Bom Dia!
É inegável a contribuição de diversos estudiosos no campo da saúde mental, para a evolução da compreensão da forma como age o nosso cérebro, o que ele esconde e quais as maneiras possíveis de serem usadas para superar traumas e minorar o sofrimento de tantos. Destacam-se além de psiquiatras, psicólogos que avançaram e muito nesta linha de cuidados, permitindo aos pacientes mentais serem reintegrados à sociedade e melhorarem sua qualidade de vida. Estes são estudos que agregam valor ao coletivo humano e propiciam à sociedade um significativo avanço.
Mas, como em todas as áreas do conhecimento humano, existem pesquisadores e pesquisadores, estudos e estudos. Gostaria de destacar um destes denominados estudos psicológicos que em nada agregam, ou até complicam mais ainda a busca pela melhoria da nossa saúde mental.
Refiro-me a "pesquisa" liderada pelo professor Richard Lynn, da Universidade de Ulster, na Irlando do Norte, e que chegou a "fantástica" conclusão de que: quanto maior o QI (Quociente de Inteligência), mais baixa será a religiosidade de um povo (fonte: www.bbc.co.uk), pois o ilustre professor sempre deixa mais mensagens subliminares do que textuais, ele afirma que: quem possui inteligência é ateu, ou seja, o conceito de Deus e a sua vivência são características de pessoas, digamos, menos dotadas de inteligência. Burras, na linguagem popular, tão sábia e tão pouco erudita como o eminente professor.
Este estudo foi realizado a partir da análise comparativa entre o QI médio de diversos países e a taxa de religiosidade dos mesmos. Sem entrarmos no mérito da imensa subjetividade envolvida nestas aferições, cuja certeza matemática nunca poderá alcançar a questão interna que motiva a religiosidade das pessoas humanas, eis algumas pérolas desta "pesquisa":
1. Nos países de QI entre 64 e 86, 98% da população acredita em Deus. Estes são os burros, na avaliação do professor Lynn.
2. Nos Estados Unidos, com QI médio de 98, cerca de 90% da população ACREDITA EM DEUS! Problemas? Não para o professor Lynn! Ele explica que, neste caso, como os americanos recebem muitos imigrantes cristãos e de outras religiões, eles são influenciados por estes (de QI menor, lembrem-se!).
3. Em Cuba, com QI médio de 85, mais de 60% NÃO ACREDITA EM DEUS! E agora? Nada derruba o "dedicado" professor: isto resulta da lavagem cerebral dos comunistas que levaram o povo a não seguir sua opção natural de burrice.
4. No Vietnã, o QI médio é de 94 mas o percentual de quem não acredita em Deus é de 81% e aí o professor usa novamente a ditadura de esquerda para "explicar" esta controvérsia.
Em resumo: ao invés de associar a religiosidade com os inúmeros aspectos positivos que ela traz à saúde física do ser humano, além da questão transcendental do espírito, este professor de psicologia da Universidade de Ulster prefere o estrelato pela polêmica vazia e sem agregar nenhum valor ao campo da Saúde.
Bem, o que podemos esperar de alguém que há certo tempo atrás conduziu uma outra "pesquisa" em que concluiu ser o HOMEM mais INTELIGENTE do que a MULHER? Por isso, cuidado com o que se lê e onde se lê! Há estudos e estudos, cabe a nós separarmos o "joio do trigo".
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