Bom Dia!
Nesta última década, tive a oportunidade de participar de centenas (ou mais) de eventos voltados para a prevenção. Em geral são palestras, filmes ou mesas redondas, nas quais se mudam os atores, o mobiliário e até mesmo o filme, mas se mantém todo o resto.
Naqueles que não dormi, o único efeito produzido foi o aborrecimento.
É uma coisa impressionante: os profissionais que vão defender a mudança de vida, em geral estão fora de forma, desmotivados ou apresentam-se como locutores de enterro. A voz é cansada, ressacada ou desanimada. As circunferências abdominais proeminentes, e os rostos tristes.
As palestras são lidas! Sequer um mínimo, uma ilhota de criatividade, uma ponta de crença no que se fala!
E os benditos alongamentos, hein? Já alonguei tanto em palestras de prevenção que me sinto uma verdadeira girafa!
Parece mau-humor? E é! Chega de mesmice na prevenção. Repito-me: de que estão servindo os avanços no conhecimento, na sistematização da gestão de cuidados, se não conseguimos gerar valor para nosso cliente?
Se o cliente não se motiva, nem se sente diferenciado pelas formas de abordagem que tenho usado então: ou a medicina preventiva está errada ou os mecanismos usados estão equivocados. Eu acredito na segunda hipótese. Mais: eu tenho certeza de que se continuarmos tratando a prevenção como um Óraculo grego, no qual um sábio (a pitonisa) se ergue sobre os pobres mortais e despeja verdades que só ele domina e somente a ele motivam, nossas campanhas de prevenção serão cada vez mais utópicas.
Voltar o foco das nossas ações para aqueles que sempre estiveram no alto dos nossos discursos: os clientes! Este é, em minha opinião, o passo inicial da medicina preventiva implantada de forma irreversível em nossos sistemas de saúde público e privado.
GESTÃO DE PROCESSOS, DE PESSOAS, DE RECURSOS. POLÍTICA E ÉTICA NA SAÚDE E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DE TODOS OS QUE TRILHAM, OU DESEJAM PERCORRER O DESAFIANTE CAMINHO DA ADMINISTRAÇÃO.
30 de nov. de 2007
27 de nov. de 2007
PREVENÇÃO E RESPONSABILIDADE 2
Bom Dia!
Um aspecto também essencial, em nossos dias de globalização, quando pretendemos viabilizar de fato ações preventivas é a definição das responsabilidades. Analisem com toda frieza os diversos programas de saúde, seus prospectos, campanhas e finalidades assumidas. Se por um lado é inquestionável sua propriedade, sob a lógica científica, de sistema de Saúde; por outro, parecem distantes anos-luz das nossas vontades e desejos enquanto clientes!
Parecem programas desenhados para nossa auto-flagelação: como deixar disso, como não ter aquilo, como não comer, não beber, não, não, não... Não há chamamentos positivos, sob o prisma de quem os recebe!
Calma! Eu não estou falando de caprichos, individuais e egoístas. Estou me referindo às expectativas que se cria num cliente, quando dizemos que existe um programa voltada à melhoria de sua qualidade de vida.
Talvez, a fundamental análise a ser feita é: como o cliente que adere aos desafios, rompe a barreira da comodidade e entra nesta saraivada de mudanças que lhes são propostas, será tratado pela organização que promove as ações? De forma igual aos 98% que não aderiram?
Como serão disponibilizadas alternativas aos clientes que participam das ações preventivas em relação aos que adoecem gradativamente pela teimosia ou fuga da responsabilidade pessoal?
Onde estão as devoluções do sistema aos clientes que tomaram consciência da importância da prevenção? Qual é a contrapartida assumida pela organização?
É um absurdo tratar da mesma forma os clientes que assumem conosco o desafio da melhoria de qualidade de vida, e os outros que usando de sua liberdade se expõem cada vez mais aos riscos que a falta de disciplina alimentar, exercícios físicos e mentais, traz ao ser humano.
Prevenir é definir responsabilidades: do sistema, para com seus clientes; e destes, para com seus provedores. Também os serviços credenciados se inserem nesta discussão, mas ela é, sobretudo, uma relação entre sistema e cliente.
Um aspecto também essencial, em nossos dias de globalização, quando pretendemos viabilizar de fato ações preventivas é a definição das responsabilidades. Analisem com toda frieza os diversos programas de saúde, seus prospectos, campanhas e finalidades assumidas. Se por um lado é inquestionável sua propriedade, sob a lógica científica, de sistema de Saúde; por outro, parecem distantes anos-luz das nossas vontades e desejos enquanto clientes!
Parecem programas desenhados para nossa auto-flagelação: como deixar disso, como não ter aquilo, como não comer, não beber, não, não, não... Não há chamamentos positivos, sob o prisma de quem os recebe!
Calma! Eu não estou falando de caprichos, individuais e egoístas. Estou me referindo às expectativas que se cria num cliente, quando dizemos que existe um programa voltada à melhoria de sua qualidade de vida.
Talvez, a fundamental análise a ser feita é: como o cliente que adere aos desafios, rompe a barreira da comodidade e entra nesta saraivada de mudanças que lhes são propostas, será tratado pela organização que promove as ações? De forma igual aos 98% que não aderiram?
Como serão disponibilizadas alternativas aos clientes que participam das ações preventivas em relação aos que adoecem gradativamente pela teimosia ou fuga da responsabilidade pessoal?
Onde estão as devoluções do sistema aos clientes que tomaram consciência da importância da prevenção? Qual é a contrapartida assumida pela organização?
É um absurdo tratar da mesma forma os clientes que assumem conosco o desafio da melhoria de qualidade de vida, e os outros que usando de sua liberdade se expõem cada vez mais aos riscos que a falta de disciplina alimentar, exercícios físicos e mentais, traz ao ser humano.
Prevenir é definir responsabilidades: do sistema, para com seus clientes; e destes, para com seus provedores. Também os serviços credenciados se inserem nesta discussão, mas ela é, sobretudo, uma relação entre sistema e cliente.
23 de nov. de 2007
PREVENÇÃO E RESPONSABILIDADE 1
Bom Dia!
A prevenção à saúde tem evoluído, tanto em sua concepção teórica quanto em sua aplicabilidade nos sistemas de Saúde, de forma quase que meteórica se considerarmos a primeira experiência concreta realizada em Framingham, nos Estados Unidos, em meados da década de 50. Não restam dúvidas de que a compreensão da academia, que lhe dá a substância e referencial teóricos, dos técnicos, com a participação multidisciplinar, e dos gestores, pela necessidade de assegurar longevidade às suas organizações, modificaram para melhor em todo este tempo.
Entretanto, dois atores fundamentais ainda se mantém, na melhor das hipóteses, incrédulos ou com baixa adesão às ações preventivas: os participantes/clientes dos sistemas e os fornecedores de serviços.
Gostaria hoje, de iniciar uma reflexão sobre os participantes, nossos clientes, a principal razão de ser das organizações e, claro, da própria medicina preventiva!
Por que o desenvolvimento de ações voltadas para assegurar-lhe uma melhor qualidade de vida, uma longevidade com estabilidade e indicadores de saúde evoluíndo positivamente atraem sua concordância retórica, mas não a sua adesão efetiva aos programas e serviços promotores?
Dois aspectos levanto: um, a motivação.
Os participantes estão sendo motivados a participar dos programas através de frases de efeito e chamamentos mecânicos que, se formos críticos em sua análise, mais atendem aos objetivos das organizações promotoras. Pouco sensibilizam os participantes. Pergunto-me mesmo se dentre os que participam das atividades construídas de forma quase que idêntica por quaisquer serviços, não seriam majoritários aqueles que entendem estas ações uma "forma de passar o tempo"? Não estamos conseguindo motivar nossos usuários, porque não estamos desenvolvendo uma estratégia de VENDA, com marketing e comunicação voltadas para o RESULTADO DESEJADO de uma ação preventiva sob o enfoque do CLIENTE, não da organização.
É a adesão efetiva do participante que propiciará resultados ao sistema, não sua mera participação física. A prevenção é uma luta de corpos e principalmente de mentes que deverão ser ganhas para a Saúde. Não é uma atividade que preenche uma agenda de um serviço ou de uma pessoa.
Segundo aspecto: a responsabilidade.
Afinal de contas, qual é a responsabilidade de cada ator do sistema de saúde na questão da prevenção? Estão claramente definidos os ganhos e as contrapartidas para os participantes, para os técnicos, para os financiadores, enfim para todos os envolvidos?
O usuário que efetivamente aderiu, compreendeu e assumiu suas responsabilidades na prevenção está sendo referenciado pela organização? Ou é apenas mais um número numa multidão? Ou é apenas mais um ponto na meta que devo alcançar?
A prevenção requer a responsabilização. É quase que uma contratualização informal o que se dá numa organização que oferece ações preventivas estruturadas com o foco no cliente, entre este último e o sistema onde está inserido. Se entendermos assim, este "contrato" deve gerar ganhos para ambos desde o início e por todo o tempo de sua duração.
Sabemos muito sobre a prevenção, mas ainda pouco sobre a motivação do nosso participante para as ações preventivas.
Talvez devessemos reler, sob outro prisma os versos de Joan Baez:
"Você não pode escolher como vai morrer
Ou quando.
Você só pode decidir como vai viver agora".
A prevenção à saúde tem evoluído, tanto em sua concepção teórica quanto em sua aplicabilidade nos sistemas de Saúde, de forma quase que meteórica se considerarmos a primeira experiência concreta realizada em Framingham, nos Estados Unidos, em meados da década de 50. Não restam dúvidas de que a compreensão da academia, que lhe dá a substância e referencial teóricos, dos técnicos, com a participação multidisciplinar, e dos gestores, pela necessidade de assegurar longevidade às suas organizações, modificaram para melhor em todo este tempo.
Entretanto, dois atores fundamentais ainda se mantém, na melhor das hipóteses, incrédulos ou com baixa adesão às ações preventivas: os participantes/clientes dos sistemas e os fornecedores de serviços.
Gostaria hoje, de iniciar uma reflexão sobre os participantes, nossos clientes, a principal razão de ser das organizações e, claro, da própria medicina preventiva!
Por que o desenvolvimento de ações voltadas para assegurar-lhe uma melhor qualidade de vida, uma longevidade com estabilidade e indicadores de saúde evoluíndo positivamente atraem sua concordância retórica, mas não a sua adesão efetiva aos programas e serviços promotores?
Dois aspectos levanto: um, a motivação.
Os participantes estão sendo motivados a participar dos programas através de frases de efeito e chamamentos mecânicos que, se formos críticos em sua análise, mais atendem aos objetivos das organizações promotoras. Pouco sensibilizam os participantes. Pergunto-me mesmo se dentre os que participam das atividades construídas de forma quase que idêntica por quaisquer serviços, não seriam majoritários aqueles que entendem estas ações uma "forma de passar o tempo"? Não estamos conseguindo motivar nossos usuários, porque não estamos desenvolvendo uma estratégia de VENDA, com marketing e comunicação voltadas para o RESULTADO DESEJADO de uma ação preventiva sob o enfoque do CLIENTE, não da organização.
É a adesão efetiva do participante que propiciará resultados ao sistema, não sua mera participação física. A prevenção é uma luta de corpos e principalmente de mentes que deverão ser ganhas para a Saúde. Não é uma atividade que preenche uma agenda de um serviço ou de uma pessoa.
Segundo aspecto: a responsabilidade.
Afinal de contas, qual é a responsabilidade de cada ator do sistema de saúde na questão da prevenção? Estão claramente definidos os ganhos e as contrapartidas para os participantes, para os técnicos, para os financiadores, enfim para todos os envolvidos?
O usuário que efetivamente aderiu, compreendeu e assumiu suas responsabilidades na prevenção está sendo referenciado pela organização? Ou é apenas mais um número numa multidão? Ou é apenas mais um ponto na meta que devo alcançar?
A prevenção requer a responsabilização. É quase que uma contratualização informal o que se dá numa organização que oferece ações preventivas estruturadas com o foco no cliente, entre este último e o sistema onde está inserido. Se entendermos assim, este "contrato" deve gerar ganhos para ambos desde o início e por todo o tempo de sua duração.
Sabemos muito sobre a prevenção, mas ainda pouco sobre a motivação do nosso participante para as ações preventivas.
Talvez devessemos reler, sob outro prisma os versos de Joan Baez:
"Você não pode escolher como vai morrer
Ou quando.
Você só pode decidir como vai viver agora".
22 de nov. de 2007
REFLEXÕES DOS OUTROS...
Bom Dia!
O calendário aponta hoje o dia dedicado à Música. Fiquei pensando como seria bom se tivéssemos razões para comemorar na Saúde Pública brasileira um número de sucessos e obras-primas tão grande quanto os existentes na música nacional.
Tantos compositores, poetas, intérpretes, músicos clássicos, populares, e por aí vai. Todos reconhecidos, em nossas terras e nas dos outros.
Tentei até buscar, na atualidade, fatos que nos deixassem enlevados como as belas canções.
Confesso que não encontrei.
Para falar a verdade, em relação ao SUS, deixo-lhes hoje este trecho de um belo poema da fantástica Cecília Meirelles:
" A maior pena que eu tenho, punhal de prata,
não é de me ver morrendo,
mas de saber quem me mata".
O calendário aponta hoje o dia dedicado à Música. Fiquei pensando como seria bom se tivéssemos razões para comemorar na Saúde Pública brasileira um número de sucessos e obras-primas tão grande quanto os existentes na música nacional.
Tantos compositores, poetas, intérpretes, músicos clássicos, populares, e por aí vai. Todos reconhecidos, em nossas terras e nas dos outros.
Tentei até buscar, na atualidade, fatos que nos deixassem enlevados como as belas canções.
Confesso que não encontrei.
Para falar a verdade, em relação ao SUS, deixo-lhes hoje este trecho de um belo poema da fantástica Cecília Meirelles:
" A maior pena que eu tenho, punhal de prata,
não é de me ver morrendo,
mas de saber quem me mata".
19 de nov. de 2007
O ABORTO E O FIM DO MUNDO
Bom dia!
Cerca de 70% dos delegados presentes à 13a. Conferência Nacional de Saúde disseram não à violência do ABORTO, apesar das inúmeras pressões e enfáticos discursos dos representantes do Governo e, em especial, do Ministério da Saúde. O Ministro Temporão já deu declarações de que continuará em sua cruzada pró-abortiva, pois declara que está é a melhor maneira de preservar a vida e saúde das gestantes que desejam praticar esta forma de eliminação do feto.
Retomo a questão da propriedade dos argumentos.
Não tive conhecimento de nenhuma medida estruturante com relação à inclusão social dos jovens que assegure-lhes educação, segurança e emprego. Sem estes três pilares do desenvolvimento, prevalecerão as atitudes irresponsáveis, incentivadas por todos os contraventores atuantes em nosso país, sejam eles clandestinos ou não.
Não consegui descobrir as propostas aperfeiçoantes e includentes dos programas de prevenção e promoção da saúde das parturientes, capaz de assegurar-lhes uma maternidade de menor risco e dotando-lhes de informações e formação tão necessárias ao complexo processo de se sentir mãe.
Não identifico nas palavras dos técnicos e do próprio ministro os compromissos e responsabilidades assumidas em função da grave crise de GESTÃO que atravessa o SUS e que NÃO SERÁ RESOLVIDA com medidas populistas (será que é mesmo o caso?) como a defesa da eliminação dos fetos.
Como pode a vida ser definida como indesejada? Como podemos ser convocados a entender a eliminação de indefesos como a melhor forma de se resolver um problema de saúde?
Lembro dos episódios históricos, de triste lembrança, onde tais argumentos foram deturpados para se eliminar doentes mentais e judeus.
Onde estão os ganhos das sociedades que, infelizmente, aceitaram a eliminação como medida legal? Quais os indicadores de saúde que evoluíram nas mulheres que se submeteram a este irremediável expurgo?
Por que não são trazidos os números que, segundo dizem, embasam a defesa de tão cruel medida como o aborto? Seus defensores, têm medo do que?
Cerca de 70% dos delegados presentes à 13a. Conferência Nacional de Saúde disseram não à violência do ABORTO, apesar das inúmeras pressões e enfáticos discursos dos representantes do Governo e, em especial, do Ministério da Saúde. O Ministro Temporão já deu declarações de que continuará em sua cruzada pró-abortiva, pois declara que está é a melhor maneira de preservar a vida e saúde das gestantes que desejam praticar esta forma de eliminação do feto.
Retomo a questão da propriedade dos argumentos.
Não tive conhecimento de nenhuma medida estruturante com relação à inclusão social dos jovens que assegure-lhes educação, segurança e emprego. Sem estes três pilares do desenvolvimento, prevalecerão as atitudes irresponsáveis, incentivadas por todos os contraventores atuantes em nosso país, sejam eles clandestinos ou não.
Não consegui descobrir as propostas aperfeiçoantes e includentes dos programas de prevenção e promoção da saúde das parturientes, capaz de assegurar-lhes uma maternidade de menor risco e dotando-lhes de informações e formação tão necessárias ao complexo processo de se sentir mãe.
Não identifico nas palavras dos técnicos e do próprio ministro os compromissos e responsabilidades assumidas em função da grave crise de GESTÃO que atravessa o SUS e que NÃO SERÁ RESOLVIDA com medidas populistas (será que é mesmo o caso?) como a defesa da eliminação dos fetos.
Como pode a vida ser definida como indesejada? Como podemos ser convocados a entender a eliminação de indefesos como a melhor forma de se resolver um problema de saúde?
Lembro dos episódios históricos, de triste lembrança, onde tais argumentos foram deturpados para se eliminar doentes mentais e judeus.
Onde estão os ganhos das sociedades que, infelizmente, aceitaram a eliminação como medida legal? Quais os indicadores de saúde que evoluíram nas mulheres que se submeteram a este irremediável expurgo?
Por que não são trazidos os números que, segundo dizem, embasam a defesa de tão cruel medida como o aborto? Seus defensores, têm medo do que?
14 de nov. de 2007
MOTIVAÇÃO: ficção ou realidade?
Bom Dia!
A motivação é um dos desafios corporativos que, tal qual a Comunicação, sempre pode ser usado por consultores, gestores e empregados para justificar quaisquer defeitos e vícios corporativos, principalmente quando os resultados não são aqueles esperados pelos acionistas ou financiadores!
O problema é que, em geral, existem verdades nestas justificativas apresentadas que, ou nunca são levadas em conta, ou são desprezadas pelos dirigentes por qualquer razão. O fato concreto vem a ser a importância e a compreensão do que é motivação para e dentro de um processo produtivo organizacional.
Motivação não é paternalismo. Ela requer a definição de responsabilidades, de forma clara e transparente e o respeito da corporação ao que foi estabelecido. Sentindo-se responsável e respeitado, o funcionário adquire a base de confiança necessária para ousar, criar e empreender.
Motivação não é pieguice. O funcionário quer e necessita de avaliações, compartilhadas de maneira profissional, permitindo o seu crescimento e corrigindo os desvios de rota. Sabendo de como é avaliado o funcionário ajusta às orientações o seu plano profissional e a soma destas importantes componentes será transformada em resultados.
Motivação não é mundo perfeito. Não é objetivo que todos reconhecem necessário, apenas para em seguida apresentar belas e, por vezes, pomposas desculpas para nunca alcançá-la. Os fatores motivacionais que se encontram sob a governabilidade dos gestores podem e devem ser concretizados. Para ontem, nunca para um amanhã que sabe-se Deus se chegará!
Motivar é reconhecer, conversar, capacitar e corrigir.
O aspecto financeiro sempre está presente, mas nem supre a ausência do respeito e do diálogo e nem assegura, por si só, funcionários motivados.
Em geral as corporações desejam modificar o mundo para ter sucesso, mas esquecem de mudar suas concepções gerenciais quanto à motivação.
Gestores do mundo, acordai!
A motivação é um dos desafios corporativos que, tal qual a Comunicação, sempre pode ser usado por consultores, gestores e empregados para justificar quaisquer defeitos e vícios corporativos, principalmente quando os resultados não são aqueles esperados pelos acionistas ou financiadores!
O problema é que, em geral, existem verdades nestas justificativas apresentadas que, ou nunca são levadas em conta, ou são desprezadas pelos dirigentes por qualquer razão. O fato concreto vem a ser a importância e a compreensão do que é motivação para e dentro de um processo produtivo organizacional.
Motivação não é paternalismo. Ela requer a definição de responsabilidades, de forma clara e transparente e o respeito da corporação ao que foi estabelecido. Sentindo-se responsável e respeitado, o funcionário adquire a base de confiança necessária para ousar, criar e empreender.
Motivação não é pieguice. O funcionário quer e necessita de avaliações, compartilhadas de maneira profissional, permitindo o seu crescimento e corrigindo os desvios de rota. Sabendo de como é avaliado o funcionário ajusta às orientações o seu plano profissional e a soma destas importantes componentes será transformada em resultados.
Motivação não é mundo perfeito. Não é objetivo que todos reconhecem necessário, apenas para em seguida apresentar belas e, por vezes, pomposas desculpas para nunca alcançá-la. Os fatores motivacionais que se encontram sob a governabilidade dos gestores podem e devem ser concretizados. Para ontem, nunca para um amanhã que sabe-se Deus se chegará!
Motivar é reconhecer, conversar, capacitar e corrigir.
O aspecto financeiro sempre está presente, mas nem supre a ausência do respeito e do diálogo e nem assegura, por si só, funcionários motivados.
Em geral as corporações desejam modificar o mundo para ter sucesso, mas esquecem de mudar suas concepções gerenciais quanto à motivação.
Gestores do mundo, acordai!
12 de nov. de 2007
MUDANÇA DE HÁBITO
Bom Dia!
Comentei há alguns dias atrás a pesquisa desenvolvida na Europa e que apontou a simples lavagem das mãos como fator forte na prevenção de infecções respiratórias causadas por vírus.
Dava conta a pesquisa que cerca de 85% dos casos seriam evitáveis apenas lanado-se as mãos por quatro vezes ou mais em cada dia.
Hoje, o periódico italiano "Corriere della Sera", traz duas novas pesquisas conduzidas de forma independente por americanos e australianos, mas que chegaram a uma mesma conclusão: o sedentarismo excessivo implica em riscos à saúde humana nos mesmos níveis do tabagismo!
Por sedentarismo excessivo entenda-se: trabalho sentado, locomoção sentada e televisão por controle remoto. As pessoas que adotam este padrão mostraram no período examinado os MESMOS riscos dos fumantes!
De novo, são os hábitos alimentares e físicos que impactam sobre os agravos. Mais uma vez está sob nossa responsabilidade uma parcela significativa da qualidade de vida que desejamos usufruir.
A Educação em Saúde não é um dever exclusivo dos Sistemas, sejam eles públicos ou privados. Ela deve refletir o conjunto de responsabilidades mapeadas e contratadas entre todos os atores do Setor Saúde: gestores, financiadores e USUÁRIOS!
Direito bem exercido é aquele que decorre de Deveres bem cumpridos. Como usuários, clientes, participantes, consumidores, ou o nome com o qual sejamos conhecidos, não podemos fugir de nossas responsabilidades. Para o nosso próprio bem e para a sobrevivência do Sistema!
Comentei há alguns dias atrás a pesquisa desenvolvida na Europa e que apontou a simples lavagem das mãos como fator forte na prevenção de infecções respiratórias causadas por vírus.
Dava conta a pesquisa que cerca de 85% dos casos seriam evitáveis apenas lanado-se as mãos por quatro vezes ou mais em cada dia.
Hoje, o periódico italiano "Corriere della Sera", traz duas novas pesquisas conduzidas de forma independente por americanos e australianos, mas que chegaram a uma mesma conclusão: o sedentarismo excessivo implica em riscos à saúde humana nos mesmos níveis do tabagismo!
Por sedentarismo excessivo entenda-se: trabalho sentado, locomoção sentada e televisão por controle remoto. As pessoas que adotam este padrão mostraram no período examinado os MESMOS riscos dos fumantes!
De novo, são os hábitos alimentares e físicos que impactam sobre os agravos. Mais uma vez está sob nossa responsabilidade uma parcela significativa da qualidade de vida que desejamos usufruir.
A Educação em Saúde não é um dever exclusivo dos Sistemas, sejam eles públicos ou privados. Ela deve refletir o conjunto de responsabilidades mapeadas e contratadas entre todos os atores do Setor Saúde: gestores, financiadores e USUÁRIOS!
Direito bem exercido é aquele que decorre de Deveres bem cumpridos. Como usuários, clientes, participantes, consumidores, ou o nome com o qual sejamos conhecidos, não podemos fugir de nossas responsabilidades. Para o nosso próprio bem e para a sobrevivência do Sistema!
10 de nov. de 2007
ÉTICA E LUCRO
Boa Tarde!
Muito se discute sobre a relação Capital e Ética, ou mais especificamente, existência de Lucro e Ética. Sinceramente, não vejo conflito.
O fato de se ter Capital e ser um Investidor não impede qualquer ser humano de agir eticamente, tornar-se um vencedor em seu segmento de atuação e crescer enquanto profissional e empresário.
Por outro lado, o fato de não se ter tanto Capital, ou às vezes nenhum, não dá a ninguém o certificado de Ético.
As relações e os negócios que se constroem no mundo corporativo são materiais, exteriores e localizam-se dentro da governabilidade criada pelas vontades de cada um dos indivíduos que as viabilizam.
A Ética brota de dentro de cada ser humano, tem a ver com as suas escolhas e opções tomadas no mais recôndito de sua consciência. Os valores e princípios morais criam facilitadores de ação e dotam o Ser Ético da resistência para superar as dificuldades e vencer os desafios.
Os venais não passam disso: venais. Seus negócios não passam de modismos e suas vitórias são efêmeras e passageiras conquistas.
A Ética cativa. Destaca. Traz Respeito e Transparência.
A Venalidade é arrogante, ameaçadora, fútil.
O Capital e o lucro podem ocorrer num mundo onde os seres humanos sejam éticos.
Mas nenhum capital pode comprar a Ética, nem subjugá-la, nem olvidá-la.
Ela é um Farol, e mesmo nas noites mais escuras, por maior que seja a tempestade ou a bruma que envolva o promontório onde esteja instalada, ela será capaz de fazer brilhar e indicar a melhor e única rota segura às pessoas de boa vontade.
Bom Final de Semana!
Muito se discute sobre a relação Capital e Ética, ou mais especificamente, existência de Lucro e Ética. Sinceramente, não vejo conflito.
O fato de se ter Capital e ser um Investidor não impede qualquer ser humano de agir eticamente, tornar-se um vencedor em seu segmento de atuação e crescer enquanto profissional e empresário.
Por outro lado, o fato de não se ter tanto Capital, ou às vezes nenhum, não dá a ninguém o certificado de Ético.
As relações e os negócios que se constroem no mundo corporativo são materiais, exteriores e localizam-se dentro da governabilidade criada pelas vontades de cada um dos indivíduos que as viabilizam.
A Ética brota de dentro de cada ser humano, tem a ver com as suas escolhas e opções tomadas no mais recôndito de sua consciência. Os valores e princípios morais criam facilitadores de ação e dotam o Ser Ético da resistência para superar as dificuldades e vencer os desafios.
Os venais não passam disso: venais. Seus negócios não passam de modismos e suas vitórias são efêmeras e passageiras conquistas.
A Ética cativa. Destaca. Traz Respeito e Transparência.
A Venalidade é arrogante, ameaçadora, fútil.
O Capital e o lucro podem ocorrer num mundo onde os seres humanos sejam éticos.
Mas nenhum capital pode comprar a Ética, nem subjugá-la, nem olvidá-la.
Ela é um Farol, e mesmo nas noites mais escuras, por maior que seja a tempestade ou a bruma que envolva o promontório onde esteja instalada, ela será capaz de fazer brilhar e indicar a melhor e única rota segura às pessoas de boa vontade.
Bom Final de Semana!
7 de nov. de 2007
SATISFAÇÃO DOS CLIENTES
Bom Dia!
Ando interessado na mais recente polêmica americana, provocada pela pesquisa de satisfação dos clientes promovida pelo Grupo de Seguradoras Well-Point. Num país que vive de pesquisas, como os Estados Unidos, não deveria haver maior repercussão o fato de uma seguradora tão expressiva, desejar saber a opinião dos seus clientes.
O problema é que ela quer saber a opinião dos clientes sobre a qualidade dos... médicos credenciados! E mais, adotando a premissa de que são consumidores como os demais serviços, usa uma base de pesquisa e instituto que acompanha esta questão numa rede de restaurantes!
Já se fala em médicos acionando judicialmente a seguradora contra os prejuízos causados a sua imagem. E olha que a pesquisa ainda nem terminou!
Sem entrar no mérito da visão americana, um tanto arrojada, na falta de termo mais apropriado em meu vocabulário, de mensurar qualidade em Saúde com itens que medem Refeições, esta notícia me reportou ao nosso país num aspecto: aqui, segundo nossos tribunais, somos CONSUMIDORES em Saúde.
Ou seja, detemos as benesses e obrigações do Código de Defesa do Consumidor. Funciona assim: você vai ao médico que escolheu, para fazer o tratamento que avaliou ser mais benéfico e efetivo para você e foi informado do custo total do que o profissional indicou. Sabe o resultado esperado e tem garantia por tempo determinado daquilo que irá acontecer.
Não é assim com você?
Nem comigo. Mas deveria ser porque, afinal, somos consumidores.
Ou será que algo está errado?
Ando interessado na mais recente polêmica americana, provocada pela pesquisa de satisfação dos clientes promovida pelo Grupo de Seguradoras Well-Point. Num país que vive de pesquisas, como os Estados Unidos, não deveria haver maior repercussão o fato de uma seguradora tão expressiva, desejar saber a opinião dos seus clientes.
O problema é que ela quer saber a opinião dos clientes sobre a qualidade dos... médicos credenciados! E mais, adotando a premissa de que são consumidores como os demais serviços, usa uma base de pesquisa e instituto que acompanha esta questão numa rede de restaurantes!
Já se fala em médicos acionando judicialmente a seguradora contra os prejuízos causados a sua imagem. E olha que a pesquisa ainda nem terminou!
Sem entrar no mérito da visão americana, um tanto arrojada, na falta de termo mais apropriado em meu vocabulário, de mensurar qualidade em Saúde com itens que medem Refeições, esta notícia me reportou ao nosso país num aspecto: aqui, segundo nossos tribunais, somos CONSUMIDORES em Saúde.
Ou seja, detemos as benesses e obrigações do Código de Defesa do Consumidor. Funciona assim: você vai ao médico que escolheu, para fazer o tratamento que avaliou ser mais benéfico e efetivo para você e foi informado do custo total do que o profissional indicou. Sabe o resultado esperado e tem garantia por tempo determinado daquilo que irá acontecer.
Não é assim com você?
Nem comigo. Mas deveria ser porque, afinal, somos consumidores.
Ou será que algo está errado?
5 de nov. de 2007
CPMF E SAÚDE PÚBLICA - Parte 2 ?
Bom Dia!
Retoma, nosso Ministro de Estado da Saúde, a defesa sistemática e repetitiva da importância da CPMF para a Saúde pública em nosso país. Chegou a afirmar na quinta feira, dia 01.11 que sem a Contribuição (quase que) Provisória, o SUS precisaria de um transplante múltiplo de órgãos, ou seja, estaria inviabilizado.
Ao mesmo tempo, após os reajustes largamente anunciados pelo Ministro Temporão, o jornal O POVO, de 05.11, nos traz o valor per capita destinado ao gestor estadual do SUS naquela bela unidade federativa: R$ 107,30 POR ANO! É isso mesmo: R$ 8,94 para cuidar de cada cearense por mês! Ou, sendo mais crítico: R$ 0,2981 por DIA!!!
Vale registrar que estes incontáveis recursos distribuídos ocorrem na vigência da CPMF.
Não sei por onde devo começar a chorar: se pelo fato de termos um Ministro de plantão, pró-CPMF, sabendo que o problema do SUS não está neste item, ele é estrutural e requer a definição de responsabilidades para cada um dos atores envolvidos: governo, sociedade, técnicos e população; ou se pela trágica situação de se exigir de um gestor estadual do SUS medidas de promoção, prevenção e reabilitação da Saúde dos cearenses, disponibilizando para este verdadeiro mágico MENOS DE TRINTA CENTAVOS, POR PESSOA, POR DIA!
A declaração do Ministro se deu no dia de Todos os Santos. Como eu não acredito em coincidências, atribuo à Providência divina este fato: é uma dura e exaustiva prova de santidade viver e atuar num país que desperdiça oportunidades em troca de belos discursos; que joga fora suas competências gerenciais em troca de promessas vazias; que prefere usar metáforas para se obter recursos ao invés de angariá-los através dos resultados efetivamente mensurados.
Vai faltar Santo, logo, logo, neste país...
Retoma, nosso Ministro de Estado da Saúde, a defesa sistemática e repetitiva da importância da CPMF para a Saúde pública em nosso país. Chegou a afirmar na quinta feira, dia 01.11 que sem a Contribuição (quase que) Provisória, o SUS precisaria de um transplante múltiplo de órgãos, ou seja, estaria inviabilizado.
Ao mesmo tempo, após os reajustes largamente anunciados pelo Ministro Temporão, o jornal O POVO, de 05.11, nos traz o valor per capita destinado ao gestor estadual do SUS naquela bela unidade federativa: R$ 107,30 POR ANO! É isso mesmo: R$ 8,94 para cuidar de cada cearense por mês! Ou, sendo mais crítico: R$ 0,2981 por DIA!!!
Vale registrar que estes incontáveis recursos distribuídos ocorrem na vigência da CPMF.
Não sei por onde devo começar a chorar: se pelo fato de termos um Ministro de plantão, pró-CPMF, sabendo que o problema do SUS não está neste item, ele é estrutural e requer a definição de responsabilidades para cada um dos atores envolvidos: governo, sociedade, técnicos e população; ou se pela trágica situação de se exigir de um gestor estadual do SUS medidas de promoção, prevenção e reabilitação da Saúde dos cearenses, disponibilizando para este verdadeiro mágico MENOS DE TRINTA CENTAVOS, POR PESSOA, POR DIA!
A declaração do Ministro se deu no dia de Todos os Santos. Como eu não acredito em coincidências, atribuo à Providência divina este fato: é uma dura e exaustiva prova de santidade viver e atuar num país que desperdiça oportunidades em troca de belos discursos; que joga fora suas competências gerenciais em troca de promessas vazias; que prefere usar metáforas para se obter recursos ao invés de angariá-los através dos resultados efetivamente mensurados.
Vai faltar Santo, logo, logo, neste país...
1 de nov. de 2007
E OS RESULTADOS?
Bom Dia!
Estamos acompanhando, nas últimas semanas, todas as negociações e embates envolvendo Governo e líderes da Oposição, com relação à votação da CPMF e das verbas destinadas à Saúde Pública em nosso país. São bilhões de reais envolvidos, necessários e urgentes, pois sem financiamento não há como se consolidar um Sistema Público de Saúde.
O que é surpreendente, para mim, vem a ser a total ausência da discussão dos resultados alcançados pelo SUS. Mesmo com as dificuldades de financiamento, mesmo com os problemas estruturais, mesmo com tudo, certamente se obtiveram melhorias e avanços com a Estratégia adotada há mais de dez anos. Por que não estão sendo apresentados?
Não sou adepto de se perder oportunidades, e lamento profundamente quem as minimiza. Este é um momento único que por conta desta malfadada CPMF que é boa para a Nação, como dizem nossos dirigentes, mas é ruim para o Povo, estamos com a questão do financiamento do SUS na mídia, dia após dia, nos horários mais nobres.
Onde estão os resultados? Por que não aproveitar e mostrar ao povo brasileiro o quanto já se conseguiu, apesar de tudo, e o quanto poderíamos já ter alcançado de melhorias sanitárias, com reflexos sociais, em especial para os que mais necessitam?
Por que tanta demora em se divulgar os indicadores no sistema oficial do Ministério da Saúde (DATASUS)?
Onde estão os resultados?
Estamos acompanhando, nas últimas semanas, todas as negociações e embates envolvendo Governo e líderes da Oposição, com relação à votação da CPMF e das verbas destinadas à Saúde Pública em nosso país. São bilhões de reais envolvidos, necessários e urgentes, pois sem financiamento não há como se consolidar um Sistema Público de Saúde.
O que é surpreendente, para mim, vem a ser a total ausência da discussão dos resultados alcançados pelo SUS. Mesmo com as dificuldades de financiamento, mesmo com os problemas estruturais, mesmo com tudo, certamente se obtiveram melhorias e avanços com a Estratégia adotada há mais de dez anos. Por que não estão sendo apresentados?
Não sou adepto de se perder oportunidades, e lamento profundamente quem as minimiza. Este é um momento único que por conta desta malfadada CPMF que é boa para a Nação, como dizem nossos dirigentes, mas é ruim para o Povo, estamos com a questão do financiamento do SUS na mídia, dia após dia, nos horários mais nobres.
Onde estão os resultados? Por que não aproveitar e mostrar ao povo brasileiro o quanto já se conseguiu, apesar de tudo, e o quanto poderíamos já ter alcançado de melhorias sanitárias, com reflexos sociais, em especial para os que mais necessitam?
Por que tanta demora em se divulgar os indicadores no sistema oficial do Ministério da Saúde (DATASUS)?
Onde estão os resultados?
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