Bom dia!
A Secretaria de Saúde de São Paulo comunica a proibição dos fitoterápicos Ginko Biloba e Espinheira Santa, bastante tradicionais e conhecidos dos pacientes. Esta notícia, divulgada pelo site da Globo.com certamente irá causar (ou reavivar) a eterna discussão entre os defensores dos fármacos ditos sintéticos e daqueles naturais. São tantos os argumentos de ambos os lados que, invariavelmente sinto falta de uma vertente de discussão: a real necessidade das prescrições medicamentosas em diversas situações.
O quanto poderíamos ser orientados em aspectos fundamentais como alimentação, prática de exercícios, revisão de conceitos e valores, só para citar alguns aspectos, que são apresentados aos pacientes como importantes DESDE que em conjunto com as drogas farmacêuticas. Mas esta é a verdade dos fatos?
Se adotássemos uma pequena escala de mudanças em nossas práticas de vida, gradativa e constante, sempre voltada para os hábitos saudáveis possíveis de serem implementados por estarem em nossa governabilidade, quanto realmente sriam importantes o uso sistemático das medicações?
Vejo tantos argumentos sobre sintéticos versus naturais que gostaria de abrir a discussão dos necessários versus dispensáveis!
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