Boa Tarde!
Reportagem divulgada pelo jornal 'A TARDE' traz análises de financistas e outros analistas de mercado acerca da situação financeira dos trinta maiores planos de saúde do ranking da ANS, no que se diz respeito à quantidade de usuários. A questão abordade é da garantia que existe para estas populações de que a empres na qual foram buscar os produtos comprados (planos e coberturas), em relação aos números que entregam à ANS e que são publicados no site da agência.
Existe garantias necessárias aos clientes? Segundo o jornal a resposta é NÃO para 16 deles. Ou seja, mais de 50% da amostra estudada revela aspectos preocupantes quanto às reservas financeiras e alguns deles já são hoje realidade concreta: a SAMCIL e a GREEN LIFE.
POr que o mercado está assim? Ouviremos as desculpas de sempre, pode amcreditar: as operadoras reclamarão de que a ANS limita o repasse dos gastos ao permitir apenas recomposição parcial nos aumentos que autoriza; os consumidores dirão que cada vez mais pagam um valor maior do que o benefício agregado que são capazes de perceber, gerando insatisfação; os prestadores de serviços reclamam de que não recebem o que merecem, e por aí vai.
A verdadeira questão não está na pauta: ou começamos a desenvolver produtos concretos voltados para a prevenção e promoção, ou vamos todos desparecer juntinhos, unidos, ao menos, nas desculpas e reclamações.
Duro é ser testemunha da forma omissa e pouco associada à Saúde com que a ANS conduz os destinos do setor de saúde suplementar deste país.
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