31 de out. de 2011

QUANDO A EXCEÇÃO É A REGRA

Boa Tarde!

Um programa dominical da TV GLOBO exibiu ao longo de algumas semanas a dura realidade de pequenas empresas familiares em sua luta pela sobrevivência. Amparadas por consultores experientes, todas elas enfrentaram os dramas de gerenciar a si mesmo e aos empregados, disputar seu lugar ao sol e ainda driblar os problemas familiares e pessoais de todos os envolvidos. O resultado foi a vitória das três empresas, mas não a garantia de sua longevidade. Isto porque, para se manterem e ampliarem seu espaço mercadológico, afirmava com razão o âncora do programa, elas terão que assegurar de agora por diante o foco estratégico.
E é esta a questão. Como as empresas brasileiras possuem a capacidade de se mediocrizar! Não apenas perdem o foco estratégico como parecem seduzidas e escravas do pontual, do caso individual, daquilo que não expressa o todo e nem lhe serve de amostra. Elas mudam suas linhas de atuação, seus produtos e controles apenas para antenderem este ou aquele caso, legando a grande maioria de seus clientes às vontades e caprichos de uma meia dúzia de cliente que absolutamente lhe serão fiéis.
Trabalham e consomem recursos e esforços daqueles que lhes serão empedernidos adversários. Que coisa louca! Ou seria melhor dizer, amadora?
É preciso manter o foco estratégico. Não se deixar iludir pelos desvios momentâneos e, principalmente, não tornar a exceção a regra de toda a carteira de cliente.

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