Boa Tarde!
Procurei ver dentre as diversas manifestações de dor e luto pela morte do jornalista da BAND algum tipo de solidariedade dos que defendem a legalização das drogas. Sim porque o profissional Gélson é o primeiro repórter brasileiro a tombar vítima da guerra civil que existe para a população, mas não existe para o poder governante do país. E procurei este apoio, pois afinal o que mais alegam os defensores desta insana legalização é de que tudo será uma maravilha quando se cobrarem impostos ao tráfico.
Digo isto menos de 48 horas após esta tragédia, filmada pelá própria vítima, e de uma outra divulgada ontem pela UOL Brasília: em 63,7% das cidades brasileiras existem graves e sérios problemas de saúde causados pelo CRACK, derivação mais barata da cocaína, muito mais agressiva e letal aos indivíduos que o consomem. A pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e divulgada na segunda feira, dia 07, atesta ainda que 58,5% dos casos registrados de incidentes na SEGURANÇA PÚBLICA envolvem usuários ou traficantes de drogas.
Isto quer dizer que dos 4.400 municípios brasileiros, 2802 teriam seus índices de criminalidade bastante reduzidos se não fosse esta maldição dos nossos tempos.
E os nossos políticos e governantes querem que acreditemos que basta arrecadar impostos do tráfico que o problema desaparecerá. Não acredito nisto. Não consigo encontrar subsídios para chegar a esta conclusão. Quando vejo países libertinos como a Holanda recrudescerem suas regras 'liberais' e conviverem com o aumento da violência, não me é racional que alguém nos ache tão imbecis a ponto de nos empanturrar com estas mentiras e falsidades.
Quem diz sim à vida jamais dirá sim às drogas.
Não é pelo imposto que se resolve o problema do tráfico e sim pela educação com qualidade e acesso aos mais pobres e a dura repressão aos consumidores, em especil os de mais alto poder aquisitivo que são os responsáveis pela manutenção do consumo.
Quem puxou o gatilho da arma que matou o pai de família, amigo e profissional Gelson ainda não foi identificado pela polícia carioca. Mas quem o ajuda a atirar é todo aquele indivíduo que defende a legalização das drogas.
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