Boa Noite!
De sapatada em sapatada, pelo mundo afora, o ilustre governante americano George Bush segue colecionando episódios perfeitos para mostrarmos num curso ou treinamento que discorra sobre as formas que jamais um líder deve usar para tratar aliados ou adversários, e sendo um presidente, digamos assim, surpreendente! Os Estados Unidos colecionaram, ao longo da segunda metade do Século XX, uma diversidade de ações e intervenções sempre voltadas à diminuição da influência da extinta União Soviética e, depois, para impedir qualquer alinhamento de países contrários aos seus interesses. Foi um tipo de oligopólio, que se impôs pela concentração, alimentada por muito dinheiro, pressão e carisma de seus líderes, mundo afora.
Até chegar a geração Bush. Deslumbrado com seu imenso poder, qual criancinha perante seus lápis de cor, o Bush Filho acreditou que a imposição e a truculência seriam capazes de criar tal estado de terror onde todas as suas vontades e desejos se materializariam, num estalar dos dedos.
Mas, o mundo real, definitivamente, não se deixa dominar pelos Bush. Nem por qualquer outro impositor de idéias, preceitos ou filosofias. Não é pelo assédio que os grandes líderes e vencedores do mundo se firmaram. Não foi pela violência que os grandes impérios se tornaram longevivos. Não foi pelo dinheiro que os verdadeiros Mestres cativaram e fidelizaram os corações e as mentes de seus discípulos e seguidores.
O exemplo, antes da força; a palavra, antes da coação, são fórmulas buscadas e rebuscadas que sempre fizeram, e sempre o farão, sucesso. Os homens desejam testemunhos concretos e não belas palavras vazias. Os clientes desejam honradez e cumprimento das promessas feitas por ocasião das vendas. O mercado precisa de Ética para continuar crescendo.
O oposto é aquilo que os Bush nos deixam. Tristes legados para uma humanidade dividida: metade, lamenta a falta de educação e perda de etiqueta do jornalista iraquiano ao jogar os sapatos no Sr. Bush, em virtude de não ter pontaria perfeita; a outra metade, lamenta a perda... dos sapatos!
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