Bom Dia!
O Governo do Estado de São Paulo comemora hohje, em diversos meios de comunicação, a redução da Taxa de Mortalidade Infantil estadual, nos últimos cinco anos, em cerca de 49%. Atribui (e com justa razão) a esta boa notícia as medidas adotadas principalmente na promoção à Saúde das gestantes, nos cuidados e intervenções voltadas para a Atenção Básica e no acompanhamento das futuras mães pelas unidades básicas de saúde.
O estranho é que tudo isto acontece sob o Governo de um Economista, que por sinal quando ocupou o Ministério da Saúde (críticas à parte), promoveu uma série de medidas de reforço e implementação concreta da Atenção Básica no SUS.
Por outro lado, em nível de País e consideradas todas as faixas etárias em que se mensura a mortalidade infantil, o desempenho do Brasil no mesmo período foi pior, chegando mesmo a um ligeiro aumento da taxa em algumas situações. E tudo isto acontece quando o Ministério da Saúde no Governo do Grande Irmão é ocupado por um Médico renomado e com bastante espaço na mídia.
Qual a causa disto?
Será que poderíamos ter de tudo isto um novo reforço à questão da Saúde gerida com foco, priorizada por um projeto estratégico que direcione os recursos para resultados que agreguem valor à população assistida? Pois isto é vital na questão da mortalidade infantil.
Além de ocupar seus segundos de fama, por ocasião das campanhas de vacinação (quando as televisões não possuem pauta para ocupá-los), o que mais tem feito de concreto o Ministério de Saúde para consolidar o Modelo de Atenção Básica?
Quando não está dando entrevistas de nada, o que ele faz pela Saúde Coletiva e o Modelo de Atenção Básica?
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