Boa Noite!
Em que momento desta vida tão atribulada nós estamos parando para buscarmos dentro de cada um, e tratá-las, as nossas “tristezas escondidas”? Não conseguiremos ser homens novos se nos mantemos presos aos velhos costumes, surrados e superados vícios dos quais nos valemos, apenas, para criarmos uma falsa e superficial ilusão de segurança.
Uma vida que se queira viver para a produção do bem, requer momentos de silenciosa autocrítica e renovação de nós mesmos. E não se constrói sobre madeira podre, da mesma forma como não poderemos crescer embasados com arcaicos comodismos e vis covardias. A mudança se consegue com a coragem de admitirmos as verdades que nos são ditas pelos verdadeiros irmãos-amigos e das quais tantas vezes fugimos para não termos que reconhecermos sua imensa e necessária realidade.
Conectados e tomados por essas verdades, seremos capazes de experimentar um crescimento pessoal, profissional e espiritual. Atrelados à Ética, à Moral, à coletânea de Princípios Cristãos que são geradores da Justiça e da Paz, poderemos dar frutos em todos os grupos dos quais somos membros, pilares e promotores – em especial
nas nossas famílias.
Profissionalmente, ao nos garantir a fortaleza e segurança necessárias ao combate da corrupção, ao desvio dos ideais retos e honestos, à intransigente manutenção de uma postura correta e exemplar, todos os conceitos citados antes, adquirem um aspecto de armadura feita por encomenda para nos fortalecer nos embates diários travados no mercado onde atuamos.
Quantas vezes fugimos dos braços que nos são abertos por amigos, irmãos verdadeiros e leais, que se colocam como amparo às tristezas e desilusões desta vida, apenas para buscarmos a desconsolação que o egoísmo materialista e o insensível apego aos bens e posições humanas, ao triste e transitório poder, têm para nos oferecer?
Cada ser humano é um particular e maravilhoso instrumento nesta perfeita, singular e fantástica orquestra divina da Criação. Por mais atraente que seja, nenhum instrumento musical sozinho será capaz de fornecer a doce melodia de uma orquestra afinada. Quando escutamos, porém, uma canção que emana de um conjunto de instrumentos unidos por um mesmo princípio e regência, nem sequer somos capazes de perceber a participação individual de cada um deles. Nem distingui-los, tampouco separá-los.
Unidos por princípios e pela ética, os homens não formam uma sociedade de corpos: eles se aliam por suas preciosas almas, e esta união pode se tornar inquebrantável!
Basta que sejamos capazes de parar, refletir sobre nossas vidas e mudar. É preciso deixar de lado o egoísmo e ter coragem de nos voltarmos para o coletivo. Este pode ser o seu momento, aquele instante precioso que tarda a chegar. Não deixemos que ele passe incólume.
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