Bom Dia!
O Jornal O GLOBO na sua edição de hoje veicula matéria sobre a redução do número de homicídios na cidade do Rio de Janeiro em Abril deste ano, comparado a diversos outros anos. Caímos de 572 assassinatos em 2007, para 468 em 2008. Foram 109 vidas a menos ceifadas nestes episódios violentos de ataque à vida humana. Somente são computados os delitos classificados como homicídios (dolosos ou culposos).
Temos algo a comemorar?
As operadoras de saúde, de uma forma geral, estão passando ao largo desta questão, como se as vítimas que pertencem as suas carteiras fossem tratadas em outro planeta. A violência é um importante fator de desestruturação do Estado democrático de Direito, amplia o medo social e gera impactos econômicos e financeiros nos planos de saúde.
O problema é que a grande maioria dos gestores não percebe que empresas de serviço estão intrinsecamente associadas à malha social da nação, quer queiram ou não, quer gostem ou não desta realidade. Da mesma forma que não deveríamos jamais nos omitir de toda e qualquer discussão voltada para a qualificação do setor, seja ela promovida pela agência reguladora (ANS), seja ela de iniciativa de um segmento (como o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo SINDHRIO, por exemplo), também não deveríamos olvidar a questão da segurança.
Manifestamos nossas preocupações em ações, às vezes até participamos de manifestações públicas, mas, onde estão as ações corporativas e efetivas? Quais os compromissos concretos assumidos? Até quando pensaremos não ter nada a ver com esta importante questão?
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