Boa Noite!
Alguns setores da sociedade brasileira estão requerendo junto ao Congresso Nacional a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Aborto. Fundamentam o pedido no fato de que todos os órgãos que defendem este ato criminoso atestam ser realizados milhares de abortos clandestinos em nosso país, com seqüelas para as mulheres, muitas delas irreversíveis.
Existe, também, todo um interesse no aspecto de materiais necessários para a realização de um procedimento abortivo, além de medicamentos que serão ministrados às pacientes, em diversos casos para o restante de suas vidas. Ou seja, há interesses ainda não bem quantificados e esclarecidos em toda esta questão.
Portanto, se o país deseja debater abertamente a questão do aborto, nada melhor do que fazê-lo no Poder Republicano onde um projeto de lei sobre o tema irá transitar e ser votado.
Parece razoável a propositura e com certeza de origem, ou ao menos aceita por todos os grupos e movimentos pró-aborto existentes no país, certo? Errado.
As manifestações dos grupos pró-aborto são CONTRÁRIAS ao debate público acerca do aborto, em especial num lugar onde sejam televisionados em cadeia nacional! Pasmem vocês, mas já há declarações de associações feministas manifestando-se contra a instalação da CPI do Aborto. Chegam mesmo a dizer que ela se trata da “CPI da excomunhão”, numa grosseira manifestação de que as repetidas alegações de defesa das mulheres por tais grupos pode não ser bem “reais”.
O que temem tais grupos ao se oporem a este debate? A resposta é simples: enquanto se discute o aborto a partir de frases e chavões repetidos por “lideranças” bastante desconhecidas, em horários nobres bastante direcionados a apoiá-las, não se está informando a população e sim deformando as verdades acerca deste crime.
Se o debate vai a público, ao menos aqueles defensores da vida terão condições de mostrar e demonstrar os equívocos, as falsas alegações e, principalmente, as mentiras sobre a liberdade, melhoria de saúde e outras bobagens que se pretende associar ao aborto.
Também serão demonstrados os reais interesses subterrâneos da indústria do aborto. Os ganhos financeiros para diversos envolvidos na questão. Aliás, no aborto, somente duas pessoas perdem: a criança, condenada à morte sem direito de defesa, sem piedade e sem alternativa; e a mulher que induzida a praticá-lo para ter uma vida “melhor”(sic), descobre após o ato violento, a dura, solitária e cruel realidade de se enfrentar as seqüelas pós-abortivas.
Por que os grupos defensores temem o debate público? Porque sabem que a população pode até ser enganada um bom tempo, com o auxílio da mídia interessada na legalização deste crime, mas que o povo jamais será iludido após travar conhecimento real com o mundo violento e sanguinário que está ligado à prática abortiva.
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