Bom Dia!
O Ministério da Saúde divulgou novos dados, hoje, acerca do comportamento da AIDS no Brasil neste último ano.
Vale lembrar que nunca se gastou tanto em campanhas na mídia explorando a "liberdade sexual" possibilitada e aceita
por todos os integrantes dos órgãos governamentais federais gestores do sistema de saúde coletivo, desde que os
adeptos da liberalidade usem a camisinha.
Bem, se vocês já esqueceram basta lembrar a campanha do último carnaval, onde jovens, mulheres e idosos partiam para
um sexo ao ar livre num lugar que se assemelhava a uma praça pública e, ao sacar a camisinha, uma banda de música
invadia a cena para saudar os tão "inteligentes e responsáveis parceiros".
Os números da vida real, infelizmente para o Ministério da Saúde e para todos que insistem em confundir promiscuidade
com liberdade sexual, jogaram por terra todos os discursos do televisivo ministro Temporão.
Aumentou o número de casos de AIDS no país e, pior, os segmentos que mais cresceram foram:
JOVENS, do sexo feminino e com idade variando entre 13 e 19 anos!
HOMOSSEXUAIS, em todas as faixas etárias.
Ou seja, as campanhas que induziram a promiscuidade feminina, levaram diversas pessoas a se contaminarem, mas verifique-se
a "coincidência" de que os segmentos abordados pelas campanhas publicitárias pioraram as atitudes preventivas. Claro, porque
a prevenção a AIDS não repousa sobre uma peça que ainda sofre contestações para algumas variações do vírus HIV.
Cuidar da AIDS é retomar um sentido de respeito e ética nas relações entre parceiros. É compreender que o sexo é prazeroso, agradável e necessário, mas não de forma bestial, feito por instinto, como se decorresse de atos entre dois animais irracionais e não entre seres humanos. Pessoas precisam de algo que está além da bestialidade dos instintos para serem felizes e sentirem-se satisfeitas e completas com os atos sexuais: elas necessitam da invisível, porém sólida, ponte que é formada pelo sentimento recíproco. Chamemos de amor, de respeito recíproco, de convergência de sentimentos... São definições que se integram no respeito que deve marcar o relacionamento entre um homem e uma mulher.
As Campanhas do Governo Federal não estimulam o respeito, nem a solidez do sentimento, nem a fascinação do amor. Apenas dizem que com a camisinha vale tudo. O que esperar disto? Nada mais diferente das notícias que recebemos hoje: adolescentes condenadas à morte e homossexuais condenados ao mais amplo isolamento e aumento de discriminação. Nem isto basta para reconhecermos que está na hora de revermos as "modernas" e equivocadas posições?
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