Boa Tarde!
Páscoa é a latinização da palavra hebraica PESSAH que significava passagem. O povo judeu assim se referiu a sua libertação do Egito, conduzida por Moisés sob inspiração divina. Em verdade, mais do que um êxodo físico e populacional, mudava-se o comportamento de um povo que fora criado em cativeiro, para uma nação livre e dona de seu futuro.
É estranho como o mundo fala das mudanças que acontecem em nossas vidas como se elas fossem eventos agendados para acontecerem nesta ou naquela idade. Parece que o processo de mudanças ocorre por soluços, sendo interrompido até que a próxima alteração aconteça em nossa existência. Não é assim.
A mudança deve ser algo contínuo, Seja ela estimulada por fatores externos, alheios a nossa governabilidade, seja ela decorrente do nosso espírito irrequieto, sempre ansioso por descobrir novas formas de nos aperfeiçoarmos naquilo que fazemos, em nossas vidas pessoal e profissional.
A mudança deveria ser o similar ao processo de respiração do ser humano: natural, às vezes não percebido, mas sempre contínuo e necessário a sobrevivência da espécie. Gestor que não muda é igual a pulmão que não respira, acaba matando a si próprio e ao sistema no qual está inserido.
Assim, nesta Páscoa, não dê tanta atenção ao chocolate. Olhe mais para você mesmo e se questione se hoje você está num degrau superior ao que se encontrava na páscoa do ano passado: em relação às pessoas que ama, àquelas com as quais divide seu ambiente profissional, aos seus irmãos de credo e a sua própria Fé.
Não deixe a mudança agendada para alguns instantes da sua vida. Pode ser que você não chegue nela.
Faça do crescimento pessoal, espiritual e profissional a mudança contínua em sua vida. E você sempre será capaz de perceber a imensa grandiosidade e beleza da Páscoa!
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