9 de mai. de 2009

ABORTO: FERRAMENTA ESTRATÉGICA DA EUGENIA

Bom Dia!

A Eugenia é um termo que significa o estudo de todos os fatores e "agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente" (Wikipédia). Criado em 1883 pelo britânico Francis Galton, está intimamente associado à questão da melhoria genética da raça. Vocês recordam de algo? Tipo, melhoria da raça superiora, ariana, nazista?
Estão corretos. A Eugenia defendia que o Estado teria condições de usar todos os mecanismos legais existentes para evitar a "queda da qualidade racial".
Ora, os mecanismos legais vigentes decorrem do Direito Positivo, que por sua vez, numa ditadura, dependem do ditador (caso do nazismo). Mas numa sociedade consumista e hedionda como aquela em que vivemos, pode ser veladamente apresentada com outras desculpas pela mídia.
Hitler, e seus sequazes, usaram a busca de melhoria da raça para perseguir, massacrar e assassinar o povo judeu em toda a Europa, num volume de extermínio que alcançou, infelizmente o triste recorde mundial de 6 milhões de vítimas. A mídia, em nossos dias, apresenta de forma subliminar aos jovens que tudo aquilo que pode ser descartado para "benefício" de outros, ajuda a melhorar a vida de cada um (sic).
E aí surgem: o uso de fetos, falsamente denominados de embriões, com o fim de "auxiliar a melhoria de vida de outros". Note-se que estes outros são aqueles que podem "pagar" pelos produtos oriundos deste novo extermínio, e, assim, integrantes de uma "elite racial".
A raça no século XXI não é determinada pela família, ou pela nacionalidade. A raça é decorrente daquilo que se podde pagar ou comprar. Quem não pode comprar, quem não tem dinheiro, é sub-raça, está ajudando a empobrecer a "elite racial".
Outra ferramenta é o ABORTO.
O feto indesejado traz empobrecimento racial. O estupro causa uma "mistura" de sangue puro, ou superior, com outro inferior, advindo de alguém que não merece a vida (criminoso). Portanto, "eliminar" o feto é assegurar a superioridade da raça. Óbvio que, para manter a raça superiora, deve-se pagar os custos deste criminoso ato e a continuidade do tratamento depois.
Perçebam que o aborto é um instrumento de eugenia. Portanto, defendê-lo significa aceitar, explícita ou silenciosamente, a teoria nazista da "Lebensunwertes Leben", ou seja, existem "vidas indignas de serem vividas". Claro que, como diz o Cardeal Dom Eugênio Sales, todos os que defendem o aborto estão vivos. Pois às vítimas, de todos os extermínios, não lhes é reconhecido o direito de falar ou se defenderem.

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