Boa Tarde!
Está circulando pela internet um vídeo onde uma americana, sobrevivente de uma tentativa de aborto aos 8 meses de gravidez, declara de forma equilibrada e emocionante, sua adesão livre e firme pela vida. Ela demonstra a pressão exercida pelas clínicas já famosas e conhecidas mundialmente, que se constituem em verdadeiras fábricas da morte, ceifando vidas inocentes, destruindo o restante das vidas daquelas que irresponsavelmente acreditam no aborto como solução para as bobagens feitas, e tudo isto em função de ganhos financeiros.
Qual a diferença entre assassinar um feto que está no útero e uma criança que já nasceu? Do ponto de vista da vida humana, nenhuma. Ora, as defensoras deste crime hediondo alegam que os fetos, por serem retirados ou expulsos antes do nascimento, não possuem um “rosto”, uma “personalidade”.
É mais ou menos assim: não tem rosto definido, portanto é algo feio (?) e passível de ser assassinado. Ou seja, as mães de crianças que a sociedade não considerar como belas, ou de rosto bem definido, correm o risco de perdê-las, em nome da “liberdade da mulher de decidir”.
Não consigo entender o que se passa na cabeça de uma mãe que condena à morte a vida que ela própria gerou. Como ela pode recusar parte de si mesma? Como pode arrancar de seu coração o amor que nasce de forma instantânea no momento em que a vida é concebida, tanto pela centelha espiritual que vem de Deus, quanto pela aglomeração e ajuntamento de genes que advém dos responsáveis pela gestação.
Até quando as mulheres se deixarão enganar por manipuladores e escroques que se locupletam de imensas quantias de dinheiro fornecidas por uma imensa, cruel e sanguinária fábrica da morte que é a rede de clínicas de aborto em todo o mundo?
Lamentável a conivência e o incentivo de lideranças, empresários e donos da mídia. Lamentável a concessão de prêmios de paz a defensores da morte. Lamentável a morte de tantas crianças, vítimas inocentes e silenciosas da ganância de uns poucos.
Devemos ter a coragem de denunciar, divulgar e combater, com todas as nossas forças esta imensa prática nazista de se assassinar seres indefesos, por eles considerados... descartáveis.
David Salviano
Dezembro/2009
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