15 de jan. de 2009

E O SR. OBAMA?

Boa Tarde!

Os americanos estão de novo Presidente. Eleito democraticamente num verdadeiro massacre eleitoral que tão bem espelhou a decepção e desencanto dos americanos com o Presidente Bush e seu inesgotável arsenal de mediocridade e asneiras, começa neste mês de Janeiro/2009 o reinado do Mr. Obama.
Óbvio que qualquer pessoa de bom senso, em quaisquer lugares dos mundo, está torcendo e rezando, não necessariamente nesta ordem, pela justeza de suas políticas de governo, pelo acerto das medidas econômicas que adotará e, se Deus ajudar, pela priorização da PAZ mundial e não do favorecimento da indústria de armas.
Mas, daqui do meu insignificante cantinho, e neste espaço onde busco repartir com os que prestigiam este blog, minhas crenças, filosofia de vida e princípios, gostaria de pensar num campo que ainda surge como uma icógnita no Presidente Obama: a Saúde!
Para ser mais específico: o destino e as reformas que ele pretende implantar, e espero que o faça, no falido e combalido Managed Care. Chega de ilusões, mentiras e omissões. A América do Norte precisa rever todo o sistema, fugir do lugar comum do resultado a todo custo, apenas para poucos balanços e começar a pensar Saúde Coletiva como gente grande deve fazer. Afinal, agindo como criança, sem querer assumir suas responsabilidades e erros, sem priorizar a atenção integral ao invés de falsos resultados financeiros, os americanos conseguiram a grande proeza de reunir, no seu sistema de saúde os dois piores extremos: PIOR CUSTO e PIORES INDICADORES (relativos ao gasto havido).
Mas, o que pensa mesmo o Sr. Obama a respeito? Bom, como a campanha dele foi fácil, bastando falar mal do Bush, não ficou muita coisa de concreta, a respeito de seus planos para o futuro. Por isso, enquanto todos estiverem comemorando, seja a importante vitória de um negro para a presidência do país mais racista do mundo, seja a possibilidade de um combate mais efetivo à crise mundial que atemoriza a todos os homens de bom senso, seja lá o que for, eu pretendo ficar por aqui, quietinho, mas rezando, para que Obama seja o que prometeu ser: alguém que pode tornar viável um novo caminho para o bem-comum dos americanos (claro, com importantes reflexos para todos nós).
Why not? (por que não?)

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