Bom dia!
A descentralização é um dos pressupostos básicos do Sistema Único de Saúde (SUS). Mas também ela possui a mesma importância para quaisquer sistemas privados que, realmente, objetivem a longevidade pela maior resolutividade em saúde e com maior qualidade de vida para seus participantes.
Porém, a descentralização requer um maior controle estratégico, seja ele por parte dos financiadores, mas em especial por seus usuários. A idéia do Controle Social, assim, vai muito além da participação democrática ou da escolha de prioridades. Ela deve representar a efetiva assunção, pelo sistema, de um pacto inquebrantável com seus clientes (ou usuários, ou participantes, ou seja lá o nome que se queira usar).
Ao organizar e dar autonomia aos seus órgãos de controle social, o sistema de saúde assegura a renovação e oxigenação que somente um processo calcado na competência técnica e na transparência das relações pode garantir àqueles que se constituem sua principal razão de ser.
Por isso o controle social deveria ser o mais amplo possível, mas o menos partidário. Seu grau de envolvimento político deveris ser inversamente proporcional ao vínculo que os representantes escolhidos possuíssem com as lideranças partidárias da área onde exercita sua abrangência.
Esta deve ser a vontade dos gestores com visão sistêmica e com compromisso numa saúde integral. Mais ainda, este deve ser a imagem-objeto (como também a define o ilustre Professor Vilaça) no que tange à necessidade de um controle social atuante e autônomo nos sistemas de saúde coletivos.
Mas, ele é possível? Ele existe mesmo?
Quanto à possibilidade nenhuma dúvida: os cidadãos anseiam por discutir suas necessidades e idéias de sistema sanitário, mesmo que com conhecimentos restritos ou desvios quanto a sua concepção, importância e organização. Esta última situação é mais um fator motivador (ou deveris ser) para os que dirigem os destinos do sistema, do que razões para se desacreditar da estratégia de controle pelos clientes.
Mas quanto à existência... Bem, nosso país saiu da ditadura em 1987, mas a ditadura não saiu de dentro de nós, lideranças e liderados. Falamos acerca da democracia, mas tendemos sempre a nos comportar como déspotas.
Externalizamos a importância do controle social para logo corrermos a desenvolver normas e mecanismos de legá-los a uma insignificante posição dentro do sistema. Afinal, acreditamos ou não na estratégia?
E quando os gestores se omitem das instâncias de controle social, os partidos invadem os espaços vazios, manipulando, desvirtuando e instrumentalizando-os. Depois só nos restará o embate partidário e pouco construtivo.
É nossa omissão que empobrece o controle social. Da mesma forma que nossa miopia impede-nos de reconhecer sua importância. Mas a pior atitude é a covardia de deixá-lo transformar-se numa mera tribuna de reclamações e ataques para atacá-lo e fazê-lo menor do que deve ser para a longevidade do nosso sistema de saúde.
Precisamos assumir nossa responsabilidade para com esta importante instância, de preferência antes que venhamos a lamentar-nos não o ter feito enquanto ainda podíamos falar e viabilizar o modelo de saúde coletiva que é o SUS.
GESTÃO DE PROCESSOS, DE PESSOAS, DE RECURSOS. POLÍTICA E ÉTICA NA SAÚDE E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DE TODOS OS QUE TRILHAM, OU DESEJAM PERCORRER O DESAFIANTE CAMINHO DA ADMINISTRAÇÃO.
28 de nov. de 2009
27 de nov. de 2009
AS (PÉSSIMAS) NOVAS NOTÍCIAS SOBRE AIDS
Bom Dia!
O Ministério da Saúde divulgou novos dados, hoje, acerca do comportamento da AIDS no Brasil neste último ano.
Vale lembrar que nunca se gastou tanto em campanhas na mídia explorando a "liberdade sexual" possibilitada e aceita
por todos os integrantes dos órgãos governamentais federais gestores do sistema de saúde coletivo, desde que os
adeptos da liberalidade usem a camisinha.
Bem, se vocês já esqueceram basta lembrar a campanha do último carnaval, onde jovens, mulheres e idosos partiam para
um sexo ao ar livre num lugar que se assemelhava a uma praça pública e, ao sacar a camisinha, uma banda de música
invadia a cena para saudar os tão "inteligentes e responsáveis parceiros".
Os números da vida real, infelizmente para o Ministério da Saúde e para todos que insistem em confundir promiscuidade
com liberdade sexual, jogaram por terra todos os discursos do televisivo ministro Temporão.
Aumentou o número de casos de AIDS no país e, pior, os segmentos que mais cresceram foram:
JOVENS, do sexo feminino e com idade variando entre 13 e 19 anos!
HOMOSSEXUAIS, em todas as faixas etárias.
Ou seja, as campanhas que induziram a promiscuidade feminina, levaram diversas pessoas a se contaminarem, mas verifique-se
a "coincidência" de que os segmentos abordados pelas campanhas publicitárias pioraram as atitudes preventivas. Claro, porque
a prevenção a AIDS não repousa sobre uma peça que ainda sofre contestações para algumas variações do vírus HIV.
Cuidar da AIDS é retomar um sentido de respeito e ética nas relações entre parceiros. É compreender que o sexo é prazeroso, agradável e necessário, mas não de forma bestial, feito por instinto, como se decorresse de atos entre dois animais irracionais e não entre seres humanos. Pessoas precisam de algo que está além da bestialidade dos instintos para serem felizes e sentirem-se satisfeitas e completas com os atos sexuais: elas necessitam da invisível, porém sólida, ponte que é formada pelo sentimento recíproco. Chamemos de amor, de respeito recíproco, de convergência de sentimentos... São definições que se integram no respeito que deve marcar o relacionamento entre um homem e uma mulher.
As Campanhas do Governo Federal não estimulam o respeito, nem a solidez do sentimento, nem a fascinação do amor. Apenas dizem que com a camisinha vale tudo. O que esperar disto? Nada mais diferente das notícias que recebemos hoje: adolescentes condenadas à morte e homossexuais condenados ao mais amplo isolamento e aumento de discriminação. Nem isto basta para reconhecermos que está na hora de revermos as "modernas" e equivocadas posições?
O Ministério da Saúde divulgou novos dados, hoje, acerca do comportamento da AIDS no Brasil neste último ano.
Vale lembrar que nunca se gastou tanto em campanhas na mídia explorando a "liberdade sexual" possibilitada e aceita
por todos os integrantes dos órgãos governamentais federais gestores do sistema de saúde coletivo, desde que os
adeptos da liberalidade usem a camisinha.
Bem, se vocês já esqueceram basta lembrar a campanha do último carnaval, onde jovens, mulheres e idosos partiam para
um sexo ao ar livre num lugar que se assemelhava a uma praça pública e, ao sacar a camisinha, uma banda de música
invadia a cena para saudar os tão "inteligentes e responsáveis parceiros".
Os números da vida real, infelizmente para o Ministério da Saúde e para todos que insistem em confundir promiscuidade
com liberdade sexual, jogaram por terra todos os discursos do televisivo ministro Temporão.
Aumentou o número de casos de AIDS no país e, pior, os segmentos que mais cresceram foram:
JOVENS, do sexo feminino e com idade variando entre 13 e 19 anos!
HOMOSSEXUAIS, em todas as faixas etárias.
Ou seja, as campanhas que induziram a promiscuidade feminina, levaram diversas pessoas a se contaminarem, mas verifique-se
a "coincidência" de que os segmentos abordados pelas campanhas publicitárias pioraram as atitudes preventivas. Claro, porque
a prevenção a AIDS não repousa sobre uma peça que ainda sofre contestações para algumas variações do vírus HIV.
Cuidar da AIDS é retomar um sentido de respeito e ética nas relações entre parceiros. É compreender que o sexo é prazeroso, agradável e necessário, mas não de forma bestial, feito por instinto, como se decorresse de atos entre dois animais irracionais e não entre seres humanos. Pessoas precisam de algo que está além da bestialidade dos instintos para serem felizes e sentirem-se satisfeitas e completas com os atos sexuais: elas necessitam da invisível, porém sólida, ponte que é formada pelo sentimento recíproco. Chamemos de amor, de respeito recíproco, de convergência de sentimentos... São definições que se integram no respeito que deve marcar o relacionamento entre um homem e uma mulher.
As Campanhas do Governo Federal não estimulam o respeito, nem a solidez do sentimento, nem a fascinação do amor. Apenas dizem que com a camisinha vale tudo. O que esperar disto? Nada mais diferente das notícias que recebemos hoje: adolescentes condenadas à morte e homossexuais condenados ao mais amplo isolamento e aumento de discriminação. Nem isto basta para reconhecermos que está na hora de revermos as "modernas" e equivocadas posições?
23 de nov. de 2009
RODÍZIO DE EXECUTIVOS
Boa Noite!
Pesquisa divulgada esta semana por revista periódica (ÉPOCA), traz-nos uma constatação sobre a qual devemos pensar e, infelizmente, preocupar-nos: mais da metade dos principais executivos das empresas brasileiras quer SAIR da empresa em que trabalha e pretende fazê-lo em até três anos!
Óbvio que estão envolvidos alguns aspectos financeiros nesta questão: a pressão por resultados maiores e crescentes faz com que a dança das cadeiras para os CEO (CHIEF OF EXECUTIVE OFFICERS) seja algo rotineiro; também o desejo de se tornar empreendedor está motivando este desejo de saída. Mas existem alguns aspectos a serem pensados:
1. A Motivação Corporativa: os executivos não trabalham apenas pelos polpudos salários (sob o ponto de vista dos empregadores) que lhes são pagos. Eles são executivos que buscam desafios e estímulos, reconhecimento e liberdade de exercerem na plenitude suas capacidades de criação. Verificar que os líderes estão pensando em outras equipes pode querer dizer que as corporações não estão conseguindo motivá-los o suficiente para retê-los. Quando eles rodiziam de forma tão rápida, como terão tempo suficiente para implantarem suas doutrinas gerenciais? Sem doutrinas, e principalmente sem o exercício da função assim dirigida, como as equipes serão formadas para num futuro cada vez mais próximo assumirem tais cargos de direção? Empregadores que acreditam ser a mudança contínua uma mera substituição de salários poderão rapidamente perceber que perder talentos quer dizer perder espaço mercadológico.
2. A Formação das Equipes Gerenciais: enquanto empresas discutem se a remuneração é devida ou não, se devem ou não reter seus talentos (e investir para isto), outras empresas estão levando os principais e mais capazes executivos deixando... Deixando o que mesmo? Equipes mal treinadas, mal preparadas e incapazes de manter a velocidade que somente a capacitação pode dotar a uma empresa.
É preciso maior atenção com os executivos estratégicos das empresas, tanto quanto as organizações deveriam buscar uma estratégia de retenção para seus principais talentos. Mas, ao invés disso, elas continuam discutindo e demandando a maior parcela do seu tempo para tratar dos maus funcionários, dos incapazes, ou dos descomprometidos. Como sobreviver assim? Como esperar longevidade enquanto os donos das empresa discutem por muito tempo os que menos agregam, e tratam com a lógica do rodízio inevitável a saída dos grandes executivos que passam por nossas organizações.
Pesquisa divulgada esta semana por revista periódica (ÉPOCA), traz-nos uma constatação sobre a qual devemos pensar e, infelizmente, preocupar-nos: mais da metade dos principais executivos das empresas brasileiras quer SAIR da empresa em que trabalha e pretende fazê-lo em até três anos!
Óbvio que estão envolvidos alguns aspectos financeiros nesta questão: a pressão por resultados maiores e crescentes faz com que a dança das cadeiras para os CEO (CHIEF OF EXECUTIVE OFFICERS) seja algo rotineiro; também o desejo de se tornar empreendedor está motivando este desejo de saída. Mas existem alguns aspectos a serem pensados:
1. A Motivação Corporativa: os executivos não trabalham apenas pelos polpudos salários (sob o ponto de vista dos empregadores) que lhes são pagos. Eles são executivos que buscam desafios e estímulos, reconhecimento e liberdade de exercerem na plenitude suas capacidades de criação. Verificar que os líderes estão pensando em outras equipes pode querer dizer que as corporações não estão conseguindo motivá-los o suficiente para retê-los. Quando eles rodiziam de forma tão rápida, como terão tempo suficiente para implantarem suas doutrinas gerenciais? Sem doutrinas, e principalmente sem o exercício da função assim dirigida, como as equipes serão formadas para num futuro cada vez mais próximo assumirem tais cargos de direção? Empregadores que acreditam ser a mudança contínua uma mera substituição de salários poderão rapidamente perceber que perder talentos quer dizer perder espaço mercadológico.
2. A Formação das Equipes Gerenciais: enquanto empresas discutem se a remuneração é devida ou não, se devem ou não reter seus talentos (e investir para isto), outras empresas estão levando os principais e mais capazes executivos deixando... Deixando o que mesmo? Equipes mal treinadas, mal preparadas e incapazes de manter a velocidade que somente a capacitação pode dotar a uma empresa.
É preciso maior atenção com os executivos estratégicos das empresas, tanto quanto as organizações deveriam buscar uma estratégia de retenção para seus principais talentos. Mas, ao invés disso, elas continuam discutindo e demandando a maior parcela do seu tempo para tratar dos maus funcionários, dos incapazes, ou dos descomprometidos. Como sobreviver assim? Como esperar longevidade enquanto os donos das empresa discutem por muito tempo os que menos agregam, e tratam com a lógica do rodízio inevitável a saída dos grandes executivos que passam por nossas organizações.
22 de nov. de 2009
NOVOS RUMOS
Boa Noite!
A compra da MEDIAL pela AMIL não deveria provocar em nenhum dos executivos que militam no Setor de Saúde Suplementar duas reações:
PRIMEIRO, uma surpresa. As diversas tratativas e conversas de bastidores já apontavam a venda da MEDIAL desde que a sucessiva troca de executivos da área de saúde por outros de mercados completamente distintos mostrou, ou deixou no ar sinais de que tais medidas estavam longe de uma profissionalização declarada: eram intervenções extremadas para se tentar buscar uma rentabilidade perdida. A MEDIAL sucumbiu às reformas da ANS, em especial àquelas que nada asseguram aos participantes e clientes do setor. Estão destinadas a incentivar e promover uma concentração mal planejada, mal direcionada, mal avaliada e, claro, mal executada.
A Agência pretende dar aos clientes uma dúzia de operadoras que ofereçam produtos acima de qualquer idéia atual. Mas, para isso, força a quebra das operadoras exclusivamente pelo foco financeiro, ou seja aquele da racionalização, da restrição do acesso, da manipulação das necessidades de saúde.
Estamos caminhando rapidamente para um sistema de exclusão sob uma forte campanha de qualificação. Pena que somente saberemos o tamnho do estrago quando ele tiver chegado ao seu clímax: a destruição da concorrência e da multiplicidade de opções na Saúde Suplementar. E disso advém a SEGUNDA reação que não podemos ter: a ilusão de que a agência está atuando de forma imparcial. Não conseguimos encontrar indícios disto.
Onde está a propalada defesa do Modelo de Saúde da Atenção Primária, adotado pelo SUS e bandeira de tantas campanhas eleitorais dos atuais governantes?
Onde se escondeu a defesa dos modelos coletivos, e não dos financiamentos exclusivamente privados e financeiros, tão firmemente efetuado quando a agência ainda não possuia suas centenas de funcionários?
Onde está a agência que regula o mercado a partir da Lei Democrática e não das criações que efetua, numa sistemática que replica as sociedades de exceção existentes em toda a história da humanidade?
Daqui a trinta dias, prazo final para o CADE e a ANS ratificarem (ou não, alguém acredita?) o negócio, o mercado adotará novos rumos.Pena que talvez nenhum daqueles que acreditavam num setor mais voltado para a inclusão e melhoria do modelo vá conseguir identificar quais são!
Os executivos da AMIL estão fazendo o seu papel, com a competência de sempre. Os proprietários da MEDIAL irão desembolsar um montante expressivo e justo pelo negócio. O resto do mercado...
A compra da MEDIAL pela AMIL não deveria provocar em nenhum dos executivos que militam no Setor de Saúde Suplementar duas reações:
PRIMEIRO, uma surpresa. As diversas tratativas e conversas de bastidores já apontavam a venda da MEDIAL desde que a sucessiva troca de executivos da área de saúde por outros de mercados completamente distintos mostrou, ou deixou no ar sinais de que tais medidas estavam longe de uma profissionalização declarada: eram intervenções extremadas para se tentar buscar uma rentabilidade perdida. A MEDIAL sucumbiu às reformas da ANS, em especial àquelas que nada asseguram aos participantes e clientes do setor. Estão destinadas a incentivar e promover uma concentração mal planejada, mal direcionada, mal avaliada e, claro, mal executada.
A Agência pretende dar aos clientes uma dúzia de operadoras que ofereçam produtos acima de qualquer idéia atual. Mas, para isso, força a quebra das operadoras exclusivamente pelo foco financeiro, ou seja aquele da racionalização, da restrição do acesso, da manipulação das necessidades de saúde.
Estamos caminhando rapidamente para um sistema de exclusão sob uma forte campanha de qualificação. Pena que somente saberemos o tamnho do estrago quando ele tiver chegado ao seu clímax: a destruição da concorrência e da multiplicidade de opções na Saúde Suplementar. E disso advém a SEGUNDA reação que não podemos ter: a ilusão de que a agência está atuando de forma imparcial. Não conseguimos encontrar indícios disto.
Onde está a propalada defesa do Modelo de Saúde da Atenção Primária, adotado pelo SUS e bandeira de tantas campanhas eleitorais dos atuais governantes?
Onde se escondeu a defesa dos modelos coletivos, e não dos financiamentos exclusivamente privados e financeiros, tão firmemente efetuado quando a agência ainda não possuia suas centenas de funcionários?
Onde está a agência que regula o mercado a partir da Lei Democrática e não das criações que efetua, numa sistemática que replica as sociedades de exceção existentes em toda a história da humanidade?
Daqui a trinta dias, prazo final para o CADE e a ANS ratificarem (ou não, alguém acredita?) o negócio, o mercado adotará novos rumos.Pena que talvez nenhum daqueles que acreditavam num setor mais voltado para a inclusão e melhoria do modelo vá conseguir identificar quais são!
Os executivos da AMIL estão fazendo o seu papel, com a competência de sempre. Os proprietários da MEDIAL irão desembolsar um montante expressivo e justo pelo negócio. O resto do mercado...
15 de nov. de 2009
A RESILIÊNCIA E O GESTOR
Boa Tarde!
As consultorias e os especialistas em gestão descobriram (ou melhor, importaram) um novo conceito a ser explorado pelas empresas: a resiliência profissional. Ela tem a ver com a capacidade pessoal de se renovar, refundar sua atuação sobre os princípios, valores e atitudes que formam uma pessoa, nos piores momentos de adversidade, provações e dificuldades pessoais e profissionais.
Ser resiliente é redescobrir-se nos momentos mais agudos de crise, jamais se entregando ao desespero, desistindo daquilo em que se acredita ou duvidando-se das verdades que formam o caráter do ser humano e, principalmente para eles, do gestor profissional.
Portanto, descobriram nossos estudiosos da gestão de pessoas, que não basta oferecer resistência aos momentos de dificuldade pelos quais todos os executivos passam, já passaram ou irão passar. É preciso saber reencontrar nas adversidades os fundamentos de uma carreira de sucesso que, de repente, parece não ter mais para onde se dirigir.
As decepções são alimentos perenes das frustrações. E estas últimas, em geral, retiram dos gestores o combustível da perseverança, da firmeza de propósitos, do compromisso com o testemunho pessoal e profissional, estes todos grandes referenciais motivacionais para as equipes que lideramos.
Não existe caminho para a liderança ou gestão de equipes que não seja atravessado pelas duras veredas das decepções. São pessoas que se mostram diferentes aos discursos que proferiam, outras que disputam a qualquer preço (e em geral sem nenhuma ética) os postos de comando que ocupamos, ou mesmo àquelas a quem nós, pela miopia que o poder causa, ou pelo egoísmo que ele invoca, fomos nós que as decepcionamos!
Viver a liderança pela resiliência é não se deixar dominar pela situação de que “nada mais há que eu possa fazer!” Errado! Sempre há uma porta que não foi aberta, ou um caminho que se mantém inexplorado, ou um recurso que foi mal utilizado!
Sempre há uma saída se a nossa busca se pauta em valores e princípios éticos e morais. Se não estamos isolando as pessoas, ou cerceando-lhes o crescimento pessoal e coletivo, sejam quais forem as organizações nas quais atuamos.
Sempre seremos capazes de descobrir, pela resiliência, a inesgotável capacidade criativa e de ação que a natureza e a criação, divinamente, nos legaram.
Ser gestor profissional requer compromisso com os objetivos da nossa organização, ter em mente a empregabilidade para nos conduzir na capacitação que promove resultados corporativos e, especialmente, ser resiliente.
As consultorias e os especialistas em gestão descobriram (ou melhor, importaram) um novo conceito a ser explorado pelas empresas: a resiliência profissional. Ela tem a ver com a capacidade pessoal de se renovar, refundar sua atuação sobre os princípios, valores e atitudes que formam uma pessoa, nos piores momentos de adversidade, provações e dificuldades pessoais e profissionais.
Ser resiliente é redescobrir-se nos momentos mais agudos de crise, jamais se entregando ao desespero, desistindo daquilo em que se acredita ou duvidando-se das verdades que formam o caráter do ser humano e, principalmente para eles, do gestor profissional.
Portanto, descobriram nossos estudiosos da gestão de pessoas, que não basta oferecer resistência aos momentos de dificuldade pelos quais todos os executivos passam, já passaram ou irão passar. É preciso saber reencontrar nas adversidades os fundamentos de uma carreira de sucesso que, de repente, parece não ter mais para onde se dirigir.
As decepções são alimentos perenes das frustrações. E estas últimas, em geral, retiram dos gestores o combustível da perseverança, da firmeza de propósitos, do compromisso com o testemunho pessoal e profissional, estes todos grandes referenciais motivacionais para as equipes que lideramos.
Não existe caminho para a liderança ou gestão de equipes que não seja atravessado pelas duras veredas das decepções. São pessoas que se mostram diferentes aos discursos que proferiam, outras que disputam a qualquer preço (e em geral sem nenhuma ética) os postos de comando que ocupamos, ou mesmo àquelas a quem nós, pela miopia que o poder causa, ou pelo egoísmo que ele invoca, fomos nós que as decepcionamos!
Viver a liderança pela resiliência é não se deixar dominar pela situação de que “nada mais há que eu possa fazer!” Errado! Sempre há uma porta que não foi aberta, ou um caminho que se mantém inexplorado, ou um recurso que foi mal utilizado!
Sempre há uma saída se a nossa busca se pauta em valores e princípios éticos e morais. Se não estamos isolando as pessoas, ou cerceando-lhes o crescimento pessoal e coletivo, sejam quais forem as organizações nas quais atuamos.
Sempre seremos capazes de descobrir, pela resiliência, a inesgotável capacidade criativa e de ação que a natureza e a criação, divinamente, nos legaram.
Ser gestor profissional requer compromisso com os objetivos da nossa organização, ter em mente a empregabilidade para nos conduzir na capacitação que promove resultados corporativos e, especialmente, ser resiliente.
A LEI SECA E OS RESULTADOS
Bom Dia!
Divulgados os dados acerca dos acidentes de trânsito no Estado do Rio de Janeiro, durante o mês de outubro, alguns reflexos da Lei Seca se tornam mais visíveis. Uma redução no número de acidentes e, principalmente, no número de vítimas de acidentes de quase 40% em relação a Outubro de 2008.
Este fato demonstra a propriedade e correção da norma criada o ano passado em meio a tantas polêmicas e ações tão imbecis quanto aquela que concedeu liminar para que irresponsáveis pudessem dirigir após beber.
Passados tais momentos consolida-se o efeito da repressão às atitudes criminosas de poucos motoristas.
Mas, por que as autoridades cariocas ainda não estão comemorando? Simples e complexa a resposta: mesmo com tamanha redução, ainda se morre bastante de acidentes de trânsito: sete vítimas fatais por dia no Rio de Janeiro!
Não bastasse a guerra civil provocada pelo tráfico e solenemente ocultada pelos governos nacional e local, o trânsito está nas principais causas de mortalidade da população, o que é um absurdo!
Outra face do problema foi e continua esquecida: a educação. Salvo iniciativas isoladas de educadores e escolas, o programa nacional de educação no trânsito voltou para o lugar de onde nunca saiu: as gavetas dos poderosos políticos brasileiros. Nelas, além de alimento para as traças não servirão para mais nada. A não ser, é claro, serem brandidas como soluções na próxima grande crise que o trânsito causar, ou pela morte de alguém famoso, ou pela quantidade de vítimas envolvidas.
A Lei Seca deve ser defendida, com todas as nossas forças. Mas a educação deve ser exigida, por todos os nossos votos. Esta é a única linguagem que os políticos entendem!
Divulgados os dados acerca dos acidentes de trânsito no Estado do Rio de Janeiro, durante o mês de outubro, alguns reflexos da Lei Seca se tornam mais visíveis. Uma redução no número de acidentes e, principalmente, no número de vítimas de acidentes de quase 40% em relação a Outubro de 2008.
Este fato demonstra a propriedade e correção da norma criada o ano passado em meio a tantas polêmicas e ações tão imbecis quanto aquela que concedeu liminar para que irresponsáveis pudessem dirigir após beber.
Passados tais momentos consolida-se o efeito da repressão às atitudes criminosas de poucos motoristas.
Mas, por que as autoridades cariocas ainda não estão comemorando? Simples e complexa a resposta: mesmo com tamanha redução, ainda se morre bastante de acidentes de trânsito: sete vítimas fatais por dia no Rio de Janeiro!
Não bastasse a guerra civil provocada pelo tráfico e solenemente ocultada pelos governos nacional e local, o trânsito está nas principais causas de mortalidade da população, o que é um absurdo!
Outra face do problema foi e continua esquecida: a educação. Salvo iniciativas isoladas de educadores e escolas, o programa nacional de educação no trânsito voltou para o lugar de onde nunca saiu: as gavetas dos poderosos políticos brasileiros. Nelas, além de alimento para as traças não servirão para mais nada. A não ser, é claro, serem brandidas como soluções na próxima grande crise que o trânsito causar, ou pela morte de alguém famoso, ou pela quantidade de vítimas envolvidas.
A Lei Seca deve ser defendida, com todas as nossas forças. Mas a educação deve ser exigida, por todos os nossos votos. Esta é a única linguagem que os políticos entendem!
12 de nov. de 2009
O RAIO DA GESTÃO!
Boa Tarde!
A mídia irá explorar por mais alguns dias, com toda a certeza, o grande apagão brasileiro, nunca antes visto na história deste país. Líderes da situação já o estão atribuindo aos céus, e dando às descargas elétricas que sequer produziram danos na região do interior paulista onde ocorreram, mas estão recebendo a culpa do colapso em nível nacional.
Por outro lado, os oposicionistas se escabelam berrando que a crise advém do mau gerenciamento dos investimentos que foram realizados e dos controles estratégicos que devem monitorar tão importante segmento da economia nacional.
A situação diz que o problema é o raio.
A oposição diz que não, o problema é a gestão.
Que tal juntar os dois, para ver no que dá?
Uma gestão profissional mapeia os raios que pairam, ou de forma definitiva, ou potencialmente falando, sobre os negócios da organização. Ela não espera que elas caiam para ver o tamanho do problema que irão gerar.
Tampouco gestores profissionais não sabem, com a maior precisão que for possível, as regiões onde os raios caem. Eles não dominam a natureza, mas controlam de forma efetiva os seus investimentos e não podem deixá-los expostos às intempéries naturais.
A gestão profissional mensura, previamente, as potencialidades dos efeitos adversos, sejam eles raios, empresas concorrentes, legislações, governos, etc. Não conhecer a capacidade de perda que pode ser inflingida por uma outra esfera do mercado é caminhar no escuro na Via Dutra (ou seja, morte certa).
Portanto, a gestão profissional não apenas elenca suas ameaças e pontos fracos, mas trabalha efetivamente sobre eles, resguardando seus capitais e minimizando os efeitos adversos dos imprevistos.
Quando nada disto foi feito, temos a plena convicção de que efetivamente, no caso do apagão brasileiro
A mídia irá explorar por mais alguns dias, com toda a certeza, o grande apagão brasileiro, nunca antes visto na história deste país. Líderes da situação já o estão atribuindo aos céus, e dando às descargas elétricas que sequer produziram danos na região do interior paulista onde ocorreram, mas estão recebendo a culpa do colapso em nível nacional.
Por outro lado, os oposicionistas se escabelam berrando que a crise advém do mau gerenciamento dos investimentos que foram realizados e dos controles estratégicos que devem monitorar tão importante segmento da economia nacional.
A situação diz que o problema é o raio.
A oposição diz que não, o problema é a gestão.
Que tal juntar os dois, para ver no que dá?
Uma gestão profissional mapeia os raios que pairam, ou de forma definitiva, ou potencialmente falando, sobre os negócios da organização. Ela não espera que elas caiam para ver o tamanho do problema que irão gerar.
Tampouco gestores profissionais não sabem, com a maior precisão que for possível, as regiões onde os raios caem. Eles não dominam a natureza, mas controlam de forma efetiva os seus investimentos e não podem deixá-los expostos às intempéries naturais.
A gestão profissional mensura, previamente, as potencialidades dos efeitos adversos, sejam eles raios, empresas concorrentes, legislações, governos, etc. Não conhecer a capacidade de perda que pode ser inflingida por uma outra esfera do mercado é caminhar no escuro na Via Dutra (ou seja, morte certa).
Portanto, a gestão profissional não apenas elenca suas ameaças e pontos fracos, mas trabalha efetivamente sobre eles, resguardando seus capitais e minimizando os efeitos adversos dos imprevistos.
Quando nada disto foi feito, temos a plena convicção de que efetivamente, no caso do apagão brasileiro
8 de nov. de 2009
TALENTOS DESPERDIÇADOS
Bom Dia!
Acabei de ver o documentário produzido originalmente a pedido do falecido cantor Michael Jackson e que irira fazer parte dos 50 shows que realizaria para encerramento de sua carreira. Sua dependência química, porém, e a conivência criminosa do seu médico particular, entretanto, impediram seus fãs que já haviam comprado todos os ingressos antecipadamente de vê-lo.
O filme está bem montado, abrange as principais músicas e dá bastante ênfase ao árduo trabalho de criação que envolvia o show, pelo perfeccionismo do Michael Jackson. Estranho comportamento: alta exigência para com suas apresentações, com a afinação, com a coreografia e todos os demais detalhes que iriam ser visualizados e ouvidos pelos espectadores. Mas, uma total irresponsabilidade para com sua saúde, fazendo dele uma nova vítima das drogas lícitas (medicmanetos).
Quanto talento desperdiçado pela falta deamor próprio, pela ausência de fé, pela subjugação ao vício das drogas.
Quantas vidas ceifadas por esse monstro silencioso que caminha em nossas vidas, cruzando-as quando não desejamos e nem a queremos e atacando todas as famílias que possuem dependentes.
Quantas omissões e conivências de autoridades, políticos, e agora oficializadamente, daqueles que deveriam combatê-la na primeira linha - os médicos!
Michael Jackson desperdiçou as dádivas recebidas do Criador. E quantos de nós fazemos o mesmo com as nossas? Tomara que nunca tenhamos que nos referirmos a alguém que conhecemos com talento e que o jogou fora, da forma como o fazemos com o artista americano: no passado, com tristeza e decepção.
Acabei de ver o documentário produzido originalmente a pedido do falecido cantor Michael Jackson e que irira fazer parte dos 50 shows que realizaria para encerramento de sua carreira. Sua dependência química, porém, e a conivência criminosa do seu médico particular, entretanto, impediram seus fãs que já haviam comprado todos os ingressos antecipadamente de vê-lo.
O filme está bem montado, abrange as principais músicas e dá bastante ênfase ao árduo trabalho de criação que envolvia o show, pelo perfeccionismo do Michael Jackson. Estranho comportamento: alta exigência para com suas apresentações, com a afinação, com a coreografia e todos os demais detalhes que iriam ser visualizados e ouvidos pelos espectadores. Mas, uma total irresponsabilidade para com sua saúde, fazendo dele uma nova vítima das drogas lícitas (medicmanetos).
Quanto talento desperdiçado pela falta deamor próprio, pela ausência de fé, pela subjugação ao vício das drogas.
Quantas vidas ceifadas por esse monstro silencioso que caminha em nossas vidas, cruzando-as quando não desejamos e nem a queremos e atacando todas as famílias que possuem dependentes.
Quantas omissões e conivências de autoridades, políticos, e agora oficializadamente, daqueles que deveriam combatê-la na primeira linha - os médicos!
Michael Jackson desperdiçou as dádivas recebidas do Criador. E quantos de nós fazemos o mesmo com as nossas? Tomara que nunca tenhamos que nos referirmos a alguém que conhecemos com talento e que o jogou fora, da forma como o fazemos com o artista americano: no passado, com tristeza e decepção.
7 de nov. de 2009
A IMPRENSA E O PODER
Boa Tarde!
Pesquisas divulgadas esta semana por jornais nos Estados Unidos e replicadas aqui no Brasil, dão conta de que a popularidade do Sr. Barack Obama caiu para 54% após um ano de seu governo. É óbvio que num país que domina em campo mundial as comunicações e as ferramentas de marketing e mídia, estará em curso rapidinho uma grande campanha para reverter ou atenuar esta vertiginosa queda.
Assim, devemos estar preparados para ver os Obama sorrindo, pegando crianças no colo, brincando, etc, etc. Enfim, tudo aquilo que mascare e faça-nos esquecer a causa principal de tamanha queda da popularidade: o Sr. Obama, tal qual alguns de seus pares de cá, adota em sua vida pública o caminho mais fácil - fazer o discurso que a mídia quer.
De uns tempos para cá, em especial após o fim da ditadura, o que a mídia fala passou a ser o que o povo fala. Nem sempre esta relação é real.
O papel da imprensa, livre e soberana, sem amarras ou vigias como o desejam os petistas no poder local, é um requisito do Estado Democrático de Direito. Ponto final. Mas daí a se acreditar que nos campos da política, religião e ciência, esta mesma imprensa atua de forma isenta e imparcial já é uma outra história.
Formadas por homens e cidadãos, e portanto, pessoas com tendências e escolhas, a mídia irá refletir em inúmeras situações, a opinião dos seus editores e donos. O que não significa a vontade popular.
O Sr. Obama tem procurado fazer as vontades da mídia. Assim o fez na questão das pesquisas com embriões humanos, quando imediatamente após a posse, sem ter sequer tido acesso à totalidade da sinformações que deve possuir o serviço presidencial, imediatamente autorizou o descarte de seres vivos pela ciência que irá produzir remédios e abastecer os cofres da indústria farmacêutica. Não escutou o povo.
Não era este, e nem continua a ser, infelizmente, a preocupação central do povo americano. Ele sofre com a guerra. Com as mortes dos soldados americanos, enviados para países do outro lado do mundo como salvadores da humanidade, exterminadores do terrorismo e libertadores de povos oprimidos. Quase uma década depois o que temos: povos aprisionados, atentados terroristas que continuam e americanos mortos numa conta que só faz aumentar.
O que fez Obama a respeito? Bem, ele agora está posando em posição de sentido diante dos caixões dos soldados. Não os trará à vida, mas como disse no início, já é uma parte da campanha midiática de resgate do Sr. Presidente.
A Imprensa tem um pode especial na Democracia, não se pode contestá-lo e nem cerceá-lo. Mas a Imprensa não é a Democracia. Quer gostem ou não os fascistas travestidos de democratas, ainda está nas mãos do povo o verdadeiro caminho democrático. E ele povo sempre dirá, quando realmente quiser - YES, WE (PEOPLE) CAN! O Sr. Obama (o cara de lá) que se cuide.
Pesquisas divulgadas esta semana por jornais nos Estados Unidos e replicadas aqui no Brasil, dão conta de que a popularidade do Sr. Barack Obama caiu para 54% após um ano de seu governo. É óbvio que num país que domina em campo mundial as comunicações e as ferramentas de marketing e mídia, estará em curso rapidinho uma grande campanha para reverter ou atenuar esta vertiginosa queda.
Assim, devemos estar preparados para ver os Obama sorrindo, pegando crianças no colo, brincando, etc, etc. Enfim, tudo aquilo que mascare e faça-nos esquecer a causa principal de tamanha queda da popularidade: o Sr. Obama, tal qual alguns de seus pares de cá, adota em sua vida pública o caminho mais fácil - fazer o discurso que a mídia quer.
De uns tempos para cá, em especial após o fim da ditadura, o que a mídia fala passou a ser o que o povo fala. Nem sempre esta relação é real.
O papel da imprensa, livre e soberana, sem amarras ou vigias como o desejam os petistas no poder local, é um requisito do Estado Democrático de Direito. Ponto final. Mas daí a se acreditar que nos campos da política, religião e ciência, esta mesma imprensa atua de forma isenta e imparcial já é uma outra história.
Formadas por homens e cidadãos, e portanto, pessoas com tendências e escolhas, a mídia irá refletir em inúmeras situações, a opinião dos seus editores e donos. O que não significa a vontade popular.
O Sr. Obama tem procurado fazer as vontades da mídia. Assim o fez na questão das pesquisas com embriões humanos, quando imediatamente após a posse, sem ter sequer tido acesso à totalidade da sinformações que deve possuir o serviço presidencial, imediatamente autorizou o descarte de seres vivos pela ciência que irá produzir remédios e abastecer os cofres da indústria farmacêutica. Não escutou o povo.
Não era este, e nem continua a ser, infelizmente, a preocupação central do povo americano. Ele sofre com a guerra. Com as mortes dos soldados americanos, enviados para países do outro lado do mundo como salvadores da humanidade, exterminadores do terrorismo e libertadores de povos oprimidos. Quase uma década depois o que temos: povos aprisionados, atentados terroristas que continuam e americanos mortos numa conta que só faz aumentar.
O que fez Obama a respeito? Bem, ele agora está posando em posição de sentido diante dos caixões dos soldados. Não os trará à vida, mas como disse no início, já é uma parte da campanha midiática de resgate do Sr. Presidente.
A Imprensa tem um pode especial na Democracia, não se pode contestá-lo e nem cerceá-lo. Mas a Imprensa não é a Democracia. Quer gostem ou não os fascistas travestidos de democratas, ainda está nas mãos do povo o verdadeiro caminho democrático. E ele povo sempre dirá, quando realmente quiser - YES, WE (PEOPLE) CAN! O Sr. Obama (o cara de lá) que se cuide.
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