Os homossexuais tem o direito de serem respeitados em suas opções sexuais (o que não significa que concordemos com ela), pois trata-se de foro íntimo, de liberdade de escolha fazê-lo. Eles também tem todo o direito de serem respeitados nos seus trabalhos, pois é a competência e não a opção sexual que determina o crescimento profissional (o que não significa que não tenham de respeitar a cultura da organização na qual estão inseridos e os seus demais colegas de trabalho).
Mas está demais a ânsia de querer agradá-los a qualquer custo, assumindo posições oportunistas, como aquelas do nosso Ministério da Educação (?), ou produzindo conclusões tão estapafúrdias como estas de acadêmicos americanos.
Chega de enrolação! Os direitos constitucionais estão postos e legitimados. Vamos cumpri-los. Não se precisa de mais leis, especialmente estas malucas que estão na pauta do Congresso e contra qual todos devemos nos manifestar. Precisamos ter coragem de dizer NÃO aos nossos filhos, sobrinhos, netos e amigos. Estabelecendo limites poderemos salvar os jovens desta maluquice de comportamento que a imprensa insiste em atribuir à liberdade de expressão. Ou será que a imprensa considera a morte destes jovens a 'máxima liberdade de expressão'?
Chegamos a este nível?
6 de jun. de 2011
ALERTA AOS NAVEGANTES
Bom Dia!
Pesquisa realizada entre diversos eleitores brasileiros no último mês aponta, pela enésima vez, o descrédito, quase que total, da população brasileira para com suas lideranças políticas. O nível de desmotivação e descrença é tamanho que beira à irracionalidade: um número expressivo ainda acredita em fraudes eleitorais mesmo depois da urna eletrônica! Claro que esta última constatação é uma transferência da imagem dos nossos políticos para a instituição que cuida de nossos processos eleitorais. Devemos ter cautela em qualquer generalização, em especial nesta questão: a urna é uma ferramenta, não é um conteúdo.
E o conteúdo desta pesquisa trata da CREDIBILIDADE. Falamos de uma mercadoria de luxo, que deveria ser tratada com todo mimo e cuidado, não apenas pelos parlamentares, objeto da citada enquete, mas em especial pelas empresas em relação aos seus clientes. A credibilidade não resulta de vontade individual dos empresários, tampouco pode ser adquirida de um trabalho de consultoria das empresas existentes, por melhores que sejam! A credibilidade é um resultado construído ao longo de lapso temporal significativo, não curto e de difícil manutenção.
Aliás, vocês já pararam para pensar como uma mesma pessoa, brasileira, de classe média, parece ter duas personalidades quando a examinamos como ELEITORA E CLIENTE? Vejamos:
# Como CLIENTE, o brasileiro está cada vez mais buscando saber os seus direitos e os deveres dos seus fornecedores. Ele quer tê-los em sua plenitude e fiscaliza desde coisas básicas (como o funcionamento do aparelho de TV comprado), até coisas mais intangíveis ( como a Garantia dada pelo vendedor). O cliente quer serviços que prometam e cumpram suas promessas.
# E o ELEITOR? Sabe de seus direitos e da plenitude do exercício que é a eleição? Procura identificar candidatos não apenas por promessas múltiplas e sim pela coerência de fazê-las? Fiscaliza estas promessas após a eleição???
# O CLIENTE exige cada vez mais capacitação de quem oferece produtos e serviços, não apenas no cuidado com as questões de apresentação, linguagem e postura profissional, mas em especial pela resolutividade às suas necessidades, dúvidas e mesmo sugestões.
# E o ELEITOR? Procura saber acerca da capacitação profissional e, principalmente, ÉTICA dos candidatos? Verifica se sua linguagem está condizente, não com aspectos externos e meramente de conhecimento cultural, mas no respeito aos valores e à dignidade das pessoas que o elegem? Exige postura coerente com seus discursos de campanha e seu projeto de atuação parlamentar? Cobra dos eleitos a resolutividade dos problemas apontados e das promessas feitas para sua resolução??
Quando o cliente exige de todas as empresas atitudes coerentes, transparentes e éticas, ele não apenas exerce o seu direito de cidadania e de consumidor: ele faz com que o mercado se fiscalize e mova as engrenagens voltadas à qualificação dos seus produtos e ao expurgo dos deliquentes. A Ética é exercida de forma natural e exigida de forma convincente pela clientela. Nenhum setor de nosso país está hoje em dia imune a todas estas discussões! E nossos eleitores, como estão procedendo? Quem dera se nossos clientes levassem para as urnas e tempos pós-eleitorais, as atitudes, cobranças e acompanhamento que já manifestam hoje perante as empresas! Talvez não tivéssemos a quantidade de candidatos que temos hoje, mas teríamos melhores candidatos do que aqueles que já iniciaram o desfile anual pelos meios de comunicação!
Pesquisa realizada entre diversos eleitores brasileiros no último mês aponta, pela enésima vez, o descrédito, quase que total, da população brasileira para com suas lideranças políticas. O nível de desmotivação e descrença é tamanho que beira à irracionalidade: um número expressivo ainda acredita em fraudes eleitorais mesmo depois da urna eletrônica! Claro que esta última constatação é uma transferência da imagem dos nossos políticos para a instituição que cuida de nossos processos eleitorais. Devemos ter cautela em qualquer generalização, em especial nesta questão: a urna é uma ferramenta, não é um conteúdo.
E o conteúdo desta pesquisa trata da CREDIBILIDADE. Falamos de uma mercadoria de luxo, que deveria ser tratada com todo mimo e cuidado, não apenas pelos parlamentares, objeto da citada enquete, mas em especial pelas empresas em relação aos seus clientes. A credibilidade não resulta de vontade individual dos empresários, tampouco pode ser adquirida de um trabalho de consultoria das empresas existentes, por melhores que sejam! A credibilidade é um resultado construído ao longo de lapso temporal significativo, não curto e de difícil manutenção.
Aliás, vocês já pararam para pensar como uma mesma pessoa, brasileira, de classe média, parece ter duas personalidades quando a examinamos como ELEITORA E CLIENTE? Vejamos:
# Como CLIENTE, o brasileiro está cada vez mais buscando saber os seus direitos e os deveres dos seus fornecedores. Ele quer tê-los em sua plenitude e fiscaliza desde coisas básicas (como o funcionamento do aparelho de TV comprado), até coisas mais intangíveis ( como a Garantia dada pelo vendedor). O cliente quer serviços que prometam e cumpram suas promessas.
# E o ELEITOR? Sabe de seus direitos e da plenitude do exercício que é a eleição? Procura identificar candidatos não apenas por promessas múltiplas e sim pela coerência de fazê-las? Fiscaliza estas promessas após a eleição???
# O CLIENTE exige cada vez mais capacitação de quem oferece produtos e serviços, não apenas no cuidado com as questões de apresentação, linguagem e postura profissional, mas em especial pela resolutividade às suas necessidades, dúvidas e mesmo sugestões.
# E o ELEITOR? Procura saber acerca da capacitação profissional e, principalmente, ÉTICA dos candidatos? Verifica se sua linguagem está condizente, não com aspectos externos e meramente de conhecimento cultural, mas no respeito aos valores e à dignidade das pessoas que o elegem? Exige postura coerente com seus discursos de campanha e seu projeto de atuação parlamentar? Cobra dos eleitos a resolutividade dos problemas apontados e das promessas feitas para sua resolução??
Quando o cliente exige de todas as empresas atitudes coerentes, transparentes e éticas, ele não apenas exerce o seu direito de cidadania e de consumidor: ele faz com que o mercado se fiscalize e mova as engrenagens voltadas à qualificação dos seus produtos e ao expurgo dos deliquentes. A Ética é exercida de forma natural e exigida de forma convincente pela clientela. Nenhum setor de nosso país está hoje em dia imune a todas estas discussões! E nossos eleitores, como estão procedendo? Quem dera se nossos clientes levassem para as urnas e tempos pós-eleitorais, as atitudes, cobranças e acompanhamento que já manifestam hoje perante as empresas! Talvez não tivéssemos a quantidade de candidatos que temos hoje, mas teríamos melhores candidatos do que aqueles que já iniciaram o desfile anual pelos meios de comunicação!
3 de jun. de 2011
ÉTICA
Boa Tarde!
Na esteira de tantas entrevistas e reportagens sobre 'ausência de fatos novos' e 'inexistência de fatos incriminadores', deste último escândalo da República, achei oportuno revisitar este texto de JAMES P. LANFESTEY, chamado de "UMA PESCARIA INESQUECÍVEL":
"Ele tinha onze anos e a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas Pai e Filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.
O garoto e o pai olharam para o peixe tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente.O pai então acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite... Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada.
Em seguida olhou para o peixe e para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo filho!
- Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou o menino.
O Garoto olhou à volta do lago, não havia pescadores e nem embarcações à vista. Voltou novamente a olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza da sua voz, que a decisão era inegociável.
Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, aquele menino é um arquiteto bem-sucedido.
O chalé continua lá, na ilha no meio do lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
Sua intuição estava correta, nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o mesmo peixe quando se depara com uma questão ética.
Porque como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente quando se está sendo observado é uma coisa.
A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém nos está observando.
Esta conduta correta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE PARA A ÁGUA.
A boa educação é como uma moeda de ouro: tem valor em toda parte."
Talvez devessemos devolver mais peixes à água em nossas vidas, para que entendessemos o imenso e inegociável valor que a ética tem para uma sociedade que quer ser feliz. A felicidade não reside em se levar vantagem daquilo que 'não está sendo visto', ela repousa seus fundamentos sobre o valor que o homem possui de dentro para fora.
É triste sermos testemunhas de mais um escândalo, seja ele de quem for. Mas é desesperador presenciarmos as inúmeras tentativas de se relativizar a ética e a moral.
Na esteira de tantas entrevistas e reportagens sobre 'ausência de fatos novos' e 'inexistência de fatos incriminadores', deste último escândalo da República, achei oportuno revisitar este texto de JAMES P. LANFESTEY, chamado de "UMA PESCARIA INESQUECÍVEL":
"Ele tinha onze anos e a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas Pai e Filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.
O garoto e o pai olharam para o peixe tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente.O pai então acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite... Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada.
Em seguida olhou para o peixe e para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo filho!
- Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou o menino.
O Garoto olhou à volta do lago, não havia pescadores e nem embarcações à vista. Voltou novamente a olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza da sua voz, que a decisão era inegociável.
Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, aquele menino é um arquiteto bem-sucedido.
O chalé continua lá, na ilha no meio do lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
Sua intuição estava correta, nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o mesmo peixe quando se depara com uma questão ética.
Porque como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente quando se está sendo observado é uma coisa.
A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém nos está observando.
Esta conduta correta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE PARA A ÁGUA.
A boa educação é como uma moeda de ouro: tem valor em toda parte."
Talvez devessemos devolver mais peixes à água em nossas vidas, para que entendessemos o imenso e inegociável valor que a ética tem para uma sociedade que quer ser feliz. A felicidade não reside em se levar vantagem daquilo que 'não está sendo visto', ela repousa seus fundamentos sobre o valor que o homem possui de dentro para fora.
É triste sermos testemunhas de mais um escândalo, seja ele de quem for. Mas é desesperador presenciarmos as inúmeras tentativas de se relativizar a ética e a moral.
2 de jun. de 2011
QUANDO SECAREM AS ÁGUAS
Boa Tarde!
O mercado de saúde suplementar anda numa fase de massificação total. As empresas todas, com ênfase àquelas que realizaram abertura de seus capitais, buscam agressivamente a ampliação de seus números, tanto pela possibilidade cada vez mais próximas de entrada de investidores estrangeiros, quanto premidas pelas incansáveis cobranças daqueles que adquiriram seus papéis e agora querem o devido retorno financeiro. Nada de novo nisto, tampouco se pode criticar a concorrência, especialmente numa sociedade capitalista. Aliás, que Deus nos livre de mercados sem concorrência!
Mas preocupa-me um aspecto que tenho vivenciado nesta massificação: o abandono da qualidade real em favor da quantidade real. Chamo de qualidade real a maximização dos processos, centralizados na figura do cliente e que prefere aferir ganhos mais parcelados a colocar em risco as melhorias e agregação de valores já existentes aos clientes.
Não são muitos os executivos que defendem tais princípios. Posso contar nas mãos aqueles que acompanham, na medida de suas agendas lotadas, a totalidade do processo de ganho, iniciado na entrada das unidades de sua empresa e concluído no balanço aprovado pelo conselho superior de cada instituição.
Sim porque o lucro é consequente, não é iniciante de nenhuma ação corporativa. E aqueles que hoje se encantam com a busca da quantidade poderão muito bem perceber, talvez tardiamente, que jogaram fora um bem precioso criado pela qualidade: o vínculo do cliente.
Estar vinculado é fazer daquele produto (e por extensão daquela empresa) sua referência inicial, automática, para qualquer provocação que a ele se reporte, de maneira direta ou indireta. O vínculo envolve aspectos personalíssimos dos clientes (como a satisfação interior, o sentimento de valorização, etc), mas ele se dá a partir de provocações visíveis, ou seja, a partir da qualidade do que é oferecido.
Os empresários estão meio que abandonando este caminho, em prol dos ganhos volumosos e imediatos.
Não tenho o perfil de empresário. Continuo aprendendo a ser gestor, mas neste aprendizado contínuo posso afirmar que a qualidade gera perenidade, o vínculo é um rio cujas águas não são tão caudalosas, mas possuem um volume constante, nos tempos de cheia e nas secas.
Já os ganhos imediatos são cachoeiras que durante o inverno oferecem imagens fantásticas e águas abundantes. Mais até do que temos real escassez. Em contrapartida, durante o verão, nas secas, nos momentos de maior necessidade do ser humano, estarão vazias de conteúdo e de possibilidades.
Infelizmente estão se imolando os processos de qualidade (e consequentemente os gestores que os defendem), em nome de satisfazer os financiadores agressivos.
A pergunta é: eles continuarão financiadores se (e quando) a cachoeira secar?
O mercado de saúde suplementar anda numa fase de massificação total. As empresas todas, com ênfase àquelas que realizaram abertura de seus capitais, buscam agressivamente a ampliação de seus números, tanto pela possibilidade cada vez mais próximas de entrada de investidores estrangeiros, quanto premidas pelas incansáveis cobranças daqueles que adquiriram seus papéis e agora querem o devido retorno financeiro. Nada de novo nisto, tampouco se pode criticar a concorrência, especialmente numa sociedade capitalista. Aliás, que Deus nos livre de mercados sem concorrência!
Mas preocupa-me um aspecto que tenho vivenciado nesta massificação: o abandono da qualidade real em favor da quantidade real. Chamo de qualidade real a maximização dos processos, centralizados na figura do cliente e que prefere aferir ganhos mais parcelados a colocar em risco as melhorias e agregação de valores já existentes aos clientes.
Não são muitos os executivos que defendem tais princípios. Posso contar nas mãos aqueles que acompanham, na medida de suas agendas lotadas, a totalidade do processo de ganho, iniciado na entrada das unidades de sua empresa e concluído no balanço aprovado pelo conselho superior de cada instituição.
Sim porque o lucro é consequente, não é iniciante de nenhuma ação corporativa. E aqueles que hoje se encantam com a busca da quantidade poderão muito bem perceber, talvez tardiamente, que jogaram fora um bem precioso criado pela qualidade: o vínculo do cliente.
Estar vinculado é fazer daquele produto (e por extensão daquela empresa) sua referência inicial, automática, para qualquer provocação que a ele se reporte, de maneira direta ou indireta. O vínculo envolve aspectos personalíssimos dos clientes (como a satisfação interior, o sentimento de valorização, etc), mas ele se dá a partir de provocações visíveis, ou seja, a partir da qualidade do que é oferecido.
Os empresários estão meio que abandonando este caminho, em prol dos ganhos volumosos e imediatos.
Não tenho o perfil de empresário. Continuo aprendendo a ser gestor, mas neste aprendizado contínuo posso afirmar que a qualidade gera perenidade, o vínculo é um rio cujas águas não são tão caudalosas, mas possuem um volume constante, nos tempos de cheia e nas secas.
Já os ganhos imediatos são cachoeiras que durante o inverno oferecem imagens fantásticas e águas abundantes. Mais até do que temos real escassez. Em contrapartida, durante o verão, nas secas, nos momentos de maior necessidade do ser humano, estarão vazias de conteúdo e de possibilidades.
Infelizmente estão se imolando os processos de qualidade (e consequentemente os gestores que os defendem), em nome de satisfazer os financiadores agressivos.
A pergunta é: eles continuarão financiadores se (e quando) a cachoeira secar?
1 de jun. de 2011
CAOS HOSPITALAR
Boa Noite!
O título não é uma marca de carro, nem de computador. É a melhor definição que encontrei para a situação da Rede Hospitalar Pública em nosso país. É no mínimo revoltante ler, nos jornais de hoje, mais uma notícia de morte por falta disto ou daquilo, num hospital do SUS. Não dá mais para fingirmos que as medidas paliativas, quando tomadas pelo Ministério da Saúde vão ser capazes de sanar a grande e principal causa de falência desta rede: a gestão amadora, crônica e ultrapassada do nosso Sistema Público de Saúde.
A gestão hospitalar talvez seja um dos ramos da administração que mais sofreu alteração, quanto ao seu perfil, necessidade de visão sistêmica e, principalmente, qualificação do foco nos resultados. Não se pode mais conviver com gestores que apenas entendam a questão financeira sob o aspecto do cobrar mais dos compradores de serviço, sem combater os desperdícios e “arrumar” sua casa.
Também não se pode desejar de administradores hospitalares públicos que façam o papel de mágicos (fazendo surgir do nada os recursos necessários) ou ilusionistas (mostrando ao público uma capa, uma maquiagem bonita para algo que está vazio de conteúdo).
Se não há recursos para o atendimento integral então é necessário que o Governo tenha coragem de assumir o que irá atender ou não. A população não deveria estar sendo tratada como marionete, pois a omissão dos que governam na gestão hospitalar custa ao necessitado, muitas vezes, sua própria vida!
Os hospitais públicos são uma mistura de comédia bufa com caos governamental. O duro é que a população mais sofrida, mais necessitada e historicamente mais abandonada deste país, com toda certeza, não deve achar graça nenhuma desta situação.
Óbvio: se a imprensa mantiver a pressão, testemunharemos troca de acusações e busca de culpados, em especial com os profissionais que ainda resistem em trabalhar em tais locais, por absoluta falta de opção. Solução estrutural e medidas concretas... bem, somente escutaremos falar disto na próxima crise, ou morte, o que vier primeiro...
O título não é uma marca de carro, nem de computador. É a melhor definição que encontrei para a situação da Rede Hospitalar Pública em nosso país. É no mínimo revoltante ler, nos jornais de hoje, mais uma notícia de morte por falta disto ou daquilo, num hospital do SUS. Não dá mais para fingirmos que as medidas paliativas, quando tomadas pelo Ministério da Saúde vão ser capazes de sanar a grande e principal causa de falência desta rede: a gestão amadora, crônica e ultrapassada do nosso Sistema Público de Saúde.
A gestão hospitalar talvez seja um dos ramos da administração que mais sofreu alteração, quanto ao seu perfil, necessidade de visão sistêmica e, principalmente, qualificação do foco nos resultados. Não se pode mais conviver com gestores que apenas entendam a questão financeira sob o aspecto do cobrar mais dos compradores de serviço, sem combater os desperdícios e “arrumar” sua casa.
Também não se pode desejar de administradores hospitalares públicos que façam o papel de mágicos (fazendo surgir do nada os recursos necessários) ou ilusionistas (mostrando ao público uma capa, uma maquiagem bonita para algo que está vazio de conteúdo).
Se não há recursos para o atendimento integral então é necessário que o Governo tenha coragem de assumir o que irá atender ou não. A população não deveria estar sendo tratada como marionete, pois a omissão dos que governam na gestão hospitalar custa ao necessitado, muitas vezes, sua própria vida!
Os hospitais públicos são uma mistura de comédia bufa com caos governamental. O duro é que a população mais sofrida, mais necessitada e historicamente mais abandonada deste país, com toda certeza, não deve achar graça nenhuma desta situação.
Óbvio: se a imprensa mantiver a pressão, testemunharemos troca de acusações e busca de culpados, em especial com os profissionais que ainda resistem em trabalhar em tais locais, por absoluta falta de opção. Solução estrutural e medidas concretas... bem, somente escutaremos falar disto na próxima crise, ou morte, o que vier primeiro...
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