Bom Dia!
Mais um mito criado pelos defensores do aborto foi derrubado através de estudos científicos sérios. Trata-se da falsa informação de que o útero além de protegido seria isolado e, por isso, o feto não sentiria ou sofreria a DOR. O livro «Neonatal Pain: Suffering, Pain and the Risck of Brain Damage in the Fetus and Unborn» (Springer), organizado por Giuseppe Buonocore e Carlo Bellieni, ambos membros do departamento de pediatria, obstetrícia e medicina reprodutiva da Universidade de Siena e recentemente lançado derruba mais esta barreira à razão da spessoas de bom senso criada pelos defensores da morte.
São diversos textos de cientistas que utilizaram das mais diversas técnicas (ultra-som normal, em três e quatro dimensões, etc), para testar a sensibilidade do feto que está no útero aos estímulos externos, em especial, àqueles que provocam dores. O útero protege o feto, mas não o isola do meio no qual está inserido através de sua mãe. Já aos três meses, ou seja, com apenas 12 semanas de gestação, foi possível monitorar a mudança de posição do feto ao ser tocado! Ele diferencia o movimento natural de sua mãe, ao andar, correr ou qualquer tipo de ação, daquele que é provocado por agente externo.
Os defensores do aborto negam-se a admitir que o feto sente DOR. E com o argumento de tão grande pobreza, alegam que o aborto é indolor à criança nasciturna! Se a morte for indolor, na opinião destes defensores, ela pode ocorrer! Bem, agora eles estão com um grande problema em suas consciências: a ciência provou que a morte do feto é, sim, dolorida e sofrida. Como aliás, qualquer morte de um ser vivo.
O feto é uma vida. Detentora de direitos e carente de nossa proteção. Sua dor é real, porém silenciosa e, por isso mesmo, requer de todos nós a firme defesa de sua vida. Não enriquece o debate sobre a legalização do aborto esta imensa quantidade de mentiras arguidas por seus defensores! Afinal, a quem querem enganar?
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