22 de jul. de 2011

A CRISE DOS 20

Boa Noite!

No próximo dia 31 de julho deverei completar VINTE ANOS ininterruptos como gestor, tendo atuado nas áreas financeira e, desde 1996, na saúde suplementar. Confesso que deveria estar feliz, mas fui afetado pela crise dos 20. É isso mesmo. Uns tem crise dos quarenta, outros dos cinquenta. Como eu não tenho esperança de chegar em tanto tempo como gestor resolvi ter a minha crise dos 20.
E a primeira face dela foi as tristezas que os gestores se deparam em suas caminhadas.  É muito triste estar triste. Até porque em geral estes momentos duros e inesperados decorrem de decepções com empresas, mas principalmente com pessoas.
Por mais que não queiramos, ainda que efetuemos todo um discurso contrário, criamos tantas expectativas com colegas e superiores, pensamos que agora encontramos o perfil certo, ou alguém respeitoso, ou mesmo equlibrado, que quando nos deparamos com suas verdadeiras faces, mais do que nos zangarmos, ficamos entristecidos. É uma tristeza diferente aquela que nasce da decepção, porque mais do que irritar ela nos põe desânimo e abatimento quase que insuperáveis.
A decepção nos corrói silenciosamente, quase como um vírus que entra em nosso coração e se aloja lá de maneira fixa. Por isso devemos combatê-la com o melhor antídoto que existe para qualquer ser humano (incluo nós, gestores, como seres humanos): a esperança. Esta última brilha, traz o suave sopro do recomeço, faz com que retomemos não mais de onde fomos surpreendidos, mas de um lugar mais forte, mais firme.
Tive muitas tristezas como gestor e ainda as tenho. Sei que delas não me separarei enquanto estiver nesta lide. Mas aprendi a superá-las com a firme certeza da esperança.
Passo-lhes a receita, que ajuda mas não evita a ocorrência.

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