Boa Tarde!
São tantos os desafios para os gestores no complexo mercado de Saúde brasileiro (e mundial), que entendo ser necessário um espaço onde possamos discutir idéias voltadas à construção de alternativas comuns. A qualidade é pacificamente almejada por todos os segmentos e atores envolvidos. A racionalidade sem perda de acesso, nas reais necessidades mapeadas em nossos clientes e pacientes, também. O que nos falta?
Um fato concret, que me parece preocupante, é a sensação que vem se mantendo ao longo dos últimos anos, que o conflito viabiliza avanços e não o diálogo. O reconhecimento das divergências que não prejudique a transformação das convergências em produtos concretos vai ficando meio que esquecido. E isto é perigoso!
Conflitos levam a posições radicais, apaixonadas e próximas dos extremos. Negociações profissionais fomentam e devem produzir pontes.
Conflitos podem levar um sistema a não mais reconhecer suas próprias células formadoras e mantenedoras, prenúncio do seu desaparecimento. Diálogos fazem com que o sistema se conheça mais e identifique células que precisam ser tratadas antes que adoeçam e comprometam o equilíbrio e sobrevivência do todo.
Parece tão fácil escolher. Mas na vida real a teoria foge pelas mãos dos principais atores.
Vamos tentar debater soluções e construir pontes. Antes que, ao derrubá-las, ou após isto acontecer, sejamos obrigados a descubrir que não mais serão repostas as matérias primas que as construíram!
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