Boa Tarde!
Superada a questão da votação da CPMF como fonte principal de financiamento para o Ministério de Saúde, proliferam os boatos de um "novo" imposto para a Saúde pública.
A questão do financiamento é discussão complexa e que, em nossos dias, alcança todos os países do mundo. O critério de substituir um imposto por outro, ao invés da discussão de eficiência é uma ultrapassada e arcaica estratégia nacional.
Este momento é muito rico para o Governo rever suas prioridades, dar mais foco à máquina estatal e priorizar o crescimento do país, não da máquina e estrutura governamentais. Ao invés de mais carga tributária, por que não mais carga gerencial? Ao invés de mais funcionários em nível de execução, por que não mais reguladores (auditores, fiscais, etc)?
Uma maior competência gerencial em toda a estrutura do governo dará maior resultado do que um maior volume de recursos em caixa que não são estruturantes e nem resguardam as políticas de futuro para o nosso país.
O desafio é pela competência. É um PAC interno, da porta do governo para dentro.
A tentação do aumento da carga tributária somente levará ao pecado da gula: come-se tanto que, no primeiro momento tem-se a sensação de prazer, apenas para resultar num tremendo (e às vezes mortal) mal-estar!
Governantes: fujam da tentação! Optem pela competência... sem mais impostos!
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