Boa Noite!
Tempos de mudanças em tempos de crises. Talvez esta seja a grande tônica do mercado de saúde no país e no resto do mundo, nas ondas desta crise que teima em não ceder. Todos os gestores reconhecem a necessidade de se debruçar sobre os reflexos imediatos e mediatos sobre suas organizações e, rapidamente, agirem para minimizá-los.
Alguns retiram de suas gavetas as velhas (e combalidas) estratégias de bruscas reduções em custos fixos, especialmente na sua mão-de-obra, sem se aperceberem dos riscos associados às reduções desta natureza. Quando se quebra a confiabilidade dos órgãos dirigentes para com suas equipes, ficam travadas diversas possibilidades de se enfrentar a crise através da ampliação de mercado e não de sua perda.
Mas a vil tentação da solução mais fácil torna o pecado da incompetência gerencial quase que imperdoável. Os empresários de saúde que continuam a conduzir suas empresas como se velhas fórmulas e surrados chavões fossem capazes de produzir mágicas alterações nas situações que enfrentam.
É momento de rever nossos velhos conceitos de gestão e começar, tal trabalho hercúleo pela redefinição das nossas prioridades. O que gera resultado e qual o pacto possível de ser feito com os seus agentes torna-se muito mais importante e emergente do que a produção de cortes que retiram os melhores funcionários e deixa os sobreviventes completamente descomprometidos para com os objetivos estratégicos das organizações.
O momento é de maximizar-se as competências e elevar as rentabilidades. E ao que me consta, não existem máquinas e nem mágicas para fazê-lo. Por que então não envolvermos nossas equipes neste imenso desafio?
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