9 de dez. de 2010

TRÊS GRAMAS

Boa Noite!

Pesquisadores americanos, ligados à Associação Americana do Coração, sediada em Chicago, divulgaram um estudo efetuado acerca dos hábitos alimentares dos jovens, especialmente a ingestão de SAL. Segundo as projeções efetuadas, uma simples redução de TRÊS GRAMAS DIÁRIAS de Sal, diminuiria o risco de Hipertensão após os cinquenta anos em 43%. Ao contrário, a manutenção da atual dieta dos jovens, rica em tudo o que afeta o equilíbrio da Saúde e pobre em tudo o que o defende, vai tornar a geração até 20 anos uma potencial cardiopata em três décadas.
Esta diminuição tgraria outros benefícios: o risco de problemas coronarianos diminui em até 12%; ataques do coração cai em até 15%; o risco de acidentes vasculares cerebrais (derrames) diminui 8%.
O problema é que hoje, dentre os jovens americanosm consome-se cerca de quatro gramas por dia.
Ou seja, o jovem adolescente estabeleceu como base de sua dieta o temido SAL. E a mudança de dieta não apenas envolve a quebra de hábitos, mas uma revolução cultural interior (da própria pessoa) e exterior (do círculo familiar que a envolve).
Nós costumamos ser pródigos em discursos e pobres em testemunhos. Sabemos de cor e salteado tudo o que nossos jovens precisam fazer para ter uma saúde melhor, enquanto continuamos nossa dieta destrutiva e nossos hábitos condenáveis. É preciso rever esta questão.
A responsabilidade pela saúde é de cada indivíduo. Mas a influência da família é muito importante. Ela pode ser um divisor de águas entre a saúde futura ou o desastre completo. A saúde deve ser pensada como uma caderneta de poupança: se deposito todo mês um determinado valor, por menor que ele seja, estaou acumulando reservas e um dia, este pouqinho formará uma bela quantia a ser usada em momentos de necessidade.
Mas se apenas gasto tudo o que recebo, nada terei para usar quando for tempo de dificuldades. E no caso da saúde este tempo já é bastante conhecido: a vida no pós-50 anos.
Três gramas até parece nada, se olharmos sob a lógica do volume. Mas é uma imensa distância sob a lógica dos costumes e hábitos desenvolvidos. Por isso, é sempre melhor começar. De poquinho em pouquinho, mas sem parar. Ainda dá tempo, senão conosco, mas ao menos com aqueles a quem tanto amamos.

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