Bom Dia!
Mais um defensor da morte ocupa os espaços da BRITISH MEDICAL JOURNAL, nesta semana para defender, agora, o fim da geração de crianças, em nome da sobrevivência mundial. O professor de planejamento familiar (sic) do University College de Londres, o britânico John Guillebaund, defende que a oferta de alimentos e demais artigos básicos não acompanha o crescimento populacional, porque os seres humanos insistem em ter relações sexuais férteis e o planeta teima em não aumentar sua produtividade. A solução, para o professor é simples: aumentar e incrementar os métodos contraceptivos.
De uma forma descaradamente assumida, o professor deixa de lado as causas do problema e ataca os efeitos que são mais perceptíveis e podem viabilizar abominações, como a pílula do dia seguinte (já campeã entre as mulheres de até 19 anos na Europa, como já discutimos aqui).
O mundo não tem acompanhado o crescimento populacional, no campo da produção de alimentos porque os governos dos países mais ricos encaram a alimentação como uma COMMODITIE que deve gerar os lucros estabelecidos pelos acionistas. Por isso e em seu nome, colheita são reduzidas, grãos destruídos, produtos como o leite derramados em praça pública em nome do PREÇO! Os governantes omissos fazem vistas grossas a permanecem em infindáveis negociações que não asseguram aos países mais pobres o essencial: acesso aos alimentos e não às verbas que serão desviadas por seus governos ditatoriais e, em muitas vezes, corruptos.
A alimentação não é percebida como um direito básico do ser humano e um dos principais requisitos às ações de saúde de quaisquer países civilizados. Ela é uma forma, um meio para se auferir lucros por vezes exorbitantes. Entretanto, o professor britânico não sabe, ou não quer saber disto. Ele exorta, em mais uma destas tristes coincidências do setor Saúde, aos governos financiarem e promoverem campanhas de contracepção.
Ou seja, não se regulamenta o mercado para que o acesso justo e igualitário propicie o crescimento da humanidade. Prefere, o inglês, ser contra o nascimento de novas crianças e, para tal, se vale da teoria de Malthus acerca do crescimento da humanidade.
Pobre humanidade! Em seu nome tantas aberrações já foram e ainda são cometidas. Quantas personalidades querem defendê-la, atacando os seres humanos mais indefesos e que não têm voz para defendê-los!
Como se quer garantir o futuro da humanidade, eliminando as pessoas do futuro que são nossas crianças?
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