7 de dez. de 2010

CONTRA AS DROGAS LIVRES!

Boa Noite!


O governador Sérgio Cabral do Rio de Janeiro, em entrevista concedida à Rede TV!, abriu, deitado sobre os louros de sua ‘vitória’ contra os criminosos do Morro do Alemão, mais uma de suas teses polêmicas: a legalização das drogas ‘mais leves’, segundo definição que adotou. Parece que o chefe do executivo carioca esqueceu que a libertação do Complexo do Alemão, feito importante e ímpar na história do Rio de Janeiro subiu à cabeça do renomado político.

Primeiro: foi uma importante vitória, mas não é o final da guerra aberta, violenta e explícita que existe nos morros e nas ruas da cidade maravilhosa, desde que, corretamente, ele optou pelo enfrentamento do tráfico, abandonando a omissão e a fuga dos governos anteriores. Libertar o Alemão é um marco de saída, não de chegada neste renhido combate.

Segundo: quem criou, alimenta e reanima as forças criminosas do Rio de Janeiro não é o ATO do tráfico, mas sim a existência de consumidores. E consumidores não desaparecem quando a droga se torna lícita, mas apenas ampliam-se. Portanto, legalizar a droga ‘leve’ é dar ao crime a possibilidade de ter um CGC e ampliar suas ‘carteiras de clientes’.

Terceiro: já está provado e reiterado que TODAS as drogas, lícitas e ilícitas afetam a saúde e o bem-estar de quem as consome. Assim, iniciar um movimento de legalização, por exemplo, da maconha é ir de encontro a TODOS OS AVANÇOS OBTIDOS NO MUNDO NESTES ÚLTIMOS ANOS quanto às restrições ao consumo de drogas.

Quarto: cerca de 80% dos brasileiros segundo a pesquisa realizada pelo Datafolha em 2008 são contrários a este absurdo que é tornar a droga um produto de prateleira, invadindo e amplificando a destruição das famílias.

A quem o Governador se dirige então?

Com certeza à mídia. É ela quem levanta estas bandeiras que são impopulares, retrógradas e dissociadas das prioridades desejadas pelos brasileiros. E o exemplo mais recente (parece que já devidamente esquecido), foi a questão do aborto e o reflexo no primeiro turno das eleições presidenciais.

O povo brasileiro não quer a droga livre. Os pais e mães de família não querem as drogas livres. Os jovens sérios e compromissados não querem as drogas livres. As lideranças íntegras não querem as drogas livres. As igrejas sérias não querem as drogas livres.

O tráfico a quer...

Nenhum comentário: