Bom Dia!
É quase impossível livrarmo-nos de nossas recordações. Penso que por mais rodado e experiente seja o profissional, algumas de suas etapas de caminhada marcam de maneira tão específica que grudam em nossa memória e parecem voltar nos instantes em que menos esperamos. Lembranças ficam e são boas se nos fazem retomar o curso de nossa caminhada profissional. Elas não podem ser associadas a um nostalgismo que aprisiona e leva-nos de volta ao passado.
Os bons momentos são como bálsamos para os momentos mais duros de nossa vida profissional. Devem servir de tônicos fortificantes, não de fatores depressivos.
Os bons amigos, os colegas que nos são referências, as equipes que nos causam ainda que de longe admiração e saudades devem ser lembrados como vitórias e honras que guarda-se no mais recôndido lugar de nosso coração.
As lembranças aparecem assim. Sem aviso, sem preparação, sem se anunciar. Elas provocam lágrimas, por vezes externas, outras tantas internas, mas jamais de maneira que nos deixem tristes.
Lembranças são para serem vividas como momentos que registramos em nossa memória para que deles nunca nos apartemos. Assim, curtamos as boas lembranças. As más, deixemo-las esquecidas e apagadas de nossa razão.
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