6 de mai. de 2009

PARA QUE CLIENTES?

Boa Noite!
Quer saber o que não fazer com seus clientes? Quer saber como fidelizá-los e torná-los seus defensores? Quer saber como fazê-los sentirem-se pessoas respeitadas e felizes?
Simples. Simples?
Basta olhar atentamente para as operadoras de telefonia. Veja bem como elas tratam seus clientes. O nível de acesso que permite aos seus incontáveis 0800, a rapidez com que atendem os pedidos de socorro, o tempo médio que deixa seus clientes esperando escutando aquelas músicas ridículas e a mensagem que “em breve você será atendido”.
Fique bem atento à forma como atendem em suas lojas, a maneira gentil e educada com que decidem sobre os pedidos de compra, as exigências ridículas de documentação que fazem e o longo, interminável tempo que deixam os clientes esperando.
Olhe bem para tudo isto... E faça tudo ao contrário!
Cliente não é mobiliário, que você encosta em qualquer lugar, pelo tempo que bem entender e deixa-o ali pelo tempo que quiser.
Cliente não é eletrodoméstico, que você compra para servi-lo, trata-o bastante mal, não observa as instruções para conservá-lo, deixa-o largado em qualquer canto e ainda reclama quando é velho.
Cliente não é pneu de carro, que é tão importante e essencial para que se mova de um lugar para outro, mas que em geral é esquecido até que, furado, trava qualquer evolução.
Cliente não é uma coisa, com a qual se brinca e se maltrata, por ser inanimada, não poder se manifestar.
Pensar em clientes é reconhecer-lhes a importância, os direitos e a necessidade de satisfazê-los todo o tempo, o tempo todo.
Ter foco no cliente é fazer de sua satisfação uma doce e sadia obsessão empresarial.
Lembre-se:
FOCO NO CLIENTE eleva empresas, amplia mercados, profissionaliza equipes...
FOGO NO CLIENTE, parece só mudar uma letra, mas é fazer tudo igual às operadoras de telefonia: provocar nos seus usuários a doce recordação dos aparelhos de Telex!

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