Bom Dia!
Domennique é uma senhora francesa, de rosadas bochechas, sorriso doce e muito educada com seus vizinhos. Casada com um marceneiro tinha o sonho de mudar de casa, para uma mais ampla, onde suas duas filhas pudessem usufruir de um espaço maior e seu esposo de um quarto de ferramentas somente para ele. Conseguiram vender a casa antiga a um casal.
Bom, o casal resolveu plantar uma árvore no quintal, pois achou-o muito vazio e triste. Ao meterem a enxada na terra descobriram dois cadáveres. Dois bebês recém-nascidos.
Chamaram a polícia, que resolveu investigar os antigos proprietários, uma vez que não havia nenhuma queixa de roubo de crianças na cidade e na região.
Ao investigarem a nova casa de Domennique descobriram outros SEIS recém-nascidos enterrados no quarto de ferramentas. Todos mortos há um bom tempo.
Domennique confessou todos os crimes e isentou o marido.
Como já tinha duas filhas, não tinha condições de criar mais filhos e não os queria. Por ser obesa, ficou grávida e o esposo sequer notou sua gravidez. Ela matou todos os filhos imediatamente após tê-los com ajuda de parteiras domiciliares. Ela está presa desde ontem na França e a sociedade pede sua condenação à prisão perpétua.
Talvez os que exigem a punição sejam os mesmos que defendem a legalização do aborto. Mas, então, qual a diferença?
Se uma mulher procura um médico e pede-lhe que assassine o feto, isto é legal e considerado pelos 'modernistas', um avanço nos direitos das mulheres. O feto ainda não tem suas feições definidas, mas já é uma vida na plenitude da palavra.
Domennique matou seus filhos após seus nascimentos, isto é considerado crime. O recém-nascido já possui suas feições definidas. Será que esta é a diferença?
Não é a vida que importa, mas o rostinho do bebê?
Não defendo o aborto. Considero-o a maior herança deixada pelo nazismo para o século XXI. Mas abomino a hipocrisia.
No assassinato existe o dolo, a vontade de produzir o resultado morte a qualquer custo. No aborto, também.
No assassinato existe o desequilíbrio entre o agressor e a vítima que, em geral, não tem o direito de se defender. No aborto, também.
No assassinato não se permite à vítima defender-se e suplicar pela mudança de atitude do agressor, do criminoso. No aborto, tmabém.
Então, por que Domennique está presa e os países legalizam o aborto?
Não estou defendendo que a Domennique seja solta, mas pedindo que a justiça mande para junto dela todos os que defendem este assassinato cruel e covarde chamado de aborto.
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