Boa Tarde!
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos entre 2001 e 2009 acerca de RISCOS DE SAÚDE, e divulgada na segunda feira (dia 06.06) traz dados alarmantes, mas que não deveriam causar surpresas aos que seriamente debatem o tema da homossexualidade no nosso país. Eis algumas das conclusões:
1. Os Riscos foram distribuídos em DEZ categorias para análise, de forma a observar desde aqueles de menor até os que, na visão dos pesquisadores, expõem seus praticantes aos mais sérios riscos de morte e/ou agravos irreversíveis e crônicos.
2. Das dez categorias estudadas nos nove anos que durou o trabalho, em SETE delas o público de MAIOR RISCO foi aquele que se declarou homossexual, quer masculino, quer feminino.
3. O comportamento apresentado pelos pesquisados, que incluíam desde jovens até adultos em fase laboral, demonstra que os homossexuais sentem-se mais 'livres', por assim dizer, para ações de maior risco à saúde física e mental.
4. O grupo de homossexuais foi aquele no qual mais se constatou dependências químicas (álcool e todo tipo de drogas), maior número de tentativas de suicídio e o que mais demonstra tendências a comportamentos agressivos e mesmo à violência física.
5. Os pesquisadores concluem que, segundo a opinião deles, tais fatores são causados pela "discriminação e o estigma existente na sociedade contra os homossexuais".
Os fatos constatados não me surpreendem, mas as conclusões, sim. Parece-me no mínimo forçado acreditar que os jovens assumem comportamentos suicidas porque querem 'protestar' contra o estigma. Isto até pode ser verdade para um ou outro caso isolado, mas certamente não espelha a causa destes comportamentos irresponsáveis.
A causa está na mensagem agressiva, massiva e constante que TODA a imprensa, e agora para minha triste supresa, a Academia, tem incutado nos jovens nestes últimos vinte anos: o liberou geral.
Para a imprensa não se combate a injustiça, seja ela praticada contra quem for, com o rigorismo legal e a punibilidade. Combate-se com o TUDO PODE. Em especial se este comportamento é aquele que se 'espera' dos que se declaram homossexuais.
A Mídia está criando uma nova categoria de cidadãos: aqueles que não são homofóbicos, mas não aguentam mais o tudo pode para os que são homossexuais. Não existe direito construido sobre a opressão. Em especial se esta opressão é dirigida contr a AMPLA MAIORIA da sociedade.
Os homossexuais tem o direito de serem respeitados em suas opções sexuais (o que não significa que concordemos com ela), pois trata-se de foro íntimo, de liberdade de escolha fazê-lo. Eles também tem todo o direito de serem respeitados nos seus trabalhos, pois é a competência e não a opção sexual que determina o crescimento profissional (o que não significa que não tenham de respeitar a cultura da organização na qual estão inseridos e os seus demais colegas de trabalho).
Mas está demais a ânsia de querer agradá-los a qualquer custo, assumindo posições oportunistas, como aquelas do nosso Ministério da Educação (?), ou produzindo conclusões tão estapafúrdias como estas de acadêmicos americanos.
Chega de enrolação! Os direitos constitucionais estão postos e legitimados. Vamos cumpri-los. Não se precisa de mais leis, especialmente estas malucas que estão na pauta do Congresso e contra qual todos devemos nos manifestar. Precisamos ter coragem de dizer NÃO aos nossos filhos, sobrinhos, netos e amigos. Estabelecendo limites poderemos salvar os jovens desta maluquice de comportamento que a imprensa insiste em atribuir à liberdade de expressão. Ou será que a imprensa considera a morte destes jovens a 'máxima liberdade de expressão'?
Chegamos a este nível?
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