24 de jun. de 2011

SEM LIMITES PARA A INSANIDADE

Bom Dia!

No próximo domingo acontecerá em São Paulo a edição anual da 'Parada Gay'. Tomando um táxi na capital paulista escutei de um motorista o que ele pretende fazer, em momento que a mídia apresenta como excelente para o comércio e os profissionais autônomos, como o taxista é. Dizia ele que irá para longe da cidade: "Prefiro ficar sem ganhar do que me sujeitar ao que acontece nas ruas e nos carros". Segundo ele, além dos incontáveis exemplos de bestialidade que são protagonizados em nome de uma pseudo liberdade, os participantes fazem questão de praticar sexo (de todos os tipos e formas) ao ar livre, drogam-se à exaustão e invadem os táxis continuando tais práticas, quando não agridem moral e fisicamente os profissionais da direção.
São as exceções, dirão os defensores desta avacalhação explícita. Infelizmente não parece ser assim. Com o passar dos anos, percebe-se que cada vez mais as instruções são para que as famílias e demais moradores que habitam na região da Paulista abandonem seus lares, exilem-se, se não pretendem tornarem-se reféns enquanto durar o festival de bandalheira ao céu aberto.
A Prefeitura é conivente, o Estado é conivente e a mídia. Ah, a mídia...
Para não dizer que não fez nada pelos cidadãos a Prefeitura baixou uma 'recomendação' de que os integrantes da parada procurassem vestir roupas mais contidas, decentes no jargão popular. As primeiras entrevistas já mostram que os gays e seus sequazes irão adotar postura oposta. Vão botar prá quebrar!
É lamentável que algo que deveria combater a discriminação esteja conseguindo um efeito contrário. Alguns que eram silenciosos defensores da não discriminação estão se tornando ruidosos opositores.
Onde isto tudo irá parar?

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