15 de dez. de 2011

POLÍTICOS TRADICIONAIS

Boa Noite!

De 27 itens de avaliação, os habitantes da cidade de São Paulo avaliaram em pesquisa da DataFolha que houve piora em 22 deles! Dos cinco itens com melhoria, elas foram tão insignificantes que praticamente se pode falar em manutenção dos índices e notas anteriores. Como a outra pesquisa foi realizada em 2008 chega-se a conclusão de que a QUALIDADE DE VIDA de quem mora em São Paulo piorou.
À parte as questões políticas e gerenciais, que não debaterei neste espaço, restam as intervenções feitas e como ela são percebidas pela população. Políticos em geral são seres extremamente inteligentes e de rápido pensamento; mas é espantoso com são pouco sensíveis ao que chamamos no mundo corporativo de "VALOR AGREGADO". Eles continuam a acreditar que a população estará feliz apenas porque com as obras públicas feitas com mais estardalhaço que apelo popular; e as festas regadas ao nostalgismo do 'pão e circo' romanos, podem influenciar os eleitores a manterem-se como débeis retardados portadores de títulos eleitorais.
Da mesmo forma que o cliente, o eleitor não é uma anta que possa ser tocada daqui prá lá (com todo o respeito por tais animais). É verdade que o eleitor brasileiro já demonstrou não gostar de mudanças muito bruscas. Mas que eles estão mudando, na velocidade deles, ninguém deveria esquecer.
E qual seria o melhor valor agregado a ser oferecido? A transparência, a verdade e a honestidade. Em suma, se nossos políticos fizessem do patrimônio público tudo aquilo que gostariam de fazer aos seus (imensos) patrimônios pessoais, talvez as pesquisas não trouxessem para aqueles em fim de mandato tantas avaliações ruins.
O eleitor não quer pão e circo, embora continue a ir às festas e beber as cervejas gratuitamente distribuídas. Ele não deseja mais discursos repetitivos e chavões que já se esgotaram pela magreza e mediocridade de seus conteúdos.
O eleitor quer ser de verdade tratado como um cidadão.
Ele anseia pelo respeito, pela honestidade, pela verdade. Já está na hora de acordar, ou de ficar aguentando pesquisas e pesquisas que mostram a falência do político 'antigo' e 'tradicional'.

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