Boa Tarde!
A mídia irá explorar por mais alguns dias, com toda a certeza, o grande apagão brasileiro, nunca antes visto na história deste país. Líderes da situação já o estão atribuindo aos céus, e dando às descargas elétricas que sequer produziram danos na região do interior paulista onde ocorreram, mas estão recebendo a culpa do colapso em nível nacional.
Por outro lado, os oposicionistas se escabelam berrando que a crise advém do mau gerenciamento dos investimentos que foram realizados e dos controles estratégicos que devem monitorar tão importante segmento da economia nacional.
A situação diz que o problema é o raio.
A oposição diz que não, o problema é a gestão.
Que tal juntar os dois, para ver no que dá?
Uma gestão profissional mapeia os raios que pairam, ou de forma definitiva, ou potencialmente falando, sobre os negócios da organização. Ela não espera que elas caiam para ver o tamanho do problema que irão gerar.
Tampouco gestores profissionais não sabem, com a maior precisão que for possível, as regiões onde os raios caem. Eles não dominam a natureza, mas controlam de forma efetiva os seus investimentos e não podem deixá-los expostos às intempéries naturais.
A gestão profissional mensura, previamente, as potencialidades dos efeitos adversos, sejam eles raios, empresas concorrentes, legislações, governos, etc. Não conhecer a capacidade de perda que pode ser inflingida por uma outra esfera do mercado é caminhar no escuro na Via Dutra (ou seja, morte certa).
Portanto, a gestão profissional não apenas elenca suas ameaças e pontos fracos, mas trabalha efetivamente sobre eles, resguardando seus capitais e minimizando os efeitos adversos dos imprevistos.
Quando nada disto foi feito, temos a plena convicção de que efetivamente, no caso do apagão brasileiro
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