Boa Noite!
As imensas mudanças de nossos dias, sejam nos mercados onde atuam nossas organizações, sejam nas próprias empresas onde atuamos, geram reflexos e comportamentos bastante diversos nos profissionais. Enquanto alguns encaram as mudanças, sejam para melhor, sejam elas para pior, como um desafio de carreira, requerendo um grau tolerável de sofrimento, mas principalmente um maior grau de crescimento para superá-las, outros gestores, talvez a grande maioria, tornam-se pequenos diante dos problemas.
Diminuir em qualquer operação aritmética, e também na vida corporativa, significa repassar uma maior parcela de si para outrem. E estes nem sempre com competência e merecimento de recebê-las. Ou seja, se abro mão de minha competência, para não criar um aparente "conflito", estou apenas antecipando outras perigosas concessões. Amanhã, pedirão que abramos mão de nossos princípios, e aí? Encaramos este tipo de pressão?
Existem tempos difíceis em qualquer relação humana. Seja ela constituída por troca de interesses econômicos e financeiros, como ocorre numa empresa, seja esta relação decorrente de sentimentos nobres e profundos, como o amor, por exemplo.
Não há possibilidade de nos encerrarmos numa redoma blindada e protegida contra estas situações. O que existe é a nossa força de vontade, a perseverança que deve ser redescoberta em especial nos momentos de perseguição e injustiça.
A firmeza de nosso caráter e a assunção de uma postura ainda mais profissional, quanto maior for a incompetência reinante, tornar-nos-ão "grandes" perante as dificuldades. Assim, poderemos ver as oportunidades que estes momentos trazem e não cairemos, JAMAIS, na ilusão de que se nos encolhemos, e nos tornamos pequenos, poderemos sobreviver às injustiças.
Pense ético, seja firme, reforçe a técnica e deixe a fuga e o recolhimento para os covardes!
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