Bom Dia!
O líder máximo da Igreja Católica, Papa Bento XVI, retoma na Itália a importante discussão acerca do aborto, sob a lógica da proteção da vida e não do poder sobre o corpo feminino, como priorizam os defensores dos métodos abortivos. Ele agrega a esta importante ação dos católicos, a venda na Itália de fármacos prescritos com a finalidade abortiva, clamando os farmacêuticos à objeção de suas consciências.
A preocupação do Santo Padre está focada sobre um país onde a venda destes remédios só pode ocorrer mediante prescrição médica, na forma da Lei vigente na Itália. A Federação que representa as farmácias (FEDERMA), alega não poder adotar nenhuma ação sem que haja "modificação da Lei". Ou seja, se a vida está sendo atacada por uma lacuna da legislação, os farmacêuticos italianos seguirão cumprindo as ordens, ainda que sabedores do imenso morticídio que será causado pela ingestão destes fármacos.
A situação de Saúde das gestantes que fazem uso destas drogas abortivas não é tema analisado pela FEDERMA, mesmo com a precisa provocação do Papa. A qualidade de vida pós-aborto, sob os aspectos físico e mental destas mulheres, também não.
Se a vida dos fetos, uma preciosa vida humana, não é mais o centro das discussões entre os defensores do aborto, o que mais podemos esperar?
A banalização da violência e da morte está cada vez mais nos levando à insensibilidade e frieza para com os nossos semelhantes. Esquecemos que, cada um de nós, pode e deve levar estas discussões para nossos grupos e locais de atuação, sem aderirmos aos modismos ou sem esquecermos as sólidas bases sobre as quais deve ser construído um mundo igualitário e justo. Certamente, o aborto não traz nenhuma justiça. Pelo menos, no pouco que entendo de leis, para os fetos assassinados.
GESTÃO DE PROCESSOS, DE PESSOAS, DE RECURSOS. POLÍTICA E ÉTICA NA SAÚDE E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DE TODOS OS QUE TRILHAM, OU DESEJAM PERCORRER O DESAFIANTE CAMINHO DA ADMINISTRAÇÃO.
30 de out. de 2007
29 de out. de 2007
OPERAÇÃO MÃOS LIMPAS
Bom Dia!
O título não se reporta a nenhuma operação da Polícia Federal. Tampouco tem a ver com questões de corrupção ou similares, no Brasil ou no mundo. Em verdade, as mãos limpas se constituem na principal estratégia preventiva contra as Infecções Respiratórias causadas por vírus, chegando a evitar a sua ocorrência em 80% dos casos!
O Estudo foi realizado pelo pesquisador Tom Jefferson, um dos mais de 11 mil colaboradores do Instituto inglês de pesquisas Cochrane Collaboration (http://www.cochrane.org/), que buscam evidências e comprovações para diversas intervenções em Saúde.
O cientista assegura que vasculhou diversas análises de uma população de 2.300 trabalhadores, dentre os anos de 1950 a 2000, constatando a força da lavagem das mãos na prevenção destes processos infecciosos. Afirma que, embora não haja um estudo cientifico sobre a quantidade correta, pode estimar que entre quatro e dez vezes por dia é um número razoável para se assegurar a higienização necessária.
Lavar as mãos, com sabão neutro ou anti-séptico, é a principal estratégia de prevenção.
Sem equipamentos. Sem medicamentos. Atenção primária e mudança de costumes.
Saúde, apenas isto.
O título não se reporta a nenhuma operação da Polícia Federal. Tampouco tem a ver com questões de corrupção ou similares, no Brasil ou no mundo. Em verdade, as mãos limpas se constituem na principal estratégia preventiva contra as Infecções Respiratórias causadas por vírus, chegando a evitar a sua ocorrência em 80% dos casos!
O Estudo foi realizado pelo pesquisador Tom Jefferson, um dos mais de 11 mil colaboradores do Instituto inglês de pesquisas Cochrane Collaboration (http://www.cochrane.org/), que buscam evidências e comprovações para diversas intervenções em Saúde.
O cientista assegura que vasculhou diversas análises de uma população de 2.300 trabalhadores, dentre os anos de 1950 a 2000, constatando a força da lavagem das mãos na prevenção destes processos infecciosos. Afirma que, embora não haja um estudo cientifico sobre a quantidade correta, pode estimar que entre quatro e dez vezes por dia é um número razoável para se assegurar a higienização necessária.
Lavar as mãos, com sabão neutro ou anti-séptico, é a principal estratégia de prevenção.
Sem equipamentos. Sem medicamentos. Atenção primária e mudança de costumes.
Saúde, apenas isto.
26 de out. de 2007
PARA PENSAR...
Bom Dia!
Às vezes somos surpreendidos na vida corporativa com decisões e políticas que fogem por completo de nossa compreensão. Parecem algo estranho e, normalmente, produzem resultados estranhos.
Um gestor profissional deve saber conviver com frustrações e decepções. Mas nos tempos atuais, ele deve ser capaz de, rapidamente, superar suas angústias e transformar expectativas e medos em combustível para o seu 'motor da criatividade'.
Recursos escassos, necessidades crescentes, competências ausentes.
Sem a capacidade de gerar soluções alternativas que não fujam dos princípios éticos e nem dos resultados estratégicos, o que restará ao gestor?
Por isso, para que o fim de semana comece tal qual devem ser os dias dos gestores profissionais, deixo-lhes uma frase de um gênio da comunicação como reflexão:
"Dificuldade é a única desculpa que a história jamais aceita".
(Edward R. Murrow).
Às vezes somos surpreendidos na vida corporativa com decisões e políticas que fogem por completo de nossa compreensão. Parecem algo estranho e, normalmente, produzem resultados estranhos.
Um gestor profissional deve saber conviver com frustrações e decepções. Mas nos tempos atuais, ele deve ser capaz de, rapidamente, superar suas angústias e transformar expectativas e medos em combustível para o seu 'motor da criatividade'.
Recursos escassos, necessidades crescentes, competências ausentes.
Sem a capacidade de gerar soluções alternativas que não fujam dos princípios éticos e nem dos resultados estratégicos, o que restará ao gestor?
Por isso, para que o fim de semana comece tal qual devem ser os dias dos gestores profissionais, deixo-lhes uma frase de um gênio da comunicação como reflexão:
"Dificuldade é a única desculpa que a história jamais aceita".
(Edward R. Murrow).
24 de out. de 2007
MODELO DE ATENÇÃO OU MODELO DE GESTÃO?
Bom Dia!
Os jornais do Rio de Janeiro, em especial O GLOBO de hoje, vem denunciando há diversos dias as precárias condições de trabalho oferecidas aos médicos nos hospitais do SUS existentes na baixada fluminense. Hoje destacam, na matéria "DOUTORES DO IMPROVISO" (Pág. 16), as diversas peripécias e malabarismos feitos para se atender aos traumatizados em locais onde se falta de medicamentos a materiais, de leitos a equipamentos.
Preocupa-me a vinculação destas faltas, perigosas e lamentáveis, sobretudo para a população carente, ao modelo de Saúde adotado pelo SUS. Quando se conversa com a população que lê tãos prestigiados jornais, a revolta está dirigida contra o sistema e o modelo de Saúide Pública adotado. Mas, será esta a questão, a causa principal de tantos problemas?
O Modelo de Atenção primária busca solucionar e evitar o sofrimento. Entende que o agravo é uma manifestação física da pessoa que sofre e, assim, busca identificar e tratar, ou evitar, as causas e forças que levam um ser humano a tamanho estado de sofrimento individual e coletivo.
Nunca li nenhum documento, artigo ou comentário que aborde o retrocesso das técnicas, para se caracterizar a Atenção Primária como eficiente, ou o abandono das novas tecnologias que possuam evidências científicas, ou a má remuneração dos profissionais (não apenas os médicos), como requisitos do modelo.
Jamais vi qualquer estudioso defender o uso das furadeiras, martelos e goivas, instrumentos da construção civil, nas cirurgias neurológicas ou ortopédicas, fatos denunciados pelo periódico citado acima, como consequência ou exigência de um modelo de atenção integral à Saúde. Então, porque se misturam tais fatos, repito, condenáveis e lamentáveis, com a concepção de um modelo tão avançado?
Por que existe uma grande e coletiva omissão nacional: a discussão da GESTÃO e a atribuição de responsabilidades e penalidades devidas.
Perde-se considerável tempo em avaliação sobre o segmento que funciona, onde seus gestores são cobrados e devem apresentar resultados, onde seus clientes têm a liberdade de sair para outro local se não estão satisfeitos, onde se avança apesar das falhas que existem e devem ser corrigidas. Sobre a Saúde Suplementar se debate e fala, do Ministro da Saúde ao técnico da ANS. Mas, e a gestão do SUS? Desculpem-me, e a Gestão da Saúde Pública brasileira? Norma constitucional exige que ela seja de qualidade, quer dizer, tenha uma gestão profissional e apresente resultados dignos.
Onde está a discussão da Academia? Por que niguém propõe a criação de uma Procuradoria de Defesa dos Cidadãos (o PROCON do setor público), para defender tantos interesses afetados pela má gestão?
Por que não consegui ler nenhum Edital do Conselho Regional do Rio sobre este assunto?
Quando teremos coragem de discutir a GESTÃO, que é uma das causas principais dos problemas do SUS, ao invés de nos refugiarmos nos efeitos de suas falhas?
Os jornais do Rio de Janeiro, em especial O GLOBO de hoje, vem denunciando há diversos dias as precárias condições de trabalho oferecidas aos médicos nos hospitais do SUS existentes na baixada fluminense. Hoje destacam, na matéria "DOUTORES DO IMPROVISO" (Pág. 16), as diversas peripécias e malabarismos feitos para se atender aos traumatizados em locais onde se falta de medicamentos a materiais, de leitos a equipamentos.
Preocupa-me a vinculação destas faltas, perigosas e lamentáveis, sobretudo para a população carente, ao modelo de Saúde adotado pelo SUS. Quando se conversa com a população que lê tãos prestigiados jornais, a revolta está dirigida contra o sistema e o modelo de Saúide Pública adotado. Mas, será esta a questão, a causa principal de tantos problemas?
O Modelo de Atenção primária busca solucionar e evitar o sofrimento. Entende que o agravo é uma manifestação física da pessoa que sofre e, assim, busca identificar e tratar, ou evitar, as causas e forças que levam um ser humano a tamanho estado de sofrimento individual e coletivo.
Nunca li nenhum documento, artigo ou comentário que aborde o retrocesso das técnicas, para se caracterizar a Atenção Primária como eficiente, ou o abandono das novas tecnologias que possuam evidências científicas, ou a má remuneração dos profissionais (não apenas os médicos), como requisitos do modelo.
Jamais vi qualquer estudioso defender o uso das furadeiras, martelos e goivas, instrumentos da construção civil, nas cirurgias neurológicas ou ortopédicas, fatos denunciados pelo periódico citado acima, como consequência ou exigência de um modelo de atenção integral à Saúde. Então, porque se misturam tais fatos, repito, condenáveis e lamentáveis, com a concepção de um modelo tão avançado?
Por que existe uma grande e coletiva omissão nacional: a discussão da GESTÃO e a atribuição de responsabilidades e penalidades devidas.
Perde-se considerável tempo em avaliação sobre o segmento que funciona, onde seus gestores são cobrados e devem apresentar resultados, onde seus clientes têm a liberdade de sair para outro local se não estão satisfeitos, onde se avança apesar das falhas que existem e devem ser corrigidas. Sobre a Saúde Suplementar se debate e fala, do Ministro da Saúde ao técnico da ANS. Mas, e a gestão do SUS? Desculpem-me, e a Gestão da Saúde Pública brasileira? Norma constitucional exige que ela seja de qualidade, quer dizer, tenha uma gestão profissional e apresente resultados dignos.
Onde está a discussão da Academia? Por que niguém propõe a criação de uma Procuradoria de Defesa dos Cidadãos (o PROCON do setor público), para defender tantos interesses afetados pela má gestão?
Por que não consegui ler nenhum Edital do Conselho Regional do Rio sobre este assunto?
Quando teremos coragem de discutir a GESTÃO, que é uma das causas principais dos problemas do SUS, ao invés de nos refugiarmos nos efeitos de suas falhas?
22 de out. de 2007
CUIDEM DA AGENDA DO MINISTRO!
Bom Dia!
O Ministro da Saúde Temporão declarou que vai mudar a Lei 9656/98 (não sei mais qual é o número da versão a que ele se refere, pois já perdi estas contas há muitos anos), para aumentar o recolhimento ao SUS dos planos de saúde. É aquele negócio que diz não ser, o brasileiro que possui um plano privado, cidadão em sua plenitude. Se você quer ser cidadão, não tenha plano de saúde. Se tiver, então não pode usufruir dos seus direitos de cidadão. Não entendeu? Nem eu. Mas, é a lei vigente. Obedeçamos.
Pois bem, estamos no auge de uma epidemia de dengue que nossos governantes não conheciam! As verbas para o SUS funcionam como uma sanfona: nas promessas, vêm; na realidade, vão. O ACESSO ao sistema continua problemático em todo o país.
Vou parar por aqui, afinal hoje é segunda-feira! Vamos esperar uma semana mais amena, não é?
E a agenda do Ministro prioriza o aumento da questão do ressarcimento!
Ou seja, não dá uma sensação de que a idéia principal não passa por aperfeiçoar o que tem problemas, mas sim gerar problemas no que está funcionando? Não estou defendendo os equívocos e erros das operadoras. Existem e devem ser rechaçados com firmeza. Mas, sinceramente, será que o Ministro não deveria ter outras prioridades em sua agenda?
Por favor, cuidem da agenda do homem. Ela precisa ser positiva e construtiva. Deixem o Ministro apresentar resultados, pois seu pensar já está mais do que conhecido após tantos discursos!
O Ministro da Saúde Temporão declarou que vai mudar a Lei 9656/98 (não sei mais qual é o número da versão a que ele se refere, pois já perdi estas contas há muitos anos), para aumentar o recolhimento ao SUS dos planos de saúde. É aquele negócio que diz não ser, o brasileiro que possui um plano privado, cidadão em sua plenitude. Se você quer ser cidadão, não tenha plano de saúde. Se tiver, então não pode usufruir dos seus direitos de cidadão. Não entendeu? Nem eu. Mas, é a lei vigente. Obedeçamos.
Pois bem, estamos no auge de uma epidemia de dengue que nossos governantes não conheciam! As verbas para o SUS funcionam como uma sanfona: nas promessas, vêm; na realidade, vão. O ACESSO ao sistema continua problemático em todo o país.
Vou parar por aqui, afinal hoje é segunda-feira! Vamos esperar uma semana mais amena, não é?
E a agenda do Ministro prioriza o aumento da questão do ressarcimento!
Ou seja, não dá uma sensação de que a idéia principal não passa por aperfeiçoar o que tem problemas, mas sim gerar problemas no que está funcionando? Não estou defendendo os equívocos e erros das operadoras. Existem e devem ser rechaçados com firmeza. Mas, sinceramente, será que o Ministro não deveria ter outras prioridades em sua agenda?
Por favor, cuidem da agenda do homem. Ela precisa ser positiva e construtiva. Deixem o Ministro apresentar resultados, pois seu pensar já está mais do que conhecido após tantos discursos!
19 de out. de 2007
TROPA DE ELITE
Bom Dia!
Eu não sei se o filme "Tropa de Elite" está alcançando o sucesso de bilheteria esperado por seus produtores. Também não conheço pesquisa sobre a reação do público ao bem elaborado roteiro. O filme é duro, chegando mesmo a ser cruel, mas procura retratar um mundo que existe e está sendo esquecido pelos governantes brasileiros: a república paralela do tráfico.
O que eu gostaria mesmo, era de que formássemos uma equipe de elite no Setor de Saúde Suplementar! Voltada para os interesses comuns, tendo como foco o cliente e fundamentada em princípios e objetivos éticos-estratégicos previamente acordados por todos os atores num grande pacto pela sobrevivência do setor!
Menos discursos, mais propostas.
Menos palanques, mais mesas de negociação.
Menos ameaças, mais resultados.
Os integrantes da Equipe de Elite da Saúde seriam chamados de "corações" e conseguiriam afastar os maus profissionais e seus condenáveis hábitos.
Hoje é sexta-feira.
Deve ser por isso que deu esta vontade de sonhar...
Eu não sei se o filme "Tropa de Elite" está alcançando o sucesso de bilheteria esperado por seus produtores. Também não conheço pesquisa sobre a reação do público ao bem elaborado roteiro. O filme é duro, chegando mesmo a ser cruel, mas procura retratar um mundo que existe e está sendo esquecido pelos governantes brasileiros: a república paralela do tráfico.
O que eu gostaria mesmo, era de que formássemos uma equipe de elite no Setor de Saúde Suplementar! Voltada para os interesses comuns, tendo como foco o cliente e fundamentada em princípios e objetivos éticos-estratégicos previamente acordados por todos os atores num grande pacto pela sobrevivência do setor!
Menos discursos, mais propostas.
Menos palanques, mais mesas de negociação.
Menos ameaças, mais resultados.
Os integrantes da Equipe de Elite da Saúde seriam chamados de "corações" e conseguiriam afastar os maus profissionais e seus condenáveis hábitos.
Hoje é sexta-feira.
Deve ser por isso que deu esta vontade de sonhar...
16 de out. de 2007
BIG BROTHER DA SAÚDE!
Bom Dia!
O uso criativo e adequado das tecnologias (falamos sempre do conhecimento e dos equipamentos) sempre dará resultados satisfatórios e positivos para os clientes e os sistemas de saúde. Sempre!
Prova disso é a nova moda européia, que espero rapidamente seja mundial, de uma espécie de "Big Brother" voltado para aqueles que desejam deixar de fumar! A novidade está no site:http://www.fixnixer.com/, pertencente ao State Tobacco Education and Prevention Partnership (STEPP), que acolhe e cadastra fumantes desejosos de suspender esta silenciosa e traiçoeira dependência, passando a monitorar através dos celulares e por interatividade via internet, as vidas diárias dos que aderiram ao programa.
São torpedos, enquetes e respostas, voltadas às razões da vontade de fumar, as atividades mecânicas que estão provocando o desejo de acender um cigarro e coisas similares que, em tempo real, serão acompanhadas e orientadas as atitudes corretas para se superar a vontade.
Os hábitos de vida e as informações são tratadas de forma sigilosa. O paciente não é tratado como mais um e recebe atendimento que, penso, podemos qualificar de personalizado.
É a necessidade em saúde pautando a tecnologia! Que bom! Em especial em tempos onde as tecnologias geram pretensas necessidades...
A ferramenta faz parte do programa de controle da Saúde Pública do Estado do Colorado (EUA) (E-mail: stepprpt@state.co.us ), e a idéia vale a pena ser copiada e mesmo ampliada para outros tipos de cuidados.
Se nós soubermos criar, com foco em saúde, o cliente estará contemplado e encantado com nossa organização.
Cliente feliz sente tanta necessidade de mudar de sistema?
O uso criativo e adequado das tecnologias (falamos sempre do conhecimento e dos equipamentos) sempre dará resultados satisfatórios e positivos para os clientes e os sistemas de saúde. Sempre!
Prova disso é a nova moda européia, que espero rapidamente seja mundial, de uma espécie de "Big Brother" voltado para aqueles que desejam deixar de fumar! A novidade está no site:http://www.fixnixer.com/, pertencente ao State Tobacco Education and Prevention Partnership (STEPP), que acolhe e cadastra fumantes desejosos de suspender esta silenciosa e traiçoeira dependência, passando a monitorar através dos celulares e por interatividade via internet, as vidas diárias dos que aderiram ao programa.
São torpedos, enquetes e respostas, voltadas às razões da vontade de fumar, as atividades mecânicas que estão provocando o desejo de acender um cigarro e coisas similares que, em tempo real, serão acompanhadas e orientadas as atitudes corretas para se superar a vontade.
Os hábitos de vida e as informações são tratadas de forma sigilosa. O paciente não é tratado como mais um e recebe atendimento que, penso, podemos qualificar de personalizado.
É a necessidade em saúde pautando a tecnologia! Que bom! Em especial em tempos onde as tecnologias geram pretensas necessidades...
A ferramenta faz parte do programa de controle da Saúde Pública do Estado do Colorado (EUA) (E-mail: stepprpt@state.co.us ), e a idéia vale a pena ser copiada e mesmo ampliada para outros tipos de cuidados.
Se nós soubermos criar, com foco em saúde, o cliente estará contemplado e encantado com nossa organização.
Cliente feliz sente tanta necessidade de mudar de sistema?
15 de out. de 2007
GESTÃO EM SAÚDE EM PAUTA
Boa Tarde!
A 37a. Convenção Nacional das UNIMED's, que se inicia hoje na aprazível cidade de Natal - RN., traz um tema inusitado em tais eventos: a Gestão e a busca de excelência em Saúde. Quando uma operadora de mercado, incontestável líder no segmento, abre espaço para que evento desta dimensão debata erros e acertos, táticas para o hoje e estratégias para o amanhã, voltamos a respirar aliviados: ainda há uma chance para a Saúde Suplementar em nosso país!
Se esta discussão conseguir ser desenvolvida sem maniqueísmos, com foco estratégico e visão sistêmica, um grande passo para a qualificação do Setor terá sido dado!
É algo para ser parabenizado e, largamente, imitado!
A 37a. Convenção Nacional das UNIMED's, que se inicia hoje na aprazível cidade de Natal - RN., traz um tema inusitado em tais eventos: a Gestão e a busca de excelência em Saúde. Quando uma operadora de mercado, incontestável líder no segmento, abre espaço para que evento desta dimensão debata erros e acertos, táticas para o hoje e estratégias para o amanhã, voltamos a respirar aliviados: ainda há uma chance para a Saúde Suplementar em nosso país!
Se esta discussão conseguir ser desenvolvida sem maniqueísmos, com foco estratégico e visão sistêmica, um grande passo para a qualificação do Setor terá sido dado!
É algo para ser parabenizado e, largamente, imitado!
TELEMEDICINA VERSUS VIVER...
Boa Tarde!
Proliferam artigos em toda a mídia acerca dos avanços na telemedicina. É o fim das barreiras, o acesso on-line às técnicas, equipamentos e novos exames! Tudo apresentado como sendo o maior avanço na saúde dos últimos anos. Será?
Nada a discutir quanto ao avanço dos equipamentos na medicina. Importantes e atuais, devem mesmo ser avaliados e, onde efetivos, incorporados aos sistemas de saúde públicos e privados. Mas, para os seres humanos, a questão da tecnologia tem a necessidade de ir mais além.
Devemos retomar os princípios de Hipócrates, datados de 400 a.C., e que apontam no equilíbrio de nossas vidas o fator primordial na preservação da saúde de cada um.
"Dentre vários remédios eficazes, escolham o menos sensacional", citava o verdadeiro criador da medicina fundamentada em ciência e não em superstição, há cerca de 2.500 anos atrás! Sem modismos, sem exageros, sem pirotecnias!
Viver é o segredo. Viver bem é a grande e única solução.
O equilíbrio, a busca da paz interior, a harmonia entre as dimensões material e espiritual, o bem coletivo, deviam ser as metas mais importantes para a nossa existência. E através delas teríamos reduzido de forma significativa a grande causa do adoecimento: o sofrimento humano!
Onde estão os artigos a respeito?
Em que horário ocorrem os programas de televisão, ou rádio, que tratam destes temas?
Ou será que eles não são rentáveis à mídia?
Ou será que nós, pacientes-clientes não estamos exigindo que eles sejam rentáveis?
É fácil transferir-se a responsabilidade para máquinas e equipamentos de última geração. Estes não falam, não pensam, mas causam uma grande impressão aos neófitos.
O problema é que, apesar de toda a pirotecnia, as máquinas não curam o que não é físico. Aliás, nem mesmo a dor física conseguem amenizar.
O equilíbrio deve vir em primeiro. A habilidade do técnico em saúde como complementar.
O resto... Ah! O resto!
Proliferam artigos em toda a mídia acerca dos avanços na telemedicina. É o fim das barreiras, o acesso on-line às técnicas, equipamentos e novos exames! Tudo apresentado como sendo o maior avanço na saúde dos últimos anos. Será?
Nada a discutir quanto ao avanço dos equipamentos na medicina. Importantes e atuais, devem mesmo ser avaliados e, onde efetivos, incorporados aos sistemas de saúde públicos e privados. Mas, para os seres humanos, a questão da tecnologia tem a necessidade de ir mais além.
Devemos retomar os princípios de Hipócrates, datados de 400 a.C., e que apontam no equilíbrio de nossas vidas o fator primordial na preservação da saúde de cada um.
"Dentre vários remédios eficazes, escolham o menos sensacional", citava o verdadeiro criador da medicina fundamentada em ciência e não em superstição, há cerca de 2.500 anos atrás! Sem modismos, sem exageros, sem pirotecnias!
Viver é o segredo. Viver bem é a grande e única solução.
O equilíbrio, a busca da paz interior, a harmonia entre as dimensões material e espiritual, o bem coletivo, deviam ser as metas mais importantes para a nossa existência. E através delas teríamos reduzido de forma significativa a grande causa do adoecimento: o sofrimento humano!
Onde estão os artigos a respeito?
Em que horário ocorrem os programas de televisão, ou rádio, que tratam destes temas?
Ou será que eles não são rentáveis à mídia?
Ou será que nós, pacientes-clientes não estamos exigindo que eles sejam rentáveis?
É fácil transferir-se a responsabilidade para máquinas e equipamentos de última geração. Estes não falam, não pensam, mas causam uma grande impressão aos neófitos.
O problema é que, apesar de toda a pirotecnia, as máquinas não curam o que não é físico. Aliás, nem mesmo a dor física conseguem amenizar.
O equilíbrio deve vir em primeiro. A habilidade do técnico em saúde como complementar.
O resto... Ah! O resto!
11 de out. de 2007
A SAÚDE EM CASA.
Bom dia!
O Brasil é o país do mundo que mais cresce na questão tecnológica, conforme divulgaram amplamente diversos meios durante esta semana. A entrada de estações domésticas na rede mundial, bem como a informatização estão na ordem do dia em discussões das cúpulas empresariais, ou outras desenvolvidas numa mesa de boteco (com certeza bem mais aprazível e menos tensa!).
Olhando a questão sob o aspecto da mudança cultural, ou mesmo da inclusão digital, só alegria e otimismo! Sob o prisma da saúde um novo desafio: por que não conseguimos viabilizar a ida do nosso sistema assistencial até o usuário, ao invés de continuarmos com o conceito de vinculação exclusivamente sob o aspecto físico ou geográfico?
Em grandes capitais, como o Rio de Janeiro, quantas ações não podem ser desenvolvidas, com foco em saúde e resultados sanitários e econômicos (bom para todas as partes), sem que se faça necessário o comparecimento ou deslocamento físico dos pacientes?
Levemos a Saúde para a casa dos nossos clientes (e as suas famílias), ao invés de insistirmos (apenas) nas atividades presenciais. Onde estas forem absolutamente necessárias, procuremos usar todos os recursos e informações que a inclusão digital propicia.
Novos desafios, novas fórmulas. O que deve ser rígido é o princípio, nunca a ferramenta de gestão!
O Brasil é o país do mundo que mais cresce na questão tecnológica, conforme divulgaram amplamente diversos meios durante esta semana. A entrada de estações domésticas na rede mundial, bem como a informatização estão na ordem do dia em discussões das cúpulas empresariais, ou outras desenvolvidas numa mesa de boteco (com certeza bem mais aprazível e menos tensa!).
Olhando a questão sob o aspecto da mudança cultural, ou mesmo da inclusão digital, só alegria e otimismo! Sob o prisma da saúde um novo desafio: por que não conseguimos viabilizar a ida do nosso sistema assistencial até o usuário, ao invés de continuarmos com o conceito de vinculação exclusivamente sob o aspecto físico ou geográfico?
Em grandes capitais, como o Rio de Janeiro, quantas ações não podem ser desenvolvidas, com foco em saúde e resultados sanitários e econômicos (bom para todas as partes), sem que se faça necessário o comparecimento ou deslocamento físico dos pacientes?
Levemos a Saúde para a casa dos nossos clientes (e as suas famílias), ao invés de insistirmos (apenas) nas atividades presenciais. Onde estas forem absolutamente necessárias, procuremos usar todos os recursos e informações que a inclusão digital propicia.
Novos desafios, novas fórmulas. O que deve ser rígido é o princípio, nunca a ferramenta de gestão!
9 de out. de 2007
PROFISSIONAIS EM SAÚDE
Boa Tarde!
O tema é recorrente. O País possui a cada ano, mais e mais profissionais de saúde. E por onde andamos não cansamos de presenciar conselhos, associações e outras entidades denunciando a falta de fiscalização, bem como de critérios, para tantos cursos superiores neste segmento.
Também não é tão raro, infelizmente, as denúncias contra erros cometidos por estes profissionais, em diversas formações.
Às vezes fica a sensação de que estamos acomodados com este ciclo: discute-se, nada é feito; denuncia-se, nada é feito; chora-se, um pouco de comoção e nada mais é feito até o próximo ciclo vicioso ter início.
A Saúde é um Setor fascinante. Complexo, mas que não tolhe de nenhum profissional sua criatividade. Exigente, porém capaz de permitir o crescimento individual e da equipe, sempre com reflexos positivos para os clientes.
O que falta? Vontade, apenas e isto tudo!
Vontade de aprimorar os processos, quebrar os preconceitos de uma nova negociação, ousar na fiscalização, ser mais rigoroso com a prática, incentivar a qualidade pela livre concorrência e nunca a concentração em nome da qualidade! Estes, dentre outros, são pontos de convergência para todos os profissionais e organizações sérias que atuam em nosso país.
Necessitamos, contudo, de começar. Por algo que seja menos controverso, apenas para adquirirmos o suave costume da negociação construtiva, ao invés da triste disputa pela supressão recíproca, que parece ser prevalente em nossos tempos.
O tema é recorrente. O País possui a cada ano, mais e mais profissionais de saúde. E por onde andamos não cansamos de presenciar conselhos, associações e outras entidades denunciando a falta de fiscalização, bem como de critérios, para tantos cursos superiores neste segmento.
Também não é tão raro, infelizmente, as denúncias contra erros cometidos por estes profissionais, em diversas formações.
Às vezes fica a sensação de que estamos acomodados com este ciclo: discute-se, nada é feito; denuncia-se, nada é feito; chora-se, um pouco de comoção e nada mais é feito até o próximo ciclo vicioso ter início.
A Saúde é um Setor fascinante. Complexo, mas que não tolhe de nenhum profissional sua criatividade. Exigente, porém capaz de permitir o crescimento individual e da equipe, sempre com reflexos positivos para os clientes.
O que falta? Vontade, apenas e isto tudo!
Vontade de aprimorar os processos, quebrar os preconceitos de uma nova negociação, ousar na fiscalização, ser mais rigoroso com a prática, incentivar a qualidade pela livre concorrência e nunca a concentração em nome da qualidade! Estes, dentre outros, são pontos de convergência para todos os profissionais e organizações sérias que atuam em nosso país.
Necessitamos, contudo, de começar. Por algo que seja menos controverso, apenas para adquirirmos o suave costume da negociação construtiva, ao invés da triste disputa pela supressão recíproca, que parece ser prevalente em nossos tempos.
4 de out. de 2007
CONCENTRAÇÃO OU COMPETÊNCIA?
Boa Tarde!
Não é tão incomum encontrarmos grandes debates (e outros tão bons debatedores), cujo tema central simplesmente inexiste! Explico-me: argumentos elaboradamente construídos, belas figuras de retórica, aveludadas vozes, tudo na mais perfeita construção para se discutir sobre algo que é pior do que uma idéia superada - a idéia viciada.
A centralização, o monopólio em quaisquer mercados, por exemplo, é uma destas idéias prá lá de viciadas e puídas. Quando se teme a concorrência, evita-se a análise e identificação de competências, em especial em outras organizações diferentes daquela monopolista.
Aquele que quer para si só o mercado não é um ousado empresário. Ou teme o que não quer ver em sua própria empresa, ou já tem certeza do que verá nas empresas concorrentes.
O monopólio é burro, cego e superado.
O monopolista passa um atestado de incompetência vitalício. Um retrocesso na vida empresarial e, pior, na do cliente.
Vale isto tanto para um mercado de automóveis quanto para o setor de Saúde, seja este último o segmento de hospitais, seja o de laboratórios.
A concorrência livre, saudável e voltada para a qualificação de resultados garante a ampliação dos mercados e a adesão dos clientes. O monopólio, a ditadura empresarial, restringe e elimina a competência, empobrece os produtos e afasta aqueles a quem devemos encontar: nossos clientes!
Não é tão incomum encontrarmos grandes debates (e outros tão bons debatedores), cujo tema central simplesmente inexiste! Explico-me: argumentos elaboradamente construídos, belas figuras de retórica, aveludadas vozes, tudo na mais perfeita construção para se discutir sobre algo que é pior do que uma idéia superada - a idéia viciada.
A centralização, o monopólio em quaisquer mercados, por exemplo, é uma destas idéias prá lá de viciadas e puídas. Quando se teme a concorrência, evita-se a análise e identificação de competências, em especial em outras organizações diferentes daquela monopolista.
Aquele que quer para si só o mercado não é um ousado empresário. Ou teme o que não quer ver em sua própria empresa, ou já tem certeza do que verá nas empresas concorrentes.
O monopólio é burro, cego e superado.
O monopolista passa um atestado de incompetência vitalício. Um retrocesso na vida empresarial e, pior, na do cliente.
Vale isto tanto para um mercado de automóveis quanto para o setor de Saúde, seja este último o segmento de hospitais, seja o de laboratórios.
A concorrência livre, saudável e voltada para a qualificação de resultados garante a ampliação dos mercados e a adesão dos clientes. O monopólio, a ditadura empresarial, restringe e elimina a competência, empobrece os produtos e afasta aqueles a quem devemos encontar: nossos clientes!
2 de out. de 2007
A IDÉIA DO BEM.
Boa Tarde!
Relendo Platão (A República), encontro-me de novo com sua sabedoria imensa e atual, quanto à importância da busca constante do BEM. Este Bem, oposição ao estado do Mal, pode e deve ser usado por todos nós em cada campo de atuação pessoal e profissional.
A Saúde possui, no Estado do Rio de Janeiro, incontáveis profissionais, dos mais diversos ramos competentes e dedicados as suas atividades. Entretanto, preponderam as divergências, as pautas de discussão são capitaneadas pelos desencontros, pouco se explora o que se tem de consenso.
Neste ritmo de desencontro, a soma das competências individuais não resulta numa grande competência de mercado! O Rio de Janeiro perde, os clientes e usuários dos Sistemas de Saúde perdem, ninguém ganha.
Se conseguirmos colocar a busca pelo bem comum como objetivo prioritário às realizações pessoais, poderemos mudar esta história. E não apenas no mercado carioca!
Por que não buscarmos um grande pacto pela Saúde, aprofundando e consolidando os aspectos convergentes, enquanto desenvolvemos solidez técnica e negocial para minimizarmos as divergências?
Para os que achem ser quimérica esta questão, gostaria de lembrá-los que a busca do bem, declarada como inerente ao homem por Platão, também foi tida como utópica pelos poderosos da época.
O que busca a sociedade hoje?
Relendo Platão (A República), encontro-me de novo com sua sabedoria imensa e atual, quanto à importância da busca constante do BEM. Este Bem, oposição ao estado do Mal, pode e deve ser usado por todos nós em cada campo de atuação pessoal e profissional.
A Saúde possui, no Estado do Rio de Janeiro, incontáveis profissionais, dos mais diversos ramos competentes e dedicados as suas atividades. Entretanto, preponderam as divergências, as pautas de discussão são capitaneadas pelos desencontros, pouco se explora o que se tem de consenso.
Neste ritmo de desencontro, a soma das competências individuais não resulta numa grande competência de mercado! O Rio de Janeiro perde, os clientes e usuários dos Sistemas de Saúde perdem, ninguém ganha.
Se conseguirmos colocar a busca pelo bem comum como objetivo prioritário às realizações pessoais, poderemos mudar esta história. E não apenas no mercado carioca!
Por que não buscarmos um grande pacto pela Saúde, aprofundando e consolidando os aspectos convergentes, enquanto desenvolvemos solidez técnica e negocial para minimizarmos as divergências?
Para os que achem ser quimérica esta questão, gostaria de lembrá-los que a busca do bem, declarada como inerente ao homem por Platão, também foi tida como utópica pelos poderosos da época.
O que busca a sociedade hoje?
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