29 de jan. de 2010

MAIS UMA ESPERANÇA

Boa Noite!




Um grupo de pesquisadores da Universidade de Stanford (USA) divulga a obtenção de neurônios a partir de células da pele que são relativamente comuns, segundo notícia veiculada pela Folha nesta data. O fato é saudado com alegria por todos que necessitam de tratamentos neurológicos e também por aqueles que denunciam os perigos ocultos aos pacientes que se submetem aos experimentos com células-tronco embrionárias.

Além de moralmente condenável, o uso e descarte de embriões se contitui num verdadeiro extermínio que a cada dia se comprova, também, ser desnecessário. Os tecidos que são alterados a partir do uso de células-tronco desenvolvem um maior risco de formação de tumores, segundo os mesmos pesquisadores.

Por isso, a notícia também significa uma melhor expectativa para os pacientes que forem assim tratados ao reduzirem os riscos de uma futura detecção e formação de tumores.

Existem alternativas ao massacre dos embriões. Mas elas tem sido sistematicamente ocultadas da população pela grande mídia, ou pelos pesquisadores que poderiam explicá-las e levá-las ao conhecimento dos doentes. A pergunta que retorna sempre é: por que?

Se tecidos que passaram pelo estágio de células-tronco possuem risco elevado de tumoração, e consequentemente de uma futura malignidade que levaria tais pacientes a tratamentos quimioterápicos e maior risco de morte, por que não se incentiva e divulga estes experimentos alternativos? Se eles chegam a resultados de menor exposição para os pacientes, por que não merecem as verbas governamentais?

Sabe-se que as drogas destinadas aos tratamentos quimioterápicos ou radioterápicos são altamente onerosas para os sistemas de saúde e desde há muito figuram entre as mais lucrativas para a poderosa indústria farmcêutica.

Também é comum o tratamento à base de drogas contra os tumores. Mas, será que estas questões possuem ligações que não conhecemos?

Perguntas e dúvidas sobre as quais apenas recebemos o silêncio como resposta.

Ao menos resta-nos o consolo de continuarmos a receber, escondidas num canto de um jornal que ainda é independente e livre, boas notícias para aquelas vítimas silenciosas dos interesses desconhecidos: os embriões humanos. Uma pequena esperança sempre se torna grande no coração daqueles que amam seus semelhantes.

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