12 de jun. de 2009

A LEI SECA E AS MULHERES

Boa Noite!

Levantamento realizado pelo Governo do estado de São Paulo, relativo ao primeiro ano de vigência da Lei Seca nos trouxe poucos pontos considerados avanços e algumas surpresas desagradáveis.
Como melhorias podem ser citadas: a queda da curva de crescimento dos acidentes, quanto às vítimas fatais e uma pequena, mas já perceptível mudança de cultura dentre os condutores de veículos (mais velhos) na questão do nível de consumo versus condições de condução de um veículo automotor.
No lado negativo, contudo, duas grandes preocupações:
1. os JOVENS não foram ainda sensibilizados para a questão da prevenção e já caminham para liderar os casos de acidentes, inclusive aqueles com vítimas fatais;
2. as MULHERES lideram as estatísticas de casos comprovados de motoristas dirigindo embriagado, tomando mais este triste lugar dos homens que eram ampla maioria há poucos anos atrás.
De fato, mais do que nunca, a mídia joga na adoção de práticas das mais absurdas pelas mulheres o grande diferencial do "tratamento igual". É um absurdo total a verdadeira lavagem cerebral que pretende acabar com a discriminação, mas que apenas tem causado entre o público feminino, especialmente as mais jovens, o abandono das ações preventivas em Saúde, a desvalorização da vida pela prática de atos criminosos como o descarte de embriões, a promiscuidade tida como liberdade e o crime do aborto consentido.
Este estudo traz mais uma faceta desta incoerente e covarde campanha conduzida e orquestrada pelas forças que atuam na surdina em nossa sociedade local e mundial, e que objetivam com tudo isto, exclusivamente, a criação de mercados consumidores para todas estas drogas e práticas hediondas que perdem espaço nos países ditos de "primeiro mundo".
Neste sentido, talvez valesse a pena nós lermos algo mais diferente do usual. Fugirmos um pouco da mídia ajustada e acertada e corrermos para jornalistas independentes. Deixo-lhes, além destas tristes notícias um destes canais: www.midiasemmascara.org.

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