22 de jun. de 2009

O OURO BRANCO

Bom Dia!

Uma pesquisa desenvolvida na Inglaterra por estudiosos ligados à universidade de Southampton, e divulgada através do Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism (http://jcem.endojournals.org), realizada com cerca de 600 mulheres britânicas, demonstrou que todos os recém-nascidos que foram mantidos o maior tempo possível mamando no seio materno, apresentavam aos quatro anos de idade uma massa expressivamente menor de gordura.
Os pesquisadores procuraram averiguar se existiriam fatores genéticos que explicassem tal questão, mas a hipótese foi descartada. Resta assim agregarmos aos já inúmeros benefícios do leite materno mais este: um corpo saudável e esbelto. Alguns especialistas apontam que os fatores mais importantes para definir uma futura obesidade estariam situados nos doze primeiros meses de vida da criança.
Alimentando-se do leite materno, expressivo número dos fatores de risco seriam eliminados o que daria ao futuro jovem amplas condições de não engrossar a fila dos obesos. Mais ainda, se lembrarmos que alguns médicos americanos defendem, a partir de um trabalho feito com 200 jovens holandeses, que nos três primeiros meses de vida, o bebê que adquire peso muito rapidamente passa a desenvolver diversos fatores de incremento dos riscos cardiológicos futuros, estaremos diante de mais uma lição da vida contra a indústria farmacêutica: prevenir não é isolar-se do mundo, nem tampouco abandonar a totalidade das boas coisas da vida. Antes, a prevenção é uma tomada de consciência acerca do excesso, evitando-o e jamais acreditando que o estado saúde plena possa ser reavido ou restaurado por uma droga artificialmente fabricada.
Toda a reportagem completa está no Corriere della Sera (18.06.2009). Mas o Ouro Branco está a nossa disposição se assim o valorizarmos.

Nenhum comentário: