Boa Tarde!
Hoje, 31 de dezembro, é o último dia do ano civil. Mas também é chamado do dia da esperança. Por isso, decidi compartilhar com vocês alguns dos textos que, para mim, tão bem a retratam.
Feliz Ano Novo!
"Senhor! Dá-me a esperança, leva de mim a tristeza e não a entrega a ninguém.
Senhor! Planta em meu coração a sementeira do amor e arranca de minha alma as rugas do ódio.
Ajuda-me a transformar meus rivais em companheiros, meus companheiros em entes queridos.
Dá-me a razão para vencer minhas ilusões.
Deus! Conceda-me a força para dominar meus desejos.
Fortifica meu olhar para que veja os defeitos de minha alma e venda meus olhos para que eu não cometa os defeitos alheios.
Dá-me o sabor de saber perdoar e afasta de mim os desejos de vingança.
Ajuda-me a fazer feliz o maior número de possível de seres humanos, para ampliar seus dias risonhos e diminuir suas noites tristonhas.
Não me deixe ser um cordeiro perante os fortes e nem um leão diante dos fracos.
Imprime em meu coração a tolerância e o perdão e afasta de minha alma o orgulho e a presunção.
Deus! Encha meu coração com a divina fé... Faz-me uma mulher realmente justa"
(Tagore)
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
(Fernando Pessoa)
Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive á sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.
(Mahatma Gandhi)
GESTÃO DE PROCESSOS, DE PESSOAS, DE RECURSOS. POLÍTICA E ÉTICA NA SAÚDE E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DE TODOS OS QUE TRILHAM, OU DESEJAM PERCORRER O DESAFIANTE CAMINHO DA ADMINISTRAÇÃO.
31 de dez. de 2010
30 de dez. de 2010
ÉTICA NAS FINANÇAS
Boa Tarde!
A autoridade máxima dos Católicos, o Papa Bento XVI, assinará na próxima segunda feira (03 de janeiro) um “MOTO PROPRIO” acerca da questão que chamamos aqui no Brasil de lavagem de dinheiro e depósitos ligados ao crime organizado nas instituições financeiras das quais o Vaticano, como Estado independente, participa. Moto próprio, para a Igreja Católica, corresponde a uma Lei ordinária e, assim, sua observância alcança os aspectos eclesiais e penais.
É mais uma ação concreta do líder católico na linha da transparência e da regulamentação que foi objeto de sua última encíclica, na qual conclamou os governos de todo o mundo a promoverem um desenvolvimento e uma organização social centrados no ser humano, servindo-lhe e não dele se servindo. Alguns setores irão criticar mais esta iniciativa de proteção a Ética adotada pelo Papa. Será a crítica pela crítica. Isto porque, para os católicos tal posição feita de livre vontade (é o significado de MOTO PROPRIO) requer a adoção de tal postura em suas vidas pessoal e profissional.
O gesto do Santo Padre atende um apelo do Presidente da Itália para o esforço concentrado contra a corrupção e a manipulação de contas nos grandes bancos italianos pela máfia, pelos terroristas e seus sequazes.
Bem que poderia ser imitado por aqui. Mas não, ao contrário: o Brasil irá alegar sua ‘preocupação’ com a vida do terrorista italiano se for repatriado ao país onde cometeu CRIMES e ASSASSINATOS para dar-lhe, hoje ou amanhã, asilo político.
Será um criminoso com direito de cidadão brasileiro. E a data escolhida é aquela na qual a maioria dos cidadãos brasileiros de verdade estará comemorando as festas de ano novo; assim o impacto será nulo, segundo espera o Governo Brasileiro. Não faltam leis em nosso país. Falta MOTO PROPRIO.
A autoridade máxima dos Católicos, o Papa Bento XVI, assinará na próxima segunda feira (03 de janeiro) um “MOTO PROPRIO” acerca da questão que chamamos aqui no Brasil de lavagem de dinheiro e depósitos ligados ao crime organizado nas instituições financeiras das quais o Vaticano, como Estado independente, participa. Moto próprio, para a Igreja Católica, corresponde a uma Lei ordinária e, assim, sua observância alcança os aspectos eclesiais e penais.
É mais uma ação concreta do líder católico na linha da transparência e da regulamentação que foi objeto de sua última encíclica, na qual conclamou os governos de todo o mundo a promoverem um desenvolvimento e uma organização social centrados no ser humano, servindo-lhe e não dele se servindo. Alguns setores irão criticar mais esta iniciativa de proteção a Ética adotada pelo Papa. Será a crítica pela crítica. Isto porque, para os católicos tal posição feita de livre vontade (é o significado de MOTO PROPRIO) requer a adoção de tal postura em suas vidas pessoal e profissional.
O gesto do Santo Padre atende um apelo do Presidente da Itália para o esforço concentrado contra a corrupção e a manipulação de contas nos grandes bancos italianos pela máfia, pelos terroristas e seus sequazes.
Bem que poderia ser imitado por aqui. Mas não, ao contrário: o Brasil irá alegar sua ‘preocupação’ com a vida do terrorista italiano se for repatriado ao país onde cometeu CRIMES e ASSASSINATOS para dar-lhe, hoje ou amanhã, asilo político.
Será um criminoso com direito de cidadão brasileiro. E a data escolhida é aquela na qual a maioria dos cidadãos brasileiros de verdade estará comemorando as festas de ano novo; assim o impacto será nulo, segundo espera o Governo Brasileiro. Não faltam leis em nosso país. Falta MOTO PROPRIO.
29 de dez. de 2010
A PÍLULA DA MENTIRA
Boa Tarde!
A imprensa tem dado destaque, nestes últimos anos, aos incontáveis casos de medicações que geraram mortes e/ou danos irreversíveis aos pacientes que delas se utilizaram, num efeito completamente contrário aos desejos dos que necessitam usar os fármacos. Em muitas situações já comprovadas, para os casos em que não ocorreu o óbito, as seqüelas deixadas são piores do que a própria patologia que motivara o consumo do medicamento, como é o caso do ACCOMPLIA® (pílula vendida para eliminar as gordurinhas da barriga que provocou depressão aguda em diversos pacientes), atualmente suspenso no Brasil, mais de um ano depois do sinal de alerta lançado nos Estados Unidos.
Neste ensejo, fico bastante preocupado com uma omissão que considero grave dos meios de comunicação: a divulgação das possíveis seqüelas deixadas pela famigerada “Pílula do Dia Seguinte”.
Desenvolvida com a pretensa hipótese de ser um método contraceptivo “não abortivo” (SIC), ela está ingressando, sorrateiramente, no rol dos medicamentos que de uso tão amiúde e corriqueiro, acabam adquirindo a fama de que “não fazem mal” aos pacientes ou consumidores (o que é uma nova Lenda Urbana com a qual nos deparamos). Da mesma forma como o imaginário popular cria histórias das mais esdrúxulas para encobrir ou tentar justificar seus individualismos e egoísmos, ela, a sociedade humana resolveu agregar a esta danosa pílula abortivo uma “qualidade” que de fato não possui!
A pílula do dia seguinte é abortiva, ao se utilizar de reações químicas para alterar as paredes do órgão interno feminino e, com isso, impedir a fixação do novo embrião causando sua expulsão forçada da mulher. Com esta alteração decorrente da droga, os mais diversificados efeitos podem surgir, com o agravante de que não serão imediatos, podendo serem tardios e, assim, não tratados adequadamente por não serem associados à causa correta: o aborto provocado por quem ingeriu o medicamento.
Sua venda indiscriminada e efetuada de maneira quase que irresponsável em nosso país irá cobrar, antes que imaginemos o tamanho do problema, os seus terríveis preços à Saúde Coletiva das mulheres que dele fazem uso. E o que é mais assustador: suas maiores consumidoras são as adolescentes de até 18 anos de idade.
Onde iremos parar? E a Imprensa vigilante? Aonde estamos levando nossos jovens?
A imprensa tem dado destaque, nestes últimos anos, aos incontáveis casos de medicações que geraram mortes e/ou danos irreversíveis aos pacientes que delas se utilizaram, num efeito completamente contrário aos desejos dos que necessitam usar os fármacos. Em muitas situações já comprovadas, para os casos em que não ocorreu o óbito, as seqüelas deixadas são piores do que a própria patologia que motivara o consumo do medicamento, como é o caso do ACCOMPLIA® (pílula vendida para eliminar as gordurinhas da barriga que provocou depressão aguda em diversos pacientes), atualmente suspenso no Brasil, mais de um ano depois do sinal de alerta lançado nos Estados Unidos.
Neste ensejo, fico bastante preocupado com uma omissão que considero grave dos meios de comunicação: a divulgação das possíveis seqüelas deixadas pela famigerada “Pílula do Dia Seguinte”.
Desenvolvida com a pretensa hipótese de ser um método contraceptivo “não abortivo” (SIC), ela está ingressando, sorrateiramente, no rol dos medicamentos que de uso tão amiúde e corriqueiro, acabam adquirindo a fama de que “não fazem mal” aos pacientes ou consumidores (o que é uma nova Lenda Urbana com a qual nos deparamos). Da mesma forma como o imaginário popular cria histórias das mais esdrúxulas para encobrir ou tentar justificar seus individualismos e egoísmos, ela, a sociedade humana resolveu agregar a esta danosa pílula abortivo uma “qualidade” que de fato não possui!
A pílula do dia seguinte é abortiva, ao se utilizar de reações químicas para alterar as paredes do órgão interno feminino e, com isso, impedir a fixação do novo embrião causando sua expulsão forçada da mulher. Com esta alteração decorrente da droga, os mais diversificados efeitos podem surgir, com o agravante de que não serão imediatos, podendo serem tardios e, assim, não tratados adequadamente por não serem associados à causa correta: o aborto provocado por quem ingeriu o medicamento.
Sua venda indiscriminada e efetuada de maneira quase que irresponsável em nosso país irá cobrar, antes que imaginemos o tamanho do problema, os seus terríveis preços à Saúde Coletiva das mulheres que dele fazem uso. E o que é mais assustador: suas maiores consumidoras são as adolescentes de até 18 anos de idade.
Onde iremos parar? E a Imprensa vigilante? Aonde estamos levando nossos jovens?
28 de dez. de 2010
PARA PENSAR...
Boa Tarde!
Nesta semana em que tantos desejam ser o que podem ser, mas não o são; enquanto tantos almejam o mínimo necessário para serem notados, recolho algumas frases que bem poderiam nortear nossas vidas todo o ano:
“O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.”
Aristóteles
“O erro acontece de vários modos, enquanto ser correto é possível apenas de um modo.”
Aristóteles
“O menor desvio inicial da verdade multiplica-se ao infinito à medida que avança.”
Aristóteles
“Não se pode chamar de "valor" assassinar seus cidadãos, trair seus amigos, faltar a palavra dada, ser desapiedado, não ter religião. Essas atitudes podem levar à conquista de um império, mas não à glória”.
Maquiavel
“Exercitar as virtudes se faz necessário para se chegar a ética e posteriormente à humanização.”
José Maria Ribeiro
“É errôneo servir-se de meios imorais para alcançar objetivos morais.”
Martin Luther King
Nesta semana em que tantos desejam ser o que podem ser, mas não o são; enquanto tantos almejam o mínimo necessário para serem notados, recolho algumas frases que bem poderiam nortear nossas vidas todo o ano:
“O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.”
Aristóteles
“O erro acontece de vários modos, enquanto ser correto é possível apenas de um modo.”
Aristóteles
“O menor desvio inicial da verdade multiplica-se ao infinito à medida que avança.”
Aristóteles
“Não se pode chamar de "valor" assassinar seus cidadãos, trair seus amigos, faltar a palavra dada, ser desapiedado, não ter religião. Essas atitudes podem levar à conquista de um império, mas não à glória”.
Maquiavel
“Exercitar as virtudes se faz necessário para se chegar a ética e posteriormente à humanização.”
José Maria Ribeiro
“É errôneo servir-se de meios imorais para alcançar objetivos morais.”
Martin Luther King
27 de dez. de 2010
MUDANDO O MUNDO A NOSSA VOLTA
Boa Tarde!
Existe uma história muito bonita da Madre Tereza de Calcutá e do seu desprendimento para com os doentes e necessitados. Conta-se que um milionário, bastante impressionado com as obras de caridade da beata católica, visitou-a quando dava banhos em leprosos. Espantado por sua coragem e dedicação, disse-lhe: "Madre, nem por um milhão de dólares eu daria um banho num leproso!". Retrucou a religiosa: "Nem eu. Somente por amor é que se dá um banho num leproso".
Este ensinamento nos deveria levar, em especial neste semana entre o Natal e o Ano Novo, a refletirmos o porque fazemos as coisas em nossa vida. Pessoal e profissionalmente falando.
Talvez a pior das mortes seja aquela que tem como causa a mecanicidade, a rotina. Por pior que estejamos, por mais densa e escura que seja a nuvem que paira sobre nossa profissão, jamais podemos deixar de cumprir as nossas atividades laboriais como sendo a escolha que fizemos.
Se num determinado momento esta escolha pareceu-nos aquilo que de melhor poderíamos achar para nos motivar, devemos sempre estar buscando esta chama de volta, cada vez que as adversidades parecem querer apagá-la. Estamos onde escolhemos estar. Ainda que o processo de escolha resulte de variáveis das mais diversas, ele não ocorre da aleatoriedade, e sim das opções feitas por nós.
Uma escolha, assim, mal feita, poderá trazer danosas consequencias para nosso projeto profissional. Mas sempre terá sido o caminho que nós desejamos. Quem sabe estejamos procurando dar uma métrica ao que fazemos no cotidiano, quando deveríamos buscar identificar o que muda com aquilo que fazemos. Para nossos colegas mais próximos, para as seções mais próximas, para os clientes mesmo os mais longínquos.
Trabalhar é mudar de forma quantificada, planificada, a realidade que existia antes de nossa intervenção. Se replicamos o que alguém já fazia, ou repetimos mecanicamente o que alguém disse que deveríamos fazer, estamos de maneira mecânica sumindo dentro das estruturas da empresa. Se ousamos, e mais ainda, se buscamos dar o testemunho da dedicação e da vontade de mudar, aí sim aparece o amor a que se referia a beata católica.
Não é pelo dinheiro que trabalhamos, da mesma forma como não é por ele que vivemos. O salário nos serve, daí a necessidade de lutarmos para qu ele seja melhor e mais forte perante a inflação. Mas ele é um meio, nunca um fim.
Ser feliz no que se faz é o combustível da nossa motivação. E para isso precisamos mudar o mundo cada vez que iniciamos nossa jornada de trabalho. Em especial naqueles dias em que não conseguimos enxergar como o estamos fazendo.
Existe uma história muito bonita da Madre Tereza de Calcutá e do seu desprendimento para com os doentes e necessitados. Conta-se que um milionário, bastante impressionado com as obras de caridade da beata católica, visitou-a quando dava banhos em leprosos. Espantado por sua coragem e dedicação, disse-lhe: "Madre, nem por um milhão de dólares eu daria um banho num leproso!". Retrucou a religiosa: "Nem eu. Somente por amor é que se dá um banho num leproso".
Este ensinamento nos deveria levar, em especial neste semana entre o Natal e o Ano Novo, a refletirmos o porque fazemos as coisas em nossa vida. Pessoal e profissionalmente falando.
Talvez a pior das mortes seja aquela que tem como causa a mecanicidade, a rotina. Por pior que estejamos, por mais densa e escura que seja a nuvem que paira sobre nossa profissão, jamais podemos deixar de cumprir as nossas atividades laboriais como sendo a escolha que fizemos.
Se num determinado momento esta escolha pareceu-nos aquilo que de melhor poderíamos achar para nos motivar, devemos sempre estar buscando esta chama de volta, cada vez que as adversidades parecem querer apagá-la. Estamos onde escolhemos estar. Ainda que o processo de escolha resulte de variáveis das mais diversas, ele não ocorre da aleatoriedade, e sim das opções feitas por nós.
Uma escolha, assim, mal feita, poderá trazer danosas consequencias para nosso projeto profissional. Mas sempre terá sido o caminho que nós desejamos. Quem sabe estejamos procurando dar uma métrica ao que fazemos no cotidiano, quando deveríamos buscar identificar o que muda com aquilo que fazemos. Para nossos colegas mais próximos, para as seções mais próximas, para os clientes mesmo os mais longínquos.
Trabalhar é mudar de forma quantificada, planificada, a realidade que existia antes de nossa intervenção. Se replicamos o que alguém já fazia, ou repetimos mecanicamente o que alguém disse que deveríamos fazer, estamos de maneira mecânica sumindo dentro das estruturas da empresa. Se ousamos, e mais ainda, se buscamos dar o testemunho da dedicação e da vontade de mudar, aí sim aparece o amor a que se referia a beata católica.
Não é pelo dinheiro que trabalhamos, da mesma forma como não é por ele que vivemos. O salário nos serve, daí a necessidade de lutarmos para qu ele seja melhor e mais forte perante a inflação. Mas ele é um meio, nunca um fim.
Ser feliz no que se faz é o combustível da nossa motivação. E para isso precisamos mudar o mundo cada vez que iniciamos nossa jornada de trabalho. Em especial naqueles dias em que não conseguimos enxergar como o estamos fazendo.
23 de dez. de 2010
MENSAGEM DE NATAL
Boa Tarde!
Prezados Amigos e Amigas,
Aproxima-se o encerramento de mais um ciclo de nossas vidas, pessoal
e profissionalmente falando. Costuma-se dizer que o Natal, as Festas de
final de ano, servem como um tempo de reflexão e mergulho naquilo que
fizemos, no que somos, retomando os projetos que deixamos esquecidos.
Mas deveria ser principalmente um tempo de recomeço.
Não importa o quanto erramos e sim o quanto podemos acertar.
Não importa o que perdemos e sim o que ganhamos ao nos mantermos
firmes e perseverantes nas adversidades.
Vale a pena tentar. Vale a pena acreditar.
O maior inimigo de um ser humano é a sua falta de fé. Naquele que o criou,
em si mesmo e naqueles com os quais partilha sua vida e seu trabalho.
Não conheço uma história de todos os grandes líderes que existiram, onde
sua característica principal tenha sido acomodação, ou covardia, ou desânimo.
Mas posso citar diversos exemplos nos quais a resiliência e a força de vontade
levaram ao sucesso aquele que as manteve.
Tenho muita esperança em todos vocês.
Tenha bastante certeza do que já construímos juntos, mesmo quando separados pela distância física que torna corpos ausentes, mas corações unidos.
Tenho fé de que ainda poderemos ir mais além do que já fomos.
Que 2011 seja um novo recomeço em suas vidas.
Que o Natal saia do calendário e passe a habitar em seus corações, para que
nenhuma adversidade, nem tristeza, nem abatimento se instale em sua vida.
Acredite e siga adiante.
Paz e Bem!
Prezados Amigos e Amigas,
Aproxima-se o encerramento de mais um ciclo de nossas vidas, pessoal
e profissionalmente falando. Costuma-se dizer que o Natal, as Festas de
final de ano, servem como um tempo de reflexão e mergulho naquilo que
fizemos, no que somos, retomando os projetos que deixamos esquecidos.
Mas deveria ser principalmente um tempo de recomeço.
Não importa o quanto erramos e sim o quanto podemos acertar.
Não importa o que perdemos e sim o que ganhamos ao nos mantermos
firmes e perseverantes nas adversidades.
Vale a pena tentar. Vale a pena acreditar.
O maior inimigo de um ser humano é a sua falta de fé. Naquele que o criou,
em si mesmo e naqueles com os quais partilha sua vida e seu trabalho.
Não conheço uma história de todos os grandes líderes que existiram, onde
sua característica principal tenha sido acomodação, ou covardia, ou desânimo.
Mas posso citar diversos exemplos nos quais a resiliência e a força de vontade
levaram ao sucesso aquele que as manteve.
Tenho muita esperança em todos vocês.
Tenha bastante certeza do que já construímos juntos, mesmo quando separados pela distância física que torna corpos ausentes, mas corações unidos.
Tenho fé de que ainda poderemos ir mais além do que já fomos.
Que 2011 seja um novo recomeço em suas vidas.
Que o Natal saia do calendário e passe a habitar em seus corações, para que
nenhuma adversidade, nem tristeza, nem abatimento se instale em sua vida.
Acredite e siga adiante.
Paz e Bem!
22 de dez. de 2010
EMPRESAS MEDUSA
Boa Noite!
A Medusa é uma criatura mitológica que possuía em sua cabeça um longo tipo de cabelo formado por serpentes venenosas. Ela havia sido uma mulher muito bela e perigosa (na visão do poeta Ovídio), que cedera ao charme do deus Posseidon, provocando a fúria e vingança de Atena. Sendo uma das três górgonas, filhas dos deuses, era, porém mortal, embora possuísse o poder de transformar todos os seres humanos que fitassem seus olhos em pedra!
Portanto, para vencê-la, o herói grego Perseu protegeu-se com seu escudo mirando apenas para a sua imagem nele refletida, até poder chegar próximo e desferir-lhe um golpe mortal. A Medusa não foi capaz de reagir e ainda serviu (sua cabeça decapitada) de arma para o seu vencedor nos combates futuros.
Eu pensava que tudo isso não passava de pura e simples mitologia grega, criada para que os instrutores reforçassem conceitos e impusessem de maneira suave suas crenças aos jovens pupilos. Pensava, porque em nossos dias atuais começo a identificar diversas organizações como filhas da Medusa.
As empresas medusa investem uma enorme bolada em sua aparência externa. Capricham nas peças que vão para os consumidores, seja qual o for o canal de mídia, certos de que seu olhar petrificante pode paralisar quem ousar discordar dos seus números e da sua postura. Não querem enxergar os perigos que a rodeiam, mesmo quando eles sejam visíveis (ainda que por trás de um escudo como o fez Perseu), pois optam pela comodidade da covardia empresarial.
Elas estão pedindo para desaparecerem. Resta apenas aguardar a chegada daquela outra concorrente que tomará a iniciativa.
Empresas Medusa não possuem canais de comunicação interno. Suas instâncias são engessadas, rígidas a tal ponto que suas ramificações no mercado em que atua não alimentam o órgão central com as percepções e nuances recolhidas junto aos clientes atuais e aqueles potenciais. Seus dirigentes estão para além do Olimpo, numa morada onde nem os deuses mitológicos ousam chegar.
Tal qual a criatura mitológica, a empresa que não aproveita o seu capital intelectual, para o qual na maioria das vezes investiu consideráveis somas de recursos, está fadada ao desaparecimento. Algumas vezes de forma lenta e agonizante, outras vezes mais rápido e certeiro como o golpe de Perseu. Mas certamente, empresas Medusa, tal qual a criatura mitológica, desaparecerão.
A Medusa é uma criatura mitológica que possuía em sua cabeça um longo tipo de cabelo formado por serpentes venenosas. Ela havia sido uma mulher muito bela e perigosa (na visão do poeta Ovídio), que cedera ao charme do deus Posseidon, provocando a fúria e vingança de Atena. Sendo uma das três górgonas, filhas dos deuses, era, porém mortal, embora possuísse o poder de transformar todos os seres humanos que fitassem seus olhos em pedra!
Portanto, para vencê-la, o herói grego Perseu protegeu-se com seu escudo mirando apenas para a sua imagem nele refletida, até poder chegar próximo e desferir-lhe um golpe mortal. A Medusa não foi capaz de reagir e ainda serviu (sua cabeça decapitada) de arma para o seu vencedor nos combates futuros.
Eu pensava que tudo isso não passava de pura e simples mitologia grega, criada para que os instrutores reforçassem conceitos e impusessem de maneira suave suas crenças aos jovens pupilos. Pensava, porque em nossos dias atuais começo a identificar diversas organizações como filhas da Medusa.
As empresas medusa investem uma enorme bolada em sua aparência externa. Capricham nas peças que vão para os consumidores, seja qual o for o canal de mídia, certos de que seu olhar petrificante pode paralisar quem ousar discordar dos seus números e da sua postura. Não querem enxergar os perigos que a rodeiam, mesmo quando eles sejam visíveis (ainda que por trás de um escudo como o fez Perseu), pois optam pela comodidade da covardia empresarial.
Elas estão pedindo para desaparecerem. Resta apenas aguardar a chegada daquela outra concorrente que tomará a iniciativa.
Empresas Medusa não possuem canais de comunicação interno. Suas instâncias são engessadas, rígidas a tal ponto que suas ramificações no mercado em que atua não alimentam o órgão central com as percepções e nuances recolhidas junto aos clientes atuais e aqueles potenciais. Seus dirigentes estão para além do Olimpo, numa morada onde nem os deuses mitológicos ousam chegar.
Tal qual a criatura mitológica, a empresa que não aproveita o seu capital intelectual, para o qual na maioria das vezes investiu consideráveis somas de recursos, está fadada ao desaparecimento. Algumas vezes de forma lenta e agonizante, outras vezes mais rápido e certeiro como o golpe de Perseu. Mas certamente, empresas Medusa, tal qual a criatura mitológica, desaparecerão.
20 de dez. de 2010
FALSO OURO, VERDADEIRO OURO
Boa Noite!
Quem é natural da Região Nordeste com certeza já ouviu a expressão: “É ouro 16...”, referindo-se a alguma coisa ou pessoa que aparente uma importância que não tem, ou quer ser algo que não é. Trata-se, assim, de uma forma jocosa com a qual os nordestinos alertam que resultados não se obtêm meramente com discursos ou escritos pomposos, mas sem resultados, bem construídos gramaticalmente, porém desprovidos de afinidade para com os objetivos estratégicos das organizações.
A história que nos chega é de que o Ouro 16 era um composto apenas “banhado” de ouro, sem a mesma consistência e densidade do elemento original, que tanto é valorizado desde os tempos mais antigos. O Ouro 16 engana a visão, aparenta ser algo mais importante, mas não possui a mesma substância do original. Enfim, quer ser algo que não é! Já o Ouro 18, por outro lado, é o legítimo metal. Desejado e forte contra chuvas e inflações, torna-se objeto de cobiça e de disputa entre os apreciadores deste ‘vil metal’.
Quanto Ouro 16 existe hoje em dia em nosso país? Atenção: apesar das eleições terem ocorrido há pouco tempo atrás, nas cidades onde houve disputa do segundo turno, não estou falando (apenas) de política! Falo do mundo corporativo.
Quantas figuras que bem seriam melhor classificadas se as rotulássemos de “exóticas”, e assim não as levássemos tão a sério nas empresas, deixando-as nas prateleiras das curiosidades. Infelizmente não é isto que acontece!
O mercado está cheio de Ouro 16: veste-se como gestor, cheira como um (até os perfumes prediletos são repetidos), fala como um, mas age como um concorrente! Elabora brilhantes textos, normas operacionais que até parecem defender sua organização, mas em verdade querem ficar na sua, sem problemas, sem assumir maior comprometimento com a defesa da sua organização, quietinhos, quietinhos... Atacam os que desejam consolidar as empresas onde trabalham, e acabam assumindo a defesa dos concorrentes. Isto tudo sob uma capa, perfeitamente identificável, de compromissados gestores. Tudo é falso, como o ouro 16 também o é!
Cuidado com discursos pré-fabricados.
Atenção aos que pensam tanto para colocar suas opiniões que, ao fazê-lo, você nunca sabe se está recebendo um parecer de seu assessor/gestor ou está ouvindo uma fita gravada com dizeres teóricos dos “gurus”.
Seja esperto em identificar, previamente, estes tipos dentro de sua organização. Não passam de falsos brilhantes, melhor de Ouro 16: tentam apresentar o que não são e falar sobre o que não assumem como compromisso profissional de vida – a defesa de suas organizações.
Quer um conselho sobre o que fazer com eles? Simples. Coloque-os para trabalhar no seu concorrente. Rápido. Antes que eles identifiquem o ouro 18 que você tem!
Quem é natural da Região Nordeste com certeza já ouviu a expressão: “É ouro 16...”, referindo-se a alguma coisa ou pessoa que aparente uma importância que não tem, ou quer ser algo que não é. Trata-se, assim, de uma forma jocosa com a qual os nordestinos alertam que resultados não se obtêm meramente com discursos ou escritos pomposos, mas sem resultados, bem construídos gramaticalmente, porém desprovidos de afinidade para com os objetivos estratégicos das organizações.
A história que nos chega é de que o Ouro 16 era um composto apenas “banhado” de ouro, sem a mesma consistência e densidade do elemento original, que tanto é valorizado desde os tempos mais antigos. O Ouro 16 engana a visão, aparenta ser algo mais importante, mas não possui a mesma substância do original. Enfim, quer ser algo que não é! Já o Ouro 18, por outro lado, é o legítimo metal. Desejado e forte contra chuvas e inflações, torna-se objeto de cobiça e de disputa entre os apreciadores deste ‘vil metal’.
Quanto Ouro 16 existe hoje em dia em nosso país? Atenção: apesar das eleições terem ocorrido há pouco tempo atrás, nas cidades onde houve disputa do segundo turno, não estou falando (apenas) de política! Falo do mundo corporativo.
Quantas figuras que bem seriam melhor classificadas se as rotulássemos de “exóticas”, e assim não as levássemos tão a sério nas empresas, deixando-as nas prateleiras das curiosidades. Infelizmente não é isto que acontece!
O mercado está cheio de Ouro 16: veste-se como gestor, cheira como um (até os perfumes prediletos são repetidos), fala como um, mas age como um concorrente! Elabora brilhantes textos, normas operacionais que até parecem defender sua organização, mas em verdade querem ficar na sua, sem problemas, sem assumir maior comprometimento com a defesa da sua organização, quietinhos, quietinhos... Atacam os que desejam consolidar as empresas onde trabalham, e acabam assumindo a defesa dos concorrentes. Isto tudo sob uma capa, perfeitamente identificável, de compromissados gestores. Tudo é falso, como o ouro 16 também o é!
Cuidado com discursos pré-fabricados.
Atenção aos que pensam tanto para colocar suas opiniões que, ao fazê-lo, você nunca sabe se está recebendo um parecer de seu assessor/gestor ou está ouvindo uma fita gravada com dizeres teóricos dos “gurus”.
Seja esperto em identificar, previamente, estes tipos dentro de sua organização. Não passam de falsos brilhantes, melhor de Ouro 16: tentam apresentar o que não são e falar sobre o que não assumem como compromisso profissional de vida – a defesa de suas organizações.
Quer um conselho sobre o que fazer com eles? Simples. Coloque-os para trabalhar no seu concorrente. Rápido. Antes que eles identifiquem o ouro 18 que você tem!
17 de dez. de 2010
O FABRICANTE DE ABORTOS
(Escrito por Dr. Bernard N. Nathanson em 13 de fevereiro de 2008)
Este texto é de uma conferência proferida pelo Dr. Bernard N. Nathanson no "Colégio Médico de Madrid", publicada pela revista FUERZA NUEVA, de onde se transcreveu. O testemunho é sumamente valioso tendo em conta a personalidade do autor, um dos mais importantes defensores do aborto em seu país (EE.UU.)
É importante que vocês se dêem conta que fui um dos fundadores da organização mais importante que "vendia" aborto ao povo norte-americano. Havia mais outros dois membros: o Sr. Lawrence Lader e uma senhorita que pertencia ao movimento feminista. Em 1968, quando organizamos o movimento calcula-se que menos de 1% era partidário da liberação do aborto, ou seja, de 100 pessoas, 99 estavam contra e nosso orçamento era de 7.500 dólares anuais enquanto em 1982 já se aproximava de um milhão de dólares.
Vou explicar-lhes como estabelecemos o plano para convencer essas 199 milhões de pessoas em um país de 200 milhões para que o aborto fosse aceito. As táticas que vou explicar são seguras e, além disso, são as mesmas que se estabeleceram em outros países e também as que se utilizam na Espanha e nas demais nações.
Serviram-nos de base duas grandes mentiras: a falsificação de estatísticas e pesquisas que dizíamos haver feito e a escolha de uma vítima que afirmasse que o mal do aborto não se aprovaria na América do Norte. Essa vítima foi a Igreja Católica, ou melhor, dizendo, sua hierarquia de bispos e cardeais. Quando mais tarde os pró-abortistas usavam os mesmos "slogans" e argumentos que eu havia preparado em 1968, ria muito porque eu havia sido um de seus inventores e sabia muito bem que eram mentiras.
Falsificação das estatísticas
É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade. Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda. É importantíssimo que vocês se preocupem com os meios de comunicações sociais porque, segundo explicam os fatos, assim se infiltrarão as idéias entre a população. Se na Espanha esses meios não estão dispostos a dizer a verdade, vocês se encontram na mesma situação que criamos nos EE. UU.em 1968/69, quando contávamos através desses meios todas as mentiras que acabo de mencionar.
Outra prática eram nossas próprias invenções. Dizíamos, por exemplo, que havíamos feito uma pesquisa e que 25 por cento da população era a favor do aborto e três meses mais tarde dizíamos que eram 50 por cento, e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda, formar parte da maioria para que não dissessem que eram "atrasados", se uniam aos "avançados". Mais tarde fizemos pesquisas de verdade e pudemos comprovar que pouco a pouco iam aparecendo os resultados que havíamos inventado; por isso sejam muito cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto. Porque apesar de serem inventadas têm a virtude de convencer inclusive os magistrados e legisladores, pois eles como quaisquer outras pessoas lêem jornais, ouvem rádio e sempre fica alguma coisa em sua mente.
A Hierarquia Católica eleita como vítima
Uma das táticas mais eficazes que utilizamos naquela época foi o que chamamos de "etiqueta católica". Isso é importante para vocês, porque seu país é majoritariamente católico.
Em 1966 a guerra do Vietnam não era muito aceita pela população. A Igreja Católica a aprovava nos Estados Unidos. Então escolhemos como vítima a Igreja Católica e tratamos de relacioná-la com outros movimentos reacionários, inclusive no movimento anti-abortista. Sabíamos que não era bem assim, mas com esses enganos pusemos todos os jovens e as Igrejas Protestantes, que sempre olhava com receio a Igreja Católica, contra ela. Conseguimos inculcar a idéia nas pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os "maus". Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos, progressistas, liberais e mais esclarecidos. Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema do tipo confessional. Eu não pertenço a nenhuma religião e em compensação estou lhes falando contra o aborto.
Também quero dizer-lhes que hoje nos Estados Unidos a direção e liderança do movimento anti-abortista passou da Igreja Católica para as Igrejas Protestantes. Há também outras igrejas que se opõem como as Ortodoxas, Orientais, a Igreja de Cristo, os Batistas Americanos, Igrejas Luteranas Metodistas da África, todo o Islã, o judaísmo Ortodoxo, os Mórmons, as Assembléias de Deus e os Presbiterianos.
Outra tática que empregamos contra a Igreja Católica foi acusar seus sacerdotes, quando tomavam parte nos debates públicos contra o aborto, de meter-se em política e de que isso era anticonstitucional. O público acreditou facilmente apesar da falácia do argumento ser c
Dirigi a partir de 1971 a maior clínica de aborto do mundo. Foi o Centro de Saúde Sexual (CRANCH), situado ao leste de Nova York. Tinha 10 salas de cirurgia e 35 médicos sob minhas ordens. Realizávamos 120 abortos diários, incluindo domingos e feriados e somente no dia de Natal não trabalhávamos. Quando assumi a clínica estava tudo sujo e nas piores condições sanitárias. Os médicos não lavavam as mãos entre um aborto e outro e alguns eram feitos por enfermeiras ou simples auxiliares.
Consegui modificar tudo aquilo e transformá-la em uma clínica modelo em seu gênero, e como Chefe de Departamento, tenho que confessar que 60.000 abortos foram praticados sob minhas ordens e uns 5.000 foram feitos pessoalmente por mim.
Lembro que numa festa que organizamos algumas esposas dos médicos me contaram que seus maridos sofriam pesadelos durante a noite e, gritando, falavam de sangue e de corpos de crianças cortados. Outros bebiam demasiadamente e alguns usavam drogas. Alguns deles tiveram que ser visitados por psiquiatras. Muitas enfermeiras se tornaram alcoólatras e outras abandonaram a clínica chorando. Foi para mim uma experiência sem precedentes.
Em setembro de 1972 apresentei minha demissão porque já havia conseguido meu objetivo, que era colocar a clínica em funcionamento. Naquela época, digo sinceramente, não deixei a clínica porque estivesse contra o aborto; deixei-a porque tinha outros compromissos a cumprir. Fui nomeado Diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas de Nova York, onde iniciei a criação do serviço de Fetologia. Estudando o feto, no interior do útero materno, pude comprovar que é um ser humano com todas suas características a quem deve ser outorgado todos os privilégios e vantagens que desfruta qualquer cidadão na sociedade ocidental.
Do estudo do feto vivo no interior do útero tirei esta conclusão
Talvez alguém pense que antes de meus estudos devia saber, como médico, e além disso como ginecologista, que o ser concebido era um ser humano. Evidentemente sabia disso, mas não o havia comprovado, eu mesmo, cientificamente. As novas tecnologias nos ajudam a conhecer com maior exatidão sua natureza humana e não considerá-lo como um simples pedaço de carne. Hoje, com técnicas modernas, pode-se tratar no interior do útero muitas doenças, inclusive fazer mais de 50 tipos de cirurgias. Foram esses argumentos científicos que mudaram meu modo de pensar. O fato é que: se o ser concebido é um paciente que pode ser submetido a um tratamento, então é uma pessoa e, se é uma pessoa, tem o direito à vida e a que nós procuremos conservá-la.
Gostaria de fazer um breve comentário ao Projeto de Lei sobre aborto apresentado na Espanha (Nota: esse projeto de lei já foi aprovado). É a mesma que está em vigor no Canadá, ou seja, em casos de estupro, sub-normalidade e nos casos de risco à saúde da mãe.
O estupro é sem dúvida uma situação muito dolorosa. Afortunadamente poucos estupros são seguidos de gravidez. Mas mesmo nesse caso, o estupro, que é um terrível ato de violência, não pode ser seguido de outro não menos terrível como é a destruição de um ser vivo. Portanto tratar de apagar uma horrível violência com outra também horrível não parece lógico; é simplesmente um absurdo, e na realidade o que faz é aumentar o trauma da mulher ao destruir uma vida inocente. Porque essa vida tem um valor em si mesmo ainda que tenha sido criada em circunstâncias terríveis, circunstâncias que nunca poderiam justificar sua destruição. Posso assegurar-lhes que muitos dos que estamos aqui fomos concebidos em circunstâncias que não foram as ideais, talvez sem amor, sem calor humano, porém isso não nos modifica em absoluto nem nos estigmatiza. Portanto, recorrer ao aborto em caso de estupro é algo ilógico e desumano.
Vou me referir à saúde da mãe. Sempre disse que defenderia o aborto se a saúde física da mulher estivesse em perigo imediato de morte caso continuasse sua gravidez. Mas hoje, com os avanços da medicina, esse caso praticamente não existe. Portanto o argumento é enganoso, porque simplesmente não é certo.
Finalmente vou considerar o caso do feto defeituoso. Esse é um assunto muito delicado porque significa que aspiramos uma sociedade formada por pessoas fisicamente perfeitas, e sem medo de me equivocar posso assegurar que nesta sala não há uma única pessoa que seja fisicamente perfeita. É perigosíssimo aceitar esse princípio porque desembocaria num holocausto.
Posso assegurar-lhes que inclusive as crianças mongólicas são queridas. Vou contar-lhes uma história. Quando estive na Nova Zelândia com minha esposa, um dia almoçamos com sir William Lilley, que é um dos fetologistas mais importante do mundo e nos contou que tivera quatro filhos que já eram maiores, e ao ficar o casal sozinho adotaram uma criança mongólica, disse-me que esse filho adotivo lhes havia proporcionado mais alegria que qualquer um dos outros quatro filhos. Posso assegurar-lhes que se esse tipo de lei for aprovada na Espanha se abusará dela e será utilizada para justificar o aborto em todos os casos.
Isso foi o que ocorreu no Canadá. Os médicos, simplesmente colocam uma etiqueta nos pedidos de aborto e todo mundo acha graça deles e da lei. Penso que quando se permite o aborto, permite-se um ato de violência mortal, um ato deliberado de destruição e, portanto um crime. Posso assegurar-lhes que se a Espanha seguir o caminho do aborto, os três Selos do Apocalipse que são a delinqüência violenta, a droga e a eutanásia não tardarão de aparecer em seguida, como está se sucedendo na América. Quero terminar com estas palavras: Como cientista, não é que eu acredite, mas é que sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser inviolável.
Considere que não professo nenhuma religião, penso que existe uma Divindade que nos ordena por fim neste triste, inexplicável e vergonhoso crime contra a humanidade. Se não saímos vitoriosos e omitimos nossa completa dedicação a esta causa tão importante, a História nunca nos perdoará.
(Traduzido pela Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família - PROVIDAFAMÍLIA do folheto "Yo practiqué cinco mil abortos" publicado por Vida Humana Internacional, 45 S.W. 71st Ave., Miami, Flórida 33144 - USA Tel: (305) 260-0560; FAX : (305) 260-0595; E-mail: latinos@vidahumana.org. Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email. Com autorização do editor.)
Este texto é de uma conferência proferida pelo Dr. Bernard N. Nathanson no "Colégio Médico de Madrid", publicada pela revista FUERZA NUEVA, de onde se transcreveu. O testemunho é sumamente valioso tendo em conta a personalidade do autor, um dos mais importantes defensores do aborto em seu país (EE.UU.)
É importante que vocês se dêem conta que fui um dos fundadores da organização mais importante que "vendia" aborto ao povo norte-americano. Havia mais outros dois membros: o Sr. Lawrence Lader e uma senhorita que pertencia ao movimento feminista. Em 1968, quando organizamos o movimento calcula-se que menos de 1% era partidário da liberação do aborto, ou seja, de 100 pessoas, 99 estavam contra e nosso orçamento era de 7.500 dólares anuais enquanto em 1982 já se aproximava de um milhão de dólares.
Vou explicar-lhes como estabelecemos o plano para convencer essas 199 milhões de pessoas em um país de 200 milhões para que o aborto fosse aceito. As táticas que vou explicar são seguras e, além disso, são as mesmas que se estabeleceram em outros países e também as que se utilizam na Espanha e nas demais nações.
Serviram-nos de base duas grandes mentiras: a falsificação de estatísticas e pesquisas que dizíamos haver feito e a escolha de uma vítima que afirmasse que o mal do aborto não se aprovaria na América do Norte. Essa vítima foi a Igreja Católica, ou melhor, dizendo, sua hierarquia de bispos e cardeais. Quando mais tarde os pró-abortistas usavam os mesmos "slogans" e argumentos que eu havia preparado em 1968, ria muito porque eu havia sido um de seus inventores e sabia muito bem que eram mentiras.
Falsificação das estatísticas
É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade. Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda. É importantíssimo que vocês se preocupem com os meios de comunicações sociais porque, segundo explicam os fatos, assim se infiltrarão as idéias entre a população. Se na Espanha esses meios não estão dispostos a dizer a verdade, vocês se encontram na mesma situação que criamos nos EE. UU.em 1968/69, quando contávamos através desses meios todas as mentiras que acabo de mencionar.
Outra prática eram nossas próprias invenções. Dizíamos, por exemplo, que havíamos feito uma pesquisa e que 25 por cento da população era a favor do aborto e três meses mais tarde dizíamos que eram 50 por cento, e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda, formar parte da maioria para que não dissessem que eram "atrasados", se uniam aos "avançados". Mais tarde fizemos pesquisas de verdade e pudemos comprovar que pouco a pouco iam aparecendo os resultados que havíamos inventado; por isso sejam muito cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto. Porque apesar de serem inventadas têm a virtude de convencer inclusive os magistrados e legisladores, pois eles como quaisquer outras pessoas lêem jornais, ouvem rádio e sempre fica alguma coisa em sua mente.
A Hierarquia Católica eleita como vítima
Uma das táticas mais eficazes que utilizamos naquela época foi o que chamamos de "etiqueta católica". Isso é importante para vocês, porque seu país é majoritariamente católico.
Em 1966 a guerra do Vietnam não era muito aceita pela população. A Igreja Católica a aprovava nos Estados Unidos. Então escolhemos como vítima a Igreja Católica e tratamos de relacioná-la com outros movimentos reacionários, inclusive no movimento anti-abortista. Sabíamos que não era bem assim, mas com esses enganos pusemos todos os jovens e as Igrejas Protestantes, que sempre olhava com receio a Igreja Católica, contra ela. Conseguimos inculcar a idéia nas pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os "maus". Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos, progressistas, liberais e mais esclarecidos. Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema do tipo confessional. Eu não pertenço a nenhuma religião e em compensação estou lhes falando contra o aborto.
Também quero dizer-lhes que hoje nos Estados Unidos a direção e liderança do movimento anti-abortista passou da Igreja Católica para as Igrejas Protestantes. Há também outras igrejas que se opõem como as Ortodoxas, Orientais, a Igreja de Cristo, os Batistas Americanos, Igrejas Luteranas Metodistas da África, todo o Islã, o judaísmo Ortodoxo, os Mórmons, as Assembléias de Deus e os Presbiterianos.
Outra tática que empregamos contra a Igreja Católica foi acusar seus sacerdotes, quando tomavam parte nos debates públicos contra o aborto, de meter-se em política e de que isso era anticonstitucional. O público acreditou facilmente apesar da falácia do argumento ser c
Dirigi a partir de 1971 a maior clínica de aborto do mundo. Foi o Centro de Saúde Sexual (CRANCH), situado ao leste de Nova York. Tinha 10 salas de cirurgia e 35 médicos sob minhas ordens. Realizávamos 120 abortos diários, incluindo domingos e feriados e somente no dia de Natal não trabalhávamos. Quando assumi a clínica estava tudo sujo e nas piores condições sanitárias. Os médicos não lavavam as mãos entre um aborto e outro e alguns eram feitos por enfermeiras ou simples auxiliares.
Consegui modificar tudo aquilo e transformá-la em uma clínica modelo em seu gênero, e como Chefe de Departamento, tenho que confessar que 60.000 abortos foram praticados sob minhas ordens e uns 5.000 foram feitos pessoalmente por mim.
Lembro que numa festa que organizamos algumas esposas dos médicos me contaram que seus maridos sofriam pesadelos durante a noite e, gritando, falavam de sangue e de corpos de crianças cortados. Outros bebiam demasiadamente e alguns usavam drogas. Alguns deles tiveram que ser visitados por psiquiatras. Muitas enfermeiras se tornaram alcoólatras e outras abandonaram a clínica chorando. Foi para mim uma experiência sem precedentes.
Em setembro de 1972 apresentei minha demissão porque já havia conseguido meu objetivo, que era colocar a clínica em funcionamento. Naquela época, digo sinceramente, não deixei a clínica porque estivesse contra o aborto; deixei-a porque tinha outros compromissos a cumprir. Fui nomeado Diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas de Nova York, onde iniciei a criação do serviço de Fetologia. Estudando o feto, no interior do útero materno, pude comprovar que é um ser humano com todas suas características a quem deve ser outorgado todos os privilégios e vantagens que desfruta qualquer cidadão na sociedade ocidental.
Do estudo do feto vivo no interior do útero tirei esta conclusão
Talvez alguém pense que antes de meus estudos devia saber, como médico, e além disso como ginecologista, que o ser concebido era um ser humano. Evidentemente sabia disso, mas não o havia comprovado, eu mesmo, cientificamente. As novas tecnologias nos ajudam a conhecer com maior exatidão sua natureza humana e não considerá-lo como um simples pedaço de carne. Hoje, com técnicas modernas, pode-se tratar no interior do útero muitas doenças, inclusive fazer mais de 50 tipos de cirurgias. Foram esses argumentos científicos que mudaram meu modo de pensar. O fato é que: se o ser concebido é um paciente que pode ser submetido a um tratamento, então é uma pessoa e, se é uma pessoa, tem o direito à vida e a que nós procuremos conservá-la.
Gostaria de fazer um breve comentário ao Projeto de Lei sobre aborto apresentado na Espanha (Nota: esse projeto de lei já foi aprovado). É a mesma que está em vigor no Canadá, ou seja, em casos de estupro, sub-normalidade e nos casos de risco à saúde da mãe.
O estupro é sem dúvida uma situação muito dolorosa. Afortunadamente poucos estupros são seguidos de gravidez. Mas mesmo nesse caso, o estupro, que é um terrível ato de violência, não pode ser seguido de outro não menos terrível como é a destruição de um ser vivo. Portanto tratar de apagar uma horrível violência com outra também horrível não parece lógico; é simplesmente um absurdo, e na realidade o que faz é aumentar o trauma da mulher ao destruir uma vida inocente. Porque essa vida tem um valor em si mesmo ainda que tenha sido criada em circunstâncias terríveis, circunstâncias que nunca poderiam justificar sua destruição. Posso assegurar-lhes que muitos dos que estamos aqui fomos concebidos em circunstâncias que não foram as ideais, talvez sem amor, sem calor humano, porém isso não nos modifica em absoluto nem nos estigmatiza. Portanto, recorrer ao aborto em caso de estupro é algo ilógico e desumano.
Vou me referir à saúde da mãe. Sempre disse que defenderia o aborto se a saúde física da mulher estivesse em perigo imediato de morte caso continuasse sua gravidez. Mas hoje, com os avanços da medicina, esse caso praticamente não existe. Portanto o argumento é enganoso, porque simplesmente não é certo.
Finalmente vou considerar o caso do feto defeituoso. Esse é um assunto muito delicado porque significa que aspiramos uma sociedade formada por pessoas fisicamente perfeitas, e sem medo de me equivocar posso assegurar que nesta sala não há uma única pessoa que seja fisicamente perfeita. É perigosíssimo aceitar esse princípio porque desembocaria num holocausto.
Posso assegurar-lhes que inclusive as crianças mongólicas são queridas. Vou contar-lhes uma história. Quando estive na Nova Zelândia com minha esposa, um dia almoçamos com sir William Lilley, que é um dos fetologistas mais importante do mundo e nos contou que tivera quatro filhos que já eram maiores, e ao ficar o casal sozinho adotaram uma criança mongólica, disse-me que esse filho adotivo lhes havia proporcionado mais alegria que qualquer um dos outros quatro filhos. Posso assegurar-lhes que se esse tipo de lei for aprovada na Espanha se abusará dela e será utilizada para justificar o aborto em todos os casos.
Isso foi o que ocorreu no Canadá. Os médicos, simplesmente colocam uma etiqueta nos pedidos de aborto e todo mundo acha graça deles e da lei. Penso que quando se permite o aborto, permite-se um ato de violência mortal, um ato deliberado de destruição e, portanto um crime. Posso assegurar-lhes que se a Espanha seguir o caminho do aborto, os três Selos do Apocalipse que são a delinqüência violenta, a droga e a eutanásia não tardarão de aparecer em seguida, como está se sucedendo na América. Quero terminar com estas palavras: Como cientista, não é que eu acredite, mas é que sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser inviolável.
Considere que não professo nenhuma religião, penso que existe uma Divindade que nos ordena por fim neste triste, inexplicável e vergonhoso crime contra a humanidade. Se não saímos vitoriosos e omitimos nossa completa dedicação a esta causa tão importante, a História nunca nos perdoará.
(Traduzido pela Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família - PROVIDAFAMÍLIA do folheto "Yo practiqué cinco mil abortos" publicado por Vida Humana Internacional, 45 S.W. 71st Ave., Miami, Flórida 33144 - USA Tel: (305) 260-0560; FAX : (305) 260-0595; E-mail: latinos@vidahumana.org. Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email. Com autorização do editor.)
15 de dez. de 2010
O ABORTO DAS NAMORADINHAS
Bom Dia!
"Quem é que nunca teve uma namoradinha que precisou fazer um aborto?"
Com esta frase que certamente passará a ingressar o rol das coisas mais absurdas que a arrogância humana já produziu, o Governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, falando para uma platéia de empresários, assumiu agora a defesa do aborto. O fato aconteceu ontem em São Paulo e adiciona-se à defesa da legalização das drogas feita na semana passada pelo mesmo político.
Lamentável a frase, o preconceito explícito contra as mulheres e a defesa de crime tão bárbaro, covarde e atroz contra as crianças.
Lamentável que o Governador esteja colocando-se acima de tudo e de todos, apenas pelas batalhas vencidas contra o tráfico, enquanto podia dar exemplos de retidão e equilíbrio neste momento em que a população acredita nele.
Tratar as mulheres como um mero objeto que se pode usar e manipular, por ser o 'namoradinho', já se coloca como o maior dos absurdos para uma figura pública que nomeia até ministros pela televisão, à revelia da própria Presidenta eleita. Mas querer justificar um crime absurdo como meio de encobrir 'escapadelas' dos homens beira ao total colapso do bom senso.
É óbvio que se a sociedade se mostrar indignada, a culpa será repassada ao gravador ou ao repórter do SBT Jornal que divulgou a tal gravação. Num país em que autoridades nada sabem, ou quando sabem tudo relativizam, ou quando falam mudam inclusive o que falaram, nada mais me surpreende.
Mas é vital que manifestemos nosso desagrado.
Seja com a traição das posturas de campanha de um governador que sequer foi diplomado para o segundo mandato e já foge do que afirmou defender, seja com o uso de seu prestígio para tentar defender algo tão vil e sujo como o aborto.
"Quem é que nunca teve uma namoradinha que precisou fazer um aborto?"
Com esta frase que certamente passará a ingressar o rol das coisas mais absurdas que a arrogância humana já produziu, o Governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, falando para uma platéia de empresários, assumiu agora a defesa do aborto. O fato aconteceu ontem em São Paulo e adiciona-se à defesa da legalização das drogas feita na semana passada pelo mesmo político.
Lamentável a frase, o preconceito explícito contra as mulheres e a defesa de crime tão bárbaro, covarde e atroz contra as crianças.
Lamentável que o Governador esteja colocando-se acima de tudo e de todos, apenas pelas batalhas vencidas contra o tráfico, enquanto podia dar exemplos de retidão e equilíbrio neste momento em que a população acredita nele.
Tratar as mulheres como um mero objeto que se pode usar e manipular, por ser o 'namoradinho', já se coloca como o maior dos absurdos para uma figura pública que nomeia até ministros pela televisão, à revelia da própria Presidenta eleita. Mas querer justificar um crime absurdo como meio de encobrir 'escapadelas' dos homens beira ao total colapso do bom senso.
É óbvio que se a sociedade se mostrar indignada, a culpa será repassada ao gravador ou ao repórter do SBT Jornal que divulgou a tal gravação. Num país em que autoridades nada sabem, ou quando sabem tudo relativizam, ou quando falam mudam inclusive o que falaram, nada mais me surpreende.
Mas é vital que manifestemos nosso desagrado.
Seja com a traição das posturas de campanha de um governador que sequer foi diplomado para o segundo mandato e já foge do que afirmou defender, seja com o uso de seu prestígio para tentar defender algo tão vil e sujo como o aborto.
14 de dez. de 2010
A VITÓRIA DE ELISSA
Boa Noite!
Conta a lenda que a Rainha Elissa de Tiro, revoltada com o assassinato de seu esposo, o Rei, pelo próprio irmão, numa disputa fratricida pelo trono, assumiu o comando de diversos membros da sua corte e, com parte do tesouro real a bordo, singrou os mares do Mediterrâneo em busca de um novo lar. Chegando às costas da região que atualmente forma a Líbia, deparou-se com um lugar tão belo que resolveu ali aportar. Ao descer e tentar construir uma nova cidade foi surpreendida com a chegada do imperador local que do alto de sua arrogância e menosprezando-a, talvez por ser uma mulher sem marido (um absurdo para à época - oito séculos antes de Cristo), afirmou que daria a ela toda a terra que pudesse colocar num couro de um boi sagrado.
Elissa não titubeou: "Aceito o seu desafio e sua palavra, majestade". Imediatamente mandou que fosse sacrificado o melhor dos bois que compunha o rebanho de sua propriedade. Em seguida determinou que o couro do animal fosse cuidadosamente retirado, curtido e cortado em tiras, das mais finas possíveis, mas que pudessem ser amarradas umas as outras sem partirem.
Com isto, adquiriu uma corda que compunha o couro do animal, tão imensa que o imperador, constrangido e humilhado, teve que ceder-lhe as terras nas quais foi fundada a cidade de Cartago.
O imperador menosprezou a inteligência, pois possuía o poder material local. Elissa valorizou-a e, assim, não apenas sobreviveu à humilhação que o rei tentara impor-lhe como adquiriu vantagens para sua equipe.
Verdade ou não, daí em diante os cartagineses sempre foram citados e lembrados por persistirem nos momentos de adversidade, surpreendendo seus opositores, mesmo quando estes últimos possuíam forças materiais superiores (como é o caso de Aníbal e a invasão de Roma através dos Alpes).
A Lenda ainda hoje nos serve de reflexão e aprendizado.
Não são poucos os momentos nos quais nos deparamos com forças que possuem, senão a superioridade material que apregoam, mas ao menos o poder suficiente para nos deixarem abatidos e desmotivados. Se pensarmos, nestes instantes, apenas em nós mesmos, poderemos desistir de fazer-lhes oposição através do único mecanismo pelo qual os profissionais vencem os medíocres: a inteligência.
Este é o exemplo de Elissa: um raciocínio rápido somente é possível quando se possui conteúdo que o fundamente. E o conteúdo não resulta de dinheiro, arrogância ou poder temporal. O conteúdo é fruto de todo um processo de crescimento, maturidade e criticidade que apenas o tempo e a perseverança são capazes de assegurar. Claro, a vontade de cada um é o combustível essencial. Não sei como era a face da (talvez) mitológica Elissa. Mas admiro-lhe a coragem de não se deixar dobrar e a certeza que depositou na vitória da inteligência sobre a arrogância, do conteúdo sobre a superficialidade.
Conta a lenda que a Rainha Elissa de Tiro, revoltada com o assassinato de seu esposo, o Rei, pelo próprio irmão, numa disputa fratricida pelo trono, assumiu o comando de diversos membros da sua corte e, com parte do tesouro real a bordo, singrou os mares do Mediterrâneo em busca de um novo lar. Chegando às costas da região que atualmente forma a Líbia, deparou-se com um lugar tão belo que resolveu ali aportar. Ao descer e tentar construir uma nova cidade foi surpreendida com a chegada do imperador local que do alto de sua arrogância e menosprezando-a, talvez por ser uma mulher sem marido (um absurdo para à época - oito séculos antes de Cristo), afirmou que daria a ela toda a terra que pudesse colocar num couro de um boi sagrado.
Elissa não titubeou: "Aceito o seu desafio e sua palavra, majestade". Imediatamente mandou que fosse sacrificado o melhor dos bois que compunha o rebanho de sua propriedade. Em seguida determinou que o couro do animal fosse cuidadosamente retirado, curtido e cortado em tiras, das mais finas possíveis, mas que pudessem ser amarradas umas as outras sem partirem.
Com isto, adquiriu uma corda que compunha o couro do animal, tão imensa que o imperador, constrangido e humilhado, teve que ceder-lhe as terras nas quais foi fundada a cidade de Cartago.
O imperador menosprezou a inteligência, pois possuía o poder material local. Elissa valorizou-a e, assim, não apenas sobreviveu à humilhação que o rei tentara impor-lhe como adquiriu vantagens para sua equipe.
Verdade ou não, daí em diante os cartagineses sempre foram citados e lembrados por persistirem nos momentos de adversidade, surpreendendo seus opositores, mesmo quando estes últimos possuíam forças materiais superiores (como é o caso de Aníbal e a invasão de Roma através dos Alpes).
A Lenda ainda hoje nos serve de reflexão e aprendizado.
Não são poucos os momentos nos quais nos deparamos com forças que possuem, senão a superioridade material que apregoam, mas ao menos o poder suficiente para nos deixarem abatidos e desmotivados. Se pensarmos, nestes instantes, apenas em nós mesmos, poderemos desistir de fazer-lhes oposição através do único mecanismo pelo qual os profissionais vencem os medíocres: a inteligência.
Este é o exemplo de Elissa: um raciocínio rápido somente é possível quando se possui conteúdo que o fundamente. E o conteúdo não resulta de dinheiro, arrogância ou poder temporal. O conteúdo é fruto de todo um processo de crescimento, maturidade e criticidade que apenas o tempo e a perseverança são capazes de assegurar. Claro, a vontade de cada um é o combustível essencial. Não sei como era a face da (talvez) mitológica Elissa. Mas admiro-lhe a coragem de não se deixar dobrar e a certeza que depositou na vitória da inteligência sobre a arrogância, do conteúdo sobre a superficialidade.
CONSTRUA SEU DESTINO
Bom Dia!
“Quando semeio um pensamento, colho uma ação”.
Sem a inteligência sendo usada como ponte que ligue uma situação de completo vazio (o nada) e outra de equilíbrio emocional, os seres humanos nada serão senão marionetes jogadas por mãos manipuladoras em redes que se formam a partir de uma sociedade vazia e completamente desprovida de vontade de mudar. Quando nossos pensamentos são arraigados aos princípios e valores mais profundos e consistentes de nosso íntimo, produzirão convicções e diretrizes existenciais que nos impulsionarão para o AGIR. Sobre bases concretas do pensar, nenhum ser humano será um acomodado.
“Quando semeio ação, colho um hábito”.
O pensamento motivado leva à uma sequencia de ações que não podem ser desprovidas de conteúdo, de coerência, sob pena de tornarem-se elementos repetitivos, executados de forma mecânica, livres de quaisquer compromissos éticos e transformadores da sociedade. Quando o ser humano busca suas ações apenas nas áreas onde se considera protegido, ou acomodado, dificilmente será capaz de desenvolver e sempre manter bons hábitos. É a opção pelo desafio que nos leva a mudar, melhorar, fortalecer valores e qualificar os hábitos adquiridos ao longo desta caminhada.
“Quando semeio hábitos, colho caráter”.
Dessa miscelânea de hábitos saudáveis emanará um caráter firme, perseverante e íntegro. Porém, o oposto é bastante preocupante e atual aos nossos olhos: quase que diariamente, nefastas apresentações ditas de “modernidades”, disseminam hábitos nefastos e insalubres, tornando nossa sociedade uma coleção de maus caráteres alimentadores do desequilíbrio social e a injustiça em todo o planeta.
“Quando semeio caráter, colho o meu destino.”.
Encontraremos nosso destino no exato lugar onde forjamos o nosso caráter. Nem além, nem aquém. Não existe destino previamente “traçado”, como se fosse do interesse de Deus restringir nossa opção de escolha ou tolher-nos a nossa liberdade.
Nosso caráter é o produto de nossas escolhas, acrescidas de tudo que se pode somar nas repetidas ações e decisões que tomamos a cada instante de nossas existências. Busque formar seu caráter a partir de valiosos valores e princípios, e proteja-o com o escudo de sua fé. No limite do que se é possível estabelecer, encontraremos nosso destino numa busca por nosso caráter.Devemos atentar, apenas para o tempo. Ele costuma lembrar-se da maneira mais dolorida que o ser humano não é timoneiro do tempo, portanto, se queremos mudanças é bom iniciá-las para “ontem”.
“Quando semeio um pensamento, colho uma ação”.
Sem a inteligência sendo usada como ponte que ligue uma situação de completo vazio (o nada) e outra de equilíbrio emocional, os seres humanos nada serão senão marionetes jogadas por mãos manipuladoras em redes que se formam a partir de uma sociedade vazia e completamente desprovida de vontade de mudar. Quando nossos pensamentos são arraigados aos princípios e valores mais profundos e consistentes de nosso íntimo, produzirão convicções e diretrizes existenciais que nos impulsionarão para o AGIR. Sobre bases concretas do pensar, nenhum ser humano será um acomodado.
“Quando semeio ação, colho um hábito”.
O pensamento motivado leva à uma sequencia de ações que não podem ser desprovidas de conteúdo, de coerência, sob pena de tornarem-se elementos repetitivos, executados de forma mecânica, livres de quaisquer compromissos éticos e transformadores da sociedade. Quando o ser humano busca suas ações apenas nas áreas onde se considera protegido, ou acomodado, dificilmente será capaz de desenvolver e sempre manter bons hábitos. É a opção pelo desafio que nos leva a mudar, melhorar, fortalecer valores e qualificar os hábitos adquiridos ao longo desta caminhada.
“Quando semeio hábitos, colho caráter”.
Dessa miscelânea de hábitos saudáveis emanará um caráter firme, perseverante e íntegro. Porém, o oposto é bastante preocupante e atual aos nossos olhos: quase que diariamente, nefastas apresentações ditas de “modernidades”, disseminam hábitos nefastos e insalubres, tornando nossa sociedade uma coleção de maus caráteres alimentadores do desequilíbrio social e a injustiça em todo o planeta.
“Quando semeio caráter, colho o meu destino.”.
Encontraremos nosso destino no exato lugar onde forjamos o nosso caráter. Nem além, nem aquém. Não existe destino previamente “traçado”, como se fosse do interesse de Deus restringir nossa opção de escolha ou tolher-nos a nossa liberdade.
Nosso caráter é o produto de nossas escolhas, acrescidas de tudo que se pode somar nas repetidas ações e decisões que tomamos a cada instante de nossas existências. Busque formar seu caráter a partir de valiosos valores e princípios, e proteja-o com o escudo de sua fé. No limite do que se é possível estabelecer, encontraremos nosso destino numa busca por nosso caráter.Devemos atentar, apenas para o tempo. Ele costuma lembrar-se da maneira mais dolorida que o ser humano não é timoneiro do tempo, portanto, se queremos mudanças é bom iniciá-las para “ontem”.
9 de dez. de 2010
TRÊS GRAMAS
Boa Noite!
Pesquisadores americanos, ligados à Associação Americana do Coração, sediada em Chicago, divulgaram um estudo efetuado acerca dos hábitos alimentares dos jovens, especialmente a ingestão de SAL. Segundo as projeções efetuadas, uma simples redução de TRÊS GRAMAS DIÁRIAS de Sal, diminuiria o risco de Hipertensão após os cinquenta anos em 43%. Ao contrário, a manutenção da atual dieta dos jovens, rica em tudo o que afeta o equilíbrio da Saúde e pobre em tudo o que o defende, vai tornar a geração até 20 anos uma potencial cardiopata em três décadas.
Esta diminuição tgraria outros benefícios: o risco de problemas coronarianos diminui em até 12%; ataques do coração cai em até 15%; o risco de acidentes vasculares cerebrais (derrames) diminui 8%.
O problema é que hoje, dentre os jovens americanosm consome-se cerca de quatro gramas por dia.
Ou seja, o jovem adolescente estabeleceu como base de sua dieta o temido SAL. E a mudança de dieta não apenas envolve a quebra de hábitos, mas uma revolução cultural interior (da própria pessoa) e exterior (do círculo familiar que a envolve).
Nós costumamos ser pródigos em discursos e pobres em testemunhos. Sabemos de cor e salteado tudo o que nossos jovens precisam fazer para ter uma saúde melhor, enquanto continuamos nossa dieta destrutiva e nossos hábitos condenáveis. É preciso rever esta questão.
A responsabilidade pela saúde é de cada indivíduo. Mas a influência da família é muito importante. Ela pode ser um divisor de águas entre a saúde futura ou o desastre completo. A saúde deve ser pensada como uma caderneta de poupança: se deposito todo mês um determinado valor, por menor que ele seja, estaou acumulando reservas e um dia, este pouqinho formará uma bela quantia a ser usada em momentos de necessidade.
Mas se apenas gasto tudo o que recebo, nada terei para usar quando for tempo de dificuldades. E no caso da saúde este tempo já é bastante conhecido: a vida no pós-50 anos.
Três gramas até parece nada, se olharmos sob a lógica do volume. Mas é uma imensa distância sob a lógica dos costumes e hábitos desenvolvidos. Por isso, é sempre melhor começar. De poquinho em pouquinho, mas sem parar. Ainda dá tempo, senão conosco, mas ao menos com aqueles a quem tanto amamos.
Pesquisadores americanos, ligados à Associação Americana do Coração, sediada em Chicago, divulgaram um estudo efetuado acerca dos hábitos alimentares dos jovens, especialmente a ingestão de SAL. Segundo as projeções efetuadas, uma simples redução de TRÊS GRAMAS DIÁRIAS de Sal, diminuiria o risco de Hipertensão após os cinquenta anos em 43%. Ao contrário, a manutenção da atual dieta dos jovens, rica em tudo o que afeta o equilíbrio da Saúde e pobre em tudo o que o defende, vai tornar a geração até 20 anos uma potencial cardiopata em três décadas.
Esta diminuição tgraria outros benefícios: o risco de problemas coronarianos diminui em até 12%; ataques do coração cai em até 15%; o risco de acidentes vasculares cerebrais (derrames) diminui 8%.
O problema é que hoje, dentre os jovens americanosm consome-se cerca de quatro gramas por dia.
Ou seja, o jovem adolescente estabeleceu como base de sua dieta o temido SAL. E a mudança de dieta não apenas envolve a quebra de hábitos, mas uma revolução cultural interior (da própria pessoa) e exterior (do círculo familiar que a envolve).
Nós costumamos ser pródigos em discursos e pobres em testemunhos. Sabemos de cor e salteado tudo o que nossos jovens precisam fazer para ter uma saúde melhor, enquanto continuamos nossa dieta destrutiva e nossos hábitos condenáveis. É preciso rever esta questão.
A responsabilidade pela saúde é de cada indivíduo. Mas a influência da família é muito importante. Ela pode ser um divisor de águas entre a saúde futura ou o desastre completo. A saúde deve ser pensada como uma caderneta de poupança: se deposito todo mês um determinado valor, por menor que ele seja, estaou acumulando reservas e um dia, este pouqinho formará uma bela quantia a ser usada em momentos de necessidade.
Mas se apenas gasto tudo o que recebo, nada terei para usar quando for tempo de dificuldades. E no caso da saúde este tempo já é bastante conhecido: a vida no pós-50 anos.
Três gramas até parece nada, se olharmos sob a lógica do volume. Mas é uma imensa distância sob a lógica dos costumes e hábitos desenvolvidos. Por isso, é sempre melhor começar. De poquinho em pouquinho, mas sem parar. Ainda dá tempo, senão conosco, mas ao menos com aqueles a quem tanto amamos.
7 de dez. de 2010
CONTRA AS DROGAS LIVRES!
Boa Noite!
O governador Sérgio Cabral do Rio de Janeiro, em entrevista concedida à Rede TV!, abriu, deitado sobre os louros de sua ‘vitória’ contra os criminosos do Morro do Alemão, mais uma de suas teses polêmicas: a legalização das drogas ‘mais leves’, segundo definição que adotou. Parece que o chefe do executivo carioca esqueceu que a libertação do Complexo do Alemão, feito importante e ímpar na história do Rio de Janeiro subiu à cabeça do renomado político.
Primeiro: foi uma importante vitória, mas não é o final da guerra aberta, violenta e explícita que existe nos morros e nas ruas da cidade maravilhosa, desde que, corretamente, ele optou pelo enfrentamento do tráfico, abandonando a omissão e a fuga dos governos anteriores. Libertar o Alemão é um marco de saída, não de chegada neste renhido combate.
Segundo: quem criou, alimenta e reanima as forças criminosas do Rio de Janeiro não é o ATO do tráfico, mas sim a existência de consumidores. E consumidores não desaparecem quando a droga se torna lícita, mas apenas ampliam-se. Portanto, legalizar a droga ‘leve’ é dar ao crime a possibilidade de ter um CGC e ampliar suas ‘carteiras de clientes’.
Terceiro: já está provado e reiterado que TODAS as drogas, lícitas e ilícitas afetam a saúde e o bem-estar de quem as consome. Assim, iniciar um movimento de legalização, por exemplo, da maconha é ir de encontro a TODOS OS AVANÇOS OBTIDOS NO MUNDO NESTES ÚLTIMOS ANOS quanto às restrições ao consumo de drogas.
Quarto: cerca de 80% dos brasileiros segundo a pesquisa realizada pelo Datafolha em 2008 são contrários a este absurdo que é tornar a droga um produto de prateleira, invadindo e amplificando a destruição das famílias.
A quem o Governador se dirige então?
Com certeza à mídia. É ela quem levanta estas bandeiras que são impopulares, retrógradas e dissociadas das prioridades desejadas pelos brasileiros. E o exemplo mais recente (parece que já devidamente esquecido), foi a questão do aborto e o reflexo no primeiro turno das eleições presidenciais.
O povo brasileiro não quer a droga livre. Os pais e mães de família não querem as drogas livres. Os jovens sérios e compromissados não querem as drogas livres. As lideranças íntegras não querem as drogas livres. As igrejas sérias não querem as drogas livres.
O tráfico a quer...
O governador Sérgio Cabral do Rio de Janeiro, em entrevista concedida à Rede TV!, abriu, deitado sobre os louros de sua ‘vitória’ contra os criminosos do Morro do Alemão, mais uma de suas teses polêmicas: a legalização das drogas ‘mais leves’, segundo definição que adotou. Parece que o chefe do executivo carioca esqueceu que a libertação do Complexo do Alemão, feito importante e ímpar na história do Rio de Janeiro subiu à cabeça do renomado político.
Primeiro: foi uma importante vitória, mas não é o final da guerra aberta, violenta e explícita que existe nos morros e nas ruas da cidade maravilhosa, desde que, corretamente, ele optou pelo enfrentamento do tráfico, abandonando a omissão e a fuga dos governos anteriores. Libertar o Alemão é um marco de saída, não de chegada neste renhido combate.
Segundo: quem criou, alimenta e reanima as forças criminosas do Rio de Janeiro não é o ATO do tráfico, mas sim a existência de consumidores. E consumidores não desaparecem quando a droga se torna lícita, mas apenas ampliam-se. Portanto, legalizar a droga ‘leve’ é dar ao crime a possibilidade de ter um CGC e ampliar suas ‘carteiras de clientes’.
Terceiro: já está provado e reiterado que TODAS as drogas, lícitas e ilícitas afetam a saúde e o bem-estar de quem as consome. Assim, iniciar um movimento de legalização, por exemplo, da maconha é ir de encontro a TODOS OS AVANÇOS OBTIDOS NO MUNDO NESTES ÚLTIMOS ANOS quanto às restrições ao consumo de drogas.
Quarto: cerca de 80% dos brasileiros segundo a pesquisa realizada pelo Datafolha em 2008 são contrários a este absurdo que é tornar a droga um produto de prateleira, invadindo e amplificando a destruição das famílias.
A quem o Governador se dirige então?
Com certeza à mídia. É ela quem levanta estas bandeiras que são impopulares, retrógradas e dissociadas das prioridades desejadas pelos brasileiros. E o exemplo mais recente (parece que já devidamente esquecido), foi a questão do aborto e o reflexo no primeiro turno das eleições presidenciais.
O povo brasileiro não quer a droga livre. Os pais e mães de família não querem as drogas livres. Os jovens sérios e compromissados não querem as drogas livres. As lideranças íntegras não querem as drogas livres. As igrejas sérias não querem as drogas livres.
O tráfico a quer...
6 de dez. de 2010
DIRIGENTES E DIRIGENTES...
Boa Noite!
Alguns modismos são recorrentes. Eles surgem num determinado momento vivido pela sociedade e é explicado por diversos dos pensadores de plantão, como atrelados a este fato ou aquele. Decorridos anos, ou às vezes décadas, e com a sociedade completamente mudada (tanto para melhor como para pior), a moda ressurge e aí, bem, temos que nos deparar com outras explicações dos eternos “cérebros pensantes”.
Este preâmbulo é necessário para falarmos de duas “modas” gerenciais que, infelizmente, voltaram à tona. Como não tenho percebido uma maior franqueza dos nossos pensadores ao falar sobre elas, atrevo-me a fazê-lo.
Começo pela moda do TACAPE. Para os incautos ou aqueles que faltaram no dia em que o professor discorreu sobre as tribos indígenas, o tacape era o agradável instrumento usado pelos aborígenas para esmagar ou amassar, ou ambas as coisas, os seus adversários. Claro que os índios apenas os usavam na defesa de sua sobrevivência. Não havendo registro de que algum cacique tenha manejado o tacape para intimidar seus índios subordinados, ou mesmo para demonstrar um poder maior do que tem, ou ainda para ocultar sua própria incompetência. Os historiadores nunca detectaram traços deste perfil... nos índios!
Porém, nas empresas, o tacape rola solto! Ele é usado para silenciar os técnicos, quando ousam falar verdades que não querem ser ouvidas. Também serve para eliminar os que pensam de maneira diferente dos caciques. A estratégia tacape não resolve os problemas da organização, mas é bem capaz de deixá-los escondidos, sob uma falsa manta de profissionalismo, até que um próximo cacique tenha a coragem de desentocá-los e enfrentá-los (se ainda der tempo). O tacapista intimida, persegue e consegue expulsar a grande maioria dos bons índios, mas não deve ser capaz de fazer naufragar a aldeia inteira. Ele é transitório, pois como confia apenas no seu tacape, no dia em que o esconderem dele, coitado, ficará completamente perdido e sem saber o que fazer.
Já a estratégia GAVETA tem uma outra conotação. Ela não requer truculência e sim, omissão graduada. Explico-me: ao invés de decidir, ou porque não sei bem do que se trata, ou porque não sei bem o que faço, ou porque faço o que quero e não sei o bem que isto não fará à empresa, o poderoso de plantão simplesmente joga em sua gaveta todos os projetos, propostas e trabalhos de suas equipes.
É a famosa PTR (Pasta que o Tempo Resolve). O insigne chefe vai acumulando nas suas gavetas os processos, projetos e afins, na doce ilusão de que, com o tempo, o subordinado relega, o seu gestor desiste ou o cliente esquece. O problema maior é que nenhum destes três pensa assim.
Para os dirigentes-gaveta, seus subordinados desenvolvem um temor ritual (enquanto ele estiver naquela cadeira, fazem de conta que o respeitam, depois...). Seus gestores adiam os projetos e se comportam como caramujos enquanto a maré passa por cima (atolam-se na lama, agüentam todas as sujeiras, mas sobrevivem). Mas os clientes, ah! estes não temem, não se comportam e nem esquecem!
Perdem a credibilidade na empresa e buscam outra empresa. E para não ver isto acontecer, o gestor gaveta retira dela, ou de seu baú o tacape e, agitando-o, tenta fazer o mundo real encaixar-se no seu sonho (ou pesadelo). O problema é que tanto o mundo real, como nossos clientes se incomodam com a gaveta, mas não temem em nada o tacape ou o barulho de quem o porta: sempre haverá um concorrente de plantão!
Alguns modismos são recorrentes. Eles surgem num determinado momento vivido pela sociedade e é explicado por diversos dos pensadores de plantão, como atrelados a este fato ou aquele. Decorridos anos, ou às vezes décadas, e com a sociedade completamente mudada (tanto para melhor como para pior), a moda ressurge e aí, bem, temos que nos deparar com outras explicações dos eternos “cérebros pensantes”.
Este preâmbulo é necessário para falarmos de duas “modas” gerenciais que, infelizmente, voltaram à tona. Como não tenho percebido uma maior franqueza dos nossos pensadores ao falar sobre elas, atrevo-me a fazê-lo.
Começo pela moda do TACAPE. Para os incautos ou aqueles que faltaram no dia em que o professor discorreu sobre as tribos indígenas, o tacape era o agradável instrumento usado pelos aborígenas para esmagar ou amassar, ou ambas as coisas, os seus adversários. Claro que os índios apenas os usavam na defesa de sua sobrevivência. Não havendo registro de que algum cacique tenha manejado o tacape para intimidar seus índios subordinados, ou mesmo para demonstrar um poder maior do que tem, ou ainda para ocultar sua própria incompetência. Os historiadores nunca detectaram traços deste perfil... nos índios!
Porém, nas empresas, o tacape rola solto! Ele é usado para silenciar os técnicos, quando ousam falar verdades que não querem ser ouvidas. Também serve para eliminar os que pensam de maneira diferente dos caciques. A estratégia tacape não resolve os problemas da organização, mas é bem capaz de deixá-los escondidos, sob uma falsa manta de profissionalismo, até que um próximo cacique tenha a coragem de desentocá-los e enfrentá-los (se ainda der tempo). O tacapista intimida, persegue e consegue expulsar a grande maioria dos bons índios, mas não deve ser capaz de fazer naufragar a aldeia inteira. Ele é transitório, pois como confia apenas no seu tacape, no dia em que o esconderem dele, coitado, ficará completamente perdido e sem saber o que fazer.
Já a estratégia GAVETA tem uma outra conotação. Ela não requer truculência e sim, omissão graduada. Explico-me: ao invés de decidir, ou porque não sei bem do que se trata, ou porque não sei bem o que faço, ou porque faço o que quero e não sei o bem que isto não fará à empresa, o poderoso de plantão simplesmente joga em sua gaveta todos os projetos, propostas e trabalhos de suas equipes.
É a famosa PTR (Pasta que o Tempo Resolve). O insigne chefe vai acumulando nas suas gavetas os processos, projetos e afins, na doce ilusão de que, com o tempo, o subordinado relega, o seu gestor desiste ou o cliente esquece. O problema maior é que nenhum destes três pensa assim.
Para os dirigentes-gaveta, seus subordinados desenvolvem um temor ritual (enquanto ele estiver naquela cadeira, fazem de conta que o respeitam, depois...). Seus gestores adiam os projetos e se comportam como caramujos enquanto a maré passa por cima (atolam-se na lama, agüentam todas as sujeiras, mas sobrevivem). Mas os clientes, ah! estes não temem, não se comportam e nem esquecem!
Perdem a credibilidade na empresa e buscam outra empresa. E para não ver isto acontecer, o gestor gaveta retira dela, ou de seu baú o tacape e, agitando-o, tenta fazer o mundo real encaixar-se no seu sonho (ou pesadelo). O problema é que tanto o mundo real, como nossos clientes se incomodam com a gaveta, mas não temem em nada o tacape ou o barulho de quem o porta: sempre haverá um concorrente de plantão!
3 de dez. de 2010
PALAVRAS DE SABEDORIA
Boa Tarde!
Algumas reflexões de pessoas que, certamente, ao serem ouvidas por nós, ajudarão neste dura caminhada.
Bom final de semana!
"O Coração de Jesus é fonte de paz e reconciliação. Assim procure manter o desejo de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir seu gesto. Não perca o equilíbrio, mesmo sentindo ventos contrários. Mantenha a vontade de amar, mesmo sabendo que seu sentimento pode não ser correspondido. Não perca a luz e o brilho do olhar, mesmo sabendo que muitos obstáculos escurecem seus olhos. Não perca o seu forte abraço, mesmo sabendo que seus braços enfraquecem. Não perca a vontade de doar este enorme amor que existe em seu coração, mesmo sabendo que, muitas vezes, ele será rejeitado. Seja grande, mesmo sabndo que o mundo é pequeno".
(Padre Antonio Francisco Bohn - FOLHINHA)
"Educar não é simplesmente passar conhecimentos, mas trocar corações".
(Frei Neylor J. Tonin)
"Pouca coisa é necessária para transformar intensamente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios!"
(Martin Luther King)
"Somos todos anjos com uma asa só; e só podemos voar quando abraçados uns aos outros".
(Luciano de Crescenzo)
Algumas reflexões de pessoas que, certamente, ao serem ouvidas por nós, ajudarão neste dura caminhada.
Bom final de semana!
"O Coração de Jesus é fonte de paz e reconciliação. Assim procure manter o desejo de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir seu gesto. Não perca o equilíbrio, mesmo sentindo ventos contrários. Mantenha a vontade de amar, mesmo sabendo que seu sentimento pode não ser correspondido. Não perca a luz e o brilho do olhar, mesmo sabendo que muitos obstáculos escurecem seus olhos. Não perca o seu forte abraço, mesmo sabendo que seus braços enfraquecem. Não perca a vontade de doar este enorme amor que existe em seu coração, mesmo sabendo que, muitas vezes, ele será rejeitado. Seja grande, mesmo sabndo que o mundo é pequeno".
(Padre Antonio Francisco Bohn - FOLHINHA)
"Educar não é simplesmente passar conhecimentos, mas trocar corações".
(Frei Neylor J. Tonin)
"Pouca coisa é necessária para transformar intensamente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios!"
(Martin Luther King)
"Somos todos anjos com uma asa só; e só podemos voar quando abraçados uns aos outros".
(Luciano de Crescenzo)
A AIDS E O RELATIVISMO
Bom Dia!
Chega a ser assustador os dados que proliferam em todos os canais de comunicação acerca da AIDS. É mudança de perfil etário dos que soropositivos recém detectados, aliada à mudança de consciência (para pior) das camadas mais jovens, junto com a eterna lentidão das pesquisas voltadas à identificação do mecanismo que aciona o desequilíbrio celular e o surgimento desta perigosa síndrome. O número de infectados aumentou em cerca de 20%, EM RELAÇÃO AO ANO PASSADO, na faixa de 13 a 24 anos e após os 65 anos de idade.
Entretanto, meu maior receio ainda é a relativização de costumes e valores que, silenciosamente, alimenta o aumento da exposição aos fatores de risco de toda a sociedade contemporânea.
Os diversos canais formadores de opinião vêm repetindo, à exaustão e das mais diversificadas formas, a tese de que ser “LIVRE” é não observar mais princípios e valores antigos, criando a sensação de que cada um poderia escrever um código ético e moral próprio, personalizado e ajustado aos interesses individuais de cada um.
Para que ter cuidado, evitar a promiscuidade e a devassidão que são fatores comuns entre diversos contaminados, se uma verdadeira “lavagem cerebral” transformou estes comportamentos decadentes e degradantes em sinônimo de “liberdade”?
O relativismo tem conseguido distorcer princípios que estão atrelados à raça humana, dentre eles o respeito entre pessoas que se amam, transformando relacionamentos em peças descartáveis e dando ao casamento uma função meramente consumista e transitória.
Ora, se por um lado eu desqualifico a base fundamental da sociedade, como posso querer que a grande massa que eu condiciono dessa forma, procure e valorize qualquer tipo de prevenção, comprovadamente eficaz ou não? É, no mínimo, ridículo ver figuras públicas que de um lado se posicionam pelo “liberou geral” num determinado dia, vestirem camisas com “símbolos” de campanhas preventivas para pedir moderação e parcimônia no dia seguinte.
Seria risível, se não fosse trágico, tentar saber que imagem restou fixada no ouvinte: a primeira, na qual o ser humano (homem ou mulher) é incentivado a uma quase bestialidade na satisfação de seus desejos sexuais, sob o pretexto de “modernidade, viver o momento, ser feliz”(sic), ou uma outra imagem, mais séria e sóbria (como são bons nossos atores!) na qual pedem para atentar aos princípios e valores humanos de preservação da raça pela saúde! É triste, muito triste, testemunharmos o silêncio e a omissão de muitos, sob tais questões, com medo de serem tachados de “quadrados, ultrapassados”. Pode-se fixar um rótulo na consciência humana?
A AIDS é um agravo seríssimo, que deve merecer especial atenção dos gestores de saúde em todo o mundo, com ações de inclusão e apoio aos pacientes. Mas sua prevenção requer uma atitude corajosa de se discutir não apenas a marca ou espécie de “camisinha” a ser usada, e sim o comportamento, valores e princípios que esperamos sejam os prevalentes na sociedade humana.
Chega a ser assustador os dados que proliferam em todos os canais de comunicação acerca da AIDS. É mudança de perfil etário dos que soropositivos recém detectados, aliada à mudança de consciência (para pior) das camadas mais jovens, junto com a eterna lentidão das pesquisas voltadas à identificação do mecanismo que aciona o desequilíbrio celular e o surgimento desta perigosa síndrome. O número de infectados aumentou em cerca de 20%, EM RELAÇÃO AO ANO PASSADO, na faixa de 13 a 24 anos e após os 65 anos de idade.
Entretanto, meu maior receio ainda é a relativização de costumes e valores que, silenciosamente, alimenta o aumento da exposição aos fatores de risco de toda a sociedade contemporânea.
Os diversos canais formadores de opinião vêm repetindo, à exaustão e das mais diversificadas formas, a tese de que ser “LIVRE” é não observar mais princípios e valores antigos, criando a sensação de que cada um poderia escrever um código ético e moral próprio, personalizado e ajustado aos interesses individuais de cada um.
Para que ter cuidado, evitar a promiscuidade e a devassidão que são fatores comuns entre diversos contaminados, se uma verdadeira “lavagem cerebral” transformou estes comportamentos decadentes e degradantes em sinônimo de “liberdade”?
O relativismo tem conseguido distorcer princípios que estão atrelados à raça humana, dentre eles o respeito entre pessoas que se amam, transformando relacionamentos em peças descartáveis e dando ao casamento uma função meramente consumista e transitória.
Ora, se por um lado eu desqualifico a base fundamental da sociedade, como posso querer que a grande massa que eu condiciono dessa forma, procure e valorize qualquer tipo de prevenção, comprovadamente eficaz ou não? É, no mínimo, ridículo ver figuras públicas que de um lado se posicionam pelo “liberou geral” num determinado dia, vestirem camisas com “símbolos” de campanhas preventivas para pedir moderação e parcimônia no dia seguinte.
Seria risível, se não fosse trágico, tentar saber que imagem restou fixada no ouvinte: a primeira, na qual o ser humano (homem ou mulher) é incentivado a uma quase bestialidade na satisfação de seus desejos sexuais, sob o pretexto de “modernidade, viver o momento, ser feliz”(sic), ou uma outra imagem, mais séria e sóbria (como são bons nossos atores!) na qual pedem para atentar aos princípios e valores humanos de preservação da raça pela saúde! É triste, muito triste, testemunharmos o silêncio e a omissão de muitos, sob tais questões, com medo de serem tachados de “quadrados, ultrapassados”. Pode-se fixar um rótulo na consciência humana?
A AIDS é um agravo seríssimo, que deve merecer especial atenção dos gestores de saúde em todo o mundo, com ações de inclusão e apoio aos pacientes. Mas sua prevenção requer uma atitude corajosa de se discutir não apenas a marca ou espécie de “camisinha” a ser usada, e sim o comportamento, valores e princípios que esperamos sejam os prevalentes na sociedade humana.
1 de dez. de 2010
AIDS NÃO SE PEGA COM SOLIDARIEDADE
Boa Tarde!
Celebra-se hoje o Dia Mundial de Combate à AIDS. Por todo o mundo vão proliferar ações, manifestações e muito espaço na mídia para que as principais lideranças homossexuais ataquem as demais organizações, os ministros de saúde repitam seus slogans e discursos já bastante usados e conhecidos e a mídia queira agradar a todos, omitindo-se das discussões principais. Sim, porque este é o ponto.
Discutir o uso de preservativos, de seringas descartáveis, são efêmeras abordagens sobre os efeitos que mais incidem sobre os números da AIDS. Mas não são suas causas. É óbvio que se alguém que opta por ter uma vida promíscua, pela prostituição por exemplo, usa o preservativo, reduzirá as possibilidades de desenvolver ou transmitir a maioria dos tipos de vírus da AIDS que circula na sociedade. Porém, isto não é prevenção.
Prevenir é adotar ações, comportamentos e cuidados que EVITAM a incidência do vírus. E isto requer, no caso de todas as doenças sexualmente transmissíveis, uma mudança de postura perante o mundo, a retomada da visão moral da sociedade e o novo olhar sobre as distorções que o relativismo trouxe para nossas casas e nossas famílias.
Os pais estão com medo de falar sobre o que é correto, pois não querem ser classificados como retrógrados, antiquados por seus filhos. Com os corações em chama, tentam jogar água sobre a verdade, como se isto fosse acalmar seus medos e suas certezas. É quase como se desistíssemos dos seres a quem tanto amamos nesta vida.
Os professores fogem das discussões que não possam ser chamadas de 'modernas', 'progressistas', porque não querem desagradar às direções estúpidas que ainda encaram as escolas como fonte de produção de autômatos ou papagaios, e não centros formadores de pessoas e cidadãos. Parece que os mestres criaram uma cerca invisível de omissão, que os afaste dos destinos de seus pupilos, como se isto não destruísse suas vocações e criasse um terrível vazio educacional.
Para prevenir a AIDS e outras tantas mazelas que a promiscuidade e o relativismo trouxeram, não podemos ser omissos.
Não é que conseguiremos convencer tantas cabecinhas pensantes. Mas, ao menos, incutiremos nelas a dúvida que pode salvá-las.
Não sou preconceituoso. Nunca o fui. Não recuso e nem deixarei de dar meu abraço, meu carinho e meu apoio aos que possuem o vírus da AIDS. Ela não se transmite pela solidariedade, mas posso dizer que é fruto direto da nossa omissão, quer seja como pai, como cidadão ou como mestre.
Neste dia de combate, que tal se pudéssemos começá-lo pelo expurgo de nossas covardias interiores que nos tornam cegos espirituais?
Celebra-se hoje o Dia Mundial de Combate à AIDS. Por todo o mundo vão proliferar ações, manifestações e muito espaço na mídia para que as principais lideranças homossexuais ataquem as demais organizações, os ministros de saúde repitam seus slogans e discursos já bastante usados e conhecidos e a mídia queira agradar a todos, omitindo-se das discussões principais. Sim, porque este é o ponto.
Discutir o uso de preservativos, de seringas descartáveis, são efêmeras abordagens sobre os efeitos que mais incidem sobre os números da AIDS. Mas não são suas causas. É óbvio que se alguém que opta por ter uma vida promíscua, pela prostituição por exemplo, usa o preservativo, reduzirá as possibilidades de desenvolver ou transmitir a maioria dos tipos de vírus da AIDS que circula na sociedade. Porém, isto não é prevenção.
Prevenir é adotar ações, comportamentos e cuidados que EVITAM a incidência do vírus. E isto requer, no caso de todas as doenças sexualmente transmissíveis, uma mudança de postura perante o mundo, a retomada da visão moral da sociedade e o novo olhar sobre as distorções que o relativismo trouxe para nossas casas e nossas famílias.
Os pais estão com medo de falar sobre o que é correto, pois não querem ser classificados como retrógrados, antiquados por seus filhos. Com os corações em chama, tentam jogar água sobre a verdade, como se isto fosse acalmar seus medos e suas certezas. É quase como se desistíssemos dos seres a quem tanto amamos nesta vida.
Os professores fogem das discussões que não possam ser chamadas de 'modernas', 'progressistas', porque não querem desagradar às direções estúpidas que ainda encaram as escolas como fonte de produção de autômatos ou papagaios, e não centros formadores de pessoas e cidadãos. Parece que os mestres criaram uma cerca invisível de omissão, que os afaste dos destinos de seus pupilos, como se isto não destruísse suas vocações e criasse um terrível vazio educacional.
Para prevenir a AIDS e outras tantas mazelas que a promiscuidade e o relativismo trouxeram, não podemos ser omissos.
Não é que conseguiremos convencer tantas cabecinhas pensantes. Mas, ao menos, incutiremos nelas a dúvida que pode salvá-las.
Não sou preconceituoso. Nunca o fui. Não recuso e nem deixarei de dar meu abraço, meu carinho e meu apoio aos que possuem o vírus da AIDS. Ela não se transmite pela solidariedade, mas posso dizer que é fruto direto da nossa omissão, quer seja como pai, como cidadão ou como mestre.
Neste dia de combate, que tal se pudéssemos começá-lo pelo expurgo de nossas covardias interiores que nos tornam cegos espirituais?
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