30 de jul. de 2009

MAIS UMA PÍLULA DA MORTE

Bom Dia!

Os jornais da Europa noticiam a confirmação de 29 mortes provocadas pela pílula abortiva RU 486. Lançada com a promessa de interromper a gravidez pela intererência nos órgãos femininos que recebem a progesterona, esta pílula abortiva prometia uma maior liberdade às mulheres que apenas deveriam tomá-la ao perceberem atraso de sua menstrução em até 10 semanas.
O seu "descobridor", o Dr. Beaulieu afirma que a pílula assegura eficácia em 60% dis casos. E o restante? Bem, além dos danos à mulher, ela terá de se submeter à intervenção cirúrgica. Não é algo fantasticamente lamentável?
Agora, os casos de óbito associados ao consumo desta droga abortiva serão estudados e, certamente, serão tratados como casuística pelos pesquisadores que defendem o aborto, com o apoio expressivo da mídia.
Mas persiste o fato concreto: como estarão as famílias das vítimas? Não são 29 óbitos e sim 58, pois além de ceifar as gestantes, esta nova pílula da morte (literalmente falando), levou consigo as novas vidas, inocentes e tão necessárias nestes tempos insensíveis e materialistas.
Esta droga tem um outro problema: ela não deve ser ministrada a gestantes com mais de 35 anos de idade. Isto porque as alterações hormonais já efetivas nesta faixa etária podem gerar reações e sequelas terríveis às gestantes. Ou seja, além de abortiva a droga é falsa: apresenta-se como algo que não é, traz sequelas para quem nela acredita e deixa para trás a desgraça da morte dos fetos ou a destruição da saúde das mulheres.
Até quando a discussão acerca do aborto se fará por uso de meias verdades? Digo-lhes a resposta na qual acredito: até o momento no qual alguém de renome e prestígio internacionais seja vítima de uma destas drogas que se comercializam com a conivência de governos em todo o mundo!

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