21 de jul. de 2009

A AIDS CONTRA AS MULHERES

Boa Tarde!

Uma pesquisa veiculada pela revista NATURE MEDICINE (www.nature.com), realizada pelo Ragon Institute of Massachusetts (MIT/Harvard - EUA), traz ao conhecimento de todos uma notícia nada agradável: o vírus HIV (AIDS) é mais agressivo contra as mulheres do que em relação aos homens.
Segundo Marcis Altfed, chefe dos pesquisadores, e citado em reportagem pelo Corriere della Sera, "é como se as mulheres fossem o sexo frágil nos confrontos com o HIV". Para os cientistas, os mecanismos biológicos que deflagram os processos de defesa contra o vírus trabalham de forma distintas nos homens e nas mulheres. Nestas últimas, o intervalo temporal decorrido deste a identificação até as medidas defensivas expõem-nas a um ataque maior do HIV. Com este novo e preocupante dado, os estudos passam a se orientar agora na direção do estabelecimento de estratégias de intervenção, inclusive com as drogas já existentes ou outras combinações, para dotar as mulheres de maior proteção imunológica.
Outro aspecto preocupante envolvido nesta questão é a sistemática e traiçoeira campanha que toda a mídia mundial faz, procurando associar uma pseudo "liberdade" à assunção de comportamentos do mais alto risco pelas mulheres. Assim, ainda que com todas as controvérsias e dúvidas que pairam sobre a eficácia dos preservativos, a mídia insiste que usando-os a mulher pode "liberar geral". A promiscuidade deixou assim, segundo os defensores destas falácias, de se constituir num comportamento de risco à saúde para se tornar símbolo.
Do que mesmo? Talvez de uma sociedade que, por sua decadência, perde mais tempo mentindo e enganando do que protegendo aqueles que necessitam de sua real ajuda.

Nenhum comentário: