Boa Noite!
Já começam a surgir na imprensa os defensores dos viciados que usavam drogas ilícitas no campus da USP. Alegam que o problema não é 'prioritário' para a polícia paulista, ou que a repressão foi 'desproporcional', ou mesmo que a universidade precisa ter 'liberdade total' ou não é universidade. A coisa não é bem assim.
Primeiro: o combate às drogas é prioridade para qualquer órgão policial do estado, em quaisquer dos níveis de sua atuação. Claro que combater os compradores é mais emergencial, porém uma coisa não descarta e nem relativiza a outra. E se a droga é ilícita, seus usuários cometem infração penal e merecem o tratamento devida a infratores. Aliás, depois da depredação do bem público, os viciados se transformaram em depredadores do partimônio do Estado e merecem cadeia, nos termos da Lei.
Segundo: não existe desproporcionalidade quando se enfrenta uma turba com os rostos cobertos, na mesma forma que o fazem os marginais e traficantes de drogas, armados de paus e pedras e em lugar restrito que favorece as ações dos que estão em tocaia. Os policiais não foram lá garantir pessoas do bem e sim expulsar elementos que assumiram deliberadamente atitudes criminosas e violentas.
Terceiro: liberdade total para que a menor parcela dos estudantes atrapalhe a vida da grande maioria? Quebre as instalações que servem a TODOS os estudantes e jogue sobre eles a fama de desordeiros e viciados? Que raio de liberdade é esta?
Mais uma vez temos o exemplo gratuito do que será esta sociedade se permitir a legalização das drogas. Novamente nos deparamos com o coportamento que será tido como 'legalizado' mediante o pagamento de impostos por viciados e traficantes. Deveríamos pensar nas crianças. Naquelas que são nossos filhos biológicos e nas outras de quem somos pais e mães pela fé, pela amizade ou pela caridade. Que exemplo queremos deixar para eles de mundo justo e com liberdade? Que qualidade de vida desejamos dar-lhes? Que referências pretendemos mostrar-lhes em sua caminhada e crescimentos próprios?
Com certeza não será daquele grupo de filiados a um partido de extrema esquerda, viciados em drogas e baderneiros com fortes traçoes de criminosos. Para estes os rigores da Lei.
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