13 de ago. de 2010

A DROGA QUE ENLOUQUECE

Bom Dia!


A imprensa noticiou, com pouco destaque, a pesquisa desenvolvida na Holanda acerca dos efeitos do uso da Maconha sobre pacientes de Saúde Mental. O resultado é um desastre para os que defendem a legalização desta droga e mais, para aqueles que absurdamente alegam seu uso terapêutico.

Os efeitos observados foram de aceleração das perdas de memória e lapsos após seu consumo, o desenvolvimento de paranóias em todos os usuários e, mais preocupante, a antecipação de sintomas de maior gravidade naqueles portadores de Esquizofrenia. A Maconha não é uma droga qualquer. As suas substâncias que afetam a qualidade e o equilíbrio mental são muito mais numerosas e perigosas do que a única substância que possui com o efeito de reduzir a ansiedade.

Ou seja, no balanço de sua composição fica claro o devastador prejuízo para os que a consomem e a piora do estado de saúde dos pacientes portadores de doenças mentais. Mas, qual é a novidade?

Será que uma simples pesquisa efetuada, por exemplo, dentre os policiais que atuam nas ruas, acerca dos usuários da maconha, não nos daria exatamente a resposta tão demoradamente pesquisada? Será que estes agentes de segurança classificam os usuários desta droga como pacíficos, equilibrados e cândidos consumidores?

Por que continuamos a fugir da verdade? Liberar a droga é favorecer o narcotráfico e destruir as estruturas que sustentam uma sociedade voltada (ou ao menos em busca) para a paz. Passeatas e manifestações de quem a consome não deveria ser referencial para qualquer decisão governamental a respeito. Mentir sobre os seus efeitos, o que deveria se tornar mais difícil agora com a pesquisa, é apenas acreditar que se pode enganar a todos o tempo todo. Como o provérbio árabe já o lembra isto é impossível.

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