8 de jan. de 2010

A MÍDIA E A HOMOSSEXUALIDADE

Boa Noite!

Pesquisa do Estadão divulgada hoje e realizada no final do ano passado em São Paulo, com a participação de mais de duzentos jovens entre 10 e 24 anos de idade constatou que mais de 30% deles optaram em se assumir como homossexuais antes de terem completado 15 anos de idade. Ou seja, antes mesmo de terem completado sua maturação pessoal eles seguiram o caminho que lhes foi apontado como o de plena realização sexual e, óbvio, afetiva e pessoal.
Mais ainda, até os 24 anos de idade, estas pessoas já haviam tido relações com mais de 10 parceiros (42% dos homens e 35% das mulheres) e com mais de cinco e menos de 10 (20% dos homens e 30% das mulheres). Ou seja, a escolha feita pelos adolescentes está intrinsecamente ligada à promiscuidade sexual e não ao estabelecimento de laços firmes no campo do afeto.
É difícil como pai perceber que as crianças não estão mais recebendo as ponderações e orientações que lhes impeçam cair nesta armadilha estabelecida pela mídia mundial, de que se forem por este ou aquele caminho, se adotarem esta ou aquela opção poderão "liberar geral".
Será que estas pessoas, trocando de parceiro praticamente a cada 12 meses, após assumirem suas escolhas, estão hoje mais felizes, mais completas, menos solitárias? Se é isto porque continuam a crescer os números de dependência química entre os jovens numa razão desproporcional ao volume de campanhas de informação e esclarecimento realizadas?
Até quando seremos omissos em relação à mídia que apresenta, em novelas, séries, filmes, peças publicitárias e outros mecanismos massivos, a questão da opção sexual como se fosse algo capaz de dar "liberdade" ou manter um ser humano numa "prisão"?
A felicidade é associada a um frenético e irracional festival sexual, como se a troca de parceiros numa grande velocidade fosse o requisito necessário para preencher de amor vidas tão conturbadas e, em tantos casos, tão solitárias.
Possuo amigos homossexuais. Alguns deles são para mim verdadeiros irmãos. Mas são pessoas maduras, que alcançaram a maturidade pessoal e profisisonal e, por isso, sabem dos efeitos que estão associados as suas escolhas. Não posso e nem devo julgá-los. Mas posso e devo manifestar-me contra esta sórdida mídia que lança em cabeças adolescentes um falso caminho de "liberdade", para seres que ainda nem sabem quais são (e se existem) grilhões que os aprisionam.
Talvez seja o momento de diminuirmos os arquivos e apresentações bonitinhas e usarmos a rede para darmos um alerta geral, não contra o que as pessoas são, mas contra a farsa que está produzindo seres que, talvez, nem saibam ainda o que desejam ser.

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