Boa Tarde!
Com grande alegria, seja como gestores no setor de Saúde Suplementar, seja como cidadãos, seja como pais, recebemos os números que vêm sendo divulgados e que mensuram o comportamento no pós-Lei Seca. Apesar dos costumeiros desvios aqui e ali, dos marginais que tentam macular a honra das corporações policiais subornando irresponsáveis, mas que não representam nem o pensamento, nem a maioria dos nossos policiais, o saldo é positivo. A preocupação é que a adesão maior é observada a partir da intensidade da fiscalização (onde é mais efetiva medem-se os melhores índices de redução) e nas camadas mais altas do perfil demográfico (mais velho, mais responsável).
A preocupação está ligada ao fato de que em nosso país costuma-se relaxar com a fiscalização quando o tema que a gerou sai da televisão, em especial do canal global. Ora, se a imprensa perder o interesse em mostrar os ganhos, a tendência histórica é de que a fiscalização relaxe, e se isto acontece... Portanto, cabe-nos pedir aos profissionais que possuem espaço em QUALQUER mídia, ou que conhecem outros que incentivem este assunto a permanecer na pauta jornalística.
O outro aspecto é a participação da juventude neste trabalho preventivo. Não consigo percebê-la. Os jovens concordam, falam sobre a lei, fazem até piada, mas, e o engajamento nesta questão que também é, de certa forma, uma efetiva e ampla DEFESA DA VIDA? O que estamos esperando? Que aconteça algo com um dos nossos amigos para aí sim, vestirmos camisas, desenharmos faixas e irmos às ruas contra o excesso de bebidas alcóolicas? Não será então muito tarde para os que morreram?
A capacidade de mobilização da juventude, nos tempos atuais e com os recursos existentes é imensa. Falta-lhes a vontade e, principalmente, a adesão a este importante projeto que combate não apenas os acidentes de trânsito, mas é uma ferramente importante da eterna luta contra o Alcoolismo.
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