Boa Tarde!
Pesquisas divulgadas esta semana por jornais nos Estados Unidos e replicadas aqui no Brasil, dão conta de que a popularidade do Sr. Barack Obama caiu para 54% após um ano de seu governo. É óbvio que num país que domina em campo mundial as comunicações e as ferramentas de marketing e mídia, estará em curso rapidinho uma grande campanha para reverter ou atenuar esta vertiginosa queda.
Assim, devemos estar preparados para ver os Obama sorrindo, pegando crianças no colo, brincando, etc, etc. Enfim, tudo aquilo que mascare e faça-nos esquecer a causa principal de tamanha queda da popularidade: o Sr. Obama, tal qual alguns de seus pares de cá, adota em sua vida pública o caminho mais fácil - fazer o discurso que a mídia quer.
De uns tempos para cá, em especial após o fim da ditadura, o que a mídia fala passou a ser o que o povo fala. Nem sempre esta relação é real.
O papel da imprensa, livre e soberana, sem amarras ou vigias como o desejam os petistas no poder local, é um requisito do Estado Democrático de Direito. Ponto final. Mas daí a se acreditar que nos campos da política, religião e ciência, esta mesma imprensa atua de forma isenta e imparcial já é uma outra história.
Formadas por homens e cidadãos, e portanto, pessoas com tendências e escolhas, a mídia irá refletir em inúmeras situações, a opinião dos seus editores e donos. O que não significa a vontade popular.
O Sr. Obama tem procurado fazer as vontades da mídia. Assim o fez na questão das pesquisas com embriões humanos, quando imediatamente após a posse, sem ter sequer tido acesso à totalidade da sinformações que deve possuir o serviço presidencial, imediatamente autorizou o descarte de seres vivos pela ciência que irá produzir remédios e abastecer os cofres da indústria farmacêutica. Não escutou o povo.
Não era este, e nem continua a ser, infelizmente, a preocupação central do povo americano. Ele sofre com a guerra. Com as mortes dos soldados americanos, enviados para países do outro lado do mundo como salvadores da humanidade, exterminadores do terrorismo e libertadores de povos oprimidos. Quase uma década depois o que temos: povos aprisionados, atentados terroristas que continuam e americanos mortos numa conta que só faz aumentar.
O que fez Obama a respeito? Bem, ele agora está posando em posição de sentido diante dos caixões dos soldados. Não os trará à vida, mas como disse no início, já é uma parte da campanha midiática de resgate do Sr. Presidente.
A Imprensa tem um pode especial na Democracia, não se pode contestá-lo e nem cerceá-lo. Mas a Imprensa não é a Democracia. Quer gostem ou não os fascistas travestidos de democratas, ainda está nas mãos do povo o verdadeiro caminho democrático. E ele povo sempre dirá, quando realmente quiser - YES, WE (PEOPLE) CAN! O Sr. Obama (o cara de lá) que se cuide.
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