Boa Tarde!
Já faz um bom tempo que a ciência e seus pesquisadores dedicam expressiva parcela do seu trabalho a investigar fatores que podem reduzir nossa expectativa de vida e, consequentemente, meios de evitá-los. Em tempo de globalização, assim, nada mais oportuna que a divulgação do trabalho desenvolvido pela Universidade de Queensland (Austrália) acerca dos perigos daqueles que são viciados em Televisão.
Por vinte e cinco anos, ou seja, desde 1986, foram acompanhadas 11.000 pessoas que possuem o hábito de ficar grudadas na TV ao menos por UMA HORA ININTERRUPTA a cada dia. Foram verificadas as condições gerais de saúde, os agravos apresentados, enfim tudo aquilo que reduz a expectativa de vida de um indivíduo.
Pasmem vocês, mas para este grupo, cada uma hora de TV vista de forma ininterrupta significou uma redução em suas expectativa de vida de 22 minutos! Ou seja, o equivalente a se fumar um cigarro por dia!
O constatado é assustador, mas não é inédito. Pesquisadores ligados ao Instituto Nacional de Pesquisas do Coração de Taiwan, realizaram uma aferição semelhante entre 1996 e 2008 e constataram, para a mesma causa, um aumento de 20% no risco de doenças cardíacas e diabetes tipo 2, para quem passava diariamente DUAS HORAS ininterruptas em frente à TV, numa população de 416 mil pessoas!
E olha que na Itália 8% de toda a população passa cerca de quatro horas ininterruptas, cada dia, vendo televisão, mesmo tempo médio dos habitantes do Reino Unido e inferior aos americanos que passam, em média, CINCO HORAS DIÁRIAS! Sem falar que lá fora a GLOBO TV não deu certo e eles, os estrangeiros, estão livres das CINCO NOVELAS diárias deste 'famoso' canal de televisão nacional.
A solução? Desligar o botão do aparelho e fazer atividade física. As pessoas que assim o fizeram periodicamente, ao menos 15 minutos por dia, tiveram seu risco de morte reduzido em 14% e a prevalência de câncer em cerca de 10%, sem falar que aumentaram suas expectativas de vida em três anos em relação ao restante do grupo. Ser viciado em TV ou viver mais, será que é realmente uma escolha difícil?
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